Mathanna: O prazer molhado.

Nível de Putaria: 796/1000

Matheus e Anna, o casal de 18 anos que vivia uma paixão intensa no Rio de Janeiro, decidiram passar a tarde na casa dele em Ipanema. Ele, bonito e branquinho com cabelo preto sempre cheiroso e arrumado, tinha aquele corpo sarado que a deixava louca – músculos definidos do surf e vôlei, um jeito fofo e romântico que misturava gentileza com um fogo escondido. Anna, a menina bonita cheia de carisma e simpática, educada em cada gesto, mas com um corpo que era puro tesão – curvas perfeitas, peitos fartos e bunda empinada – adorava esses momentos a sós. Os pais dele estavam viajando, o irmão fora, e a piscina no quintal era o cenário perfeito para uma tarde de relaxamento. "Amor, vamos mergulhar? Tô morrendo de calor", ela disse ao entrar, vestindo um biquíni rosa cavado que mal cobria as curvas, já sentindo o olhar dele devorando cada centímetro. Matheus, de sunga azul justa que marcava tudo, sorriu: "Calor? Você é o motivo do meu, vadia. Vem cá que eu te refresco."Eles foram pro quintal, o sol batendo forte na água azul da piscina, o ar quente carregado do cheiro de cloro e protetor solar que ela passou na pele morena. Matheus pulou primeiro, espirrando água alto, rindo como o divertido que era: "Vem, linda! A água tá uma delícia." Anna mergulhou devagar, emergindo com o cabelo molhado colado no rosto, peitos balançando no top úmido. Eles nadaram um pouco, brincando de splash como casal fofo, mas o tesão já borbulhava. Ele a puxou pra perto na parte rasa, corpos colados na água: "Você tá gata pra caralho molhada assim. Me dá um beijo, simpática." O beijo começou suave, lábios se tocando com carinho, mas logo virou fome – línguas dançando, mãos dele na cintura dela, apertando firme. "Porra, Anna, sua boca é viciante", ele murmurou, mordiscando o lábio inferior dela. Ela gemeu baixinho, roçando a buceta contra a sunga dele, sentindo o pau endurecendo: "E você me deixa molhada só de beijar, fofo. Aperta minha bunda vai."Ele obedeceu, mãos descendo pra bunda empinada, apertando a carne macia por baixo da água: "Que rabão gostoso... me dá tesão pra caralho." O beijo ganhou intensidade, ela passando a língua no pescoço dele, lambendo a pele salgada: "Chupa meu pescoço, gentil. Me faz gemer." Ele mordeu de leve a clavícula, descendo pros peitos, top do biquíni pro lado, mamilo rosado exposto. "Que tetinha dura... posso chupar?" Ela assentiu: "Chupa forte, romântico. Me deixa louca." Ele sugou o mamilo, língua circulando, mordiscando: "Delícia... chupo até você pedir pica." Anna arqueou as costas, mão no cabelo dele: "Ah, porra... chupa mais, fofo. Tô molhada pra caralho na buceta."A mão dele desceu, dedos roçando a calcinha por baixo d'água, esfregando a buceta úmida: "Que xotinha quente... tá ensopada, vadia." Ela gemeu alto, roçando contra os dedos: "Deda me, amor. Enfia dois." Ele obedeceu, dedos médio e anelar entrando na buceta apertada, curvando pra acertar o ponto G: "Toma dedada, simpática... goza na minha mão." Anna rebolou na água, peitos balançando: "Ah, caralho... deda forte! Tô quase gozando." Ele acelerou, polegar no clitóris: "Goza, porra! Esguicha na piscina." Ela gozou tremendo, esguichando jatos na água: "Porra, tô vindo... ah, foda!"Ofegantes, ele a carregou pra borda da piscina, sentando com ela no colo: "Agora chupa meu pau, linda." Ela ajoelhou na água rasa, sunga pro lado, pau duro saltando livre, veias marcadas, cabeça brilhante. Lambeu a cabeça devagar, língua girando: "Que pica deliciosa... chupo até gozar na minha boca." Matheus gemeu, mão no cabelo dela: "Chupa fundo, carismática... engole tudo." Ela desceu, garganta apertando, babando como puta: "Porra, que boqueteira... vai me fazer gozar." Ela acelerou, olhos fixos: "Goza na minha boca, educado." Ele gozou jatos quentes na garganta dela, ela engolindo: "Delícia de porra... quente pra caralho."Mas o tesão não parava. Ele a deitou na borda, pernas na água, e meteu na buceta: "Toma pica, vadia... que xota apertada." Ela gritou: "Ah, caralho... mete forte!" Ele socou ritmado, água espirrando: "Que rabão... toma no cu também?" Ela assentiu: "Lubrifica e arromba, fofo!" Ele passou saliva no cu, enfiando devagar: "Toma no rabo, safada... aperta meu pau." Anna rebolou: "Fode meu cu, porra! Gozo assim!"Eles trocaram: ela cavalgando na buceta na borda, quicando forte: "Que pica grossa... me rasga!" Ele chupou os peitos: "Tetas pra chupar!" Nível escalando: ele meteu no cu flutuando na água: "Toma no rabo molhado!" Ela gozou esguichando na piscina: "Porra, tô vindo!" Ele gozou no cu: "Encho teu rabo de porra!"No fundo da piscina, oral subaquático: ela chupou ele embaixo d'água, subindo pra respirar: "Pau molhado é delícia!" Ele chupou a buceta dela: "Xota salgada, vadia!" Foda contra a parede da piscina, água cascateando: "Fode minha xota, porra!" Gozos múltiplos: ela esguichando na cara dele, ele gozando nas tetas.Exaustos, flutuando abraçados: "Te amo, minha vadia." "Te amo, meu puto." Putaria tradicional na piscina – intensa, safada, sem fim.


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252352 - Mathanna: O prazer é meu - Categoria: Heterosexual - Votos: 0

Ficha do conto

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Nome do conto:
Mathanna: O prazer molhado.

Codigo do conto:
252357

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
16/01/2026

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