Pois bem, a zeladora, que chamarei de Cátia, era uma mulher bem mais velha do que eu, com cerca de 30 (trinta) anos, morena, gordinha. Tinha uma filha pequena e estava recém-separada do marido. Até então, eu nunca havia olhado para ela com malícia, até porque eu vivia um off com a estagiária. Cátia, inclusive, era uma que me crushava com a garota.
Certa vez, Cátia começou a postar no seu WhatsApp que sua irmã havia iniciado a venda de produtos eróticos. Foi aí que tive a oportunidade de puxar um assunto mais diferente. Fiquei perguntando sobre os produtos, para que serviam, e ela prontamente foi me explicando. Inclusive, recomendou-me um egg masturbador. A partir daí, passamos a falar mais sobre a vida dela, o passado... comecei a puxar brincadeiras de duplo sentido com ela, e ela foi entrando na onda.
Por sermos profissionais de uma instituição, nossas conversas mais reservadas eram apenas pelo WhatsApp. Presencialmente, era só profissional.
Certo final de semana, passamos o dia conversando besteira. Ela então passou a falar sobre a vida dela, dizendo que se sentia feia por ser gorda e não ter um rosto angelical. Contou-me também que já havia ficado com um cara de forma ocasional e me mandou uma foto que havia tirado na cama com ele. A foto mostrava ela deitada, sem roupas, aparecendo da cintura para cima, mas com os seios cobertos e um chupão no pescoço. Na hora, despertou em mim a curiosidade de ficar com uma mulher mais velha do que eu. Cátia, a partir dali, virou uma meta. Parecia um desafio pessoal ficar com ela, pois, se outro macho havia ficado com ela, eu também queria.
Em outro dia, com nossas conversas mais íntimas, pedi para ver os seios dela e mandei um nudes do meu pau. Ela ficou louca, e decidimos fazer uma videochamada, pois ela morava em outra cidade. Naquele dia, gozei muito vendo aqueles seios de mulher lactante. Eram grandes, fartos, e ela mais safada ainda, com cara de mulher santa.
Os dias se passaram e ela passou a frequentar a Igreja Quadrangular. Nessa igreja, conheceu um homem recém-separado, e passaram a flertar. Acontece que o cara, mesmo conversando com ela, ficava tentando reatar o casamento dele.
Certo dia, em um evento show na IEQ da minha cidade, ela veio em uma caravana. Ele também veio junto, mas, durante a viagem para a minha cidade, ela viu no celular dele que ele estava de conversinha com a ex. Ali, o mundo dela desabou. Ela ficou insegura, com início de ansiedade. Só lembro que eu estava em casa quando chegou uma mensagem dela pedindo que eu fosse encontrá-la na frente da igreja, com um rolo de papel higiênico (para ela enxugar as lágrimas). Ela queria pelo menos minha companhia até que o evento acabasse e o ônibus voltasse para a cidade dela, que ficava a cerca de 60 km da minha.
Então, como eu estava de moto, chamei Cátia para dar uma volta nos cartões-postais da cidade, para ela se acalmar. Também lanchamos, tiramos fotos. Foi praticamente um passeio improvisado.
Como era um sábado à noite, e o show na igreja ainda devia estar rolando e demoraria, vi que teríamos muito tempo livre. Aí veio a malícia em chamá-la para conhecer como era um quarto de motel (lembrando que eu já havia conhecido uns dias antes com a estagiária da instituição). Fiz-me de desentendido, como se não conhecesse. Ela topou.
Chegando lá, como de praxe, olhamos todo o local, como se fosse uma inspeção. Então eu me deitei, com roupa mesmo, e ela ficou em pé conversando. Chegou um momento em que ela cansou e também se deitou na cama. Foi aí que pedi um beijo. Ela acabou aceitando.
Eu estava deitado, e ela ficou em cima de mim, ainda com roupa. Estava com um vestido fino, mais ou menos na altura do joelho. Como ela era gordinha, gostei muito da sensação de tê-la por cima do meu corpo. Passei a massagear aquele bundão por cima do vestido.
Em seguida, pedi para que ela me mostrasse aqueles seios pessoalmente. Ela não queria, mas mudou de ideia e mostrou. Depois, ela pediu para ver meu pau, que estava duro e latejando. Tirei o zíper, e ela passou a tocá-lo. Pedi para que ela tirasse o vestido, mas ela tinha vergonha do corpo. Depois de prometer sigilo e dizer que não a julgaria, ela finalmente tirou.
O corpo daquela zeladora era gordinho, com seios fartos quase estourando o sutiã. Ela estava sem short, apenas com calcinha por baixo do vestido. Passamos a nos tocar.
Como éramos dois evangélicos, não podíamos ter penetração, pois isso daria disciplina na igreja. Fiz uma espanho-la naqueles peitos grandões. Depois, ficamos deitados lado a lado: enquanto ela me masturbava, eu masturbava aquela boceta enorme com a mão esquerda e chupava um dos seios grandes que ela tinha.
Em determinado momento, gozamos ao mesmo tempo. Lembro que, por ter um jato forte, cobri meu pau com a toalha do motel, que ficou toda suja.
Depois de finalizado o momento de orgasmo, ficamos agarradinhos por um tempo, como se fôssemos um casal. Lembro que ela até deitou de bruços e pediu para que eu deitasse por cima dela. Por ser um virgem inexperiente com mulher, não me toquei da situação. Depois fiquei imaginando que ali poderia ser uma oportunidade para eu comer o cuzinho dela; talvez fosse até isso que ela quisesse.
Na hora de ir embora, lembro que ela sentou em uma poltrona da suíte e ficou chorando, dizendo que era feia e que nunca seria amada. Eu servi de amigo e falei palavras de incentivo.
Como estava ficando tarde e se aproximava a hora de ela retornar à cidade natal, levei-a de volta para a igreja.
Nos dias seguintes, no trabalho, nossa relação profissional continuou normalmente. Quanto aos eventos íntimos, nunca mais tivemos.
Ela finalmente se entendeu com o rapaz com quem estava flertando. Ele parou de querer reatar com a ex, e os dois se casaram. Hoje, são pastores. Fui até ao casamento deles. Enquanto ela entrava de noiva, só fiquei imaginando: com essa aí eu já tive a lua de mel. Rsrsrsrs.
Hoje em dia, paramos de conversar, pois fui transferido do órgão onde trabalhava. Ela deve estar feliz com o marido, guardando nosso segredo.
justiceiro