Houve um tempo que eu sem emprego, tive que me contentar em ser ajudante de pedreiro na cidade de Mairiporã-SP. Tinha meus 19 anos de idade, e sem ter outra opção fui trabalhar na construção de uma casa num condomínio de luxo. O trabalho era árduo mas sem saber seria muito bem recompensado por isso. A casa era enorme, era de uma dentista muito bem sucedida, chamava-se Cintia, era uma loira fenomenal de 29 anos muito bem vividos. Cabelos compridos até próximo da cintura, olhos verdes, seios siliconados redondos e firmes. Uma bunda empinada e dura também, boca carnuda com um batom que parecia deixar ela úmida o tempo todo, enfim, era a mulher que passava na calçada e deixava os pedreiros de rola dura. Quase todo dia pela manhã ela passava pela obra pois era caminho para ir até seu consultório, ela parava o carro em frente tipo para ver como a obra estava, mas nunca descia para ir até lá dentro. Um belo dia, Marcio que era o pedreiro responsável, me disse que não chegaria no horário de sempre, às 8:00 horas, e que eu deveria abrir a casa e já ir adiantando os serviços até ele chegar, então deixou a chave comigo para fazer isso no dia seguinte. No outro dia como combinado, abri a casa e comecei arrumar as coisas. Me deu vontade de mijar, então fui para a parte de trás da casa, pois os banheiros ainda não estavam prontos. Fui num monte de terra acumulada, tirei o pau fora da calça e comecei a mijar. A casa era um sobrado, e quando olho pra cima, vejo por entre as madeiras, alguém me olhando disfarçadamente, mas não parei, pois de onde eu estava, eu via apenas as pernas da pessoa que estava acima de mim. Achei que era alguma vizinha e quis valorizar aquele momento. Acabei de mijar, balancei meu pau mole várias vezes fazendo ele bater na calça e fazer barulho. Olhei disfarçadamente pra cima e aquela pessoa ainda estava lá, provavelmente ainda me olhando. Quando saí daquele lugar onde estava, e fiquei totalmente aparente, olhei para a varanda e não tinha mais ninguém lá. Fui pra dentro da casa e subi as escadas certo de que era a vizinha fofoqueira que morava ao lado e que sempre ficava conversando com a gente querendo saber sobre a construção alheia. Fui em direção ao cômodo que dava acesso à varanda, e chegando lá fiquei em choque. Não era a vizinha, mas sim Cintia, a dona da obra que nunca visitava ela por dentro. Fiquei sem jeito e ela me olhando fixamente perguntou sobre Marcio, e eu disse que ele chegaria por volta das 9:00 horas. Neste momento fingi que não tinha visto ninguém na varanda e que não sabia que ela estava ali até pouco tempo atrás. Ela então me disse que não tinha problemas pelo atraso. Com um ar de sarcasmo, me disse que deveríamos adiantar a obra começando pelos banheiros, para evitar que eu ou Marcio usássemos o quintal como mictório. Fiquei sem graça, e ela com um sorriso no rosto, disse que não era pra se incomodar com o comentário, pois ela ganhara o dia com aquilo que viu. Neste momento percebi que poderia me dar bem e perguntei se ela gostou do que viu. Ela então se aproximando de meu ouvido, sussurrou com seu hálito quente que adorou. Meu pau é um pouco grande mesmo mole, mede 15cm de comprimento mole com 14,5 cm de circunferência onde a cabeça fica metade exposta pelo prepúcio. Quando duro salta para 20cm x 16cm, ficando bem empinado pra cima e deixando a cabeça totalmente exposta. Ela disse que queria ver do que eu era capaz, pois gostava de novinhos, me perguntou se eu era virgem ainda e eu disse que não. Ela começou a me beijar e acariciar meu pau que já estava fazendo volume na calça que já estava apertada. Eu nunca usava cuecas, pois incomodava devido ao calor do trabalho. Então ela foi acariciando, apertando e dizendo que parecia ser grande aquele martelo. Tirou minha camiseta e me encostou numa pilha de sacos de cimento onde fiquei sentado vendo ela se deliciar com meu corpo. Foi beijando minha barriga enquanto ia descendo o zíper da calça sem soltar o botão de cima. Ela então separou as duas partes do zíper deixando aparecer parte da minha rola dura e veiúda. Ela se assustou com a grossura, caiu de boca entre o zíper lambendo a base do meu pau dentro da calça. Colocou a mão dentro e protegeu a cabeça do meu pau, tirando ele pra fora da calça jeans. Neste momento ela arregalou os olhos e se admirou com o tamanho e grossura da ferramenta. Ficou me punhetando de leve, cobrindo e descobrindo a cabeça da rola que estava enorme, brilhante e latejante. Ela pegou meu pau com as duas mãos, e começou a fazer um carinho bocal na cabeça dele. Tirei as mãos dela da minha rola, e segurei a cabeça dela pela nuca, forcei a cabeça dela de forma a engolir tudo até o talo, mas não ia devido ao tamanho. A cada puxada ouvia ela fazendo barulho de engasgo, e sentia o pau chegar no fundo de sua garganta. O tesão era demais, ela então me disse que gostaria que eu chupasse ela, e não neguei. Troquei de posição com ela colocando minha camiseta sobre os sacos de cimento para não sujar a mini saia branca que ela estava usando. Desabotoei a blusa branca dela, e aqueles peitos volumosos saltaram sobre seu sutiã também branco de renda. Comecei a beijar eles, e ela puxando o sutiã pra cima, deixou os seios à mostra com os mamilos rosados e bicos extremamente duros de tesão. Ela tinha um perfume embriagante e estimulante. Comecei a descer rumo à caverna dos prazeres, mas sem retirar a mini saia dela. Fui diretamente para as coxas dela. Com uma mão em cada coxa, eu as separei bem devagar enquanto ia beijando e subindo a mini saia que já estava me mostrando que ela não usava calcinha. Quando subi toda a mini saia, fiquei de frente com aquela bucetinha linda, toda depilada e rosinha. Era do tipo pão com mortadela, onde os lábios menores ficavam levemente à mostra. O clitóris também estava à mostra de tanta excitação. Era muito cheirosa, e sem hesitar, meti a boca naquela delícia carnuda. Abocanhava por completo, chupava e com meus lábios, puxava de leve aqueles beicinhos deliciosos fazendo ela gemer e tremer as pernas. Meu pau latejava e ficava pulando junto com as batidas do meu coração, estava mais duro e grosso que nunca. Ela por sua vez estava gotejando na minha boca. Me levantei e retirei a calça, encostando o pau naquela xaninha molhada. Peguei uma das pernas dela e ergui até meu ombro deixando ela apoiada apenas com a bunda nos sacos de cimento e a outra perna no chão. Pincelei meu pau na xana dela estigando e provocando ela mais ainda. Ela me implorou para colocar, e sem negar empurrei com força não contendo meu tesão e desejo de invadir aquela grutinha apertada. Ela gemeu alto, misturando um pouco de dor pela grossura da minha rola com o tesão que estava sentindo. Fui empurrando aos poucos, ela então colocou a mão na minha barriga tipo controlando a profundidade da penetração, pois estava indo muito fundo e estava doendo. Comecei no vai e vem, e a coisa foi ficando gostosa ao ponto de chegar o momento que meus 20cm x 16cm tinha entrado tudo, batendo as bolas no cu dela. Quando chegava no fundo, eu contraia o pau e ele mexia dentro dela deixando ela louca. Fiz isso umas 4 vezes e gozei dentro dela loucamente, e no mesmo momento senti ela tremer o ventre também gozando. Fiquei parado dentro dela por alguns instantes, e retirei meu pau ainda duro e empinado pra cima. Ela por sua vez, ficou com a buceta aberta e escorrendo meu sêmem em grande volume. Estávamos parcialmente saciados mas com vontade de repetir tudo aquilo de novo, mas ela disse que já era quase 9:00 horas e que Marcio poderia chegar e que deveria ir embora. Me pediu sigilo sobre tudo aquilo, pois ela perdeu a cabeça e não deveria ter feito nada daquilo. Eu disse que ficaria de boa, e perguntei se iriamos repetir. Ela disse que adorou a metida mas, não. Não iria repetir aquilo pois não era certo considerando a posição dela. Se vestiu e sem dizer mais nada foi embora. Meu Pau ainda continuava duro, me vesti e desci para a parte de baixo da casa vendo ela ir embora em seu carro caro. Quando volto para dentro da casa, Marcio sai de um dos cômodos me chamando de safado sortudo, pois ele vira eu metendo na patroa. Ele disse que chegaria as 9:00 mas chegou bem antes, e viu a gente metendo e decidiu ficar apenas olhando sem se manifestar. Neste momento fiquei surpreso, e ele olhando o volume na minha calça que não queria diminuir, me diz que ela é que teve sorte, por ter um pau daquele tamanho entrando nela. Eu dei risada e em tom de zueira disse que parecia que ele estava com inveja dela. Ele me olha nos olhos e diz que estava mesmo. Que gostaria de sentir aquele tarugo entrar guela abaixo na boca dele. Fiquei sem ação, e como ainda estava com o pau duro e com tesão, abaixei a calça deixando meu pau pular pra fora. Disse para ele se divertir e ele não pensou duas vezes, se ajoelhou na minha frente e caiu de boca me chupando com mais vontade que ela me chupou. Ele me abraçou com as mãos na minha bunda, me puxando contra a sua cabeça. Quanto mais ele me puxava, mais meu pau duro entrava em sua boca úmida. Começou a chupar a cabeça do meu pau, passando a língua embaixo dela, onde fica aquela pelinha do freio. Aquilo me deixou louco, e percebi que ia gozar. Avisei ele e ele tirou o pau da boca e começou a me punhetar. Quando o gozo veio, ele veio forte e lavou a cara dele com uns 4 chatos de porra grossa e quente. Um jato foi no olho, outro no nariz e os últimos dois foi dentro da boca que ele insistiu em abrir. Agora sim meu pau começou a amolecer. Mas ele, mesmo com a cara lavada de porra, abocanhou meu pau novamente, me chupando e me limpando dos restos do gozo que ficou em volta da rola. Terminamos e ficamos em silêncio por um tempo. Eu por minha vez não acreditava em tudo aquilo. Não acreditava que transei com uma loira fenomenal, assim como não acreditava que deixei um cara me chupar até eu gozar na cara dele. Nunca tinha tido uma experiência com outro cara. Ele também se limpou, passava a mão na cara, limpando o gozo e colocava na boca engolindo tudo. Também me pediu sigilo sobre aquilo, pois ninguém sabia que ele gostava de rola. Trabalhamos até a obra acabar. O salário que havíamos combinado, foi aumentado por conta dele, pois aquele episódio foi gratificante para ele, e esta foi a maneira dele me agradecer. Houveram outras chupadas, mas nunca meti no cu dele, apenas gozei na boca. Depois disso arrumei outro emprego e nunca mais vi nenhum dos dois.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.
Que tesão que deu ler este conto. Aqui vejo que tem aventura para todos os gostos, para hetero e gay. Tanto um quanto outro deixa a gente com um baita tesão.
Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.