O menino do bairro - part 1

Lembro que há umas semanas atrás estava caminhando para academia, quando observei um garoto de mais ou menos minha idade que nunca tinha visto pelo bairro jogando bola em uma quadra perto da minha casa. Aprimeira coisa que pensei foi "ele é tão bonito assim ou eu estou ficando doido?". Fiquei parado quando o vi por uns minutos(ou muitos minutos kk) , olhando como ele se movia, ou como sua camisa levantava quando se movia e consequentemente aparecia uma parte da sua barrira, seu umbigo, as marcas em V que indicavam o..., ou quando seu short estava um pouco para baixo de sua cintura o que dava uma visão da sua cueca listrada em preto e branco, e como seu cabelo escorria por seu rosto junto do suor do seu corpo. AH, SIM, O SUOR DO CORPO DELE, desejei ser o suor do seu corpo, se movendo por ele e sentindo sua pele branca enquanto escorria por entre seu pescoço, por entre seus peitos até chegar na sua barriga, e depois pelas suas pernas...Nem preciso dizer como isso fez minha cabeça por vários minutos. A hipnose acabou quando ele fez o primeiro gol do jogo, quando ele gritou junto do seu time e sorriu com eles como se tivesse feito o gol decisivo na copa do mundo.
—Boa porra!! — dizia seu amigo o abraçando, odiei ele por isso.
—Olha o Miguel — disse outro vindo dar uma batida em sua mão em comemoração.
Miguel... Então seu nome é Miguel, pensei. Não tive muito tempo para pensar a respeito do que estava acontecendo ao meu redor, até passar uma garota perto de mim, ela foi diretamente à quadra e chemou pelo Miguel, o mesmo veio correndo em sua direção e lhe deu um beijo. Nesse momento percebi o meu lugar naquilo tudo: não há lugar.
Bom, foi o que eu pensei por dois segundos, até ele abraçar ela e olhar diretamente nos meus olhos, não desviei o meu olhar do dele por um só motivo: eu me sentia invisivel e irreal nessa situação, foi só quando ele sorriu sem desviar o olhar ppque dei conta de que era real. Então, após uns segundos segui meu rumo.
No dia seguinte passei novamente perto da quadra como de costume, e eles estava lá, não jogando como no dia anterior, mas sentado na arquibanca do outro lado da quadra. Nessa hora olhei para ele, e ele estava ainda com a menina que beijo no outro dia, com seu braço ao redor do ombro dela e contando alguma coisa no seu ouvido. Quando, olhou para fora da quadra e me viu novamente, e sorrio quando desviei o olhar com vergonha. No terceiro dia, ele estava na entrada da quadra sentando com uns amigos e a menina, lembro de tentar passar despercebido pelo rua, odeio passar perto de pessoas da minha idade. Mesmo passando despercebido por entre seus amigos e possivel namorada, quando olhei para trás para vê-lo novamente, percebi que ele já estava olhando para mim. É estranho quando gostamos de alguém, parece que as coisas que acontecem entre nós e a pessoa funciona como um mundo à parte; tudo é tão unico que parece que só nós existimos. Esse olhar de agora era diferente, o meu também , até porque nunca tinha o visto de tão perto e o mesmo servia para ele. Virei para frente e segui meu rumo novamente.
O quarto dia foi quando tudo começou. Passei novamente pela quadra, mas como era sexta não ocorria nenhum exporte naquele dia, logo achei que não tinha ninguém.
— Ei, você ai!! — disse uma voz atras da arquibancada da quadra — vem aqui e me ajuda, rapido!
Fui correndo ver quem estava ali, e fiquei surpreso de encontrar Miguel com uma cobra na mão.
— Olha, uma cobra !! — disse ele erguendo a cobra como um trófeu.
— eu tô vendo — respondi.
— Quer tocar nela? — me perguntou se aproximando a cobra para perto de mim.
—Não, valeu, to de boa! — disse.
Foi quando ele me olhou diretamente pra mim , sorriu e disse:
— Você é o garoto que me vigia de longe, né?
Fiquei surpreso com a afirmação dele e tentei desconversar:
— Vigia? Não, claro que não! De onde tu tirou isso? — disse com um tom de piada e coçando a cabeça com o nervosismo.
— Deixa disso, não tô te acusando de nada! — disse rindo — Só queria que soubesse que não precisa ficar tão longe assim, se quiser me observar de perto, pode observar. Fica tranquilo que eu não mordo que nem essa cobra aqui não.
— Eu... Ta bom!! — disse mais nervoso ainda.
— Topa ajudar a levar essa cobra para fora do bairro? Se ela ficar aqui vão matar ela.
— Sim, tô livre hoje à tarde!
Ele disse que não conhecia muito bem por aqui, que tinha se mudado a poucos meses e queria explorar mais. Eu falei que sabia de um bom lugar para levar a cobra e deixar ela na floresta. Quando chegamos lá ele pegou novamente a cobra pelo pescoço e começou a meio que fazer carinho nela.
—Toca nela também — disse ele — já vou soltar ela então é sua ultima chance.
— Eu meio que tenho medo de cobra, uma vez uma mordeu meu tio e ele...
—Para de falar, ela fofa, olha! — e então levantou e sentou do meu lado com a cobra nas mãos — Vamos logo, toca nela você vai gostar.
Olhei para ele um tanto quanto nervoso, ele estava do meu lado, encostando seu ombro no meu, e sua perna na minha, não pensava em mais nada, então toquei na cobra.
— Viu — ele disse — não morreu!
— Ainda da tempo dela me morder, então, o correto é " ainda não morreu" — respondi.
— Deixa de ser marica — disse ele — uma cobrinha dessa não mata ninguém.
— Não vou apostar pra ver — disse — solta ela.
Quando ele pôs a cobra no chão e ela saiu se arrastando por entre a mata, ele deitou do meu lado no gramado e disse:
— Quer ver uma cobra que, essa sim, pode fazer mal a alguém?
Talvez ainda não tivesse percebido o duplo sentido nessa pergunta e então falei:
— Duvido que consiga achar alguma agora.
— Cara, eu nasci com ela — respondeu se erguendo chão e tocando seu pênis — aposto que essa você vai gostar de tocar.
Não sabia o que falar, ou como reagir então fiquei uma tempo olhando para ele, com um olhar de surpreso e nervosismo, até que respondi :
—Acho que nasci com uma também — Respondi tocando meu pai por cima do short — duvido que me surpreenda com essa ai!
— HAHAHAHA— gargalhou — gostei de você.
Após falar isso, ele pegou minha mão e colocou em seu pau por cima do short e disse:
— Essa aqui quanto mais você toca, maior ela fica.
Comecei massager por cima do chort dele, sentido o pau dele crescer por entre meus dedos. Ele não parou de olhar pra mim nem por um segundo enquanto o masturbava por cima do chort. Gostava de como as coisas estavam indo, mas ele não seria o único a se divertir hoje, então falei:
— Tá com medo da minha cobra? Por que não toca nela também?
— Olha, cara, nunca toquei nesse tipo de cobra na minha vida — disse pôndo sua mão em cima do meu pau — talvez eu goste ou não goste, o que me diz?
E começou a pegar no meu pau enquanto eu pegava no pau dele. Não desviavamos o olhar nem sequer um segundo um do outro, até que eu decide acelerar as coisas, me ergui para frente e beijei ele com vontade, ainda com a mão no seu pau, mas agora com a lìngua em sua boca.
— Pelo visto esse tipo de cobra é mais forte e maior do que com quem namoro, e tem até um brinde aqui no meio — disse enquanto eu beijava seu pescoço, sem soltar meu pau.
—Não viu nada ainda — respondi.
Então de repente, ele assumiu o controle, me empurrou para a floresta e contra uma àrvore e começou a me beijar até colocou uma de sua pernas no meio das minhas, e começou a roçar seu pau no meu, como se procurasse uma abertura ali, para se cravar. Mas posso garantir que não vai achar, ainda não.
No meio disso tudo, comecei a toca-lo por debaixo de sua camisa e pelas suas costas, e descendo até a sua bunda, que sempre foi meu alvo desde o começo. Quando toquei nela, ele começou a me empurrar mais forte na àrvore e seu pau ficou maior e mais duro que antes, e o meu também e posso garantir que ele estava sentindo.
— Você topa dar? — disse ele desalerando as empurradas e colocando as mãos em minha cintura.
— Se você liberar — respondi apertando sua bunda.
Nesse instante ele sorriu e começou a rir um pouco, e botou a mão na parte dentro do meu short tocando minha bunda.
— Nós dois queremos a mesma coisa um do outro, não é? — disse apertando também a minha bunda — mas não acho que algum vai ter o que quer.
Nessa hora eu percebi a situação, "Putz!! Dois ativos" pensei na hora, ferrou.
— Olha, gostei muito do que eu to tocando, e quero muito saber a sensação de estar aqui dentro — disse ainda me olhando e papertando — será que pisca enquanto eu estiver dentro?
— Não faço ideia, só penso se essa bunda aqui é branquinha e se entra facil ou se é teimosa — disse também apertando sua bunda mais forte — faço questão de saber.
Nessa hora ele parou de sorrir, mas não parou de apertar a minha bunda e nem eu a dele.
— O que fazemos agora? — disse ele — Por que depois que eu fico duro, só relaxo quando gozo.
— Também tô a fim de gozar.
Nesse momento mais um sorriso, de ambos dessa vez. Ele então se afasta uns sentimetros e coloca o pau pra fora, não sei dizer quantos sentimetros ele tinha porque não sou bom com números, mas era maior que a minha mão.
— Tira o seu também — disse.
— É pra já.
Quando ele viu meu pau, deu um sorriso meio torto e nervoso, ele sabe o que o espera, e esse algo é grande.
—Vamos fazer uma brincadeira — disse ele — vamos juntar nossos paus por entre nossas mãos e tentar foder um o pau do outro, tá ligado?
— Pra crlh.
Foi quando ele pegou meu pau com sua mão e colocou o seu do lado do meu, ambos apontando para cima e para o abdômem do outro,e fez um circulo com suas mãos para os paus meio que estivessem fodendo algo, fodendo algo juntos ou se fodendo. Nessa hora ele começou a empurra esse circulo com seu pau esfregando no meu, e então eu segui o ritimos esfregando o meu no dele por entre suas mãos. Posso garantir que essa é a melhor marturbação da minha vida. Nesse ritimo, as estocados no pau um do outro foram aumentando, e eu colei minhas mão por cima das suas para aguentar os paus se esfregando quase como violentamente por entre nossas mão, até o ponto de começarem a molhar muito nossas mãos. Quando estavamos perto de gozar, foi como se um tivesse lido a mente do outro, ou simplesmete terem feito exatamente o que queriam, pois ambos soltaram os paus e começaram a mastubar um em diteção do outro; não demorou para que ele sentisse meu jorro quente em seu abdomem e eu sentisse o dele escorrendo pelo meu.
Quando acabamos e nos olhamos mais uma vez, ele disse tocando no meu abdômem só porra dele: —Não faz ideia de como eu me sinto vendo minha porra escorrendo em ti.
— HaHa, a minha descendo nessa sua barriga branquinha, faz eu querer gozar de novo.
Ambos sorrimos do que acabamos de dizer, e após isso, pegamos folhas para nos limpar, e quando saimos da floresta, ele disse:
—Não esqueça o que disse naquela hora. Eu to louco para saber a sensação.
— Então não esqueça do que eu disse também.
Mais um sorriso e um beijo curto, e emtão ele foi andando à frente.
— Vamos resolver isso qualquer dias desses, blz? — disse olhando para tràs — afinal... Eu ainda nem sei teu nome, diz ae.
— É Luiz, não vai pensar muito nele essa noite — disse rindo.

Fim - part 1


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico kyoro

Nome do conto:
O menino do bairro - part 1

Codigo do conto:
252492

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
18/01/2026

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3

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