Eu vivia numa cidade pequena do interior o Rio Grande do Sul, era um garoto tímido e gostava de estar sempre com as meninas, o universo feminino me atraía, me encantava e afetava meu jeito de ser e sentir. Brincava de bonecas e até vestido as meninas me faziam usar nas brincadeiras, já os garotos eram mais agressivos e as brincadeiras mais perigosas, sem falar dos mais velhos que estavam sempre me provocando e tentando uma sacanagem comigo, sempre foi difícil resistir, mas quem me chamava a atenção mesmo eram os homens mais velhos, os maduros, coroas de preferência acima de cinquenta anos, me sentia atraído sem saber bem a razão, nunca gostei de homens atléticos com corpos definidos, prefiro os fora dos padrões, corpos mais peludos e mais gordinhos, velhos e carecas ou grisalhos, eu gostava de sentir os cheiros dos homens maduros. Era verão e o ano escolar estava quase no final, com frequência os alunos eram dispensados no meio da manhã e a escola ficava umas cinco quadras da minha casa. Naquela manhã ensolarada e quente eu voltava para casa caminhando de forma distraída e sem pressa pelas ruas desertas, foi quando ouvi alguém me chamando: Ele- Garoto! Psiu garoto! Percebi que era comigo, mas eu não conhecia aquela pessoa, era um homem branco de estatura mediana meio gordinho e careca, com uma barriga saliente e vestia um short de futebol, usava uma camisa social de mangas curtas e toda aberta, mostrando seu peito e barriga peludos, aparentava uns cinquenta e poucos anos. Me chamava com discrição, como se não quisesse que alguem nos visse juntos. Era uma casa antiga, tinha um muro baixo com uma arvore grande na frente e um jardim com poucas flores, ele estava parado no portão que dava para a rua, e de forma discreta pedia que eu me aproximasse, eu já não era mais tão criança, mas convivia com as transformações hormonais da pré adolescência, e com os medos e dúvidas de um garoto que estava descobrindo que gostava de garotos, meu corpo era mais cheiinho do que a maioria dos meninos da minha idade e meu traseiro redondinho e empinado, parecia estar sempre provocando desejos nos homens, principalmente os mais velhos e mais atrevidos, eu já estava me acostumando com aquelas provocações e parecia que sempre tinha um macho querendo tirar uma casquinha e jogar um elogio. Minha aparência mais feminina seguidamente me fazia ser confundido com uma menina, de maneira que eu já nem me importava mais, eu até gostava das reações e provocações que me faziam, afinal, eu já tinha sucumbido a sedução do Seu Vieira e me entreguei por inteiro a ele, que com frequência me procurava e dava um jeito de me levar para algum lugar onde podesse me fazer ser a "sua menininha" como ele dizia. Por conta do que acontecia com o Seu Vieira, cada vez mais eu me interessava por homens mais velhos. Me aproximei e perguntei: Eu- O senhor me chamou? Ele- Sim, tu conhece o Seu Vieira? Eu- Sim conheço, ele é meu vizinho. E de onde o senhor conhece o Seu Vieira? Ele- Somos parentes e seguidamente ele vem aqui me visitar. Eu- Mas o que o senhor deseja de mim? Ele- Na verdade queria mesmo era te conhecer, o Vieira fala sempre de um garoto que é amigo dele e pelas características pensei se tratar de ti. Quando ele falou aquilo eu gelei, será que o Seu Vieira contou tudo que acontece entre nós, e agora esse sujeito vai espalhar para todo mundo que eu sou o viadinho que o Vieira come, será o meu fim. Resolvi arriscar e tentar saber mais sobre o que ele sabia de mim, mas sem muita habilidade fui tentando puxar assunto. Eu- Mas....o que ele falou de nós...digo de mim? Ele era um adulto experto e cheio de malícia, logo percebeu que eu fiquei nervoso com a sua conversa e tentou me acalmar. Ele- Desculpa eu não queria te assustar, não precisa ficar com medo, não vou te fazer mal, é que eu sou viúvo e me sinto muito sozinho, sempre que tenho uma oportunidade de conhecer alguém eu aproveito, gostaria muito, se tu não te importar, de ser teu amigo, afinal temos um amigo em comum, no caso o Vieira. O que acha? Eu- Não estou assustado, é que não costumo falar com estranhos, mas o senhor me parece uma pessoal confiável e se é parente do Seu Vieira eu fico mais tranquilo. Como é mesmo seu nome? Ele- Valdomiro, e pode confiar que sou de paz. Mas e tu como te chamas? Eu- Tudo mundo me chama de Dinho. Ele- Prazer Dinho, tu é um jovenzinho muito simpático e sem querer te ofender tá, mas é muito bonito também. Fiquei meio sem jeito Ele- Pode me chamar de Miro. Eu- Muito prazer Seu Miro. Se o senhor não se importa, preciso ir em casa, é que está muito calor e quero vestir meu short e voltar pra rua e aproveitar para brincar. Ele- Claro, fique a vontade e se precisar de alguma coisa ou quiser tomar um refresco geladinho passe aqui depois, ok? Eu- Ok, muito obrigado e até depois. Seu Valdomiro morava a uma quadra da minha casa e com frequência eu passava em frente a casa dele. Os dias foram passando e finalmente eu estava de férias escolares, e passei a visitar o Seu Miro todos os dias para uma convers e a cada dia íamos ficando mais íntimos e próximos. Eu vivia na rua, minha mãe trabalhava fora e só voltava a tardinha para casa, e minha Avó aparecia uma vez por semana lá em casa, eu vivia solto. E com a chegada das férias a maioria dos outros garotos estavam fora da cidade, eu ficava sozinho e acabava indo sempre conversar com o Seu Miro na sombra da árvore da casa dele. Certa tarde eu passava em frente a casa do Seu Miro e ele me chamou. Ele- Oi Dinho, hoje tá muito calor né? Gostaria de tomar um refresco? Eu- Olá Seu Miro, se não for incômodo, aceito. Ele- Capaz, vamos entrando, lá dentro está mais fresquinho do que aqui fora. Fiquei com receio de entrar mas queria me refrescar pois estava bem suado. Antes de entrar percebi que ele olhava para todos os lados, se garantindo que ninguém nos via entrando na casa dele. Ele- Vai entrando Dinho! Estás todo suado, quer tomar um banho? Ou quem sabe quer tirar essas roupinhas e ficar mais a vontade? Ele não perdeu tempo e foi logo tirando sua camisa, expondo aquele corpo peludo e atraente, ficou só de calção, daqueles de tecido leve, tipo de futebol. Dava pra perceber que não usava cuecas e pude perceber o volume do seu pau, e parecia grande. Eu cheio de vergonha, preferi ficar vestido, mas já de olho no cassete do velho. Tomei o refresco e me senti mais relaxado, mesmo estando sozinho com ele, pois já tínhamos uma intimidade e eramos conhecidos a algum tempo. Foi quando ele olhou pra mim de um jeito meio estranho, e soltou uma conversa mais estranha ainda. Ele- Olha Dinho não me entenda mal, eu gosto de ti e não quero perder sua amizade, mas preciso te dizer umas coisas que venho sentindo a muito tempo. Eu tenho desejos por ti. Eu- Como assim Seu Miro? Ele- Vou ser bem honesto e abrir o jogo contigo. Muito antes de te conhecer o Vieira me falava que comia um garotinho e que esse garoto gostava muito de dar a bundinha e sentir todo o pau dentro dele, e também gostava de brincar de ser a menininha do Vieira. Eu sempre fiquei muito excitado com tudo isso e queria muito conhecer e poder estar com este garoto, tu sabe né Dinho, eu sou viúvo já a algum tempo e sinto falta de uns carinhos, eu sempre gostei de garotos novinhos como tu. Eu sou experiente e percebo que tu me olhas de um jeito diferente, as vezes quando estamos conversando, vejo que tu olha direto para o meu pau e fica meio vidrado, as vezes parece que vai pular em cima de mim, também vejo que quando vem aqui esta sempre usando esse shortinho curto e colado, ele deixa teu bumbum empinado e as polpinhas ficam de fora, percebo que quando tu me vê na frente de casa passa rebolando, eu não sei o que tu sentes e pensas em fazer comigo, mas eu sei que tu é o garoto que o Vieira tanto fala e come e sei do teu segredo com ele. Fiquei em choque e não consegui me controlar, comecei a chorar e na minha ingenuidade não consegui desmentir, não sabia como esconder e me vi sem saída, meu choro deu a ele a certeza de que era tudo verdade e me desesperei. Eu- O Senhor vai contar pra todo mundo? Vai falar pra minha mãe sobre isso né? Ela vai me matar, e os garotos da rua vão me chamar de viadinho e eu não vou mais poder sair de casa, por favor Seu Miro, não conte pra ninguém que eu faço essas coisas, eu prometo que vou me comportar e posso fazer o que o senhor quiser, mas não conte pra ninguém, por favor! Ele- Calma Dinho, não vou fazer nada disso, se acalme. Eu- Mas então o que o Senhor quer? Já sabia que ele iria me pedir em troca e me fiz de bobinho, mas não sei porque aquilo me fazia querer ser desejado por ele. Ele- Não vou querer nada, não se sinta chantageado, te quero sim, e a muito tempo, mas não quero forçar nada, só vou fazer se tu quiser, sem obrigação, quero ser teu amigo e sinto que você gosta de mim também. Eu- Sim eu gosto do senhor sim. Ele- Desde que nos conhecemos, tu me faz sentir um desejo forte, tu me trouxe vida e alegrias, tem dias que penso em ti sem parar, fico imaginando nós dois trocando carícias, se abraçando pelados e se amando. Quando tu passa aqui na frente e eu estou atrás do muro, fico te olhando e te desejando, e como de fora não se vê da cintura para baixo, eu tiro o pau pra fora e fico me masturbando e te olhando, já gozei vendo você correndo e brincando, sua bundinha fica rebolando quando tu corre e eu sou doido por ti e mais ainda pelo teu corpinho. Eu- Mas Seu Miro, eu nunca percebi seu interesse por mim. Não quero que o senhor pense que fico me oferecendo, eu fico confuso e não sei bem o que sinto, desde novinho eu tinha umas vontades e depois que conheci o Seu Vieira ele me fez sentir desejos que eu não sabia que podia sentir, depois de algum tempo eu me entreguei para ele e descobri que gostava muito de tudo isso. E agora que o Senhor descobriu que eu gosto, o que vai fazer comigo? Ele- Eu quero muito sentir seu corpinho e poder tocar nele, desejo isso a muito tempo. Quero te possuir e te dar prazer, mas não vou forçar. Não consigo mais esconder meu desejo por ti, tenho muita vontade de te beijar. Tu gostaria de ser beijad...? Não esperei ele terminar e pulei no pescoço dele, me deu um tesão e não consegui controlar, ele me tascou um beijo de língua que quase desmaiei, enquanto suas mãos ágeis ia tirando minhas roupinhas e expondo meu corpinho, eu não criei nenhuma resistência, aquelas mãos másculas e braços fortes me envolviam todo o meu corpo, eu me entregava inteiro para aquele homem. De forma ágil ele também se livrou do seu short e fez saltar aquela rola enorme e dura, era grande e grossa, talvez uns 20cm, eu me afastei do abraço e fiquei olhando aquele cassete lindo, hipnotizado. Ele- Gostou né, quer mamar o pau do Tio Miro? Vem meu amorzinho mama teu novo macho. Era irresistível, e não precisou pedir de novo, me ajoelhei na frente dele e abri a boquinha, como se oferecesse minha boca para ele fuder, e ele foi colocando devagarinho, senti aquele cheiro de macho, fechei os olhos e comecei a mamar, que delicia de pica, ele parecia delirar e ficava dizendo safadezas. Ele- Isso meu amorzinho, mama teu macho, tu gostou de rola do Seu Miro, gostou? Bem que o Vieira falou, que o garotinho parece uma putinha experiente e mama como poucos, isso é desejo meu amorzinho, gosta de chupar né? Eu- Ham ham! Adoro mamar tio! Mal parava pra responder. Agora não tinha mais volta, eu me entreguei totalmente para o meu mais novo homem, agora eu ia virar a garotinha do Seu Miro. Com facilidade ele me pegou no colo e me levou para o seu quarto, enquanto caminhava me carregando, seu pau balançava e batia na minha bunda, eu sentia um fogo subindo e uma moleza afeminada ia tomando conta de mim, eu sabia que iria ser possuído pelo Seu Miro e seu pau enorme e isso me fazia desejar me entregar por inteiro. Ele me colocou na cama e deitou ao meu lado, com carinho me beijou e me fez virar de costas para ele, enquanto beijava minha nuca, brincava com sua rola entre minhas coxas, cada vez mais envolvido e hipnotizado pelos carinhos daquele macho viril, eu empinava a bundinha e me oferecia todo para ele. Parecia que eramos amantes a muito tempo, ele encostou a cabecinha da pica na portinha do meu rabinho e foi entrando devagar. Eu- Tá doendo! Para! Para! É muito grande tio! Ele- Calma amorzinho, deixa que o titio vai colocar bem devagar e com jeitinho tá. Tu não é o primeiro garotinho que o Miro vai comer, já rompi muita preguinha de cuzinho virgem e tirei muito cabacinho de muito garoto que acabou virando viadinho depois que sentiu a pica do Tio Miro. Adoro um bundudo como tu, além do mais meu amorzinho, não é a tua primeira vez né? Foi o Vieira que rompeu as preguinhas do teu rabinho não foi? Eu sem jeito respondi. Eu- Foi, foi o Seu Vieira o primeiro. Ele- Mas se tu não quer eu não faço. O safado sabia levar na lábia, ainda mais garotinho ingênuo e doidinho pra dar. Eu- Quero sim mas põe devagar tá. Ele-Isso deixa o Tio Miro te comer com carinho, que de hoje tu não passa, vais virar minha putinha e vai querer dar toda hora pro teu paizinho. E o pau foi penetrando e a cada centimetro parecia que eu estava perdendo a virgindade de novo, sempre é um misto de dor e prazer e é isso faz a gente não querer desistir de dar. Ele percebia e me comia com jeito e tesão, não demorou para me dizer que tinha enterrado todo seu cassete no meu cuzinho, de ladinho eu gemia, mas agora só de tesão e o Seu Miro sabia como agradar um viadinho novo. Sem tirar a rola enorme de mim, me fez ficar de bruços e soltou seu corpo peludo e suado sobre o meu, enterrando com vontade todo o cassete na minha bundinha, soltei um gemido empinei a bunda e por instinto e tesão rebolei as ancas, aquilo deixou ele mais excitado e começou a urrar e socando, num vai e vem selvagem ele me comia com desejo e não demorou pra sentir o pau ficando mais grosso dentro de mim, ele gozou e jorrou forte seu sêmen nas minhas entranhas, como um garanhão que sabe que vai deixar a fêmea prenha e entrega todo seu sêmen dentro dela, gemendo e urrando de prazer. De novo senti ter um orgasmo pelo cuzinho, sem tocar no meu pauzinho e rebolando na rola do Seu Miro, tudo foi com muito prazer. Ele- Agora não tem mais volta amorzinho, eu deixei minha semente dentro do ti, e agora tu é meu putinho, vai querer me dar a bundinha sempre, e vai ser o viadinho de muitos machos, vai usar calcinha de menina, mas vai ser bom porque tu gosta de ser femeazinha. Tu quer ser o viadinho do Seu Miro? Eu- Aí Seu Miro eu não sei, tenho medo de sofrer! Ele- Enquanto tu estiver comigo nada vai te acontecer, eu vou te dar carinho e apoio, e se tu quiser posso te comprar umas roupinhas de menina, mas pra usar só comigo, o que achas? Eu- O Senhor vai guardar segredo? Ele- Sim claro, nem o Vieira vai saber. E assim foi, naquele verão passei a visitar com frequência a casa do Seu Miro. As vezes eu via ele na frente da casa e já ficava todo refestelado. Combinamos um sinal que ele fazia para dizer que estava livre e que eu podia ir que ele queria me comer. Eu estava com a minha vó e ela era bem esperta e sabia das coisas, logo percebeu que eu estava agitado e todo saltitante, parecendo um gazela novinha. Vó- Que foi garoto derrepente parece que tem um bixo no corpo, fica se rebolando todo e não para quieto. E já vai pra rua? Escuta, não tem um shortinho mais largo não? Esse tá muito pequeno em ti, fica todo enterrado e deixa tua bundinha toda a mostra, com esse corpinho tu parece até uma menininha ou um viadinho sei lá. Hum! cuidado hein, tá cheio de homem sem vergonha pela rua, facilita vai acabar caindo na lábia de um tarado desses que adora pegar rapazinho novo que nem tu, abre o olho hein!!! Eu disfarçava e saia correndo rua afora em direção ao terreno do lado da casa do Seu Valdomiro, ele me via e destrancava um portãozinho que dava acesso ao pátio da casa dele, voltava pra frente e ficava vigiando se alguém estava vendo, enquanto eu rapidinho entrava pelo pátio e ia direto para um quartinho dos fundos bem isolado, era sempre uma aventura gostosa que me deixava muito excitado. No quartinho tinha uma cama bem confortável, eu entrava tirava meu shortinho e vestia uma calcinha de menina que Seu Miro comprou pra mim, então eu sentia toda aquela energia feminina me envolvendo e me transformando de um jeito gostoso, eu relaxava e deitava de bundinha pra cima esperando meu homem. Não demorava Seu Miro entrava, trancava a porta e já ia ficando pelado, ele já chegava de pau duro, acho que pra ele tudo era muito excitante, comer aquele garotinho delicioso a hora que quisesse, ele sabia que eu adorava aquelas visitas escondidas. Quanto a mim, a cada encontro eu percebia que gostava muito de ser o putinho do Seu Miro, aprendi a dar e sentir muito prazer com ele, também aprendi a controlar meu gozo, assim ele gozava várias vezes e eu desfrutava do prazer de ser o viadinho do Seu Miro.
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