Hipnotizei Minha Mãe e Meu Pai 1 - Testando nos coroas

[este é um conto que foi publicado parcialmente em outro site - eu o tomei e o completei com pequenos ajustes]

Olá pessoal, meu nome é Marcos e tenho 22 anos. Moro longe de minha família pois estudo psicologia em outro estado, sempre fui muito fascinado pela mente humana e sempre fiz cursos além de minha faculdade. Em dele de hipnose e relaxamento mental.

Sempre fui um muito tarado. Eu via putaria em tudo, desejava qualquer mulher, e isso não foi diferente com minha mãe. Como muitos do site, sempre desejei minha própria mãe, mas nunca tive coragem de tomar iniciativa ou falar algo a respeito.

Mas em dezembro do ano passado, fui passar o final do ano com meus pais aproveitando as ferias da faculdade.

Cheguei no aeroporto e meus pais já me esperavam lá, Minha mãe vestia um vestido apertado (ela sempre foi muito exibicionista, o que tornou muito mais difícil não bater umas punhetas por ela na minha adolescência). Esse vestido que valorizava suas curvas, quadril bem grande, coxas grossas, cintura fina, peito siliconado e uma bunda de dar inveja a muita novinha, apesar de seus 41 anos e vinha de mãos dadas com meu pai.

Ambos sempre foram muito apaixonados e românticos um com o outro, o que tornava minhas punhetas da adolescência ainda mais imorais, pois meu pai, além de bom pai, era um ótimo marido.

Fui recebido com um abraço apertado da minha mãe, senti seus seios perfeitos serem pressionados contra meu peito e ela me deu um beijo em minha bochecha. Cumprimentei meu pai com um aperto de mão seguido de um abraço e fomos para seu apartamento.

Eu era filho único e tinha poucos amigos na minha infância, o que contribuiu para que eu exagerasse com meu lado sexual, tendo em vista que ficava muito tempo sozinho em casa desde meus 12 anos (meus pais se mudaram para o apartamento depois que meu pai se aposentou de sua carreira militar estadual)

A viagem foi tranquila, conversei sobre praticamente tudo com eles: sobre o curso, o que eu planejava fazer no TCC, as garotas da faculdade. Praticamente tudo.

Chegamos em casa e ainda estávamos falando sobre a faculdade. Eu comentei sobre hipnose e controle mental e meus pais não queriam acreditar na veracidade das minhas histórias

- É serio mãe. Funciona e ajuda muito a relaxar. Se quiser posso fazer com a senhora... - falei tentando convencer-los de que eu já tinha feito antes com alguns colegas e da universidade.

- Tudo bem. Depois da janta você vai fazer essa tal de hipnose comigo, mas você tem que prometer não me fazer sair por ai cacarejando igual a uma galinha! - eu rí e falei que não prometia nada.

Durante o jantar eu já fui imaginando as possibilidades. Todos os desejos e sonhos que tive com minha mãe poderiam se tornar realidade. Ela estava disposta a abrir seu subconsciente para que eu pudesse lê-la e até inserir mensagens sem que ela percebesse. Claro que tinha meu pai, provavelmente ele iria observar a sessão o tempo todo, então eu teria de convencer-lo a ser hipnotizado também para que eu pudesse aplicar gatilhos, mensagens inconscientes e desejos na minha mãe sem que fosse reprimido ou sofresse alguma consequência.

Passando o jantar, minha mãe foi para a sala e sentou-se no sofá me dando sinal verde para iniciar a hipnose. Como eu havia suspeitado, meu pai quis observar e, apesar de eu tentar convencer-lo de que eu poderia fazer uma dupla hipnose, o mesmo gostaria de ver eu hipnotizando a minha mãe primeiro.

Iniciei o processo com minha mãe, deixando-a relaxada e aprofundando seus sentidos até que ela chegasse em transe profundo. Assim que ela entrou em transe, fiz algumas demonstrações ao meu pai. Coisas simples como: transformar o braço dela em uma barra de ferro e pedir para que ele tentasse dobrar-lo, fazer minha mãe falar inglês, fazer ela amar um balão imaginário em uma mão e falar que este balão a está puxando para cima, etc...

Mas aproveitei o momento para instalar um gatilho na mente de minha mãe: toda vez que eu falasse a palavra "durma" com a mão em sua testa, ela entraria em transe profundo. Feito isso eu só precisaria da hora certa para aplicar os comandos que eu desejasse.

Dei um comando para que ela fosse inundada por um sentimento de paz e felicidade, que não se lembrasse da sessão e acordasse.

Agora era a vez de meu pai...

Tive um pouco de dificuldade para pôr ele em transe. Sua mente insistia em despertar antes de eu pôr alguma palavra de gatilho ou aprofundar bastante seu transe para que pudesse mexer em seu sub-consciente, mas passado alguns minutos tive êxito em minhas tentativas e fiz o mesmo show de hipnose que tinha feito antes, só que desta vez para minha mãe.

Eu sabia que meu pai tinha atingido um transe tão profundo que só acordaria se eu o mandasse acordar. Logo, estava na hora de por meu plano maquiavélico em pratica.

Olhei para minha mãe, caminhei devagar na direção dela e rapidamente pus minha mão em sua testa e disse em alto e bom som "durma".

Ela me obedeceu instantaneamente, entrando em transe em um piscar de olhos. Mandei se sentar ao lado de meu pai no sofá e resolvi brincar um pouco com a situação.

- Vocês estão em uma praia deserta, onde não á há ninguém senão vocês. Olhe o mar e observe o quanto ele é bonito. Sinta o cheiro da maresia e deixe que a sensação de paz inunde você - falei de forma genérica, pois sabia que os dois iam escutar e assimilar para seu subconsciente.

- Agora um calor invade o seu ser, você está suando e esta muito abafado, você sabe que esse calor só irá embora se você tirar sua roupa.

Terminado minha frase, meu pai e minha mãe começaram a se despir. À medida que ela retirava seu vestido eu reparava ainda mais em seu corpo. A idade já começava a trazer marcas: seu bundão já começava a ganhar uma dobrinha, algumas celulites aqui, umas estrias discretas alí, seus seios fartos começavam a cair... mas nada que a deixasse menos atraente. Pelo contrário, ela tinha um are de naturalidade que a deixava com um ar ainda mais sedutor e irresistível. Meu pau já estava pulsando com a situação e eu estava me segurando para não come-la em transe mesmo. Meu pai, apesar de sua idade ainda tinha um porto atlético, sem barriga e com peitoral definido. Certamente a carreira militar que era o que mais havia contribuído para isso.

Minha mãe trazia um sutiã e uma calcinha simples mas delicadas. Seus seios fartos não eram cobertos totalmente pelo sutiã e o decote que possuía me deixou louco. Ela usava roupas decotadas com certa frequência, e eu sempre desejei ver a forma completa dos seus seios. Não me decepcionei. Sua calcinha, levemente transparente, revelava uma buceta coberta por pêlos, mas pêlos finos e bem aparados. Ela pelo jeito era vaidosa até no aparar de sua virília, mas eu teria que tirar aquela calcinha para confirmar.

Meu pai ficou com uma cueca boxer com estampa de camuflagem. Como lhes havia dito, ele era um militar e, apesar de aposentado, ainda gostava de vestir roupas da temática. Seu pau estava mole e não reacionou com a situação, o que ajudou a me dar mais segurança de que estava em transe profundo.

Eu logo me lembrei de que, quando eram jovens (antes mesmo de se casarem), eles tinham o hábito de viajar a uma praia specífica. Isso me deu uma idéia e lhes disse:

- Vocês são jovens e em alguns meses têem planejado de que vão se casar. Estão naquela praia que sempre frequentaram.

Meu pai prontamente olha para os lados e parece não me ver, como se eu fosse transparente. Ele faz uma cara de malandro e fala para minha mãe:

- Amor, olha só que sorte! A praia está vazia denovo. Vamos para as pedras?

Ela também olha para os lados "sem me ver", dá um sorrisinho bem safado, e diz:

- Verdade! Vamos antes que chegue alguém.

Pedras? Eles nunca tinham me falado de "pedras" naquela praia. As coisas começaram a ficar ainda mais interessantes. Eles caminharam só com suas roupas de baixo em volta da sala e ficaram de frente para o sofá. Ambos deram mais uma olhada nos alrededores sem me ver, e logo se abraçaram em uma beijão de cinema. Ela foi abaixando e ficando de joelho, puxando ele jundo enquanto seguiam se pegando. Parecia que suas memórias os havia levado para uma "área secreta" de sua praia favorita onde tinham privacidade para fazer o que os hormônios da juventide lhes urgia ao som do mar.

Logo minha mãe dá um empurrãozinho no meu pai e ele se deixa cair para trás no chão, devagar. Ela diz:

- Ah, essa sunga tá me atrapalhando...

E ela começa a tirar a cueca dele. Interessante: eles pensam que suas roupas de baixo são seus trajes de banho. Pois bem, ele a ajuda a tirar sua cueca/sunga e seu pau já está um pouco mais inchadinho. A pegada que se deram o animou um pouco. Ela diz:

- Ih, tá desanimadinho ainda? Vou animar ele, pode?

- Claro, como não? - responde ele.

Minha mãe dá um sorrisinho travesso e cai de boca no pau do meu pai, ficando de quatro. Eu, em pé, "invisível" para eles, observo o bundão delicioso dela semi-coberto por sua calcinha e fico louco imaginando como deve ser o seu boquete e como deve ser comer aquela bunda.

Meu pai dá leve suspiros de prazer com a boca da minha mãe no seu pau. Ela é habilidosa, sobe e desce rápido a cabeça e às vezes tá uma paradinha para lamber a cabecinha, a boquinha do pau do meu pai, para depois voltar a coloca-lo inteiro na boca. Em instantes, o pau do meu pai endurece na boca da mamãe e é a vez dele tomar a iniciativa. Ele fala:

- Ah, gostosa... agora é minha vez de te chupar. Fica de quatro pra mim, fica...

Minha mãe dá uma risadinha abafada com o pau dele na boca. O solta e se levanta. Os dois ficam de joelhos frente a frente. Ela tasca-lhe mais um beijão de cinema, e depois fica de quatro pra ele, ajoelhando-se no chão e apoiando os cotovelos no assento do sofá. A bundona dela agora está na frente dele. Sem cerimônias, ele tira a calcinha dela e a deixa cair até o joelho dela, no chão. Com as duas mãos ele abre a bunda deliciosa da minha mãe e eu, atrás dele, posso ver o cuzinho lindo dela. Lisinho, depiladinho, dando uma piscadinha. E de uma vez só ele bota a lingua pra fora e cai no beijo-grego, lambendo o cú da minha mãe!

- Aaaaah, quer meu bumbum hoje, quer... ahhh... isso, lambe... uuuh.... adoro quando você faz isso, amor. - diz ela, suspirando.

Parece ser algo que ambos estão acostumados a fazer mas que não deixa de ser-lhes prazeiroso. Ela segue se apoiando no sefá com um cotovelo, mas a outra mão é usada para tocar-se e marsturbar-se com uma siririca. Escuto os sons de lambida gulosa de meu pai e os suspiros de prazer de minha mãe por um tempo. Sempre tive um certo nojo de beijos-gregos, mas minha mãe parecia tão extasiada que me deu uma inveja tremenda de meu pai. Queria ser eu a dar-lhe este prazer e a sentir-la asím.

- Acho que já tá pronto. Me dá esse seu cu que eu tô ficando loco! - diz meu pai, parando de lamber-la e ficando de joelhos. O pau dele mais duro que nunca, pronto para penetrar minha mãe.

- Ahh, tem que pedir com jeitinho... - diz ela, dando uma rebolada pra ele. Qualquer homem ficaria completamente desarmado em ser provocado desse jeito.

- Oh meu amor, deixa eu brincar com seu buraquinho... ele é tão lindinho... - diz ele, inclinando sobre minha mãe para falar perto de seu ouvido.

- E o que vc me dá em troca? - diz ela, depois de dar uma risadinha. Ela adora torturar ele, pelo jeito.

- Hum... eu cozinho, eu lavo os pratos e a casa esse fim de semana inteiro, só dá ele pra mim só, dá? - diz ele.

Ela ri e fala que sim, mas que, como sempre, tem que começar devagar, com carinho, que é sensível no começo. Meu pai sorri, com uma mão segura a cintura de minha mãe e com a outra aponta o próprio pau para o cuzinho dela. Ele vei entrando devagar, dando leves recuadas. Ele não pergunta se está bom ou não. Parece que ele já tem certa experiência e sabe o rítmo de minha mãe, que vai dando leves suspirinho de prazer. Logo ele está com o pau inteiro no cu da minha mãe, e começa a acelerar nas bombadas. Ela vai pedindo mais, e mais. Ele desafivela o sutiã dela e os peitões dela balançam com as estocadas. Ela pede para ele puxar o cabelo dela, e ele o faz. Segura bem na base da nuca e o segura firme, sem puxar.

É uma cena linda minha mãe virando os olhios levando vara no cu, com a cara levantada, os peitos balançando, o som da bunda dela batendo em rítmo na virilha dele. Nunca invejei mais meu pai na vida! Ela começa a gemer um pouco mais alto, mas meu pai sussura fala pra ela fazer silencio senão alguém na praia pode escuta. Esse ar de "segredinho" parece excitar ainda mais ela, e em alguns minutos ela goza pelo ânus loucamente, abaixando a cabeça junto ao sofá e mordendo a mão para segurar o som. Poucos instantes depois, ainda no fimzinho do orgasmo dela, é a vez do meu pai agarrar a cintura dela com mais força e puxa-la contra sí, enchendo o reto dela de porra.

Ambos suspiram, e meu pai tira devagarzinho seu pau do cu da minha mãe. Agora ele tá vermelhilho, um buraquiho um pouco mais abertinho que antes. Essim que ele solta ela, eu intervenho. Me aproximo dele e lhe instruo no olvido "você está sujo e cansado, precisa se lavar e ir direto pra a cama". Logo em seguida me ajoelho no sofá ao lado de minha mãe e sussuro no olvido dela "Eu sou Pablo, seu marido."

Meu pai se levanta e, sem dizer nenhuma palavra, vai ao banheiro. Minha mãe vira o rosto pra mim, sem sair de sua posição de-quatro-apoiada-no-sofá, me olha e me dá um selinho na boca. Ela então sussura:

- Ah, adoro quando vc me pega assim, amor... podia ficar o dia inteiro aqui.

Na hora eu percebo a oportunidade de ouro e respondo:

- Ah, que bom! Porque eu ainda tenho para mais uma uma, amor!

Me levanto rápido e tiro minha roupa quase em um instante. Meu pau duríssimo, estourando de tesão.

- Só acredito vendo - me desafia minha mãe, dando uma risadinha safada e ainda sem praticamente sem mudar de posição.

Não há tempo a perder. Cuspo na minha mão, lubrifico meu pau com o cuspe, me ajoelho atrás dela e imito os passos do meu pai, segurando-a pela cintura com uma mão, apontando meu pau para seu cu com a outra, e estocando-a. Mas como ela já tinha acabado de ser enrabada, me dei ao luxo de entrar com mais velocidade nas estocadas iniciais.

Meus amigos, de sensação maravilhosa! Sentir o cuzinho quente e firme da minha mãe abraçando todo o meu pau! Sentir sua bunda batendo nas minhas pernas! Escutar seus gemidos que pareciam ainda mais prazerosos que antes! Pelo jeito seu buraquinho estava mais sensível agora e cada estocada lhe dava mais prazer do que na primeira rodada! Me inclinei e dei uma fungada na nuca para sentir seu cheirinho de mamãe que só ela tem. Tudo maravilhoso!

Imitei meu pai e puxei seu cabelo, mas pelo jeito peguei errado. Ela reclamou, disse que doeu e que eu tinha que segurar mais embaixo. Tentei denovo, aguarrei bem nos seus mullets e aí sim, ela suspirou "iiisssso amor... issso.... mais...". Aceleramos as estocadas, e logo senti o cu da mamãe piscar no meu pau. Apesar de firme, seu cu não estava apertadinho. Deve ser porque meu pai tinha acabado de arromba-la e fiquei imaginando como seria maravilhoso pegar aquele cu fresquinho. Ela mordia os lábios e gozava pelo ânus uma segunda vez, agora com o pau do seu filho arrombando-a. Foi demais pra mim e gozei também. Melhor gozada que já tinha sentido na vida até aquele momento! Adicionei mais porra ao seu reto, e fiquei lá enterrado até sentir a última gotinha sair.

Minha mãe relaxou os braços e desabou o busto e o peito no sofá, ainda com a bunda pra cima. Pelo jeito ela sabia que quando ela se levantasse toda a porra minha e de meu pai que estava acumulada no seu rabo ia escorrer pra fora da sua bunda.

- Nossa amor, você gozou bastante tanto na primeira como na segunda! Parece uma máquina! - disse ela.

- É que você é uma delícia, amor - respondi, tentando imaginar a resposta que daria meu pai. - Vamos, te ajudo a ir até onde vc pode se limpar bem. Eu te tapo aqui para não ter perigo de se sujar.

Coloquei meu dedo do meio no cu dela para servir como uma tampa. Ela deu um espasmo de surpresa e nos levantamos. Fomos andando juntos, lado a lado, eu com o dedo no cu dela, ela me abraçando de lado, dando uma risadinha constangida com a situação. meus outros dedos apalpavam de leve e como dava aquela bunda deliciosa.

Nesse momento meu pai já havia saído do banheiro. Entramos eu e ela no banheiro e a coloquei sentada na privada, tirando meu dedo do cu dela para ela "cagar" toda a nossa porra. Enquanto ela esperava tudo escorrer, ela me puxou pelo braco para eu ficar ajoelhado na frente dela, ela segurou minha cabeça, me olhou frente-a-frente, nos olhos. "Ela saiu do transe? Percebeu que eu não sou meu pai?" pensei. Mas não: ela diz "te amo, Pablo" e me beija calorosamente. Por uns instante reluto, pois ela não só havia acabado de beijar meu pai "de verdade", como havia chupado o pau dele com gosto. Me deu um instante de nojinho mas... há quanto tempo eu não esperava por este momento? Não... não podia desperdiçar. Respondi, e nossas linguas se explorararm por uns deliciosos instantes. Uma situação inusiada, beijar a própria mãe enquanto ela caga a porra sua e do seu pai na privada, devo admitir...

Logo que ela terminou, ela limpou a bunda com papel higienico e a levei para seu quarto. Meu pai estava lá, dormindo pelado já. Peguei as roupas deles na sala, trouxe para o quarto deles e lhes dei ordens para vestirem-se e deitarem-se para dormir. Lhes instruí também que no dia seguinte, quando acordassem, teriam na memória que não fizemos nada de mais na hipnose além de umas brincadeiras bobas de anestesiar o braço ou coisa assim e que fizeram sexo anal entre eles apenas, depois que eu tinha ido dormir no meu quarto. Apenas eu saberia que mamãe foi arrombada pelo próprio filho. Mas o mais importante: os gatilhos haviam sido colocados e haviam funcionado pelo menos uma vez. Amanhã eu iria saber como ficaria a memória deles sobre o assunto e se eu poderia fazer denovo essa brincadeira. Afinal, eu apenas tinha conhecido o cuquete e o beijo de mamãe, ambos maravilhosos. Ainda havia tanta possibilidade...

[se gostaram por favor comentem e eu continuarei a contar outros desenrolares desta aventura]


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Hipnotizei Minha Mãe e Meu Pai 1 - Testando nos coroas

Codigo do conto:
252627

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
20/01/2026

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