Meu Compadre Magrinho Parte II (Marido da Minha Prima)
Continuando... mandei mensagem avisando que estava indo, ele disse que havia deixado a porta aberta e podia ir direto para o quarto. Quando cheguei na casa dele entrei e passei pelo corredor escuro, logo aviste a porta no quarto, quando abro a porta me deparo com ele, só de cueca box branca já com aquele volume todo marcando. Ele sentado numa poltrona com a pernas bem abertas, a cabeça para trás só esperando por mim. fui em direção a ele mas na metade do caminho ele ordenou que eu fosse de quatro até ele, eu como uma boa putinha obedeci, tirei minha roupa me abaixei e caminhei de quatro até ele. com uma cara de pidão olhei pra ele de uma forma de quem suplica que quer sentir muito prazer, ele olhando pra mim, sorriu de canto e disse, quer ser minha putinha quer? eu com aquele olhar de pidão, de quem pede muito, só balancei a cabeça afirmando que queria, nem precisei dizer nada, só confirmando como eu queria ser tratado, nunca vir um homem com aquele rosto de aprovação, sorriu pra mim como quem tinha marcado o gol da vitória, pegou assim no meu rosto, com uma mão só (eu disse no conto anterior que as mãos dele é enorme) apertou bem, olhou com os olhos brilhando pra mim e disse: Hoje você vai ser minha menininha nessa tarde (Imaginem minha reação ouvindo essas palavras de um macho hetero fudedor, que mete horrores na bucetinha da minha prima, falando que vai me fazer mulher dele, isso soou como uma bela melodia nos meus ouvidos) eu lá quase implorando pra ele me fuder logo ele realiza meu fetiche sem nem imaginar que eu gosto, se posiciona melhor na poltrona e pede pra mim passar a boca no pau dele por cima da cueca, o cheiro estava magnifico, um cheiro de sabonete, não só no pau, mas em todo o corpo. Então comecei a dar o meu melhor, de leve eu sentia aquele cheiro daquele homem magrinho que sempre desejei, aquelas penas peludas que dão um atrito maravilhoso com meu rosto, depois ele tirou a pau pela cueca, naquela parte da perna, um sacão pesado caiu, encostando no assento da poltrona, aquela cabeça rosinha brilhando com a babinha transparente começando a escorrer, logico que não perdi tempo e já foi colocando a cabeça nos meus lábios, dei aquele beijinho que arrepia tudo limpando a babinha com um gosto incrível que ele tinha, fui passando a língua e puxando formando um fio transparente que ligava minha boquinha com aquele monumento gostoso e lindo de se ver. Olhei pra ele ainda provando a babinha e afastando o rosto, ele olhou pra mim e perguntou: Tu vai cair de boca ou não? eu só aproximei dele e comecei labendo a cabeça do pau, e fiquei naquele carinho gostoso, um beijo entre a cabeça do pau e meus lábios quentes e cheios de saliva, foi então que ele levantou tirou a cueca e pediu pra continuar chupando, eu dando o meu melhor alí foi quando por um deslise o pau entrou por completo preenchendo toda minha garganta liberando um gemido dele de prazer, foi ai que fui acostumando a engolir tudo, o pau não parava de babar e eu deixando tudo lubrificado com minha saliva escorregava tudo pra minha garganta, um certo momento deixei por mais tempo lá dentro e ele meteu um tapão na minha cara, aquilo me deixou mais putinha ainda, comecei a engolir tudo, levei ele pra cama lambi o pau as bolas onde me dediquei cheirando aqueles poucos pelos aparados que ele tinha, ainda me dedicando horrores no boquete, ele olha pra mim e diz que não aguenta mais e precisa mete, ele levanta e pra minha surpresa me abraça com caricias e me beija, de forma carinhosa e demorada, por fim para de me beijar e olha segurando no meu rosto e diz: porque não deu em cima de mim logo? novamente mete um beijão em mim, depois se acomoda atrás de mim, ainda em pé e começa a roçar aquela pauzão na portinha do meu cú, aquilo me arrepia todo, ele ainda beija meu pescoço me fazendo arrepiar todinho, pede pra que eu abra bem que ele vai me fazer sentir aquilo que eu tanto queria, empino bem pra ele, ele lubrifica bem o pau e meu cuzinho, e começa a penetrar, lentamente vou sentindo tudo deslisando pra dentro de mim, centímetro por sentimento, me causando arrepios e prazer, quando tudo já tá dentro ele deixa eu me acostumar, aos poucos vai indo e vindo me fazendo delirar naquele monumento. Em seguida, já acostumado a agente sai andando com o pau dentro de mim em direção a cama, vamos agarradinhos pra não sair de dentro, sinto os pelos do seu corpo arranhando as minhas costas fazendo me arrepiar e piscar meu cuzinho com aquela rola dentro, na cama ainda com a rola dentro ele me coloca de quatro (minha posição favorita) e levemente começa a rebolar, fazendo eu sentir tudo dentro de mim, obviamente e não aguento e sai um gemido manhoso de prazer, ele bate na minha bunda um tapão que ecoa em todo a quarto me deixando mais faminto ainda em ser penetrado, o que percebo que as metidas começa a ser mais fortes, então ele me coloca na posição de frango assado, e mete olhando pra mim me fazendo revirar os olhos de tanto prazer, a gente já tinha perdido a noção do tempo, aquilo tudo tinha transportado a gente pra outro lugar, um lugar prazeroso e cheio de intensidadade, ele continua metendo e me beija, diz que precisamos terminar logo, pois já estava sem resistir, digo que ele pode gozar dentro mesmo, aquela frase deixa ele com mais vontade ainda, me deixando ele jorra tudo lá dentro, me fazendo sentir várias jatadas lá no fundo, e tremendo todo também não resisto e gozo sem me tocar, ele cai cansando em cima de mim e peço pra deixai dentro até amolecer, trocando caricias seu pau sai de mim ainda pingando realizando assim nossa maior aventura naquele quarto que dividia com a esposa.
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