Reforma em casa final

                Reforma em casa final

        Ao chegar a noite transamos feito loucos, Karen estava com a xota maravilhosamente inchadinha me contando tudo (que já tinha visto risos), cada toque cada gozada, falou do sabor da porra dos meninos mas ela não fazia ideia que Antônio sabia de tudo estava acreditando que eles não contariam nada, escolhemos juntos a camisola que ela usaria naquela manhã foi uma delícia escolher com ela a roupa, uma fininha transparente rosa que realçaria a calcinha branca, ao acordarmos estava doido para meter de novo mas ela não quis me dar disse que precisava se poupar risos, chupei ela gostoso e ganhei um boquete até gozar em sua boca, colocou um short rosa pequeno sem calcinha um top foi malhar, 8 horas os dois chegaram lhes dei os pães passei algumas orientações sai, cheguei no trabalho bem rapidinho já ligado nas câmeras para ouvir os papos anteriores para minha surpresa Antônio e Agenor estavam na cobertura com os rapazes, deixei quieto não avisei Karen, quando faltava dez minutos para as 9 eles foram para varanda fecharam a cortina, os rapazes aguardavam ela na sala ao entrar começou o amasso.

Pedrinho - Minha safada pqp como você está gostosa
Karen - Agora sou de vocês até as 11 risos
Betinho - Nossa até as 11 não, até acabar a obra piranha

        Deram uma baita amasso nela ali despindo-a totalmente, mãos percorriam suas intimidade dedos penetravam sua xota colocaram de joelhos fazendo ela chupar ambos por dois minutos depois Pedrinho a puxou pelos cabelos levantando-a deixando de costas para varanda a inclinou de quatro deu três tapas na bunda mandando ela se arrumar para eles, Karen foi, acompanhar ela se banhando, passando cremes, vestindo-se para dois sem imaginar que seriam quatro foi uma delícia, antes de sair me ligou falando que iria começar, voltando para sala estavam ambos sentados no sofá pelados, mandaram ela dançar para eles depois chupar, Pedrinho atolava a pica na garganta fazendo-a engasgar enquanto Betinho dava tapas na bunda, após uns 4 ou 5 minutos assim colocaram Karen de pé, um de frente outro atrás beijavam alisavam e tocavam suas intimidades, os dois coroas foram entrando devagar sem Karen notar quando estavam bem perto Pedrinho empurrou ela na direção deles que agarraram seu corpo já beijando e tocando tudo, no susto ela tentou sair perguntando o que estava acontecendo Agenor lhe puxou o pescoço dando um forte tapa na cara dela falando

Agenor - Cala boca puta vagabunda abaixa e chupa aqui

Empurrando seu corpo para baixo onde sua pica já estava dura, não era grande como dos garotos mas era grossa, já ajoelhada outra vez ela tentou falar algo ganhando outro tapa dele que falava que sonhava com isso a anos, segurou sua cabeça puxando contra seu membro enquanto Pedrinho alisava sua xota colocando a calcinha de lado masturbando seu grelo, em segundos já estava rebolando nos dedos do Pedrinho chupando Agenor quando Antônio saca uma rola enorme e grossa, maior e mais grossa que dos sobrinhos, ele começou a bater com a rola na cara dela, Karen revezava nos dois quando os meninos aproximaram-se também dando as rolas para ela, ela de joelhos levou uma surra na cara das quatro rolas para depois chupar todos um a um, Pedrinho tirou sua camisola puxando seus cabelos levando-a pro sofá onde puxou sua calcinha de lado jogou ela de barriga para cima começando a chupar sua xota raspadinha, ela chupava duas rolas enquanto um chupava seus seios outro a xota, todos revezaram todos davam muitos tapas na cara, Pedrinho colocou ela de quatro no sofá meteu forte na xota, Agenor a segurava pelos cabelos dando tapas falando

Agenor - Cachorra vagabunda safada sabe quantas punhetas bati por sua causa?

Colocaram ela na posição de frango assado todos começaram revezar na xota, quando Antônio meteu ela urrou de prazer e dor ele meteu fundo de uma vez só, ao tirar a rola sua xota estava aberta demais foi incrível ver a xota fechando devagar quem não estava metendo dava rolas para chupar ou tapas, foram uns 30 minutos de foda intensa repleta de xingamentos principalmente de Agenor até que Pedrinho gozou na cara dela junto de Agenor, Betinho meteu na xota após uns 3 minutos começou a urrar enchendo sua xota de porra, Antônio meteu em sua xota até o fundo tirou, pincelou a porra escorrendo do Betinho na raba dela tentou penetrar mas não entrava, ela resmungou que não queria atrás ganhando um tapa do Agenor

Agenor - Cala boca puta vai dizer que não dá a raba pro cara que vem sempre te comer aqui?

Quando do nada entra Agnaldo, o outro porteiro falando.

Agnaldo - Pqp cheguei atrasado

Sem que ela pudesse responder já tinha uma rola na boca então Antônio tentou mais um pouco em vão, Agnaldo levantou suas pernas metendo na xota enquanto Antônio abriu as pernas dela e batia com a rola na cara dela, Karen estava com as pernas arreganhadas levando rola na xota, Agnaldo após uns 5 minutos tirou gozando em cima da barriga e xota, sua porra escorria pelo rabo, Pedrinho entrou em seu lugar foi forçando no rabo até a cabeça entrar, Karen gemia alto Antônio mandando ela calar a boca para não ouvirem atolou a rola goela abaixo Pedrinho foi forçando até entrar tudo, até as bolas, ficou uns segundos parado para começar o vai e vem, Karen gritava abafado com rolas do Antônio e Agnaldo na boca Pedrinho dando muitos tapas em sua bunda gozou pela segunda vez no rabo dela, Betinho meteu em seguida conforme metia a porra do Pedrinho escorria pelo rabo Agenor e Agnaldo davam rolas mole da gozada para ela chupar enquanto Antônio que não tinha gozado assistia de lado o sobrinho currar Karen por uns 5 minutos até também gozar dentro do rabo, Antônio ficou abrindo seu rabo vendo a porra escorrer enquanto dava tapas, aprontou de novo a rola que foi entrando com dificuldade apesar do rabo estar melado sua rola era grossa demais a cabeça parecia um cogumelo, cada centímetro da cabeça que entrava fazia Karen se contorcer sendo segurada pelos quatro até que a cabeça entrou, suficiente para ele começar o vai e vem ele metia até metade e tirava Karen gemia alto os quatro davam tapas, apertavam seus seios e riam vendo a cara de sofrimento dela do nada Antônio arreganhou muito suas pernas enfiou tudo de uma vez fazendo ela gritar, ficou parado lá dentro enquanto Agenor esfregava seu grelo em segundos ela começou rebolar nos dedos de Agenor então Antônio bombou com força Karen teve um orgasmo intenso quase desfalecendo Antônio tirou a rola suja de porra e merda do rabo dela gozando muito na sua cara, era muita porra, cobriu todo seu rosto, Karen ficou estirada no sofá com porra escorrendo ainda do rabo e toda gozada na cara, após uns 5 minutos, Agenor e Agnaldo falaram que desceriam, mas antes segurando ela pelo rosto falou após dar dois tapas na cara melada dela.

Agenor - Preciso descer antes que deem falta de mim mas relaxa que vou te comer outras vezes safada vagabunda gostosa

Assim que saiu Antônio mandou ela se lavar, entraram os três com ela no nosso quarto escolheram uma lingerie rosa, após banho ela vestiu, ficou servindo eles de 10 da manhã até perto de meio dia, Karen só obedecia, limpou a sujeira da sala ganhando apertões e tapas dos três, após deixar tudo limpo a levaram para o terraço, ficaram de 10:30 às 11:30 alisando, beijando, chupando, colocando ela para chupar as rolas moles, antes de 11:30 Pedrinho e Betinho duros de novo meteram mais uma vez na xota dela, comeram Karen de quatro enquanto Antônio mesmo com a rola meio mole mandava ela chupar, após uns 10 minutos gozaram dentro, ficaram os três dando tapas na bunda enquanto a porra escorria, as 11:30 mandaram ela pedir quentinhas pro filho que estava por chegar e para eles, Antônio foi embora para meu escritório, a tarde os meninos correram com a obra para não dar pinta, Antônio chegou no escritório às 13 falando comigo me chamando de patrão alegando que teve uma missão urgente para tratar mas que terminaria naquela tarde ainda, durante a tarde os meninos colocaram ela para chupar duas vezes com meu filho no quarto dele, as 3 semanas seguintes de obra a pedido de Karen eu ficava em casa home Office terças, quarta e quintas assim ela só dava para eles nas segundas e sextas, Agenor participou em duas ocasiões, Agnaldo de uma, teve dia dos quatro só comerem a xota teve dia de só comerem a raba, um dia os cinco comeram xota e rabo, todas as fodas eram com tapas e gozadas na cara, após o término da obra os porteiros comeram ela três vezes em nossa cama, em setembro passado após eleição do novo sindico trocamos a empresa de seguranças então eles foram demitidos, no próximo contarei nossa viagem de dezembro de 2025 para Saquarema, estou ansioso pelo carnaval de 2026 em Búzios de novo na casa do Carlos.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico cariocaa1976

Nome do conto:
Reforma em casa final

Codigo do conto:
252661

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
20/01/2026

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