Olá pessoas... Vamos pular as apresentações pois já fiz em outros contos. Eu sempre fui danadinha, desde pequena. Comecei minha vida sexual aos 14 anos com e minha primeira foda descente mesmo foi com um amigo do meu pai quando na ocasião eu tinha 16 anos e ele uns 35. Claro que eu não era mais virgem. Mas o que vou contar é mais recente em um reencontro com esse homem depois de mais de 20 anos. Estava passando uns dias na casa dos meus pais que moram no interior de SP, meu marido ficou em SP Capital onde moro hoje. Foram dias tranquilos com aquela paz que só o interior de SP nos proporciona. Acordava bem disposta, ia comprar pães com meu pai, feira com a mãe, passava o dia na maior tranquilidade. Em uma quinta feira, meu pai me pediu para que no dia seguinte eu fosse levar o carro dele na oficina para fazer um reparo pois ele me traria de volta a SP na segunda feira. Meu pai não poderia ir porquê estava pintando a casa e não queria perder tempo e o reparo duraria apenas pouco tempo. Acordei cedo no dia seguinte e tive uma manhã normal como todos os dias e por volta das 14hs lá fui eu fazer o combinado com meu pai. A oficina do Décio, esse é o nome dele, ficava a uns 20 minutos da casa dos meus pais. A princípio eu não liguei o nome a pessoa afinal, faziam anos do ocorrido. Cheguei no endereço e o local era uma casa grande, com um quintal de entrada enorme. Buzinei e bati palmas pois o portão de madeira estava fechado. - Olá. Disse um homem abrindo o portão. Era um home na casa dos seus 60 anos eu acho, careca, por volta de 1,80m, barrigudinho. - Olá, eu sou a filha do João. Vim trazer o carro para o Sr dar uma olhada. - Ah sim. Pode colocar o carro lá atrás. Disse ele abrindo o portão e me indicando o caminho. Levei o carro até o fim do quintal onde havia um garagem que obviamente era improvisada nos fundos da casa. - Vou levar cerca de 2hs pra fazer o serviço, se vc quiser ir passear e voltar depois tudo bem? Mas se preferir pode se acomodar por aí. Tem suco na geladeira, fique a vontade. - Eu espero. E aceito um pouco de suco, o calor aqui é de matar. Eu disse sorrindo e sendo simpática. - Ah, então eu vou buscar. E ele foi até a casa voltando poucos minutos depois com uma jarra de suco de maracujá que estava delicioso. Passamos a falar sobre banalidades. Ele me falou que estava viúvo e que os filhos moravam em outras cidades e que ele vivia ali sozinho, fazia manutenção em carros de vez em quando mas que trabalhava em uma fábrica próxima e estava de licença por depressão. Dado momento da conversa ele perguntou: - Você não se lembra de mim? Eu me peguei forçando a memória sem sucesso. - Perdão, mas não me lembro. Fui embora daqui a algum tempo. Meus pais voltaram pra cá a 7 anos e desde então quando venho meus pais nunca recebem visitas. - Eu estou um pouco diferente. Ele disse sorrindo. - Nos conhecemos você tinha um 15 ou 16 anos. Eu sou o Decinho, da F1000. Imediatamente me lembrei do amigo do meu pai que eu transei quando tinha 16 anos em uma festa junina que teve no bairro onde eu morava. Decinho era um homem bonito, tinha uma F1000 e foi nela que eu gozei a primeira vez. - Nossa. Decinho? Puxa, quanto tempo. Disse eu meio sem graça por não tê-lo reconhecido. - Faz muito tempo mesmo, vc era uma menina e hoje é essa mulher feita, mas continua linda. Disse ele sorrindo. O Papo passou a ter um conotação nostálgica e ele levava o papo para relembrar tudo o que aconteceu naquela noite mas sem ser direto. - Pena que vcs se mudaram daqui logo em seguida. Nem tivemos tempo de aproveitar mais aquela caminhonete. Disse ele sendo o mais direto até aquele momento. - Pois é. Não mandamos no destino. Eu disse sorrindo. Para os padrões de homens que eu gosto. Décio até que não estava tão acabado..rsrs. E passei a prestar atenção nos detalhes físicos e principalmente o que me atrai mais. Nas atitudes. Faziam 20 dias que eu estava nos meus pais e logo, 20 dias sem sexo. O máximo eram as siriricas noturnas e solitárias. Como eu iria embora na segunda feira, meu lado devassa pensou: PQ não ? rsrs Eu estava usando um top azul escuro, um shortinho jeans e uma rasteirinha e já decidida a fazer aquele homem feliz, passei a entrar no jogo. - E vc continua a comer as novinhas dessa cidade? Eu perguntei na lata. Ele levantou a cabeça de dentro do motor do carro, me olhou e disse: - Vc foi a única novinha que eu comi em toda vida. Disse sorrindo. - Ahh, me engana vai? Eu respondi. - É sério. As demais mulheres que tive não era tão novas quanto vc era naquela vez. Já notei o volume aumentando dentro das calças daquele homem. E eu amo isso. Amo deixar os caras babando de vontade de me possuir. - Continuo sendo bem mais nova que vc. Eu disse com aquele sorriso de Anita. Entendendo o recado, Décio veio babando pra cima de mim. Me puxou pela cintura com suas mãos grossa, e me colou junto ao seu corpo onde pude sentir seu pau gritando para sair das calças, sem muita demora me beijou, apertando minha bunda e me segurando pela nuca. Enqto me beijava desci minha mão até seu pau e fui abrindo o zíper para soltar aquele pobre pau oprimido. Passei a punhetar seu pau enqto ele me beijava, e rapidamente desceu a boca até meus seios. Levantei o top e conduzi meus seios para sua boca onde ele beijava e chupara alternando entre um e outro no mesmo instante que ele buscava minha buceta por baixo da perna do shorts. Ele me conduziu até um sofá velho que tinha no canto da parede, me fez sentar e em pé colocou seu pau na minha boca. Pessei a chupar e punhetar na base daquele pau que tinha por volta de 20cm de grossura satisfatória. Seu pau estava suado, com cheiro de macho, mas eu chupara de forma voraz, com vontade e rapidamente aquele pau estava todo molhado e escorregando lisinho na minha boca enqto Décio apenas mantinha uma das mãos na minha cabeça. - Agora é minha vez. Ele disse. Me levantei e tirei o shorts, voltando a me sentar no sofá imundo e apoiando os pés de forma a ficar aberta e receptiva. Décio se ajoelhou e caiu literalmente de boca em mim. Me chupava, lambia e sugava meus clitóris enqto punhetava o próprio pau. ME penetrava com a língua e lambia desde o clitóris até embaixo e não demorou muito para que o prender entre as pernas e segurar sua careca em um gozo delicioso. Ele ainda ajoelhado me fez virar e ficar de 4, e assim voltou a chupar minha buceta. Me penetrava com a lingua e com os dedos e por vez lambia, apertava e beijava minha bunda. Sem muita demora já em é, enterrou sua rola na minha buceta de uma vez só, o que me fez soltar um gemido e amolecer as pernas, revirando os olhos e jogar a cabeça para trás. Começou então com umas bombadas frenéticas, com se a muito tempo ele não fazia isso. Suas mãos grossas me segurando pela cintura e seu pau entrando e saindo rapidamente ao som daquele conhecido clap clap clap da pélvis batendo na bunda se misturando aos meus gemidos em mais uma gozada. Décio tirou o pau da minha buceta e se sentou no sofá, e rapidamente eu sentei em seu colo, minha buceta já ensopada foi engolindo aquele pau até eu sentir as bolas nos meus grandes lábios. Me segurando pela bunda, ele me ajudava nos movimentos de sobe e desce enqto tentava chupar meus seios. Eu já cansada pelas duas gozadas mudei a posição, sentando de costas entre suas pernas passei a bombar no seu pau com movimentos rápidos e reboladas para descansar os joelhos de vez em qdo. Eu sentir que aquele pau iria explodir em porra a qualquer momento e não demorou muito para isso acontecer. Ao som de gemidos altos de Décio, senti minha buceta ser inundada de porra enqto seu pau latejava a cada jato, eu fazia movimentos em câmera lenta, sentindo a pulsação daquele pau até parar e sentir o corpo do homem relaxar após a tensão da gozada. Me levantei devagar e sentir muita porra escorrer pelas minhas pernas. - Você pode se lavar la dentro. Ele disse me abraçando por trás. Eu apenas assenti e fui até sua casa, nua naquele sol de rachar onde pude me refrescar em um banho merecedor. Quando voltei. Décio estava vestido e com as chaves do carro na mão. - Eu terminei faz tempo. Ele disse sorrindo. - Mas enrolei para ver se vc se lembrava de mim. Nem imaginava que terminaríamos assim. - Que bom que deu tudo certo. Eu disse e continuei. - Gostaria de contar com sua discrição. - Nem precisa pedir. Ele me disse. - Me deixa seu telefone. Depois te mando umas coisinhas. Com discrição, claro. Ele disse sorrindo. Voltei para casa dos meus pais com o carro 3 horas depois. Eu disse que tinha ido passear na cidade enquanto o carro estava na manutenção e que me demorei por lá. Na segunda feira meus pais me trouxeram para casa e fim de férias. E sobre as coisinhas que Décio disse. Estão no anexo.
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