Tomando Banho Com Meu Pai

- ?SÓ VOU PASSAR UMA ÁGUA NO CORPO ?-

Nunca tive tesão por essa coisa de incesto. Nunca tinha sentido desejo pelo meu pai... Eu acho. Só que morar sob o mesmo teto é complicado. A convivência nos obriga a esbarrar no que não queremos, e as pessoas podem acabar fazendo coisas que não saem por aí contando para qualquer um.
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O coroa chegava da oficina exausto e ia direto para a cozinha pegar uma cerveja na geladeira. Sempre usava bermudas velhas de tactel, sem nada por baixo, o que deixava o contorno do seu pau bem visível. Era impossível ignorar o volume daquela rola balançando conforme ele caminhava. Todo mundo notava, mesmo sem querer. Minha mãe odiava, mas de nada adiantava se queixar.
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Houve um dia em que o calor de janeiro estava insuportável, fazendo a sala parecer uma estufa. Minha mãe, na tentativa de deixar o ambiente minimamente agradável para nós dois, jogou dois colchões de solteiro no chão e ligou o ventilador. Ficamos deitados ali até meu pai chegar da oficina, mais tarde que o habitual. Já estava um pouco bêbado — raramente bebia antes de chegar em casa — e disse que estava com os amigos no bar da esquina. Seguiu direto para a cozinha em busca de mais cerveja. Minha mãe imediatamente fechou a cara. Ele voltou, tirou a camisa e se jogou no sofá com a lata na mão. Ficamos os três presos naquela dinâmica familiar de merda.
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Finalmente minha mãe se levantou, vencida pelo Alprazolam que tomava religiosamente, e foi para o quarto com passos tortos. Meu pai se levantou e tomou o lugar dela no colchão, buscando a brisa do ventilador. Ficamos nós dois ali, assistindo a algum programa tão tedioso que sequer consigo lembrar qual era.
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A TV ligada virou apenas barulho de fundo. Ele, bebendo e entediado, começou com brincadeiras de mão, cutucando minha costela para encher o saco. Eram interações comuns entre pai e filho. Eu revidava. Achava engraçado na época, me divertia e arrancava gargalhadas, até ambos cansarmos.
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Quando percebi, já estávamos rolando sobre o colchão em uma lutinha imbecil, parecendo dois moleques. Estávamos sem camisa e fedendo a suor, a pele dele úmida e pegajosa contra a minha. Como sempre, ele usava uma daquelas bermudas que, a cada movimento, me fazia ver — e sentir — mais do que eu deveria.
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Em uma dessas viradas, ele prendeu meu pé, e logo em seguida o dele acabou parando na minha virilha. Quase esmagou meu saco. Reclamei, mas ele não se moveu. O peso continuou ali, pressionando a base do meu pau. Comecei a ficar irritado, embora ainda risse, mas o pior aconteceu quando ele me imobilizou.
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Meu pai é um cara grande. Não gordo de banha mole, mas aquele tipo parrudo, pesado, que foi magro na juventude e encorpou com a idade e a cerveja. Ele caiu sobre mim, me prensando no colchão. E foi aí que eu senti: Algo volumoso roçou em minha bunda.
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Era o pau dele. Estava ali, "meia-bomba", pressionando meu corpo. Travei. Minha cabeça tentou racionalizar — "isso tá estranho, será que é isso mesmo que tô pensando?" —, mas o corpo dele contra o meu confirmava que sim. A reação dele entregou o jogo. Ele notou. Saiu de cima de mim num pulo, meio desajeitado, e sentou no sofá puxando uma almofada para o colo, tentando disfarçar.
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— Tá tarde já. Amanhã levanto cedo. — Ele resmungou, a voz falhando.
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O clima ficou estranho. Eu encarava a TV, mas só conseguia pensar: "Por que caralhos meu pai tava ficando de pau duro esfregando em mim?". Enquanto isso ele se levantou e foi apressado para o quarto.
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— Vou dormir — disse dando as costas.
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Sim, ele dormia fedido, mesmo com o calor infernal. Tomava banho só de manhã, antes de ir para a oficina.
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Fiquei ali processando o corrido, até ele voltar, minutos depois, só para dar a ordem de desligar a TV e ir dormir, cumprindo o papel de pai autoritário para disfarçar a vergonha. Voltou para o quarto. Eu, como sempre, continuei acordado. A bronca dele por eu ficar acordado de madrugada era quase diária, o que me irritava bastante, já que ele sabia que nada adiantaria me dar sermão por isso.
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Era minha rotina: ficar na sala, com a TV ligada para as paredes, mexendo no celular até por volta de uma da manhã, quando eu desligava tudo e ia pro chuveiro. A casa estava naquele silêncio morto, todo mundo apagado. Meu pai bêbado, minha mãe dopada de remédio pra dormir. Era o único momento do dia que eu sentia que a casa era minha, que me sentia sozinho, que sentia um pouquinho de liberdade que me era necessária. Ia ao banheiro e nem me dava ao trabalho de trancar a porta, só para ter a sensação de estar livre, eu acho. Era o meu momento. Ficava lá um tempão, deixando a água quente cair nas costas, pensando em nada, sem ninguém para bater na porta reclamando da conta de luz ou da demora. O banheiro era meu refúgio da madrugada; esse momento era realmente importante para mim.
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Porém, esse dia foi atípico. Eu estava no box, a água quase quente caindo sobre mim. Do nada, a maçaneta girou.
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Meu coração deu um salto, e vi a cara amassada de sono do meu pai quebrando meu momento. "Que saco", pensei. "Beleza, o desgraçado resolveu mijar bem agora". E foi exatamente isso. Ele nem olhou na minha direção. Caminhou pesado até o vaso, levantou a tampa e soltou o mijão. O barulho do jato batendo na água se misturou ao chiado do chuveiro. Peidou, o que me irritou ainda mais. Eu ali, pelado, e ele ali, a menos de dois metros, mijando como se o banheiro estivesse vazio.
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Ele terminou, deu aquela sacudida exagerada no pau — um gesto tão automático quanto ridículo — e subiu o elástico da samba-canção. Só aí ele virou pra mim. O rosto e o peitoral peludo estavam brilhando de suor. Parecia mais bêbado que o normal.
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— Não tô conseguindo dormir de jeito nenhum — resmungou, passando a mão na testa molhada. — Não tô dando conta desse calor. Se eu não tomar um banho eu não durmo.
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Estava com os olhos vermelhos e exausto, mas agitado pelo desconforto.
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— Pior que eu tô pregado de sono, puta que pariu. Só vou passar uma água no corpo e capotar.
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Até aquele ponto, não vi problema além da minha irritação por ele estar violando meu momento sagrado. Era estranho? Um pouco. Mas, afinal, tava calor pra caralho mesmo!
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— Não sei como consegue tomar banho nessa água quente desse jeito. Isso faz mal. — A amolação continuou. — Vai demorar aí?
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Inspirei fundo.
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— Não, pai, eu tô saindo daqui a pouco — respondi, já me preparando para enxaguar e sair muito antes do previsto.
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Ele bufou, impaciente, já vindo na minha direção.
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— Ah, você demora demais. Não vou aguentar te esperar, não. Amanhã tenho hora. Não é igual você que acorda meio-dia.
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Ele se aproximou e invadiu o box com uma naturalidade desconcertante. Puxou a porta de vidro de correr, deixando o vapor escapar para o banheiro frio, e entrou no meu espaço. Invadiu o meu espaço, onde eu estava pelado!
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— Eu só vou passar uma água no corpo — avisou, a voz ecoando nos azulejos, mais alta do que deveria. — Fica aí. Se quiser, você sai. Já acabou?
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Não, era claro que eu não havia terminado. Eu tinha acabado de entrar, estava começando a me ensaboar.
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— Não, ainda não — murmurei, recuando até as costas gelarem no azulejo da parede oposta, tentando evitar qualquer olhar direto.
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— Então fica aí, que eu só vou passar uma água. Vai ensaboando aí.
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Me encolhi num canto, tentando ocupar o mínimo espaço possível, enquanto ele se apossava do chuveiro. Como eu disse, eu estava começando a me ensaboar, mas até isso ele interrompeu. Pegou o sabonete da minha mão e começou a se esfregar com vontade, sem bucha. A mão grossa passando direto na pele suada, o cheiro do sabonete barato subindo e se misturando ao odor de suor azedo que ele trazia. Começou a falar e engatou num assunto qualquer sobre o trabalho, numa conversa furada só para preencher o silêncio constrangedor.
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Eu só conseguia pensar: "Caralho, meu pai tá aqui tomando banho comigo, porra!". Ele agia como se fosse a coisa mais normal do mundo, mas não era! Ele evitava olhar nos meus olhos, mantendo o foco no próprio corpo. A mão desceu até a virilha. Começou a ensaboar o pau e as bolas, sem pressa, virando o corpo levemente na minha direção, como quem não quer nada.
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De repente, cortou o assunto aleatório.
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— Vai demorar aí ainda, né? Já bateu tua punheta, ou não?
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A pergunta veio seca, direta. Travei. Meu pai nunca teve problema em abordar esses assuntos diretamente, mas o contexto ali era totalmente diferente.
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— Não — respondi rápido, na defensiva. Era verdade: eu nunca batia uma no banho. Sempre fazia isso no meu quarto, vendo algum pornô no celular. Nem me lembrava qual foi a última vez que bati uma tomando banho.
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Ele riu, um som debochado.
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— Por isso que você demora desse jeito no chuveiro. Fica batendo punheta com a água caindo em cima da cabeça, gastando água à toa.
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— Eu nunca bato punheta aqui, pai. — Minha voz saiu fraca.
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— Ah, você acha que eu sou bobo? Acha que eu nasci ontem? — Ele insistiu, agora esfregando o pau com mais vigor, fazendo espuma. — Todo homem bate punheta tomando banho. Eu mesmo hoje não bati. Tô doidinho pra bater uma. Se não bater uma, não tem jeito de dormir de boa, não. Coisa de homem.
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Ele falava de masturbação com uma casualidade chucra, esfregando o pau, pelado ali comigo, dentro do box. Eu tentava processar o que estava acontecendo, incrédulo, um pouco assustado. Na verdade, nem sei explicar muito bem o que eu sentia nesse momento.
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Fiquei sem reação por alguns segundos. Era meu pai, caralho! A situação beirava o absurdo, mas meu corpo, cada vez mais, não queria saber de lógica. Tentei manter o personagem, soltando uma risada frouxa para quebrar o gelo. Tentei me impor, mas já com más intenções; afinal, eu não queria perder o momento.
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— Ah, sai pra lá, pai. Nem acabei de tomar meu banho — falei, tentando parecer ofendido. — E eu nem bati a minha ainda.
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Ele nem piscou. A resposta veio grossa, atropelando minha desculpa esfarrapada.
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— Ah, então você se vira aí. Se você quiser bater a tua aí, você bate a tua aí, que eu vou bater a minha aqui — decretou sem olhar pra mim, focado no próprio pau. — Eu tenho que trabalhar amanhã, você não faz porra nenhuma. Acorda a hora que quer.
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Aquela frase foi a senha. Ele ligou o "foda-se" com força. Virou um pouco de lado, assumindo o espaço e o ato. Meu instinto gritou para eu abrir aquele box e sair, mas o desejo gritou mais alto, me prendendo no chão. A intenção dele estava escancarada, e eu já havia percebido.
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Recuei para o canto, o coração batendo na garganta. "O que eu faço? Fico? Bato uma também?", pensei. O silêncio dele era uma permissão. Não reclamei, não saí. Fiquei. E ali, no vapor do chuveiro, deixei meu pau endurecer de vez, sem tentar esconder.
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Estávamos os dois ali, pelados, de pau duro, a centímetros um do outro. O som da água caindo era a única coisa que mascarava a respiração pesada e o movimento das mãos. De repente, o medo da realidade bateu.
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— Pai, se minha mãe chegar aqui... — sussurrei, o medo vazando na voz.
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Ele nem parou o movimento da mão.
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— É só não fazer barulho. Eu já fechei a porta.
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E então, a ficha finalmente caiu. O filho da puta tinha premeditado tudo. Ele não entrou só pra mijar, nem porque estava com calor. Ele trancou a porta antes mesmo de entrar no box. A história se fechou: ele entrou ali porque estava com tesão e queria bater uma comigo. Só podia ser isso.
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Aquela informação foi o gatilho. Saber que a porta estava trancada mudou tudo. O medo de ser pego evaporou, dando lugar a uma certeza suja e excitante: ele queria aquilo tanto quanto eu. Mais do que eu. Primeiro do que eu. Relaxei os ombros, soltando o ar que nem percebi que estava segurando. A dinâmica no box mudou instantaneamente.
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Começamos a bater uma ali, lado a lado, mas a pretensa indiferença dele durou pouco. Ele parou de fingir que olhava para o azulejo e começou a encarar meu pau descaradamente. O corpo dele foi girando, buscando o meu, até ficarmos um de frente para o outro naquele espaço minúsculo. O vapor embaçava tudo, mas a imagem do meu pai de pau duro, pulsando e apontado para mim, era nítida demais. Não tinha mais volta. Já estava escancarado.
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Ele olhava pra mim, como se estivesse esperando algo. Pela primeira vez, olhou nos meus olhos. Era uma pista. Num impulso — talvez por medo dele recuar, talvez por puro tesão reprimido —, estendi a mão. Pensei: "Porra, seja o que for agora".
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Meus dedos fecharam em volta do pau dele.
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A coragem resultou numa ansiedade sem tamanho. Mas logo vi que era isso mesmo que ele estava esperando. E sentir o peso, a espessura, a pele esticada e quente na minha palma foi indescritível. Ele não hesitou. No mesmo segundo, a mão dele, pesada e áspera, agarrou o meu pau. O aperto dele era firme, possessivo, diferente da minha pegada hesitante.
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Começamos o movimento. Eu batia uma pra ele, ele batia uma pra mim. O som úmido das mãos se misturava ao barulho do chuveiro. A gente se olhava nos olhos por breves segundos. Depois desviávamos o olhar para nossos paus, numa tensão silenciosa e absurda. O medo da minha mãe acordar ainda estava lá, no fundo, o que nos obrigava a manter tudo mudo, contendo gemidos, respirando apenas pelo nariz, o que deixava tudo ainda mais intenso e proibido, mesmo sabendo que ela nunca acordava.
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Ele não durou muito. Senti o corpo dele travar, a respiração falhar, e a mão dele no meu pau apertou com força, quase machucando. Ele gozou rápido. Senti os jatos quentes da porra dele escorrendo pela minha mão e alguns respingando na minha barriga.
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E aí, o encanto quebrou.
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Assim que ele acabou, o clima pesou. Soltou meu pau imediatamente e recuou, como se estivesse acordando de um transe. Ficou quieto, absolutamente mudo. Não houve um comentário, nem um olhar de cumplicidade. Nada! Ele simplesmente virou as costas, entrou embaixo da água para tirar o suor e o gozo, e saiu do box.
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Fiquei ali, com o pau ainda duro, vendo ele se enxugar apressado do lado de fora. A frieza dele foi um balde de água gelada, uma barreira invisível subindo de volta entre pai e filho.
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Broxei rapidamente. Fiquei parado no canto do box, a água caindo nas costas, vendo meu pai se secar, de qualquer jeito, do lado de fora. Aquele silêncio pesava uma tonelada. Parecia que tinha batido aquela culpa pós-gozo, em que a moralidade cai, matando o tesão assim que ele passa.
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Ele vestiu a mesma samba-canção de antes, virando o corpo para tentar esconder o pau que, minutos atrás, estava na minha mão. Quando ele caminhou em direção à porta, já não era mais o homem que gemia baixinho comigo, e sim o chato dono da casa.
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— Não demora. — Ele soltou, seco.
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Aquele tom de ordem, de "eu sou teu pai e mando nessa porra", voltou com força. Ele nem esperou resposta. Abriu a porta e saiu, deixando o banheiro vazio e silencioso de novo.
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Fiquei ali sozinho, processando toda aquela loucura. Minha cabeça oscilava entre o choque de ter batido uma com meu pai e a adrenalina que ainda bombava no sangue. Apesar do banho de água fria moral que ele me deu ao sair, meu corpo não quis saber. Logo o tesão voltou forte, alimentado pela imagem dele gozando na minha mão. Terminei o serviço ali mesmo, batendo uma rápido, gozando no ralo misturado com o resto da espuma dele. Na verdade, não foi uma punheta muito prazerosa. Os pensamentos não me deixaram relaxar como eu gostaria.
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Naquela noite, mal consegui pregar o olho. Fiquei rolando na cama até as cinco da manhã, a cena se repetindo em loop na minha cabeça.
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Só que a culpa não durou. Nem a estranheza. Depois daquela primeira vez, a porta do banheiro nunca mais foi uma barreira real. A coisa, que parecia um acidente bizarro de uma noite quente, foi se naturalizando com o tempo. O silêncio constrangedor dos primeiros dias deu lugar a uma rotina velada. A gente acabou fazendo não só isso, mas também outras coisas, cruzando linhas que eu nem sabia que existiam ali dentro: no banheiro, na nossa relação. O banheiro virou nosso refúgio, o único lugar e a única hora em que nós não precisávamos fingir.
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Hoje, quando vejo ele na sala, sentado no sofá com a cara fechada, ignorando a novela da minha mãe, penso nisso. É engraçado, de um jeito meio torto… Provavelmente, naquele box apertado, entre o vapor e o sabonete barato, eu estou suprindo alguma coisa pra ele que ele não pode mais encontrar com minha mãe. O pensamento é meio perturbador, eu sei. Mas ele também está me suprindo algo e, por enquanto, está uma delícia assim.

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Comentários


foto perfil usuario sevenrj

sevenrj Comentou em 22/01/2026

Conto instigante, contado com leveza e intensidade. Tesão de história!

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sethek Comentou em 21/01/2026

Safado

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rotta10 Comentou em 21/01/2026

Maravilha adorei




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Tomando Banho Com Meu Pai

Codigo do conto:
252743

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
21/01/2026

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