Me chamo Miguel. Hoje tenho 28 anos, sou branco, 1,73m e 75kg. Sou fortinho pela academia, mas não sou sarado.
Era um domingão, eu estava de férias, agenda vazia e o cu cheio de tesão querendo ser fodido a todo custo. De repente, recebo mensagem do Julio, meu comedor pessoal.
— Fala, minha puta, tá livre hoje? Vou passar aí no bairro pra pegar umas coisas na casa do meu pai. Lá ta vazio, da pra você esvaziar meu saco de boa.
Julio é um negão apaixonante: alto, parrudo, militar, discreto, por volta dos 40 anos e com uma picona de 22cm que me deixa doido.
— Tô a toa hoje, cheio de tesão pra rebolar no seu pauzão.
Combinamos lá na casa do pai dele por volta das 16h. Sempre que da nós fudemos por lá, então eu já sabia todo o esquema.
Chegando a hora lá estava eu, mandei mensagem e ele abriu a porta. Nossa relação é totalmente carnal, sempre conversamos pouco e fudemos muito. Ele mal fechou a porta e já tirou a roupa, ficou no sofá largadão com a piroca apontando pra cima pra eu mamar. Não me fiz de rogado e já fui assumir meu posto de putinha dele.
— Caralho viadinho, não tem nenhuma mulher que chupe meu pau igual você. Papo reto. — dizia o Julio enquanto eu mal tinha começado a engolir aquele pauzão e ele já soltava alguns gemidos baixos.
Eu amo chupar o pau do Julio. A cabeçona roxa, o corpo preto e grosso me deixam doido. Lamber e engolir cada centímetro daquele mastro me faz ficar hipnotizado, sentindo o gosto do melzinho e ansiando por sentir ele me fudendo do jeito que ele gosta.
De repente ele se levanta e começa a socar a pica com força na minha boca. Eu me esforço pra conseguir engolir tudo, mas é difícil, me falta ar enquanto me sobra desejo.
— Anda, puta, engole a pica do teu macho. Não é disso que tu gosta? — ele dizia enquanto me dava tapas de leve no rosto pra mostrar quem manda
— É sim — eu respondia, quase sem respirar e ele mal me dava tempo e já socava o pau fundo de novo. Eu amo essa sensação de ser objeto de prazer do outro.
— Anda, fica de quatro no sofá. — ele mandou e eu obedeci, sabendo que a melhor parte ia começar.
Ele cuspiu no meu cuzinho, enfiou um dedo, depois dois, mas ficou pouco tempo com eles lá. Só o tempo de ele cuspir no próprio pau e se posicionar pra meter em mim.
— Urff, caralho moleque, essa cuceta tá sempre pronta pra minha pica, né? — ele dizia baixinho no meu ouvido enquanto ia enfiando.
— Ai meu macho, você me deixa doido com essa piroca — eu respondia gemendo enquanto me acostumava com ele
— Deixo é, minha putinha? Então toma, toma pica nessa cuceta — não demorou nem um minuto e ele começou a bombar mais rápido.
— Ai, ainnn, ai gostoso — eu gemia tentando abafar meu barulho com a cara enfiada no encosto do sofá pra amortecer a pressão dele me socando piroca cada vez mais forte e fundo.
Ficamos nesse ritmo dele socando em mim de quatro por uns minutos, e a cada estocada eu ia ficando com mais tesão. Meu pauzinho pingava e meu cu não parava de morder aquele cacete que me arrombava tão gostoso.
— Ai, caralho, fode o cu da sua puta, vai — gemi alto com ele me socando
— Cala a boca, porra! — ele falou firme no meu ouvido, enquanto enroscava o braço no meu pescoço — Tu veio aqui pra levar pica e é isso que tu vai levar, e gemendo baixinho igual a puta que você é
Aquilo me deixou tremendo de tesão. Esse não sabia como me tratar do jeito que eu gosto. Fiquei ali curtindo a pirocada do macho até ele sair todo de mim.
— Bora, quero ver você sentando agora. — mais uma vez ele mandou e eu obedeci. Julio sentou no sofá com as pernas abertas e segurando a picona. Eu me posicionei de costas pra ele e fui encaixando aquele mastro na minha cuceta lisinha.
— Isso, putinha, vem com a cuceta sem medo da pica, já tá acostumada com ela. Ai, porra… — ele falava entre respiros firmes e profundos — Vai, rebola pro teu macho.
Eu comecei a me mexer sentindo todo aquele pauzão me preenchendo. Cavalguei com vontade naquela piroca que tanto me fazia ter prazer.
— Ai Julio, que pau gostoso. — eu falava manhoso entre gemidos
— Gostoso tá esse cu, caralho. Senta no teu macho… Assim, minha putinha gulosa — ele dizia enquanto segurava minha cintura forçando contra a pica dele.
Comecei a rebolar com mais força e vontade, quase tirando o pau do meu cu e descendo até o talo. Aquilo tava me fazendo delirar de tesão.
— Ai meu macho, tá muito gostoso, tô quase gozando.
— Então goza, meu viadinho. Goza que eu vou jogar meu leite no fundo do teu rabo. — ele começou a socar com força e muito rápido de baixo pra cima. E eu cada vez mais louco de tesão.
Eu tampei minha boca com uma mão pra abafar os gemidos e gozei forte, batendo no meu peito e queixo.
— Caralho, tô gozando, moleque. — ele falou com uma voz grossa e encheu minha cuceta com a porra quente e farta dele.
Quando me levantei, fiz questão de soltar todo leite em cima da pica dele pra eu poder limpar com a minha boca e chupar mais um pouco aquele cacete.
— Na moral, eu fico inventando desculpa pra vir aqui na casa do meu pai pra poder te fuder, olha o que tu faz. Nunca vi uma puta tão oferecida igual tu.
Dei uma risada e fui pro banheiro. Tomei uma ducha rápida e logo fui embora, com a certeza de que aquela não seria a última vez que eu seria fudido tão gostoso por esse negão.
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Se você é ATIVO, com mais de 30 anos e residente do Rio de Janeiro - RJ, me manda uma mensagem! Vou ficar muito feliz de poder te dar prazer com minha boca e meu cu.