Depois de quase 30 anos resolvi partilhar esse segredo. São 3 partes: uma parte dele foi para o túmulo, outra parte esquecida e a última na memória. Minha mãe separou do meu pai quando tinha 35 anos, eu tinha 11 na época e fomos morar com minha avó. Minha mãe não tinha corpo escultural, mas era uma baixinha com tudo no lugar. Minha avó com seus 55 anos do mesmo jeito, mulher desejada e com tudo no lugar. A adaptação não vou fácil, mas minha avó fazia de tudo para nós e, como a casa era pequena, dividimos as camas e os quartos para todos se sentirem em casa. Minha irmã dívida a cama com a minha mãe e eu com a minha avó. Os meses foram passando e as intimidades aumentando. Eu não fase da descoberta, ficava excitado com tudo. Novo, virgem e bobão. Minha vó dormia com uma saia, uma blusa e sem sutiã. Numa bela noite, eu sem sono, olhei para o lado e a saia estava levantada e a bunda descoberta e virada para mim. Não pensei duas vezes e encostei nela. Como não houve reação comecei a esfregar meu pau bem devagar e conforme ia ganhando coragem, eu me atrevia mais. Foram assim algumas noites até que tive a coragem de tirar o pau e encostar ele na bunda da minha vó que sempre ficava a vista. E fui ficando cada vez mais atrevido. Em outra noite, coloquei a calcinha dela de lado e coloquei o pau mais perto, entre as pernas dela, bem na portinha quentinha. Que sensação maravilhosa! Só que teve uma reação, ela virou rápido e ajeitou a calcinha. Eu fingi que estava dormindo com o pau de fora. Fiquei quieto algumas noites, até que criei coragem de novo. Colocava na portinha quentinha e ficava horas, até que um dia senti uma sensação fantástica. Tinha gozado na portinha. No outro dia ela perguntou se eu tinha dormido bem e eu disse que sim, fingindo que nada tinha acontecido. Ela não falou nada e eu não falei, mas com certeza ela tinha visto o gozo. Na noite seguinte, passadas algumas horas que havíamos deitado vi ela de lado e a bunda virada pra mim. Mas essa noite tinha algo novo, não tinha calcinha. Encostei e comecei tudo de novo, pau na portinha e a reação que mudou tudo. Minha vó fez um movimento e com a mão colocou meu pau direcionado para a buceta dela e inclinou pra trás fazendo ele entrar um pouco. Gelei, mas a sensação era uma delícia. Nunca tinha sentido e só deixei o instinto trabalhar. Empurrava e puxava, empurrava e puxava! Percebi que ela estava ofegante, mas "dormindo". E a mesma sensação me amoleceu e eu percebi que tinha gozado dentro. Assim que acabei ela virou, se ajeitou e me deu boa noite. Eu já estava ansioso pela próxima noite. Na noite seguinte a mesma coisa, meu pau naquela buceta quentinha até gozar. Um beijo e boa noite! Foi assim por muito tempo, até que um dia minha mãe começou a implicar com algumas coisas e começou a falar sobre trocar a minha irmã e eu de quarto. Minha vó até brigou com ela. Mas o segredo era tão guardado que nunca comentamos sobre. Era nossas noites de "sono". Numa outra noite fui mais atrevido e virei minha avó de barriga pra cima, antes de começar e ela puxou a saia, com os olhos fechados, estava "dormindo". Eu deitei por cima e coloquei meu pau nele e comecei a empurrar e puxar. No auge no prazer olhei para a porta minha mãe nua nos olhando e com a mão meio das pernas. Hoje sei o que ela estava fazendo. Não parei e o tesão vendo aquela cena enquanto metia gostoso só aumentava. Quando gozei, minha avó me colocou de lado, me deu o beijo e me deu boa noite. Olhei para a porta e minha mãe não estava mais lá. No outro dia de manhã, o café foi como sempre, rotina normal e nada tinha acontecido. Quando minha mãe me deixou na escola, ela me deu um abraço diferente e disse que o final de semana seria o último que eu dormiria com a minha vó. Que a partir da outra semana seria com ela. Tentei argumentar, mas ela disse que era uma ordem. A história das noites que passei a dormir com a minha mãe ficam para a próxima. Mas sempre minha vó e eu dávamos um jeito de dormir juntos. Sempre que isso acontecia, depois que passei a "dormir" com minha mãe, não era uma gozada só... Eram várias. E sempre ao me beijar e dar boa noite, ela perguntava se dormir com a vovó era melhor. Elas sabiam, mas o silêncio reina até hoje!
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