Agora, vou contar como tudo começou.
Desde sempre fui muito curiosa em relação ao sexo, não só como é feito mas também se realmente era tão bom quanto as pessoas dizem ser. Vivia me perguntando quando ia perder minha virgindade, com quem ia perder, como seria perder, se eu ia gostar mesmo ou não...
Chegou um momento que perguntei essas coisas pra minha mãe, ela conversou bem abertamente comigo, falou que era bom, falou sobre respeitar meu próprio corpo, mas uma coisa que até então ela sempre falava mas que me passava despercebido, era o quanto poderia ser bom com pessoas muito próximas.
"Pode ser bom fazer pelo menos uma vez com alguém bem próximo, bem próximo mesmo. Tipo uma pessoa que mora com você por exemplo." Ela me disse, indiretamente falando sobre incesto, mas eu nem percebi na época.
"É, parece ser bom, dado tudo o que a senhora falou... to curiosa pra saber como vai ser minha primeira vez." Respondi, bem empolgada.
"Talvez antes do que você imagina e melhor do que você espera." Ela falou com um sorriso.
Até aí não vi nada de mais.
Com o tempo percebi que meu pai ficava agindo meio diferente comigo, me puxando pra sentar no colo dele de forma que me encoxava, disfarçadamente passando as mãos sobre meus seios, na minha bunda.
Percebi também que meus irmãos ficavam me olhando meio diferente também.
Comecei a pensar que meu corpo estava bem desenvolvido, então era normal que homens olhassem... mas poxa meu pai e meus irmãos? Isso foi surpresa pra mim.
"Filha, quero te perguntar uma coisa e você pode ser sincera, ta bom?" Meu pai perguntou pra mim.
"Tudo bem pai." Respondi, estranhando.
"Você ainda é virgem?" Ele pergunto, bem direto.
"Sim." Respondi, meio surpresa.
"Já viu um homem pelado alguma vez?" Perguntou, direto de novo.
"Na minha frente não. Mas na tela... já não garanto." Respondi, rindo e ele riu também.
"É normal, a curiosidade pode levar as pessoas a verem pornô, fica tranquila que não vou brigar com você." Ele disse.
"Ah, tudo bem pai." Falei.
Ficamos conversando sobre sexo por um tempo, percebi que lá em baixo ele tava meio animadinho, mas tentando esconder.
Numa noite a minha mãe veio até mim no meu quarto.
"Filha, chegou a hora de falar com você sobre um assunto extremamente sério." Ela disse, bem séria mesmo.
"Eita mãe, o que houve?" Perguntei, com medo.
"Escuta até o final, a sua decisão não vai deixar você mal, tudo bem?" Ela falou, ainda séria.
"Ta bom..." Respondi, com medo.
"Do lado da minha família, alguns de nós, criou uma "tradição" por assim dizer, que apresentei a ideia pro seu pai e ele gostou. Seu pai falou sobre isso com seus irmãos e eles já responderam, mas ainda não vou dizer qual a resposta deles." Ela disse.
"Ok." Respondi, esperando ela continuar.
"Alguns da minha família, incluindo eu, pensou numa forma de iniciar os membros da família na vida sexual. Tipo, vamos dizer que damos uma mãozinha pra pessoa ter sua primeira vez rápido, fácil, com segurança e prazer. Não é obrigado a concordar, mas se concordar seria algo bonito de se ver." Ela disse.
"Continua..." Falei, tensa, apreensiva e curiosa.
"Como eu disse, você não vai ser obrigada a concordar, mas o que fazemos é um membro da família perder a virgindade com outro. Normalmente você perderia com seu pai, mas como você tem 2 irmãos nós podemos mudar isso pra você perder com um deles... ou os dois se quiser experimentar isso." Ela falou, me encarando séria.
"Ok..." Falei, muito surpresa e esperando ela continuar.
"Isso fica em segredo absoluto na família, independente se você aceitar ou não, com quem você perdeu a virgindade e tudo. Só temos algumas regrinhas impostas." Ela continuou.
"E quais seriam?" Perguntei.
"No caso do homem, se a mulher mandar parar ou mudar algo, ele tem que obedecer. No caso da mulher, experimentar tudo o que for possível ali na hora sem medo ou vergonha. Outra regra é que os pais, ou irmãos dependendo de como for, estarão assistindo ao sexo e poderão registrar o momento. E a última regra é, se divertir, ter prazer e gozar." Ela terminou e ficou me olhando.
"E... qual foi a resposta dos meus irmãos?" Perguntei, digerindo tudo.
"Eles toparam, homem sempre topo, mas e você filha?" Ela pergunto e ficou esperando minha resposta.
"Posso responder isso amanhã de manhã? To com sono e quero pensar um pouco." Falei.
"Tudo bem, mas quero a resposta amanhã de manhã." Ela falou e saiu do meu quarto.
Deitei na cama e fiquei pensando... "perder minha virgindade... com meus 2 irmãos????" Loucura isso né? Fiquei pensando mil coisas, como seria, qual seria a sensação, se eu aguentaria, como eu ia ficar depois...
A cabeça tava a mil, mas, tomei minha decisão.
Chegou a manhã seguinte, antes mesmo de tomar café fui até minha mãe.
"Eu topo... só quero mais detalhes de como e quando vai ser." Falei.
Minha mãe deu um sorrisão e falou pra eu tomar café, ela ia falar com meu pai. Poucos minutos depois eles vieram até mim, enquanto eu tomava café eles me passaram detalhes.
"Você vai ter que se preparar, depilar tudo ou quase tudo, pouco antes do ato vai ter que tomar um bom banho e deixar a menininha aí bem limpinha, não precisa se preocupar em produzir, maquiar e tal, só precisa estar pronta pro que vai vir. E também, vai ser com seus dois irmãos, mesmo que um deles não seja mais virgem, vai ser um momento raro de se acontecer e ver. Aceita mesmo?" Minha mãe perguntou.
"Aceito sim, to com um pouco de medo mas muito curiosa sobre como vai ser." Respondi.
"Ótimo, vou falar com seus irmãos então. Vamos fazer isso amanhã a noite." Meu pai falou, se levantando num pulo todo feliz.
"Filha, você vai ver que foi a melhor decisão que tomou." Ela falou.
"Foi você quem tirou a virgindade do meu Cristian?" Perguntei a ela.
"Sim e mantivemos isso em segredo porque ainda não era hora de falar pra você e pro André." Ela respondeu, bem natural, como se fosse algo comum.
O dia passou e foi bem estranho, já sabíamos o que ia acontecer, meus pais agiam normalmente, enquanto o Cristian não parava de me olhar de cima a baixo. Já o André, ansioso pra perder a virgindade, parecia que via um pedaço de bolo toda vez que me olhava... ficava de pau duro quase que instantaneamente.
Chegou uma hora que meti o louco. Fiquei só de calcinha e sutiã e fui até eles.
"Amanhã vocês vão ver o que tem aqui de baixo, é bom estarem preparados e de pau limpo." Falei, dando uma puxada na calcinha pro lado quase deixando uma parte da buceta exposta.
"Prepara essa bucetinha aí que amanhã vou meter sem dó." O Cristian falou com um sorrisão.
"Eu sempre tive vontade de comer um cu, amanhã é o dia hein irmãzinha." O André falou, já ficando de pau duro.
"Se fizerem valer a pena, vou deixar que façam o que quiserem comigo amanhã." Falei, virando de costas, empinando a bunda e alisando.
"Tu vai engolir minha porra sem reclamar?" O André perguntou, já quase batendo uma punheta ali mesmo.
"Se botar na minha boquinha, engulo até não sobrar uma gota." Falei.
"Eita porra." O André arregalou os olhos e se torceu no sofá.
"Eu vou largar dentro dessa bucetinha que deve ser rosadinha." Cristian falou com um puta sorriso na cara.
"É isso que eu espero." Respondi dando uma puxada na calcinha pra cima, quase atolando ela no meu cu e fui pro meu quarto.
No caminho, praticamente atrás da porta que separa a sala da cozinha estava meu pai.
"A safra ta boa, amanhã vai ser uma bela noite." Ele falou, me regulando de cima a baixo.
"Já que amanhã eles vão me comer... porque não atiçar um pouco pra ver se eles dão tudo de si?" Perguntei e fui pro meu quarto.
CARALHO CARALHO CARALHO CARALHO CARALHO O QUE EU FIZ.
Eu pensava nisso sem parar, até pegar no sono.
Chegou o grande dia, passou voando com eles me comendo com os olhos.
Final de tarde tomei um banho bem tomado, depilei a buceta e o cu, dei um trato legal em ambos.
"Está pronta?" Minha mãe perguntou.
"Sim." Respondi.
A ação ia ser no quarto dos meus pais. Minha mãe foi comigo até lá, onde meu pai e meus irmãos já estavam esperando.
Quando entrei, meus irmãos esperavam cada um de um lado da cama sentados, meu pai estava sentado numa das poltronas que ele levou pro quarto. Do lado tinha outra pra minha mãe.
Eu estava com uma calcinha e sutiã de renda vermelha, ambos. Meus irmãos só de cueca, ambos já com o pau duro feito pedra.
"Ta pronta maninha?" Perguntou o Cristian todo empolgado.
"Façam valer a pena, lembrem." Respondi, um pouco nervosa mas pronta.
"Quero ver um espetáculo hein." Disse minha mãe.
Mandei meus irmãos ficarem um do lado do outro, me ajoelhei e olhei nos olhos dos dois, em seguida olhei pros meus pais.
"Vamos, que eu já cheia de tesão." Falei e voltei a olhar pros meus irmãos.
Abaixei a cueca dos dois e notei as diferenças.
O pau do Cristian era maior e mais fino. O do André era um pouco mais grosso e menor, mas não tanto. Ambos tinham o pau com bastante veia.
Segurei o pau de ambos, cada um com uma mão e fiz assim como nos vídeos que vi.
Comecei a mamar eles devagar, intercalando o pau na minha boca, lambia as cabeças, circulava com a língua, batia eles na minha cara. Chegou uma hora que experimentei por ambos na minha boca... que delícia, chega to salivando por cima e por baixo só de lembrar da sensação.
Meus pais olhavam apreensivos e sorridentes.
Meus irmãos? A felicidade estampada na cara, principalmente do André que também estava tendo a primeira vez.
"Agora vocês vão ver o que tem aqui." Falei, me levantando e tirando o sutiã.
Me virei de costas pra eles, deixei a bunda bem empinada e fui tirando a calcinha, deixando a buceta molhadinha virada pra eles e o cuzinho piscando, doidinha pra sentir eles em mim.
"É mais bonito do que eu imaginava." O André falou, todo empolgado.
"E pensar que ta zeradinha ainda, que delícia." O Cristian falou.
Deixei eles passarem a mão na minha bunda enquanto eu continuava abaixada, esfregar minha buceta, botar o dedo no meu cu... deixei eles fazerem o que vinha na cabeça.
"André, vai pro lado esquerdo da cama e Cristian vai pro lado direito." Falei e eles foram.
"Já que o André também é virgem, vou deixar ele botar primeiro." Continuei falando.
"Justo." O Cristian respondeu.
Assim que cada um foi pra um lado da cama, eu me posicionei de frente pro Cristian e de costas pro André. Empinei a bunda e joguei o cabelo pro lado.
Ao Cristian, abocanhei a pica dele por completa, até o máximo que consegui, comecei a mamar bem gostoso, sentindo a pica dele pulsando entre minha língua e o céu da minha boca.
Ao André, empinei minha bunda e pedi pra ele meter na minha buceta com gosto, mas ele fez o que mais queria né...
"Maninha, desculpa mas quem vai botar nessa bucetinha pela primeira vez talvez seja o Cristian, eu to de olho nesse cuzinho aqui." O André falou, se posicionando pra botar no meu cu.
"Pode comer, come a vontade, hoje vocês podem fazer o que quiserem comigo." Respondi.
O André conseguiu se ajeitar e foi empurrando aos poucos no meu cu... justo na hora de perder a virgindade anal vem o que tinha o pau mais grosso.
"Só vai um pouco devagar no começo filho, que entra melhor e usa o lubrificante." Minha mãe falou.
Ele pegou o lubrificante que estava na cama, lambuzou o pau com ele e foi enfiar... deslizou que foi uma beleza e senti a pontada no meu cu.
"Ah..." Gemi alto, larguei o pau do Cristian e olhei pro André.
"Continua, eu gostei de sentir isso." Falei, com os olhos arregalados e cheia de tesão.
André começou a socar no meu cuzinho e eu voltei a mamar o Cristian.
Doía, mas doía muito, só que eu não queria deixar o Cristian na mão e continuei mamando ele enquanto o André socava no meu rabo.
Ele agarrou firme minha bunda e continuou metendo.
"Ah... ai... ah... ah... ai..." Eu gemia sem parar, hora me engasgava com a rola do Cristian quando o André metia na hora que eu afundava a boca, hora eu gemia só com a cabeça do pau dele nos meus lábios.
"Para um pouco André, vamos trocar agora." O Cristian falou e o André aceito.
Eu me virei, abocanhei o pau do André enquanto o Cristian admirava minha buceta.
"Deu bom pra mim, vou estrear essa lisinha." Ele falou enquanto passava o lubrificante.
Meus pais só olhando, felizes com a cena toda. Reparei que eles estavam com os celulares na mão, filmando e tirando fotos.
Senti o pau do Cristian deslizando pra dentro da minha buceta com facilidade, foi fundo porque é grande o bicho viu... soltei um baita gemido.
Ele agarrou minha bunda com força e começou a socar forte e rápido, sem parar.
"Ai caralho... ai... porra... ai... ah... ah... ah..." Sentia as batidas com força, minha buceta só queria cada vez mais.
"Agora sim... não ta mais zerada, olha o sangue saindo." O Cristian falou, comemorando ter tirado minha virgindade.
Meus pais comemoraram também.
Meu pai se aproximou com o celular e filmou o Cristian socando cada vez mais na minha buceta.
Eu só gemia, mamava e dava, gemia, mamava e dava.
Cristian parou e disse que iria esperar, falou pro André continuar, eu estranhei mas tudo bem.
Meu pai aproveitou e veio com um lenço umedecido, pra eu limpar o sangue e continuar, por mim não precisaria, mas ok.
Deitei de costas na cama e abri as pernas, André deitou por cima de mim, botando no meu cu e socando sem parar.
"Tu vai engolir minha porra sua cachorra." Ele falou.
"Ai... ai... ah... ah... ai... ah... mete... mete... mete... vai..." Eu gemia sem parar, adorando sentir ele comendo meu cu com tanto gosto.
Chegou uma hora que ele levantou com tudo.
"Vira vira vira vira." Ele repetia.
Me virei e ele estava em pé na cama, sentei ficando com a cara na pica dele e abocanhei.
"Ah... ai porra... engole... engole..." Ele deu um urro e gozou na minha boca.
Mantive o pau dele enquanto jorrava a porra na minha boca, quando ele terminou de gozar eu abri a boca pra mostrar a porra toda ali, depois engoli e abri a boca de novo.
André caiu sentado na cama, respirando forte e com o pau ainda levantado.
Deu nem tempo de eu pensar e o Cristian me jogou de volta na cama, me botou de ladinho, deitou atrás de mim, arreganhou minhas pernas, encaixou o pau e socou... socou com vontade sem parar.
"Vai... come essa puta... mete caralho... mete... isso... continua..." Eu gemia pedindo cada vez mais.
"Essa me puxou bonito." Minha mãe falou com um sorrisão, vindo com o celular filmando a cena toda.
"Assim que se faz caralho." Cristian falou, socando sem parar.
Teve uma hora que ele apertou forte meus peitos, enterrou a pica e segurou.
Senti o pau dele pulsando dentro de mim... ele gozou dentro, largou muita porra lá dentro.
"Ah... Ah... porra... porra... foi..." Ele disse, ofegante e satisfeito, ainda com o pau dentro de mim e a porra escorrendo.
Eu tava perto do orgasmos, o Cristian veio com a mão na minha buceta e pegou certinho pra esfregar ela.
Continuou esfregando com força e eu me torcia na cama, dei um grito e gozei... mas pensa numa gozada boa...
Ficamos uns minutos ali recuperando o fôlego.
"E então, o que acharam?" Minha mãe perguntou.
"Finalmente comi um cu, o que eu achei? Achei bom pra caralho." O André falou, todo feliz da vida.
"Eu tava doido pra estrear essa bucetinha e consegui, to feliz pra porra." O Cristian disse, rindo.
"Dei a buceta, dei o cu, fiz um boquete, engoli porra e to com porra escorrendo da buceta, feliz é pouco pra mim." Respondi.
Fui me lavar em um dos banheiros enquanto eles foram no outro.
Fiquei um pouco pensativa, não arrependida, mas surpresa de ter me entregado assim.
"Então, é assim que funciona?" Pensei... "Mal posso esperar pra aprender umas posições novas." Fiquei contente e feliz.
Meus pais limparam o quarto e arrumaram as coisas, depois minha mãe veio falar comigo.
"E então, o que achou filha?" Ela perguntou.
"Não me arrependo, nem um pouco." Respondi.
"Que bom, agora sim você é uma mulher e já ta pronta pra aprender muita coisa nova." Ela disse.
"To ansiosa por isso." Falei e ela saiu do quarto.
Meus irmãos ficaram um tempo com meu pai depois disso, conversando.
Eu fiquei no quarto processando tudo até o sono vir.
E foi assim que perdi minha virgindade com meus 2 irmãos.
Uma coisa que a gente não esperava, é que essa não seria a única vez que transaríamos... a tradição ali era perder a virgindade, não continuar transando, mas foi o que a gente fez e pretendo trazer muitos relatos aqui.
Amo vocês meus doces <3

