Amigo do namorado me arrombou, e o pior é que eu gostei

Quero começar esse relato dizendo que é uma especie de continuação do ocorrido nesta virada de ano.

Bom irei começar me apresentando, me chamo Natália, atualmente tenho 22 anos, moro em Curitiba, estudante de psicologia na UFPR, 52 kg, 1,68m, branquinha, cabelos médios de cor escura, cintura fina, uma bundinha pequena porém bem arrebitada e redondinha e seios pequenininhos mas bem desenhados.
Namoro com Matheus, 25 anos, dês dos meus 19 anos, nos conhecemos na Faculdade, eu era caloura e ele estava na metade do curso de Direito, no qual na presente data já se encontra formado.

Como falei no relato anterior, ainda no dia 01 me senti mal e estava arrependida do que tinha feito com o Bruno pela parte da manhã, meu corpo todo doía e me sentia suja por ter feito aquilo com um dos melhores amigos do meu namorado, tanto que ainda nesse mesmo dia eu o puxei para uma conversa e lhe falei que aquilo não aconteceria novamente, e que para minha surpresa ele reagiu de forma serena, sem nem tentar me convencer do contrário.
Pois bem, a virada de ano ocorreu de quarta para quinta, e no sábado, dia 03/01, meu namorado resolveu fazer um churrasco em sua casa, para terminar de comer as carnes e tomar as bebidas que haviam sido compradas para a virada. Nisso tinha sobrado meio barril de chopp, que Bruno se encarregou de levar junto com a máquina para a casa do meu namorado. O churrasco transcorreu tudo bem, eu e o Bruno mal nos falamos e ninguém desconfiava de nada.
Entretanto a máquina de chopp ficou na casa do meu namorado, e os rapazes da empresa de chopp iriam vir recolher na quarta dia 7, que daria exatamente 1 semana de quando as pegamos e pela máquina estar na casa do meu namorado eles iriam retirar lá.
Meu namorado havia voltado ao serviço ja no dia 05/01 e eu estava ficando em sua casa já que minha família ainda estava viajando.
Quando na quarta-feira antes de meu namorado sair para o trabalho a campainha toca, meu namorado vai abrir e era o Bruno, que ficaria na casa do meu namorado para acompanhar a entrega do barril e dos equipamentos, meu namorado veio falou que o Bruno ficaria lá, me deu um beijo e já saiu para o trabalho.
Pronto, estávamos novamente eu e Bruno a sós e pra acabar de completar eu tinha acabado de acordar e estava com um pijaminha bem solto e sem calcinha, que dependendo do jeito que eu andasse dava pra ver literalmente tudo.
Rapidamente fui ao quarto, e meio que inconscientemente botei um shortinho jeans que mostrava um pouco da poupa da minha bundinha e uma blusinha de alça sem sutiã e voltei para a sala onde estava Bruno sentado no sofá assistindo algo na TV, sentei ao seu lado e ficamos em silêncio durante uns bons minutos, até que ele tomou iniciativa e falou: - e aí Nat, a gente vai ficar assim até quando?” - me fiz de rogada e falei - “eu to de boa Bruno, se tu não tá é problema teu” - ele logo em seguida retrucou - “vai fingir que nada aconteceu? Depois de me pedir pra macetar teu cuzinho sem piedade, tu quer fingir que nada aconteceu?” - eu só respondi - “Não é fingir que nada aconteceu é só esquecer porque não vai acontecer de novo” - antes de eu terminar de falar ele falou - “mas não dá pra esquecer, to sonhando com isso todo dia e só de lembrar dos teus gemidos eu fico assim (apontando pro enorme volume no shorts)” - nessa hora eu estremeci, só fiquei imóvel olhando pro volume enquanto minha calcinha se encharcava abruptamente, ele percebeu que não tive reação e abriu seu zíper deixando aquele mastro escapar pra fora e delicadamente pegou em minha mão e a guiou até aquele membro, estava duro feito pedra, quente e com várias veias aparentes, que não se via da primeira vez, e falou - “eu sabia que tu não ia resistir, agora mama que sei que tu ta com vontade” - e eu realmente estava morrendo de vontade daquela pica e sem um pingo de resistência, esqueci de todo arrependimento e me pus de 4 no sofá e comecei a chupar aquele pau. Comecei lambendo a cabeça, engolindo só a cabeça, brincando com minha língua ao mesmo tempo em que punhetava aque mastro com as 2 mãos, e aos poucos fui descendo, engolia até onde conseguia, engasgava tentando forçar mais e deixava aquele cacete cada vez mais babado, estava me deliciando, com calma, sem pressa pois sabia que meu namorado só voltaria à noite e assim eu ia aproveitando cada segundo daquele boquete.
Ele em vários momentos precionava minha cabeça contra seu pau, me fazendo ficar sem ar por vários segundos, arrancando lágrimas de mim, enquanto falava que minha boca era sensacional, que eu era putinha, vadia, que gostava de pau grande, entre outras coisas e eu só aproveitando e mamando aquela tora.
Passei uns 20 minutos chupando, até que ele me puxou pelo cabelo tirando minha boca do seu pau, terminou de abaixar seu short e me colocou de frente para ele no sofá, eu em pé e ele sentado e com certa agressividade começou a abaixar meu shorts e eu não perdi tempo para tirar minha blusinha, ficando peladinha na sua frente e então me forçou para baixo me posicionando no meio das suas pernas de joelhos no chão, cara a cara com aquele pirocão. De cara já entendi e sem perder tempo voltei a colocar aquele cacete na boca e ele colocou sua mão na minha cabeça e começou a fazer movimentos como se minha cabeça fosse uma bola de basquete, ora com mais intensidade fazendo sua rola encostar na minha garganta me fazendo perder o fôlego, ora de maneira mais suave só ditando o ritmo.
Fiquei chupando mais uns 10 minutos nessa posição até que ele me puxou pelo cabelo me fazendo ficar de pé e me fazendo ficar de costas pra ele e me mandou sentar enquanto ele ia direcionando seu pau pro meu anelzinho que ainda se recuperava do estrago da semana passada, fui tentando sentar, mas comecei a sentir dor e sentia rasgando já que o único lubrificante era minha baba, então falei pra ele com a voz manhosa: - “Bruno não quero no cuzinho hoje não, ainda to me recuperando do estrago que você fez na semana passada e não tem nenhum lubrificante e tá doendo bastante” - ele parou de forçar e falou: - “tenta mais um pouquinho Nat, se você não conseguir paramos” - eu consenti e tentei continuar na sentada mas a dor começou a ficar insuportável e falei que não estava aguentando, ele parou de forçar, percebi que ele ficou frustado mas desistiu e passou a cabeça na entrada da minha xana que estava mega molhada, ficou brincando por uns instantes e começou a empurrar para dentro.
Mesmo estando bem molhada ainda sentia umas fisgadas enquanto o pau dele ia adentrando em mim, acho que não estava tão excitada como no dia da virada, porque naquele dia não senti dor nenhuma, mas uma coisa foi igual, o pau dele bateu no fundo e não tinha entrado tudo, acho que devo ter o teto baixo ou só é desproporcional mesmo.
Ficamos uns instantes parados, eu de costas pra ele sentadinha no seu pau, enquanto ele ficava apertando minha bunda e dando tapinhas nela, fui me acostumando e comeicei a dar micro reboladas enquanto começa a subir e descer, subia até ficar praticamente em pé, até quase deixar o pau dele sair e descia tudo até ficar sentada com o pau dele dentro de mim, e aos poucos fui aumentando a velocidade da sentada ao mesmo tempo que ia rebolando em seu pau. Olhei pra trás e sem parar de sentar falei: - “não é porque você não tá comendo meu cuzinho que não pode mexer nele” - ele rapidamente levou sua mão na minha boca me fazendo chupar seus dedos e depois começou a brincar com meu rabinho, foi ele começar a bolinar meu cuzinho que comecei a gozar enquanto subia e descia no seu cacete é via que ele estava se esforçando para não gozar, aumentei o ritmo até o máximo que pude e senti ele tentando me parar, me tirar de cima dele e eu sem me importar com gravidez fiz de tudo para continuar quicando, até q senti o pau dele inchar me inundando com sua gala espessa até começar q vazar de dentro da minha bucetinha, escorrendo pelo seu pau, me recuperei por uns instantes sai de cima e sem necessitar de uma ordem, desci e comecei o trabalho de limpeza, sugando e engolindo toda a porra daquele cacete que já estava amolecendo, mas que com meu serviço de limpeza começou a crescer novamente dentro da minha boca, uma das melhores sensações para mim.
Ele já ia me puxando para sentar nele de novo quando eu falei que queria que ele me fodesse na cama em que eu dormia com meu namorado, ele ficou louco, me chamou de puta, rapariga, piranha e vários outros adjetivos que eu sei q sou, ou que pelo menos me tornei. Fiquei de pé junto com ele, demos um longo e demorado beijo enquanto eu o punhetava, virei de costas, segurei em seu pau e fui lhe puxando assim, enquanto andava em sua frente rebolando. Entramos no quarto, de imediato já me posicionei de 4 na beirada e falei: - “fode a bucetinha na namorada do seu amigo na cama dele, por favor” - ele deu uma cuspida na mão passou na cabeça e sem cerimônia foi empurrando e bombando, estocando com força, pressionando meu útero a cada botada, me fazendo sentir aquela dorzinha gostosa, eu só sabia gemer e gritar de tesão com aquele touro atrás de mim macetando minha pepekinha sem pena, me lançando pra frente a cada socada enquanto me enchia de tapas com uma mão e com o polegar da outra enfiado no meu rabinho, eu rebolava e jogava pra trás, queria que entrasse até o final, queria sentir seus pentelhos espetando minha bunda, mas mesmo forçando ele não ia até o fim, mesmo com minha buceta pingando de tesão, Bruno em certos momentos tirava todo seu cacete da minha bucetinha, levava até a entrada do meu cuzinho dava uma forçada e eu uma gemidinha de dor e falava: - “tá com o rabinho doendo putinha? Fala pra mim quem deixou ele assim?” - ele aproveitava para dar uma forçada mais forte e falava: - “o se eu quisesse” - e voltava a socar na minha bucetinha encharcada, fez isso umas 3 vezes durante os 20 minutos que ficou marretando minha buceta, então ele tirou da minha buceta passou no meu cuzinho fez uma forçada, nem estava me preocupando porque realmente eu não esperava, quando ele segurou na minha cintura e empurrou com tudo pra dentro do meu cuzinho, eu dei um berro que tenho certeza que a vizinhança toda escutou, tentei me lançar pra frente pra tirar aquela coisa, mas ele fez força e se deitou sobre mim com o caralho dele fincado no meu rabo. Eu tava sentindo uma dor descomunal, as pregas que restavam deviam ter se rompido em fração de segundos sem o lubrificante. Realmente entrou rasgando, a dor de ardência com queimação somada a dor de ter aquele monstro no meu cuzinho, não deu em outra, comecei a chorar, chorar de soluçar. Foi quando ele falou: - “isso foi pra tu aprender a não ficar fazendo cu doce” - e começou a bombar no meu cuzinho. Eu não conseguia fazer nada, nem mexer as pernas, que dor era aquela, parecia que tinha me deixado sem movimento das pernas, toda minha bunda doía, e eu só com a cara no travesseiro chorando copiosamente. Geralmente a dor começa a passar depois de algum tempo, mas dessa vezes ele fudeu meu cu por uns 15 minutos e nos 15 minutos eu não parei de chorar e sentir dor em nenhum instante. Ele começou a aumentar a velocidade até explodir em uma gozada farta nas profundezas no meu cu arrasado, era a primeira vez que tinha dado o cu e não senti prazer nenhum, só dor.
Ele saiu de cima de mim e foi para o banheiro me deixando ali largada, sem forças pra nada. Fiquei ali paradinha e dei uma apagada, quando acordei já era de tarde, parecia que um trator tinha passado por cima de mim, tinha sangue em tudo, criei forças me levantei e fui para o banheiro, no chuveiro me desesperei, não parava de sair sangue do meu rabinho e era tanto que chegava a escorrer entre as pernas, a dor só da água está caindo nele já era absurda, pensei comigo mesma que precisaria de cirurgia para me reconstruir.
Estava destruída, só tive forças pra retirar os lençóis manchados com sangue, e levar para a lavanderia, me deitei no sofá e apaguei.
Fiquei com o corpo todo dolorido, e hoje, 20 dias depois ainda sinto que meu cu não está completamente recuperado. De lá pra cá, tenho ficado na casa dos meus pais e evitado ficar na casa do meu namorado para não ter a chance dele querer fazer algo por trás e acabar descobrindo.
Não falei mais com o Bruno, estava sentindo um ódio mortal por ele. Mas de uma semana pra cá, relembrando do acontecido comecei a sentir tesão, tesão pelo sexo brutal, me excitando vendo vídeos pornos hardcore e agora já estou pensando em mandar msg para ele, não para brigar com ele, mas sim pra pedir mais daquilo que ele fez comigo.

Foto 1 do Conto erotico: Amigo do namorado me arrombou, e o pior é que eu gostei


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


252983 - Namorado fez propaganda do amigo dotado - Categoria: Traição/Corno - Votos: 10
252089 - Amigo do namorado me enrabou e filmou, corno viu e nem imagina que sou eu - Categoria: Traição/Corno - Votos: 34

Ficha do conto

Foto Perfil natalia69
natalia69

Nome do conto:
Amigo do namorado me arrombou, e o pior é que eu gostei

Codigo do conto:
253056

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
24/01/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
1