Minha primeira vez com um cowboy

Foi uma tarde engraçada. Ele era o irmão da minha amiga e estávamos conversando em segredo. Apesar de estar na casa dele, uma fazenda no interior de Minas Gerais, não podia falar com ele pra não dar bandeira do nosso “romance proibido” e então fiquei fazendo outras coisas, nem vi o dia passar.

A noite finalmente pude sair e ele que iria me levar, só nós dois, sozinhos. Peguei as camisinhas e lubrificante e coloquei dentro da bolsa, finalmente a hora que eu esperava por mais de um mês estava chegando.

Na hora que entrei no carro disse “ufa!finalmente podemos conversar. Para no primeiro lugar que você arrumar aí, eu quero te dar” e fomos andando de carro por um certo tempo até ele achar um lugar afastado. Durante todo o caminho até lá, ele foi me masturbando. Quando colocou a mão dentro da minha calça ele se assustou sobre o quão molhada eu estava. Enquanto isso, eu também masturbava ele. As minhas pernas estavam todas abertas no painel do carro e eu devo ter gozado umas duas vezes só enquanto ele dirigia devagar e também gemia baixo.( eu tenho orgasmos múltiplos, eu sei, uma milionária sexual)

Na hora que chegamos lá, eu tirei a minha roupa com dois minutos e ele disse - Ce tá doido! Já tirou a roupa? (Posso dizer que essa é uma habilidade que adquiri com o tempo,porque já transei dentro de carros mais que deveria)

E aí eu fui pra cima dele, e a intensidade começou, eu não lembro mais como fui parar em cima dele e a gente tava se beijando loucamente, eu estava no meu período fértil e queria muito aquilo, eu só conseguia pensar na sensação que seria ele dentro de mim, e foi isso que eu fiz.

Preservativos em mãos, pedi pra ele passar um pouco de lubrificante, então finalmente aconteceu.

Quando ele entrou, não sei nem colocar em palavras a sensação, foi como se o que faltasse finalmente estivesse dentro de mim, o pau dele pulsava enquanto eu rebolava em cima, ele chupando meus peitos, mordendo, enquanto em gozava uma, duas, três e quatro e várias vezes nele. Ele disse que conseguiu sentir na camisinha e no dedo, porque escorregava mais e molhava tudo.

Depois ele disse que precisava muito me comer de quatro e eu o obedeci. Tava cansada de tomar o controle, eu precisava que ele mandasse e assim foi, ele me posicionou de quatro e começou a dar várias estocadas, e eu comecei a gemer muito alto porque estava com muito tesão.

Eu me lembro de olhar para o céu enquanto gemia e ver como a lua tava linda e depois voltar a revirar os olhos. Eu gritava o nome dele: “ isso Vitor, por favor, não para” e na hora que deixei escapar um “fode sua putinha” baixo ele gozou.

Quando saímos de lá ele disse que nunca tinha ficado tanto tempo com uma mulher assim, que achou estranho. É uma reação normal pra os homens, como eu tenho esse lance de orgasmo múltiplo é difícil me deixar satisfeita no fim das contas. Minha satisfação com ele foi mais sobre estar finalmente junto dele do que necessariamente sobre tempo, mas então fomos até a feira gastronômica.

Assim, depois de conversar muito eu voltei a olhar com a minha melhor cara de safada pra ele e eu disse que queria mais. Coitado, tava morto de tanto trabalhar, mesmo sendo no fim de semana e mesmo assim ele disse que iria. Nós teríamos que passar na cidade ao lado pra pegar uma encomenda e assim fomos. No final a gente tava no carro e ele acabou soltando que nunca tinha sido chupado no carro, e eu disse que então era agora que ele seria.

De acordo com ele, eu o chupei por 40 minutos enquanto ele dirigia, não sei como ele conseguiu segurar e não gozar na minha boca. Ele ficou muito alegre dizendo que parecia um filme de american pie.

Depois, ele me levou pra o mesmo lugar de antes, já me pegou de quatro direto e começou a meter muito forte, tanto que tive que pedir pra ele dar uma aliviada porque tava até machucando, mas de tanto tesão que ele tava acabou indo e voltando a ser forte. Não tinha onde a gente limpar caso ele gozasse em mim, então foi na camisinha mesmo e paramos.

Depois que chegamos em casa, comemos alguma coisa pra conseguir ir dormir — desde que a gente saiu, já tinham se passado sete horas. Ele deitou no sofá, parecia meio agitado, e disse que ia ver um filme pra tentar pegar no sono. Eu fui trocar de roupa, colocar um pijama… e aí me veio uma ideia.

Abri a porta do quarto devagar, que dava direto pra onde ele tava, e comecei a tirar a roupa aos poucos. Peça por peça. O olho dele brilhava, ele me comia com os olhos, completamente hipnotizado. Ele nunca tinha me visto completamente nua assim, de frente, no claro. E eu fui tirando tudo devagarinho — blusa de frio, blusa de calor, calça… tudo.

Fiquei completamente pelada ali, parada, me toquei um pouco, dei umas voltinhas, e ele nem se mexia. Só observava. O volume na calça dele só crescia. Devia estar pensando: “Que ousadia! Alguém pode acordar e pegar a gente.” Mas eu já tinha pensado em tudo. Onde eu tava não dava pra ninguém ver.

Depois vesti o pijama devagar, igual desfile, e fui até ele. Me abaixei e dei um beijo de boa noite. Ele olhou bem sério e soltou com aquele sotaque mineiro arrastado:
— Aqui a gente tem que comportá, viu?

Eu ri e disse que sabia.

Fiquei ali do lado dele mais um pouco, só olhando nos olhos dele. E ele me olhando também. A gente não falou nada por um tempo. Ficamos só se encarando em silêncio, naquele tipo de olhar que fala tudo sem dizer nada. Eu sentia que ele queria muito mais, e ele sabia que eu também queria.

Mas aí respirei fundo, sorri de leve, e falei baixinho:
— Eu também não queria dormir… Mas eu vou. É o melhor.

Dei mais um beijinho nele e fui pro quarto. Ainda sentindo o fogo do olhar dele queimando na pele.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico cachoeirasafadinha

Nome do conto:
Minha primeira vez com um cowboy

Codigo do conto:
253087

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
24/01/2026

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