Descobrindo a bucetinha da Carol

Depois da minha primeira vez com a dona Rita, eu voltei mais vezes ao seu apartamento. E mais frequentemente eu ia visitá-la depois da escola. Minha maior curiosidade, claro, era a sua gaveta de brinquedinhos, e eu já me sentia tão à vontade que ela nem se incomodava com uma garota de 14 anos que cheia de uma libido que começava a lhe aflorar a pouca idade.

Eu passava tanto tempo com ela, e já éramos tão íntimas, que ela me deu uma cópia da chave. E isso foi o que me levou a contar pra Carol o que a minha vizinha guardava numa gaveta da cômoda.

É claro que a curiosidade dela não foi muito diferente da minha, e ela não me deu sossego enquanto não prometesse que deixava ela ver.

A Carol era uma colega da escola. Era bem mais bonita que eu, com aqueles lábios carnudos, e os olhos azuis atrás dos óculos. Até peitinhos ela já tinha. E confesso que nas aulas de educação física eu não tirava os olhos deles, toda vez que ela levantava os braços.

Não sei o que poderia acontecer dessa vez, mas eu tinha a maior curiosidade de ver os peitinhos da Carol, só pra ver se eram assim tão maiores que os meus. Só não sabia qual seria a reação da dona Rita, se soubesse que eu ia levar outra menina. Então resolvi esperar que ela saísse pra ir no mercado. Ela sempre fazia o mercado nas quartas-feiras à tarde.

Quando a chave girou na maçaneta e abriu a porta do apartamento da dona Rita, estávamos tão excitadas que eu tive que ir direto pro banheiro fazer xixi. A Carol olhava tudo em volta curiosa. E quando eu puxei ela pro quarto, a sua expressão de surpresa não podia ser mais engraçada.

Diante da gaveta de brinquedinhos da dona Rita, nós parecíamos duas crianças numa loja de doces. Segurando um consolo enorme, ela nem sabia como se usava aquilo, e eu lhe explicava que tinham de todos os tamanhos.

Então, pegamos alguns e nos sentamos na cama, como se brincando de bonecas. A única diferença é que já não éramos mais crianças. E, de um joguinho de provocação, encostando o consolo uma na outra, de repente estávamos nos tocando. Até que eu não resisti àquele contato tão íntimo, e colei os lábios nos dela.

Então, de um beijo inocente entre amigas, estávamos nos agarrando e nos beijando intensamente. E quanto mais eu a beijava, mais percebia que realmente gostava de beijá-la... não como sua amiga, mas como fazem as pessoas apaixonadas.

Olhei profundamente em seus olhos, passei meus dedos pelo seu rosto, ao redor de seus lábios... então me aproximei de novo, beijando e mordiscando seu lábio inferior.

Ela começou a gemer, suspirando com a boca entreaberta. E enquanto a beijava, eu experimentei colocar a língua na sua boca Ela então reagiu, e me estendeu a sua língua, me deixando chupá-la. Aquele foi meu primeiro beijo de língua... e numa menina. Nós fazíamos meio instintivamente, ora ela me dando a sua língua, ora chupando a minha.

Arqueando os quadris, eu roçava a minha buceta na dela, puxando as suas coxas e deixando ela fazer o mesmo, com as pernas entre as minhas. Até que não aguentei mais e puxei a sua blusa pra cima, fazendo ela levantar os braços e tirando de vez.

Em seguida, tirei o seu top, revelando os seus peitinhos. Então comecei a acariciá-los, sentindo seus mamilos durinhos. Segurei o seu rosto e comecei a beijá-la com mais intensidade, minha língua entrando e saindo da sua boca, e depois eu voltava a chupar a sua língua.

A última coisa que nos separava de uma exploração mais íntima da nossa libido era o seu shortinho. E eu tomei coragem de puxá-lo devagar, jogando-as no chão e deixando ela completamente nua.

Depois, tirei a minha blusa e todo o resto, deixando ela excitada com a minha nudez. Estávamos as duas nuas numa cama enorme, e só tinha uma coisa pra acontecer entre nós aquela tarde.

Eu a encarei, deslizando as mãos pelo seu corpo. Eu nunca tinha visto o corpo de uma garota tão de perto. Nem ela. Educação Física na escola não contava. E certamente não desse jeito. Como eu imaginava, os seios dela eram maiores que os meus. Eram lindos... não tão grandes, mas também não pequenos como os meus.

Seus pêlos pubianos eram mais densos que os meus, como se ela tivesse começado a se desenvolver há mais tempo. E seus lindos lábios rosados se projetavam entre as suas pernas como pétalas de uma flor delicada se abrindo pra mim. Nossa, como eu estava molhada de tesão!

Fiz ela se deitar na cama da dona Rita e me lancei sobre ela, deslizando pelo seu corpo até que a minha boca estivesse na altura de seus mamilos. Peguei um mamilo na boca e comecei a chupar... ela se contorceu, de olhos fechados, mãos agarrando o travesseiro, e gemendo o meu nome:

— Ai, Bia! Me chupa!

De repente, já tínhamos esquecido dos brinquedos da dona Rita, em volta de nós na cama. Naquele momento, a única coisa que eu queria era chupar os seus peitinhos.

Eu chupei, lambi e provoquei cada mamilo, até que ela não aguentasse mais. Então deslizei ainda mais pelo seu corpo até chegar à sua bucetinha. Abri suas pernas e abaixei minha cabeça em direção aos seus lábios inferiores.

A princípio, ela se contraiu, hesitante, quando a minha língua tocou seu clitóris totalmente ereto (que de repente parecia enorme! Quase como um pequeno pênis). Eu nunca vi um pau de verdade, por mais curiosidade que tivesse de flagrar meu pai no banheiro. Queria muito ver o pau dele, e até fantasiava chupá-lo quando me masturbava.

O grelo da dona Rita eu já tinha provado, e chupá-lo foi quase como um boquete, de tão grande. Mas o da Carol era diferente; parecia mais delicado, e tinha um gosto bom também.

Ela se sentou e olhou pra mim, aparentemente excitada por estar se permitindo ser chupada por uma menina. Mas eu ataquei sua bucetinha com tanta ferocidade, e ela estava num êxtase tão grande, que me segurava, apertando o meu rosto contra a sua virilha. Então, ela se deitou novamente, fechando os olhos e gemendo.

Lambi seu clitóris, depois abri seus lábios vaginais com meus dedos e chupei e lambi as dobras de sua xaninha, enfiando um dedo bem fundo. E, pra minha surpresa, constatei que ela não era mais virgem. Mas com quem será que ela tinha feito, se eu nunca vi ela com nenhum garoto na escola?

— Oh, sim! — ela gemia baixinho, passando a mão no meu cabelo.

Tirei o dedo, depois o enfiei mais fundo, para dentro e para fora, fodendo ela como aprendi com a dona Rita. Então, sem nenhum aviso, ela levantou os quadris, forçando o seu clitóris contra a minha língua, até gozar na minha boca. Eu chupei e lambi tudinho, até que ela foi se acalmando.

— Ai, meu Deus, Bia! Isso foi incrível! — ela disse. — Eu nunca tinha gozado assim antes! Nem com o meu primo! — e ela se entregou.

— Quer dizer que já fez com seu primo?

— Ah, só umas vezes — ela respondeu, corando. — Mas não foi nem de perto tão bom!

Em seguida, ela me empurrou na cama e subiu em cima de mim, como eu a tinha por cima, me beijando levemente na boca, depois mais profundamente, até que sua língua separou meus lábios. Eu estava tão excitada agora; comecei a impulsionar meus quadris contra a sua bucetinha, desejando desesperadamente que fosse um pênis.

Eu chupava a sua língua, enquanto ela apertava os meus seios. Então ela se afastou, olhando pra eles com desejo, até se inclinar e começar a chupá-los. Por algum motivo, mesmo minha mãe tendo seios fartos, eu ainda tinha peitinhos de menininha. E eram tão pequenos que quase não se percebia. Mas ela me chupava com tanto tesão que eu nunca me senti tão feminina.

Ela pegou cada um dos meus mamilos na boca, um de cada vez, e começou a chupar e lamber enquanto massageava o outro. Eu já estava quase gozando, antecipando a sua língua na minha vagina. E ela deve ter pensado a mesma coisa: desceu pelo meu corpo, lambendo a minha barriga, e quando chegou à minha vagina, parou e olhou pra mim.

— Nunca fiz isso antes, Bia. Quero dizer, numa menina — disse ela.

— Eu também nunca fiz — respondi. — Mas você tem uma buceta muito gostosa. É como fazer com um garoto, só que melhor.

Ela encarou a minha buceta por um instante, depois abaixou a cabeça delicadamente até o meu clitóris e começou a lamber.

— Hummm! Você também tem um gosto bom! — ela riu.

Então, ela passou a língua pela minha fenda, devagar, depois mais rápido e com mais segurança, explorando, chupando e lambendo até eu estar pronta pra ser fodida por um pau enorme. Se houvesse um disponível, não tenho dúvidas de que eu teria cavalgado ele sem parar!

Eu me contorci, rebolei os quadris e implorei para que ela me fodesse. Então ela enfiou um dedo dentro de mim, depois dois, depois três, me fazendo gozar, enquanto sentia meus fluidos escorrerem. Ela se abaixou e lambeu tudo, parecendo gostar muito do que provava pela primeira vez.

Depois, quando aquela torrente passou, ficamos as duas meio exaustas na cama, abraçadas feito dois namorados. Contra o meu peito nu, eu sentia os seus mamilos ainda durinhos, como priva da intensidade que foi pra ela, tanto quanto foi pra mim.

Mas eu ainda queria mais. E tanto quanto sentir prazer com a Carol, eu adorava a sua expressão de prazer, gemendo baixinho pra ninguém ouvir. Até que o consolo da dona Rita, me roçando de lado, jogado na cama, me chamou a atenção. Ainda estava com um pouco de saliva, de ter chupado, imitando fazer um boquete. E eu rocei de leve na bucetinha da Carol, fazendo ela soltar um suspiro de prazer, em seu sono angelical.

Até que devagar eu fui enfiando o consolo, abrindo com cuidado seus lábios vaginais e metendo nela. Então, de um gemido que ela soltou, acordando e se contorcendo, ela me olhou nos olhos, enquanto eu fodia a sua bucetinha.

Eu sentia o seu hálito quente bem pertinho da minha boca, mantendo o ritmo da penetração que fazia com o consolo. E dessa vez, antes que pudesse beijá-la, eu fui surpreendida pela sua mão puxando o meu rosto, e colando a sua boca na minha, meio ofegante.

Não sei por quanto tempo ficamos ali deitadas nos beijando, enquanto eu fodia ela, mas acho que foi tempo o bastante pra fazer ela gozar de novo, pelo menos umas três vezes. E eu colhia cada um dos seus orgasmos a cada gemido ofegante que morria na minha boca, me fazendo beijá-la mais intensamente e meter mais fundo.

— Ai, Bia! Não tô aguentando mais! — ela suspirou. — Tenho que ir fazer xixi! — suas bochechas estavam muito coradas.

— Tenho uma ideia! — eu pulei da cama e fui atrás dela.

No banheiro, em vez de deixá-la sentar no vaso, eu a puxei pro box e me abaixei diante dela, que não entendeu nada e me perguntou o que eu tava fazendo.

— Não tô aguentando mais segurar, Bia! — ela tinha as mãos entre as pernas.

— Anda, faz de uma vez! — eu insistia.

E quando ela finalmente tirou as mãos, eu senti aquele jato quentinho no meu rosto, escorrendo pelo meu peito e me banhando toda. Ela tentava conter as risadinhas, achando graça de eu estar ali fazendo uma coisa tão maluca.

Mas eu estava adorando, cada gota, e chegava a estender a língua, provando um pouco do seu banho dourado sobre mim. Era como uma chuva quentinha que me escorria numa tarde de verão. E quando ela terminou, eu não resisti a colar a boca na sua bucetinha e lamber o que sobrou, fazendo ela gemer enquanto eu chupava o seu grelo.

Depois, debaixo da água morna do chuveiro, nós continuamos a nos beijar, abraçadas. Não sei qual seria a minha reação ao provar um pau pela primeira vez, mas depois da dona Rita e da Carol, eu tava adorando aquelas primeiras experiências lésbicas.

E é claro que, sendo o único lugar que tínhamos pra nos encontrar, no dia seguinte voltamos ao apartamento da dona Rita. Não tinha visto ela a manhã toda e jurava que tinha ido ao mercado. Mas quando abri a porta e fui puxando a Carol pro quarto, lá estava a dona Rita deitada na cama, dormindo profundamente.

Na hora, a Carol levou o maior susto, e quis ir embora de uma vez. Mas acho que eu tive mais uma das minhas ideias, e talvez pudesse fazer daquele incidente uma experiência inesquecível.

Continua...


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario gatabisolteira

gatabisolteira Comentou em 26/01/2026

Maravilhoso! Eu também sou louca em sexo lésbico! E também amo xixi!!!!!




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


252824 - Minha primeira experiência sexual foi com uma mulher mais velha - Categoria: Lésbicas - Votos: 18

Ficha do conto

Foto Perfil bianovinha
bianovinha

Nome do conto:
Descobrindo a bucetinha da Carol

Codigo do conto:
253158

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
26/01/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0