Tio Marcelo no Carnaval de 2024

Fala, pessoal... Muito tempo sem escrever, acho que até perdi o jeito rsrsrs, bom ,a verdade é que um bom filho a casa sempre volta. O relato de hoje foi no carnaval de 2024 em BH que eu e o Marcelo passamos juntos. Não foi nosso primeiro carnaval, mas foi o menos problemático por questões familiares. Resumindo muito toda a confusão. Ele comprou o apartamento do amigo que estava a venda MUITO BARATO e caiu em uma furada. Tudo caindo aos pedaços. Aos poucos Marcelo foi ajustando até ficar do jeitinho que ele queria. Eu ajudei financeiramente com algumas coisas também. Eu estou trabalhando atualmente em uma loja de materiais de construção e consegui um excelente desconto nos pisos pra ele. O que importa é que meus pais nunca entraram no meio do meu ''relacionamento'' com o Marcelo, até porque eles nem desconfiavam de nada e quando o Marcelo disse que queria que eu fosse morar com ele na capital, quase que deram um pulo de susto. Como sabem o Marcelo não demonstra amor fácil, e pedir pra eu MORAR com ele em BH chocou todo o mundo. Até o meu irmão. Ele deu um papo furado que tava ficando velho e que não tinha filhos, única pessoa que ele confiava de olhos fechados era em mim, e a nossa viajem de 2016 provou isso.
Mas eu não podia simplesmente sair de onde eu estava apenas para morar com ele, eu tinha uma vida lá na cidade e não queria sair naquele momento. Então comecei aos poucos, fui indo aos fins de semana, fiquei por um tempo, saímos, fomos aos bares, restaurantes japoneses, culinária italiana e também nos inscrevemos na academia. Marcelo não queria perder a barriga de chope, mas adoraria fazer atividade física. O bobão nunca tinha tido coragem de entrar em uma academia, fazer a avaliação e realmente malhar. Tive que morar com ele pra ele se cuidar. Fiquei nessa indo e vindo por bons 9 meses mais ou menos, e já estava ficando cansativo ir e voltar. Foi quando finalmente tomei a decisão de ir morar efetivamente com ele. A gente se dava bem, o apartamento estava 70% pronto do jeito que ele queria mais ou menos e tudo o que eu precisava era de um quarto ao qual dormir.
-Você já conhece minha casa... -Marcelo diz abrindo a porta- aqui, sua cópia.
-Confia tanto assim a ponto de deixar cópias do seu apartamento comigo?
-Claro, você que vai cuidar de mim até eu partir dessa. É o mínimo.
-Ja falei que odeio quando você trás esse papo de morte.
-Mas é o natural, Joca. A gente nasce, vive e morre. É nossa única certeza na vida quando saímos de dentro da barriga da nossa mãe.
-EH NHEM NHEM... Não começa. -eu entro e percebo que estava tudo uma ZONA- Caralho, quem passou aqui? Um furacão?
-Tô com preguiça de limpar.
-Olha, Marcelo, se você acha que eu vou vir pra ser tua empregadinha, pode tirar o cavalinho da chuva, não é assim que a banda toca.
-Por falar em banda... Ao bloquinho. Dá pra ver daqui, vamos descer? Depois a gente arruma isso tudo.
-A gente não... Você né?
-Ta, Ta... EU arrumo isso. Vamos? -ele pega as malas da minha mão, coloca ao lado do sofá e puxa minha mão para fora do apartamento dele-
Quando saímos, era taanta gente que nem dava pra se mexer direito, quase perdi meu celular na multidão. Marcelo foi sem o dele porque já sabia da má fama do carnaval. Fomos voltar pro apartamento bêbados sei lá que horas eram... O que me lembro é que estávamos rindo como crianças em uma casa feita de doces sabendo que poderiam comer tudo sem consequências... No nosso caso foi a bebida mesmo.

No outro dia, eu acordei na cama do Marcelo, tudo molhado, com uma dor de cabeça INSANA. A ressaca não me deixou perceber que Marcelo não estava no quarto. Fui direto pro banheiro vomitar o álcool que ainda restava dentro de mim. Quando assusto, Marcelo chega, de banho tomado, cheirando a Natura, Mamãe e Bebê...
-Ajuda aí?
-Misericórdia Marcelo, o que tinha naquele cerveja? Não era pura não...
-Hahahaha, você quis beber sem se acostumar meu querido. Eu gosto de beber, mas você não precisa se não quiser. Nunca foi tua praia.
-E porque você deixou? -eu viro pro vaso sanitário e vomito de novo-
-Pra você aprender que a quantidade que eu bebo, você não aguenta. Vou trocar nossa roupa de cama.
-Sua Roupa de cama né? Nem sei o que fiz aqui nesse quarto.
-Transamos muito hoje de madrugada, Joquinha... Você foi fenomenal. Outra coisa, o seu quarto, está sendo usado, ta certo que vai ser você mesmo que vai usar, mas não tem uma cama lá...
-Como assim? -eu levanto, coloco a mão na cabeça, dou a descarga e saio do quarto para sentar na cama-
-Depois vai lá ver rsrs.
-Depois o caralho, vou é agora mesmo.
Eu levanto da cama, vou até o ''meu'' quarto e tenho uma surpresa.
-Marcelo do Céu... Eu tinha deixado isso em casa...
-Eu achei que ficar o tempo todo sem ter uma coisa pra fazer aqui em casa seria muito chato, você podia mudar de ideia... Morar com um cara mais velho não é fácil e você vai aprender da pior forma. Precisa de alguma coisa pra distrair sua cabeça não é mesmo? rsrs
-Sabe quanto tempo eu consegui largar essa merda de videogame, Marcelo? Foram anos pra reduzir meu tempo de tela.
-Eu sou alcoólatra. Você um viciado em telas.
-EX-viciado... Não jogo a uns anos (menti).
-De nada, vai tomar seu banho... Ta fedendo.
Quando saí do quarto, me dei conta que o apartamento estava todo limpo. Nada de caixas de papelão jogadas, latas de cerveja pela mesa ou pacote de salgadinhos no sofá. Ele havia limpado tudo tomando cuidado com os barulhos para não me acordar (o que não deu muito certo do lado de fora porque sempre tinha algum bloquinho de rua passando e me acordava)

Marcelo nunca foi um cara de aparências, mas usar Mamãe e Bebê, limpar o apartamento e até cogitar adotar um cachorro... Alguma coisa tava estranha nele. Ele estava menos bruto por algum motivo.
-Ta acontecendo alguma coisa, Tio Celo?
-Caramba... Não ouço esse apelido desde que você completou 18. Só me chamava assim quando queria carinho... Isso mudou?
-Não... Queria ver se ainda funcionava rsrs, arreda aí, deixa eu sentar (o sofá era pequeno e ele estava deitado)
-Vou comprar outro...
-Fala do sofá?
-É... Não cabe nós dois.
-Assim que é bom, fico mais pertinho rsrs.
-Gosta de ficar pertinho do Tio né?
-Foi pra isso que eu vim...

Começamos no sofá, Marcelo, sempre gosta de iniciar me beijando, aquela língua quente, calma e molhada, a experiência dele sempre me sobe instantaneamente... Marcelo não perdeu o jeito, Sua boca estava com gostinho de menta... Ele passou a bala pra mim.
-Adoro menta...
-E eu não sei?
Marcelo se afasta, tira a camisa e usa como encosto de cabeça, deita no sofá e coloca as mão atrás da cabeça. Essa é minha deixa. Meus olhos brilham com seu peito peludo, a mistura inebriante de pelos brancos e negros se entrelaçando para compor aquele corpo másculo de caminhoneiro. Sua barriga estava um pouco menor porque estava deitado (e também porque perdeu algumas medidas por ter se ingressado comigo na academia) mas nada tirava aquele charme de caminhoneiro que ele sempre teve. Comecei passando minhas mãos em sua barriga e peitos exageradamente peludos, aquele sorriso denunciava que eu também não perdi a delicadeza nas minhas mãos, sempre delicadas e sem exagerar na força. Eu fiz ele abaixar a perna para me encaixar em sua barriga e brincar com seus mamilos. Eles estavam duros como sempre, minha massagem fortaleceu isso ainda mais.
-Você me ama, Joca?
-Ué... Claro... Porquê da pergunta?
-Estou ficando velho, tenho mais pêlos brancos que pretos... Quando viajamos eu estava no auge dos 40
-Juro que não estou entendendo o rumo da conversa, mas se serve de consolo, Tio Celo... Quanto mais velho, mais gostoso e experiente.
-Daqui uns anos precisarei de remédio, coloridinho, azul se é que me entende.
-Pode usar o arco-iris inteiro, o que importa é ser sempre você...
-Eu te adoro!
-E eu mais ainda... Quero usar a cama... Vamos? (Eu disse sorrindo)
-Sem roupa de cama?
-A gente coloca depois rsrs.
Pegando em sua mão, e levando-o para o quarto. Tio Marcelo e eu, já chegamos nos beijando e nos acariciando... As vezes eu pegava com força no pau dele sobre a bermuda e ele gemia tão grosso que somente isso já ia me excitando. As preliminares com Marcelo são sempre intensas... Ele é forte, beija bem e adora ser o ativo. Ele me prensa na parede enquanto força um beijo molhado. Depois disso ele tira minha camisa, shorts e cueca, me deixando nuzinho.
Seu corpo é grande, forte e fico com tanta vergonha de ver ele naquela idade com tanta virilidade e masculinidade exagerada, chega a ser injusto o tamanho do corpo dele comparado ao meu, que é gordo e um pouco flácido (não tanto quanto era antigamente devido a academia, mas nem de longe se assemelha ao de Marcelo). Marcelo gosta de brincar com os mamilos, ele ama apertar e lamber, foi isso que ele fez. Lambendo de fora a fora meu peitinho gordo ele aperta com uma das mãos enquanto encaixa a boca no outro e brinca com sua língua.
-Ai... Marcelo, você ta me deixando durinho...
-É... Quero você como pedra. Vamos ver se você ainda fica muito tempo duro.
Ele tira a boca do meu mamilo, sorri e em um empurrão considerável ele me joga com força na cama.
-Sabe, Joca... Agora que não tem ninguém pra ouvir a gente... Pode gritar a vontade.
-E por um acaso eu sou homem de gemer alto, Marcelo?
-Pode não ser neste momento... Comigo, mas... (Marcelo se vira, abre o guarda roupas e tira um pau de borracha enorme) quando eu colocar isso aqui em você, vai ficar tudo arrombado... E mais tarde, vou usar esse e o meu pau junto pro seu cuzinho sentir meu pau pulsando enquanto o de borracha te rasga.
-Ta doido? Jamais esse negócio vai entrar no meu cu... Sou apertadinho, Marcelo, esqueceu... Olha aqui (neste momento eu empino a bunda e abro o cu com minhas duas mãos)
-Não ta ajudando... foda-se essa merda, fica assim! (Marcelo joga o dildo dentro do guarda roupas de qualquer jeito e corre para abocanhar meu cu, que estava bem aberto graças as minhas mãos fortes).
Sentir a língua do Marcelo é tão gratificante... ele lambe girando na portinha do meu cuzinho que piscava de tesão, ele acariciava minhas pernas enquanto eu piscava meu rabinho pedindo mais... Marcelo não resiste e lambe o dedo, quando me dou por mim, eu já começo a sentir aquele dedo me adentrando bem devagar, ele coloca, tira, coloca e tira... Sua língua lubrifica tudo... Neste momento eu começo a gemer, algo que não gosto quando acontece, mas foi tão natural que até eu me assustei... Mas não deixei isso me abalar, continuei com as pernas para cima enquanto ele me dedava e lambia depois. Aquele quarto começou a cheirar a suor de macho. Era eu... Ele exalava Mamãe e Bebê, e o cheiro se intensificava... Eu percebi que assim não dava para ficar. Sugeri um banho, o qual foi aceito prontamente por ele. Em um último ato, prendi sua cabeça nas minhas pernas e soltei logo em seguida. Marcelo adorou. Ele estendeu a mão como um cavalheiro e me levantou da cama. De mãos dadas até o banheiro, ele abre a água gelada e simplesmente me empurra lá dentro. Aquela sensação da água fechando todos os seus póros da pele, fazendo seu coração bater descompassado e ele lá, me mandando ficar debaixo da água.
-Fica o máximo que aguentar... Vai valer a pena.
-Tá uma merda isso, Marcelo... bota no 1 ao menos.
-Fica aí, porra... Tô mandando. Perdeu o juizo, caralho? Eu mando e você obedece, PORRA!
-...
Eu não falei nada... Apenas obedeci. olhei para frente, enfiei a cabeça e fechei os olhos deixando todo o rosto coberto pela aquela água estupidamente fria...
-Isso aí.. Sai... Agora sou eu, e me entrega o sabonete. Você vai me limpar de cima a baixo enquanto passa frio aí fora da água.
-Você não sabe física mesmo... Meu corpo está frio, se eu sair, vou sentir calor.
-Exatamente, tudo vai melhorar depois que sair.
Marcelo entra no chuveiro gelado, não esboça reação, olhando pra mim, sem se alterar, ele pega o sabonete que está na minha mão e começa a ensaboar... Me devolvendo o sabonete ele fala:
''-Continua...''
-Sim senhor!
Aquele banho foi estranhamente um prazer a parte. A água gelada caindo em nossos corpos, os olhares de tesão a todo o momento dele em cima de mim, seu corpo peludo todo ensaboado, tudo isso me fez ficar mais duro do que eu estava. Sem querer, deixei o sabonete cair. Quando eu ia pegar ele me segurou, mandou eu ir para a água novamente e disse que era minha vez de ser limpo... Eu obedeci imediatamente. Entrar naquela água agora era mais agradável mas não tanto assim... Fechando os olhos e sentindo sua mão gelada com o sabonete eu percebi que ele já tinha feito isso... Com quem??? Não sei e naquele momento não era hora de perguntar. Logo o pensamento da desconfiança saiu e eu pude sentir sua boca quente no meu pau que estava extremamente duro, como nunca havia ficado. É uma sensação estranha, todo o seu corpo gelado enquanto algo quente abraça seu pau e você de olhos fechados não sabe o que é direito até sentir a língua dançando no seu pau. Eu solto outro gemido involuntário. Aos poucos eles vão saindo. Marcelo paga um boquete como ninguém, realmente a experiência dele é em todos os sentidos. Como ativo, passivo, chupador de pau, comedor de cu... Ele tem de sobra a masculinidade que falta nos homens hoje em dia, e ele sabe que isso me excita. Ao abrir os olhos e olhar para baixo, encontro ele sorrindo. Ele se levanta, termina meu banho, me seca e me leva de mãos dadas para a cama novamente...


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Tio Marcelo no Carnaval de 2024

Codigo do conto:
253193

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
26/01/2026

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