E em meio dessa divagação de pensamentos, cheguei no cinema. Uma vez na bilheteria, cumprimentei o atendente que não é lá muito simpático e pedi por uma meia-entrada (sim, pode-se pagar meia lá) paguei e entrei. Quem frequenta cinema sabe que tem a questão da escuridão, que demora um pouco para a visão acostumar. Então sempre que vou lá procuro ficar próximo a porta, pois essa parte do cimema é levemente iluminada pela projeção da tela, que sempre passa um pornô. Dessa forma, eu já me acostumo com a penumbra do lugar e posso iniciar os trabalhos de curtição e putaria ali mesmo. E foi exatamente que fiz, entrei e praticamente não me movi. Fiquei parado em frente a porta por uns minutos, e pude notar que o local estava cheio. Muitas silhuetas se movendo a minha frente, eu não podia me mover para trás, pois não sabia se haviam outras pessoas atrás de mim e provavelmente haviam, só que eu ainda não as enxergava, pois minha visão ainda estava prejudicada na escuridão. Me mantive paradinho ali. E foi nesse momento em que sinto uma mão acariciando a minha bunda, o que eu gostei muito e deixei que continuasse. Ele foi passando a mão ainda por cima da roupa, e eu continuava imovel quando ele enfiou a mão por dentro da minha bermuda e tocou o meu buraquinho, assim, direta e objetivamente. Eu dei um gemido, de surpresa e de tesão, quando ele colou o corpo atrás de mim. Eu meio que não estava afim, para ser honesto, pois havia acabado de chegar, ainda não tinha visto ninguém, pois ainda não conseguia enxergar, e eu comecei a querer sair, só que o sujeito me virou de frente de uma vez e me deu um beijo. Eu não queria beijar, tentei resistir, ele insistiu de uma forma tão envolvente, ousada, além de estar cheiroso, com um sabor delicioso na boca, então deixei rolar e nos beijamos muito, enquanto ele pegava na minha bunda, e eu agarrando o corpo gostoso dele, resolvi finalmente conferir a sua mala. A essa altura eu estava começando a enxergar levemente os traços dele, mas muito pouco. Realmente, não sabia como ele era, e isso me enchia de tesão e me fazia desejar aquele macho ainda mais.
Só para vocês terem uma noção: Ele é mais alto do que eu, devia ter 1,90, uns 90kg, corpo normal para a altura, branco bem peludo, cinquenta anos, soube depois. Quando peguei no pau dele, senti um saco grande, pareciam ovos de galinha, uma rola de 20 cm, grossa e imponente, a cabeça não era muito grande e estava melada daquele melzinho que todo passivo ama. Ele era babão, fiquei feliz em constatar. Eu confesso que estava bem animado com esse macho a essa altura, e resolvi que era hora aproveitar esse presente que a vida estava me dando. Ajoelhei na frente dele, senti o perfume daqueles pentelhos que eu não via direito, apenas sentia em minha narinas. Sabia que eram grandes e abundantes e com um cheiro tão gostoso que é impossível esquecer. Segurei seu pau para o lado, cheirei fundo e depois beijei a sua virilha. Não sei vocês, mas fico louco quando entro em contato com essa região íntima do homem. Acho que a cueca é a coisa de mais sorte que existe no mundo por proteger tão importante tesouro. Lambi bastante a sua virilha, e ele ficava o tempo todo gemendo e na ponta dos pés… Depois beijei bastante as bolas, coloquei uma de cada vez na boca, sentindo bem a textura da pele, pelos, daquelas veias grossas, do movimento do testículo… era maravilhoso… Mas fui interrompido por ele espantando outros paus que outros caras estavam colocando pra eu mamar. Eu estava tão atento à minha tarefa no pau do meu macho (a essa altura ele já era meu macho) que nem percebi. Quando ele espantou os outros caras, ele me levantou e voltamos a nos beijar, mas não por muito tempo, pois ele foi me virando. Sabe aquela viradinha que o ativo vai dando no passivo durante o beijo? Então, essa mesmo. E nisso fui virando, sem entender ainda o que ele tinha em mente. Ele se abaixou abriu minha bunda e meteu violentamente a língua no meu buraquinho, tentando arrombá-lo. Estava uma delicia. Ele curtia sugar um cuzinho, fazia movimento de sucção, estava uma delicia, eu estava já em Nárnia, sem ver mais nada, quando ele parou, mas não demorou meio segundo pra ele grudar o peito peludo nas minhas costas e começar a lamber meu ouvido. Putz, eu confesso que fiquei mole nesse momento…E ele percebeu e aproveitou pra encaixar o corpo no meu e começou a roçar o pau no meu cuzinho, que estava estrategicamente molhado pela sua saliva. Eu amo quando o meu ativo está passando o pau no meu cuzinho, e essa ação me deixa até inconsequente, pois é muita emoção envolvida…hehehe Ele intensificou a roçada, e começou a dar uns enfiadas na cabeça, dando aquela dorzinha gostosa, sabe? Eu estava babando, sem conseguir esboçar uma palavra com sílabas claras, só conseguia gemer. Ele ia roçando o corpo inteiro em mim, a cabeça do pau dele, que já estava encharcada de tanto néctar pré gozo, já ia penetrando cada vez mais fundo e mais fácil em mim. Eu estava em êxtase, quando ele me abraçou forte, e começou a forçar ainda mais a penetração, que agora ia além da cabeça, onde ele dava pequenas paradas com o pau ainda dentro de mim e ficava contraindo o pau, com se estivesse depositando dentro do meu cuzinho o seu melzinho lubrificante, me deixando mais molhado, mais mole, fora de mim e totalmente receptivo às investidas dele. Aquele cara sabia como tratar um passivo, e eu estava completamente entregue.
Mesmo fora de mim, tive algum lapso de sanidade disse: "coloca a camisinha, por favor” e imediatamente ele respondeu: “Calma bebê, eu estou só brincando um pouquinho, daqui a pouco eu coloco”. Todo passivo sabe bem o que isso significa. É esse o momento que separa os homens dos meninos. E eu me entreguei, deixei ele brincar, e sabia muito bem onde isso tudo iria chegar. Virei meu pescoço e comecei a beijar aquele macho, enquanto ele continuava forçando aquele pau delicioso no meu cuzinho, me fazendo delirar de tesão. Eu já não me importava com nada. Ao nosso redor, haviam algumas pessoas que a essa altura eu já conseguia ver seus rostos e os movimentos de seus braços batendo punheta. A minha vontade era de me abaixar e mamar todos enquanto meu macho me comia, mas ele era meio que ciumento, e expulsava qualquer um que se aproximava. Eu era seu passivo naquele momento, e ele fazia questão de deixar isso bem claro para todos. Ele estava me comendo gostoso, a essa altura, já estava com o pau inteiro dentro de mim. E eu sentia um prazer inexplicável e só sabia gemer. Num encaixe perfeito, ele me segura pelo pescoço com as duas mãos. Aí meus amigos, não havia mais nada que eu pudesse fazer além de me entregar completamente àquele prazer. Fechei os olhos e gemi enquanto tocava forte uma punheta no meu pau que também babava litros e escorria como uma cachoeira do meu pau. O pau dele deslizava gostoso pelo meu cuzinho, ele não metia forte, mas com firmeza, mantendo o pau inteiro dentro e forçando cada vez mais fundo, como se quisesse entrar inteiro dentro de mim. Eu rebolava, ali na frente das pessoas, não estava nem me importando. Eu tinha ido lá para fazer exatamente isso. Eu não queria que acabasse, não cronometrei tempo, apenas me entreguei. Ele continuava me comendo, ele estava delirando dentro de mim. Eu pensava e delirava com um desconhecido, que eu sequer havia visto o rosto direito me dando um dos melhores sexos da minha vida, me penetrando sem capa, se tornando parte de mim. Eu brisava nisso, rebolava, contraia o cuzinho, aproveitando e sentindo bem o pau daquele macho. Dava pra ouvir ele me comendo, o som do corpo dele batendo no meu, o som molhado do pau dele entrando e saindo de mim, era muito tesão, estávamos realmente conectados, a essa altura, ele colocava o pau dele inteiro dentro de mim, o mais fundo que conseguia, me fazendo gritar de tesão, e ele contraia o pau lá no fundo, provocando uma das sensações mais gostosas que já senti. E foi nessa brincadeira que ele, sem nenhum aviso, enfiou o pau o mais fundo que conseguiu e num urro alto e seco gozou gostoso, despejando uma quantidade enorme de leite dentro de mim. E eu, que estava firme na minha punheta gozei junto com ele, gemendo tão alto que cheguei a chorar de tesão. Depois de gozar nós dois ainda ficamos um tempo engatados, abraçados, apesar da posição, que nessa hora já se mostrava incômoda. Nos desengatar e quando ele tirou o pau dentro de mim, saiu uma quantidade enorme de porra, que melou minha bermuda. Ele deu risada e falou que gozava bastante, e me ajudou a me limpar, e fomos para o bar tomar uma cerveja e conversar e se conhecer. Trocamos uma ideia, tomamos duas cervejas e decidimos que era hora do segundo round. Voltamos para a sala de cinema, onde ele pediu que eu ficasse de quatro numa das poltronas. Ali ele abriu meu cú e chupou muito, deixando ele bem molinho, e menos dolorido da penetração anterior. E ali mesmo ele me comeu novamente, dessa vez mais forte, meu cú já estava mais macio, então ele aproveitou meteu muito e eu claro, delirando de prazer e me acabando na punheta. Estava tão gostoso que nem mudamos a posição e ali mesmo de quatro na poltrona do cinema ele me encheu de leite pela segunda vez, e acreditem, foi ainda mais leite do que da primeira vez, que também escorreu do meu cuzinho, e eu fiz muito esforço para guardar o máximo possível dentro de mim, pois queria levar aquele homem comigo. Dessa segunda vez eu não gozei, fiquei tão satisfeito de sentir aquele homem se desmanchando dentro de mim, deixando meu cuzinho dolorido (eu adoro a sensação do meu cuzinho dolorido pós-foda), que só essa sensação já me deixou satisfeito. Nos levantamos, nos limpamos, tomamos mais umas cervejas, ficamos meio namorandinho no cinemão…hehehe
Depois precisei ir embora e ele ficou lá. Trocamos telefone, mas não rolou mais de nos encontrarmos. Mas é assim mesmo, em lugares como cinemão, temos que saber aproveitar o momento sem expectativas. E nesse dia eu soube aproveitar muito bem hehe
Tenho muitas outras histórias pelas minhas andanças nos cines pornô da cidade. Se quiser saber, é só comentar e votar que eu volto aqui pra contar.
Cinemão você tem de estar preparado para tudo. Entrar em ação antes do que queria, acabar amando fazer algo que não queria e tentar se manter sóbrio quando o corpo pede putaria...votado.
Delícia de conto... Queria conhecer um macho assim... Cine pornô tem uma mística maluca mesmo... adorava ir, mas já tem anos que não me aventuro.
Adoro contos de cine porno, sou de SP, frequento cines desde os anos 90, ultimamente tenho ido no arouche, mas sempre que posso passo em outros também
Já frequentei várias vezes esse cinema. No dark room já aprontei algumas. Beijei um negro e até hoje não esqueço sua boca e sua rola.
Aí que delícia ser devorado por um macho.
DLC. Tesão. Deu vontade de dar também.kkk