Perdi a virgindade a força

Eu era virgem.
E isso não era só um fato, era um peso, um medo silencioso que me acompanhava em cada pensamento sobre intimidade.

Eu tinha um namorado. Um homem branco, de olhos azuis claros, corpo comum, nada de exageros, mas havia nele uma presença que me desarmava. Nós nos conhecemos no trabalho, entre conversas rápidas, olhares demorados demais e aquele tipo de proximidade que cresce devagar, sem pedir licença.

Quando marcamos nosso primeiro encontro, minhas mãos tremiam. Eu nunca tinha saído com outro homem. Nunca tinha permitido que alguém chegasse tão perto. Beijamos naquela noite, um beijo que começou tímido e terminou longo, quente, cheio de promessas não ditas. Ali, quase como um acordo silencioso, dissemos que iríamos com calma. Que era para nos conhecermos. Quem sabe namorar.

Mas dentro de mim havia uma contradição deliciosa.
O medo de ir longe demais… e a vontade de provocar.

Eu gostava de perceber o efeito que causava nele. Um olhar mais demorado. Um toque “sem querer”. Um sorriso enviesado. Eu sentia o desejo dele crescer, quase palpável, e aquilo me dava um poder que eu nunca tinha experimentado antes. Eu recuava, avançava, testava limites os meus e os dele.

Foram dias assim. De tensão. De espera. De vontade contida.

Até a festa.

A música alta, as luzes, o calor dos corpos ao redor. Eu me aproximei mais do que devia. Dancei perto. Falei baixo no ouvido dele. Senti a respiração dele mudar. Quando ele me olhou, não havia mais brincadeira ali havia decisão.

Ele se inclinou e sussurrou algo que fez minhas pernas tremerem. “Hoje eu vou comer esse cuzinho e vou te encher de leite”

Eu disse “não”.
Mas minha voz não tinha força.
Era medo, não recusa. Era o pavor por nunca ter saído com homem.

Ele me segurou com firmeza, não agressiva, mas segura, como quem diz eu estou aqui. Meu corpo reagia antes da minha cabeça. Meu coração batia rápido demais. Eu repetia “não”, quase como um mantra de proteção, enquanto sentia algo em mim se desfazer, camada por camada. E ele começou a passar a mão no meu corpo, passou na minha bunda e me deu uma leve dedada e viu que eu estava bem apertado e falou “Hoje vou tirar esse cabaço e te fazer gritar de prazer”

E então eu parei de resistir, pois entre beijos, dedadas, mão firme e entre suspiros, palavras de “vou te fuder todo, hoje você e minha puta virgem” e sons que eu não sabia que podia fazer, fui me entregando pois não tinha mais pra onde correr. O medo foi sendo substituído por uma sensação quente, intensa, nova. Eu gemia sem perceber, buscava mais, me surpreendia comigo mesmo. E no auge de uma foda boa ele fala “agora vou encher esse cu de leite, quer leite?” Eu só conseguir balançar a cabeça dizendo que sim e ele solta um gemido altíssimo que com toda certeza as pessoas ouviram. Após isso ele foi tirando o pau do meu cu e então comecei a sentir a porra toda sair, fiquei envergonhado, pois não sabia lidar com a situação e eu estava deitado, nu, todo sujo e sangrou um pouco, mas só percebemos quando tudo terminou. E ele ainda falou “a partir de hoje quero comer esse cu todo dia”.

Eu, que tinha tanto receio, descobria ali um desejo que sempre esteve em mim só esperando ser despertado.

E quando tudo terminou, não havia culpa.
Havia silêncio e ao mesmo tempo descontração , risos, respiração descompassada…
e a certeza de que eu nunca mais seria o mesmo.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Perdi a virgindade a força

Codigo do conto:
253245

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
27/01/2026

Quant.de Votos:
2

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