Meu nome é Wagner, sou branco, 1,80 m, cabelos castanho-claros, olhos castanho-escuros e, modéstia à parte, um homem bonito. Meu corpo é bem definido: peitoral grande, peludo, braços fortes e pernas grossas. Sou casado com uma mulher maravilhosa. Ela tem uma irmã também casada. Michael, meu cunhado, e eu nascemos no mesmo ano, com apenas alguns meses de diferença. Ele é um homem bonito: loiro, 1,78 m, cabelos lisos e olhos azuis. Seu corpo era bem definido, por causa do treinamento militar. No mês de outubro daquele ano, Michel disse que seu pai tinha uma casa no litoral e poderíamos passar alguns dias lá no mês de janeiro. Só havia um inconveniente: a casa precisava de alguma manutenção. Havia naquele ano um longo feriado formado pela proximidade entre a Proclamação da República e o Dia da Consciência Negra. Em São Paulo, dia 20 de novembro é feriado. Michael e eu sempre tivemos uma ótima amizade. Conversávamos muito falando sobre trabalho, política e nossos planos para o futuro. Não sentia nenhuma atração física por ele e acredito que a recíproca era verdadeira. Quando descemos até o litoral, encontramos a casa necessitando pintura e limpeza. Não se tratava de uma casa luxuosa, mas tinha dois quartos. Em cada um deles havia apenas uma cama de casal. Seria perfeito para nossas férias. Michel era bom na pintura, por isso sobrou a limpeza para mim. Trabalhávamos o dia todo e à noite caíamos na cama (cada um na sua) e dormíamos feito pedra. Terminamos o trabalho antes que o feriado acabasse, por isso Michael sugeriu que déssemos um passeio pela cidade. No centro da cidade vimos algumas mulheres muito bonitos e ficamos bem ‘acesos’. Fiquei de pau duro, porém, devido à roupa que usava, isso não podia ser facilmente notado. Já Michael não conseguiu esconder seu volume. Sua bermuda justa e camiseta não muito longa deixavam à mostra um considerável volume. Fiz choça dele dizendo que estava assustando as moças. Ele devolveu, perguntou-me se elas não eram nenhum incentivo para mim. Respondi que sim, mas estava melhor equipado para não assustar ninguém. Michael continuou a me provocar dizendo que, mostrando sua potência, intimidava qualquer concorrência inclusive a mim. Rimos mais um pouco, mas não podia deixá-lo sem uma réplica. Disse-lhe que seria difícil me intimidar, que eu era bem equipado e pra ele tomar cuidado, pois ficaria apaixonado se visse meu equipamento. Novamente caímos na gargalhada, mas, pelo menos de minha parte, não havia até então qualquer intenção. Enquanto ainda andávamos pela cidade, despencou repentinamente uma forte chuva. Nós nos abrigamos e, assim que passou, voltamos para a casa onde estávamos. Tivemos uma desagradável surpresa ao chegar. Havíamos deixado aberta a janela de um dos quartos e a chuva molhou uma das camas. Após secarmos o que era possível, notamos que somente haveria uma cama disponível para aquela noite. Depois de afirmarmos que não dormiríamos juntos na mesma cama, nos demos conta que nenhum de nós queria dormir no chão. Decidimos então dormir na mesma cama. Logo pegamos no sono, mas a certa altura da noite acordei com Michel dando-me beijos e rápidas chupadelas nas minhas costas. Fiquei puto na hora, perdi a compostura e mandei-o se foder. Passados alguns minutos, pedi desculpas por ter me descontrolado. Perguntei se podíamos conversar honestamente. Ele concordou. Primeira coisa, pediu-me desculpas. Eu disse que estava tudo bem. Não iria fazer daquilo um cavalo de batalha, mas precisava entender o que estava acontecendo. Ele falou mais abertamente de sua vida sexual. Disse que sua mulher, minha cunhada, era demasiadamente restrita na cama. Por conta disso tinha começado a assistir alguns vídeos pornôs. Isso o levou até alguns onde havia relações bissexuais com duas mulheres e um homem e, finalmente, dois homens e uma mulher. Disse ter se interessado muito por essa última modalidade e fantasiava muito com isso. Abri-me com ele também quanto à forma realmente estrita que minha mulher se comportava na cama. Disse-lhe também que não assistia a pornôs no computador, mas já tinha ido a um cinema e assistido a um filme. Durante a sessão, tirei meu pau para fora da calça e me masturbei até gozar. Afirmei nunca ter tido interesse por homens, seja sozinho ou em relacionamento bissexual, porém tinha muita admiração por ele, que era bonito, charmoso, inteligente e muito atraente. Quando afirmei isso, ele novamente investiu. Pôs sua mão sobre o meu pau, que respondeu imediatamente ao estímulo, ficando duro feito pedra. Assustei-me a princípio, mas no calor do momento, retribuí o favor pegando em seu pau, ainda por cima do short. Ele soltou um pequeno gemido, como se estivesse sentindo algo novo e muito forte. Após alguns minutos, perguntei se ele queria continuar. Ele disse que sim. Então perguntei a ele até onde iríamos e ele respondeu que até onde o tesão mandasse. Continua se houver ‘likes’ e comentários.
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Muito bom rapaz!!! Você escreve bem... Criou um clima erótico e despertou a curiosidade de quem leu, deixando a expectativa pela continuação... Votado!!! Gostei!!!