Tenho longos cabelos pretos e um sorriso encantador. Sou meiga e gosto de ser conquistada. Para mim, quanto mais o homem estiver com desejo, mais gostoso é na hora de transar.
Enfim, espero agradá-los e, junto com minhas amigas, Alicia e Rebeca, trazer histórias sensacionais para vocês. Vamos ao conto!
Com meus Kinze anos, era uma verdadeira ninfetinha. Peitos pequenos, mas bem durinhos. Ainda estavam desenvolvendo devido a minha idade. Minha bunda sempre foi redondinha e desejada pelos garotos. Mas foi com um carteiro que descobri as loucuras que posso fazer.
— Filha, não esquece. Se baterem no portão, atende. Tenho uma encomenda pra receber ainda hoje.
Minha mãe estava pronta para sair. Divorciada, aproveitava os poucos momentos que tinha para sair. Naquela manhã de sábado, iria até o centro da cidade e me deixou sozinha em casa.
— Tá bom, mãe. Pode deixar.
Sozinha, resolvi trocar de roupa. Botei um shortinho curto de algodão rosinha e uma camisetinha baby dool da Hello Kitty. Resolvi ficar sem calcinha e sutiã, pois me sentia mais à vontade.
— Pronto. O que vou fazer, agora?
Me perguntei já pegando meu celular. Resolvi fazer o que sempre fazia quando estava sozinha. Me joguei no sofá, entrei em um site pornô e comecei a ver os últimos vídeos postados. Não sei o que me deu, mas logo lembrei que chegaria a encomenda da minha mãe e pesquisei “entregador”.
— Só vídeo ruim. E se....
Pesquisei por carteiro. De certa maneira, aquilo me deu tesão e comecei a passar a mão na minha bucetinha lisa.
— UINNN! AINNN!!
Quando estava bem gostoso, escutei baterem no portão.
— Olha a encomenda!!
Me levantei, deixando o celular no sofá, me arrumei e fui até o portão.
— Bom dia, encomenda para....
O carteiro ficou quieto. Ele me olhou de cima até embaixo. Foi ai que percebi. Meu shortinho estava bem marcado.
— Ah, sim. Mamãe disse que viria.
O homem devia ter uns 40 e poucos anos, moreno, barba rala e cabelo curto. Sua barriga avantajada, destacava-se no uniforme amarelo.
— Qual seu nome, mocinha?
— Karolina. Mas, me chamam de Karol.
Ele anotou e vi que sua calça era apertada. Olhei para a rua e não vi ninguém.
— E o seu?
— Lino. Pronto! Tudo certo. Tenha um bom dia.
Ele saiu andando pela rua. Fiquei triste e pensei que iria ter que me acabar na siririca. Fechei o portão, entrei em casa e logo bateram no portão.
— Oi, desculpa incomodar.
Era o carteiro sorrindo.
— Pode receber a encomenda da vizinha aqui do lado?
Abri um baita sorriso.
— Posso sim. Mas...
Ele me encarou e fiquei envergonhada.
— O que?
— O senhor deve estar com pressa, né?
— Não entendi.
Fiz uma cara de putinha e falei.
— Sabe, estou sozinha aqui. Mamãe deve voltar a qualquer momento. Estou com medo de ficar sozinha.
Ele balançou a cabeça.
— Não posso. Além disso, o que ela vai achar se chegar e me pegar ai dentro com você? HAHAHA... Tem quantos anos?
— 18. — Menti.
— 18?!? Sei... mesmo assim, tenho 42 anos... sou comprometido.
Minha buceta estava pegando fogo e eu sabia o que queria.
— Na verdade, sou mais nova e minha mãe vai demorar pra voltar. Escuta... quer um pouco de água?
Ele olhou para a rua. Sem cerimônia, apalpou a rola por cima da calça.
— Sabe o que dizem... um copo de água e um boquete não se nega a ninguém.
Fiquei sem graça.
— Não entendi.
Ele me olhou e riu.
— O que você quiser me dar. Bem... não é todo dia que vejo uma japinha.
Entramos, ele fechou o portão.
— Fica aqui na sala. Já volto.
Lino se jogou no sofá, colocando a bolsa no chão. Fui até a cozinha, peguei um copo de água e voltei. Meu coração disparou. Lino estava com meu celular na mão. Fiquei parada logo atrás dele que não notou minha presença.
— Que japinha safada. Tem cara mesmo que gosta de levar pica.
Ele começou alisar a rola na calça. Voltei para a cozinha e deixei o copo na pia. Voltei, ele já estava com a pica na mão em uma punhetinha leve.
— O que pensa que está fazendo?
Ele se assustou e colocou um travesseiro por cima da calça.
— Me desculpa... por favor, eu...
Fiquei em frente a ele, me ajoelhe, prendi o cabelo e tirei o travesseiro.
— Você nem imagina como eu queria isso!
GLUB, GLUB ,GLUB
— EITAAAAA!! OHNNN! DEVAGAAAARRR!
Ele me afastou e se levantou.
— Caralho, japinha. Assim é foda, hein.
— Eu não sei fazer direito, Seu Lino.
Ele então, tirou o cinto e abaixou a calça.
— Abre a boca sem mostrar os dentes.
Achei engraçado aquilo, mas fiz.
— Isso! Assim que se faz uma boca de boquete!
GLUB, GLUB, GLUB
— Precisa babar mais! OHHH!! BEM MELHORRR!!
A rola dele era cheia de veias, o saco peludinho. O gosto era azedo e um pouco amargo ao mesmo tempo. O cheiro de suor me fazia delirar.
— ISSOOOO!! ASSIMMM!
GLUB, GLUB, GLUB
Foi ai que ele segurou minha nuca e enfiou tudo de uma vez.
— ARGHH!! ORGH!
Meu deu ânsia e quase vomitei. Ele me soltou.
— Já vi que aguenta engolir minha rola. Já levou 16 cm no rabinho?!?
Ele me levantou. Tínhamos praticamente a mesma altura.
— Tira logo essa porra!
— Calmaaa!! HEyyy!!
Ele quase rasgou minha camisetinha. Me deu um tapa de leve no rosto.
— Cala boca, piranha. Quem manda aqui sou eu!
Seu Lino me puxou pela cintura e caiu de boca nos meus peitinhos. Ele apertou minha bunda e massageava.
— Devagar!! UINNN!! Não mordeee!!! OHNNN!
Ele mordeu um mamilo e até saiu uma lágrima do meu olho.
— Desculpa, amorzinho. Vou ser mais carinhoso. Anda, tira o shortinho e fica de 4 pro papai.
Obedeci. Me posicionei no sofá com as pernas no assento e me joguei para frente sobre o encosto.
— Deliciaaa!! Putinha novinha é bom demais! Deixa eu ver isso aqui.
Ele abriu minha bunda.
— Que cuzinho rosinha. Gostosa do caralhooo!!
— AINNN!! O QUE ÉEEE ISSOOOO?!? UINNN!
O carteiro começou a chupar meu cuzinho enquanto tocava na minha xaninha. Logo, senti algo querendo entrar.
— Vamos ver quantos dedos aguenta nesse cu.
— UINNN!!!
Como eu estava toda melada e com muito tesão. O dedo dele entrou bem gostoso, pois eu mesma já tinha feito aquilo antes.rsrsrs
— Vou botar mais um!
— Não... não.. não!!
O segundo entrou e quis chorar, mas aguentei.
— Boa, garota..tá quase no ponto! Mais um...
Eu quis sair e ele deteve.
— Chega disso, Seu Lino!
— Tudo bem, amor. Relaxa!
Fiquei quietinha e ele me chupou de novo.
— Vou botar só um dedinho então. O mais grosso!
— UINNN!! AINNNN!
Senti uma baita pressão no meu anel.
— Calma, cadela. Faz força como se fosse fazer cocô! ISSOOOO!!OHHHH!
— Tá doendoooo!! OHHH!!
Eu gemia, delirava, mas ele continuou. Foi então que ele colocou as mãos no meu ombro.
— Só falta mais um pouco pra bater os ovos!
PLAU
De repente, eu estava com toda pica dentro do cuzinho.
— Viu como foi fácil?!? Só esperar um pouquinho que já podemos meter! Enquanto isso.
Ele puxou meu corpo para trás, ajeitou minha cabeça de lado e me beijou.
— Safada! Puta! Toma!
PLAU, PLAU, PLAU
— Gosta de ver pornô de carteiro, biscate? AHNN? Diz...
— SIMMM!! UINNN!
PLAU, PLAU, PLAU
Ficamos fudendo ali por alguns minutos até que ele saiu. Enquanto tirava o restante da roupa eu me levantei. Lino era realmente muito bom de foda, puta que pariu... nem suava.
— Vem, minha puta! Senta na minha rola!
Ele sentou no sofá e fui de frente. Com certa dificuldade, colocou a pica no meu cuzinho.
— Que delicinha! Assim, amooorrr! OHHH!
Comecei a rebolar enquanto ele chupava meus seios. Nunca tinha dado o cuzinho antes, mas foi sensacional sentir que eu poderia dominar alguém.
— Tá gostando, Lino? To fazendo direito?
— Sim, japinha! Mete melhor do que muita mulher madura. Agora, sobe e desce. AINNN!! ONNN! PORRAAAA!
Ele até virava os olhos com a minha sentada. Meu cuzinho já tinha aceitado aquela vara que começou a pulsar.
— O que está....
— TOOOO GOZAAANNNDOOOOO!! OHHH!! PORRRAA!! OHHH!!
Ele me segurou com força e com uma estocada forte me inundou de esperma.
— CARALHO! QUE TESÃO DA PORRA, BICHO! PUTA QUE PARIUU!!OHHH!
Quando se deu por satisfeito. Me tirou de cima dele e sorriu.
— Karol, você nasceu pra dar esse rabo. Fazia tempo que não gozava assim. Quem dera minha esposa liberasse. HAHAHA
Enquanto nos vestíamos, reparei a porra descendo pelas minhas pernas.
— Então, isso que é porra, né?
Ele riu.
— Alguém já te comeu assim?
Fiquei calada.
— Pelo visto, não.
Fomos até o portão.
— Japinha, obrigado por isso. Eu estava precisando. Que foi? Que cara é essa?
— Eu queria ter gozado também.
Ele se agachou, puxou meu shortinho, levantou minha perna colocando-a sobre seu ombro.
— Por isso, não. Deixa eu provar seu melzinho.
O safado começou a chupar minha bucetinha. Dei alguns pulinhos com a sensação que me proporcionava.
— AINNN!! UINNN!! NOSSA LINOOO!! OHHH!!
— Puta, geme baixinho, caralho... alguém pode ouvir lá na rua.
Comecei a apertar meu peitinho com uma mão. Com a outra, segurava a cabeça dele.
— AINNN!! UINNN!
— Que bucetinha hein. Tesuda!
Minhas pernas começaram a tremer e quase cai.
— Deita no chão, japinha.
Me deitei já abrindo as pernas. Pensei que ele fosse me chupar, mas meteu foi um dedo dentro. Puta merda, quase desmaiei..HAHAHA
— ONHHH!! CARALHOOOO!
Ele tapou minha boca com uma mão.
— Já falei pra gemer baixo, porra!
Foi quando bateram no portão. Era minha mãe.
— Karol... Karolll.. abre aqui!
Lino não parou. Arregalei os olhos e ele aumentou o ritmo da dedada. Segurei na pica dele por cima da calça que já estava dura como uma rocha. Ele chegou perto do meu ouvido.
— Anda, piranha! Gozaaa...vamos! Assim bbzinha...isssoooo!!
— Karollll... deve estar no banheiro, só pode! — minha mãe estava perdendo a paciência.
Aquela situação estava me deixando doida. Rapidinho, abaixei o zíper da calça de Lino e comecei a punhetá-lo. Eu também sabia fazer joguinhos.
— Que está fazendo, puta?!? OHNNN!!
Foi então que senti. Comecei a me tremer toda e só não gritei porque Lino estava com a mão na minha boca. Revirei os olhos e gozei gostoso. Por um momento, sai da realidade... só voltei quando Lino me pegou pelo braço.
— Levanta, Karol. Porra!
Me ajoelhei, Lino de pau duro na minha frente e minha mãe batendo no portão descontroladamente.
— Já vouuuu! — gritei.
Lino foi guardar a pica, mas impedi. Abocanhei a rola meia bomba com força e dei mais algumas sugadas.
— Tá maluca, caralho? — perguntou baixinho.
Continuei na chupeta até que ele segurou minha cabeça e meteu com vontade.
— Karolll... tá de brincadeira comigo. — Minha mãe estava a ponto de derrubar o portão.
Mal sabia que do outro lado, a filhinha estava na maior putaria com o carteiro. Lino afundou a pica na minha garganta e gozou. Nem senti o gosto, desceu direto.
Me levantei e o carteiro apenas balançou a cabeça.
— Sua doida. — disse ajeitando a calça.
Abri o portão e minha mãe estava uma fera.
— Pelo amor... quem é esse?
— Este é o senhor Lino. Acabou de chegar com sua encomenda e me pediu um copo de água.
Ela olhou ele de cima até embaixo.
— Não tem vergonha de entrar na casa dos outros, assim?
Lino ficou calado e saiu. Minha mãe fechou o portão.
— Já te falei que não é pra deixar qualquer um entrar aqui em casa.
Enfim, no final, fiquei satisfeita com toda aquela putaria. Se curtiram, deixem um comentário falando se escrevo bem e se ficaram com vontade de entregar uma encomenda na minha casa.rsrsrs
Até outro conto...bjos da sua japinha!


