Aqui vou contar o segundo encontro com a Maria (prima da mulher)
Depois do primeiro encontro em que foi a casa dela para reparar os canos do lava-loiça fomos falando muito por WhatsApp inclusive por Vídio chamadas quando estamos sozinhos em casa.
Eu estava desejoso de lhe comer o cuzinho que não consegui comer no primeiro encontro.
E ia-lhe dizendo que não via a hora de lhe comer o cu foi numa dessas conversas que ela me disse que estava com medo pois nunca tinha dado o cu pois o marido dizia que isso era nojento e coisa de puta de beira de estrada, e era por isso que ela estava cheia de medo para alem de estar sempre a ouvir que doía muito.
Para a acalmar tive de lhe dizer que se fosse feito com cuidado e carinho não iria doer muito e que ela podia ir preparando o cu inclusive mostrei um plug anal e foi lhe dizendo que podia ir começando pelo mais pequeno, ela acabou por comprar um bem pequeno e fino.
Numa das nossa Vídio chamadas ela mostrou toda entusiasmada o plug e quis que eu lhe explicasse como ia fazer, expliquei tudo e ela foi fazendo até o conseguir meter no cu sem grande custo e esteve com ele colocado durante a nossa conversa.
Eu depois disse-lhe a partir de agora assim que te levantares e o corno for trabalhar vais andar sempre com ele posto assim aconteceu até já andava com ele posto mesmo quando ia ao café com o corno e como acontecia numa dessas idas ao café encontramo-nos ela e o marido e eu com minha mulher assim que a vi fiquei logo de pau feito pois ela antes de sair de casa tinha mandado uma foto com o plug metido no cu, claro que ninguém notou nada, só a minha mulher comentou com ela andas mais feliz até se nota o brilho nos olhos, ela disfarçou e disse que o marido andava mais presente.
E assim foram seguindo as coisas até ao nosso segundo encontro que levou praticamente um mês a acontecer e fomos para um motel na linha de Sintra pois ela nunca tinha estado em nenhum (escolhi o requinte motel) por causa da localização.
O encontro entre nós foi num CC da nossa zona de residência parei o meu carro junto ao dela ela entrou rapidamente no carro ela estava com uma saia leve e rodada que lhe ficava a matar na parte de cima com uma blusa muito bem composta mas muito sensual, assim que entrou no carro demos um beijo bem molhado sem pensar em nada até que ela disse anda vamos sair daqui leva-me para onde quiseres e assim fiz pôs-me a caminho do motel ao chegarmos foi-me entregue a chave do quarto assim que entramos na garagem eu fechei a porta e foi abrir a porta para a ajudar a sair e ai começou a festa com um beijo carregado de tesão subimos as escadas.
Assim que entramos envolvemos num novo beijo mas aqui já com as mãos a explorar os nossos corpos e fomos nos despindo das nossas roupas e ela assumiu o controle empurrando para a cama para me chupar com muita mestria tive de pedir para parar pois não queria gozar ainda então puxei-a para cima e comecei a beijar enquanto lhe apertava os mamilos assim que o fiz ela começou a gemer e eu foi mamar aquelas belas mamas e foi descendo pela barriga onde ia dando uns beijos e passando a língua até chegar a cona onde comecei a passar a língua nas virilhas até que acabei por passar a língua pelo clitóris que já estava bem durinho o que fez com que ela arquear-se toda fazendo denotar toda a sua tesão eu de imediato meti tudo na boca enterrando a língua na cona já completamente encharcada e fui alternado entre chupar o clitóris e ir enterrando a língua toda na cona fiquei assim até ela começar a gozar e ai passei só a chupar o clitóris provocando mais dois ou três espasmo do seu corpo só parei quando ela me empurrou pois disse que já não aguentava mais e precisava de descansar.
E assim fizemos fui servir uma taça de espumante para ajudar a relaxar e aproveitamos para ir tomar um banho onde nos lavamos mutuamente e fomos aproveitando para namorar voltamos para a cama onde nos envolvemos num beijo intenso ela desceu e começou a mamar-me e eu pedi para a chupar também e enquanto a chupava ia brincando com o cuzinho dela e assim que toquei no cu ela disse estás doido para me comeres esse cu virgem não é seu safado e esticou-se um pouco na cama para apanhar o plug e entregar e continuamos a fazer o 69 eu fui preparando o cu dela primeiro para receber o plug e assim que lhe meti o plug no cu ela ficou muito molhada e veio beijar eu aproveitei para começar a meter-lhe o caralho na cona e fazer sentar devagar pois ela tinha o cu cheio ela foi-se sentando e sentindo cada cm entrar até que entrou todo ela ficou assim montada em mi até se acostumar com os dois buracos cheios e foi começando a movimentar e foi acelerando a montada até se vir mas não parou de montar eu avisei que não ia aguentar muito mais ela ai voltou acelerar e eu não aguentei e comecei a vir dentro da cona e el logo de seguida veio-se também e caiu sobre o meu peito e ficamos assim por um bom bocado só comigo a fazer festas nas costas até que ela se levantou e foi a mala buscar um frasco de lubrificante para eu usar no cuzinho dela mas primeiro fomos tomar mais um banho mas ela manteve sempre o plug no cu.
Assim que voltamos para a cama voltamos aos beijos até que ela se pós de quatro e disse anda lá safado vem me comer este cu e como sou bem mandado assim fiz depois de lhe retirar o plug e beijar e meter a língua no cu comecei a por o lubrificante primeiro com um dedo e fui metendo e tirando depois dois dedos e de seguida três e ai fui fodendo bem devagar até ela se sentir confortável e dizer anda enterra esse caralho todo, e assim fiz apontei e fui pressionando e foi entrando com alguma resistência até que consegui enterrar todo e ai fiquei parado para se habituar e assim que ela começou a mover para a frente e para trás comecei a acelerar as penetrações e foi esfregando o clitóris até que ela disse ai caralho vou gozar e começa a vir-se toda eu não resisti e enchi-lhe o cu todo e cai sem forças por cima dela e ficamos assim imoveis por um bom bocado depois de recuperarmos as forças fomos tomar um banho e tivemos de ir embora pois já se tinham passado 6 horas e tínhamos de voltar para casa.
As fotografias deste conto são nossas.





Delicioso e cheio de tesão. O relato e o registo fotográfico!