Eduardo, depois de vinte anos de casado, ainda tinha muita tesão pela Mônica e por isso vivia imaginando novos temperos a serem introduzidos nas transas que se repetiam com assiduidade.
Ela adorava o cacete do marido e sempre dizia repetidas vezes quando estava chegando ao orgasmo:
-Eu quero macho !
-Eu quero pau !
-Iiiissso ,puxa meu cabelo!
Eduardo aproveitava a oportunidade e mandava ver :
-Minha puta !
-Hoje quero comer esse seu cuzinho apertado!
-Sonhei que estava comendo você e sua irmã...eu com o pau atolado naquela bunda gostosa dela e chupando a sua boceta.
-Você é tarado!
-E você, putinha ,vai tirar porra da boceta para ficar cheirando depois que eu dormir?
-Vou, macho, vou !
-E quando você acordar estarei com as pernas abertas para fuder mais...
E Eduardo sempre acordava muito cedo e lembrando da foda da noite passada, cutucava a bunda da Mônica que, dormindo, automaticamente já arrebitava o rabo para receber a piroca dura e já úmida.
Aí ela direcionava a cabeça da pica dura para o buraco certo.
-Tá no cu ou na boceta? perguntava ele ainda de olhos fechados.
-Na boceta, você não vai arrancar minhas pregas!
Na realidade Eduardo, apesar de tantos anos de casamento, nunca tinha conseguido uma penetração anal completa, pois ela travava o esficter e com ajuda da mão fazia com que ele gosasse só na entrada.
Até que numa noite regada com muito champanhe aconteceu uma "festa"digna de ser revelada.
Mônica adorava e ainda adora ver o marido bater punheta (lembranças do tempo de namoro).
Ele se posionou sentado na cabeceira da cama, com as pernas dobradas, balançava os 22 centímetros de pau ; ela sentada de frente para ele esfregando uma mão na vulva inchada e com a outra, depois de molhada de saliva, massageando as bolas, o períneo e o ânus até conseguir penetrar o dedo mindinho...
Eduardo esperou, pois ela sempre gostou de brincar com o cuzinho dele , quando percebeu que ela tinha gosado gostoso falou :
-Agora chegou a minha vez !
Ela ,totalmente relaxada, se submeteu ao comando do macho que ,carinhosamente, foi massageando a região em torno do ânus rosado dela até introduzir aos poucos o dedo indicador besuntado de gel e ,em seguida, inseriu mais um dedo e ela passivamente aceitou.
Aí ele a colocou de pé mas com o tronco inclinado para frente e apoiada nos travesseiros...
Eduardo de cacete em riste, chegou por trás dela ,afastou-lhes as nádegas e foi penetrando-a até o último centímetro.
O orgasmo foi fulminante !!!
-Parece que fui atropelada por um trem de ferro...mas não doeu e foi gostoso.
No dia seguinte ela comentou discretamente que está se sentindo sem as pregas...
Não se preocupe, esse papo de "perder as pregas"é conversa de colegial que nunca deu, o esficter se recompõe.
Hoje à noite vamos fazer um sessenta e nove depois da sauna e eu porei seu cuzinho zero bala novamente.
-A língua eu deixo, mas esse pauzão nem no sonho, aliás, nem sei se vai acontecer outra vez uma estrupada igual aquela de ontem...
É importante lembrar que a Mônica quando começou a namorar o Eduardo, aos 16 anos, ouviu de uma prima dele que ele tinha um pinto muito grande e que ela ia sofrer.
Envergonhada, já quase com um ano de namoro, ela se abriu e chorando confessou o dilema que a afligia, já que ela não tinha coragem de terminar o namoro.
Eduardo fez do limão a limonada, mais velho e estudante de medicina apresentou a ela a estatística de tamanho dos pênis no Brasil e afirmou que ele não tinha nenhum dimorfismo nessa área.
Terminaram o assunto combinado um encontro íntimo onde os dois iriam se mostrar um para o outro...
Mônica passou ficar muito ansiosa nos dias que se sucederam ao evento libidinoso, dormia pouco e estava sempre com a calcinha molhada a ponto de comentar com a mãe, que suspeitou qua filha estivesse com alguma infecção e a levou ao ginecologista de confiança da família.
-Nada anormal, você é virgem .
-Você fica com esse corrimento somente quando está perto do seu noivo ?
Mediante a afirmativa da Mônica, a mãe pensou logo, minha filinha está se preparando para trepar ...
E assim Eduardo e Mônica iniciaram intensamente vida sexual, mas o trauma de dar o cuzinho continuou por duas décadas...