Mauro - 2º Conto - O dia em que eu e minha esposa saímos com a Danielly

Eu era casado, o nome dela era Amanda, nós estávamos juntos a mais ou menos 10 anos quando a história a seguir ocorreu. Para contextualizar, quando eu era bem novo, eu tive experiencias com travestis, em que eu descrevo a história no Conto 1. A Amanda não sabia a respeito dessa história, dos meus gostos, eu me comportei como se fosse a minha primeira experiencia com travesti. Nós já tínhamos tido a oportunidade de sair a três, com uma outra mulher e a algum tempo, já vínhamos praticando inversão em praticamente todas as vezes que a gente transava (uso do cintaralho), também vestia algum tipo de roupa feminina para transar com ela, principalmente as calcinhas safadas dela, isso excitava ela e a mim também.
A mãe da Amanda, as duas irmãs e os seus respectivos companheiros moravam em uma cidade da grande São Paulo chamada Itaquaquecetuba, os paulistas chamam de Itaquá para facilitar. Na época, a região estava bem no início do desenvolvimento, no bairro em que a mãe da Amanda morava só tinha algumas casas incompletas e muitos terrenos vazios. Um dia a mãe da Amanda ficou muito doente e precisou de cuidados especiais. Frequentemente, nós tínhamos que ir lá a noite, para fazer a janta e dar os remédios dela. Para ir até a casa da mãe da Amanda, a gente tinha que passar por uma grande praça próximo a casa dela, que funcionava como rotatória, nessa praça, a gente tinha que contornar metade dela (180º) e entrar em uma rua que ficava no meio de dois motéis. A região era muito movimentada a noite, era cheia de bares, cabarés e lanchonetes. A região era muito procurada por causa da prostituição. Toda a região em volta da praça era mal iluminada e isso favorecia a prostituição. A região era dividida, tinha a parte das prostitutas e a outra parte, das travestis. A rua que ficava entre os motéis era onde ficavam a maior concentração de travestis e na rua que ficava atrás dos motéis, ficavam as travestis mais ativas. Era só passar de carro ali, que elas ficavam exibindo o pau para quem passasse, a maioria eram dotadas. A rua que ficava no meio dos motéis era a rua que ia para a casa da mãe da Amanda, tinha muitos semáforos e muitas lombadas, transitar ali era complicado, pois sempre tinham muitos carros circulando a procura de sexo. A gente não tinha outra opção de caminho, tinha que passar por lá e tinha que ter paciência. Em uma dessas idas, ao virar o carro para entrar na rua que ficava entre os motéis, o trânsito parou e ficamos um tempinho ali. Do nosso lado tinha uma travesti, bem alta, devia ter por volta de 1,90m e estava com um casaco nos braços cobrindo a frente. Ela olhou para a gente, acenou e nos cumprimentou, ela disse para nós: - boa noite casal. A gente respondeu, boa noite, por educação. Ela perguntou nossos nomes e a gente respondeu, depois ela se apresentou, de uma forma totalmente educada, ela disse que se chamava Danielly. Ela perguntou o que estávamos procurando na região e eu disse que estávamos somente de passagem, aí ela virou para nós e disse que ela era uma profissional do sexo e que ela era a única ali na região que gostava de atender casais e que ela fazia bem gostoso, com bastante calma, carinho e disse que a gente não ia se arrepender. Eu disse que realmente estávamos de passagem e que não era a nossa intenção procurar por sexo, então, os carros que estavam na nossa frente começaram a se mover, a gente se despediu dela, agradecemos a oferta e fomos rumo a casa da mãe da Amanda. No caminho eu e a Amanda ficamos comentando da situação, falamos tudo sobre as impressões que tivemos e depois, em tom de brincadeira ficamos imaginando o que rolava ali. Enfim fomos a casa da mãe dela fizemos as nossas obrigações depois ficamos aguardando que uma das irmãs dela chegasse. Pouco tempo depois uma das irmãs chegou mais cedo, então pudemos ir embora, pois a gente morava longe. Quando saímos de lá, tivemos a ideia de passar em um daqueles motéis que tínhamos visto antes, para curtir um pouco. Dentro do quarto, eu fui ligar a TV para a gente assistir um filme pornô, para esquentar um pouco, a TV só tinha um canal passando filme e adivinha o tema do filme, travesti. Foi a primeira vez que eu via um filme de travesti. A gente achou estranho, e começamos a se perguntar o porquê só tinha um filme e era de travesti e a resposta foi óbvia, ali onde estávamos era frequentado por pessoas que curtimos travesti, enfim, a gente transou, eu assisti um pouco do filme, gostei de assistir, depois fomos embora.
Apesar de que estamos passando ali na região praticamente todos os dias, somente alguns dias depois que houve a coincidência do trânsito parar próximo da Gabrielly. Novamente ela foi muito educada, nos cumprimentou como casal e nos elogiou, disse que éramos bonitos e simpáticos, novamente ela voltou a repetir que ela curtia casal e que nós iriamos gostar. Ela disse que fazia bem gostoso, sem pressa e que gostava de satisfazer ambos, que ela poderia ser ativa para os dois. A gente agradeceu, dissemos que realmente não estávamos a procurando de um programa, então ela disse que quando a gente quisesse, ela estaria à disposição. O trânsito andou e a gente foi embora.
Poucos dias depois, novamente ocorre de parar o carro próximo a ela e novamente, ela nos reconheceu e nos cumprimentou como casal, brincou com a gente, disse para nós: olha que coincidência, meu casalzinho preferido, em seguida ela perguntou se a gente havia decidido fazer um programa com ela, a gente sorriu e dissemos para ela que não estávamos querendo um programa, que nós estávamos só de passagem e foi quando ela tirou o casaco da frente e se mostrou para nós, o pau dela estava ereto, ela se aproximou da janela do carro e ficou ali parada para que pudéssemos apreciar e acredito que quem sabe até pegar, claro que ela fez isso para nos provocar, mas, na verdade a gente ficou um pouco assustado com o que ela fez e o tamanho da pistola dela. O trânsito começou a andar, ela se afastou, voltou a cobrir com o casaco e a gente foi embora. Fomos rindo e comentando a respeito do que aconteceu e de como era grande o brinquedo dela. No mínimo era mais que o dobro do meu.
Mais ou menos duas semanas depois, houve uma festa de aniversário do cunhado da Amanda (marido da irmã mais nova). O cunhado e a irmã da Amanda gostavam de fazer festas e convidar as pessoas, mas foi a primeira vez que a gente estava participando de uma festa na casa deles. Em certo momento durante a festa, adivinha que chegou? a Danielly, ela estava com uma roupa bem comportada e com cara de santa. Para a nossa surpresa, a Danielly era irmã do cunhado da Amanda. Nós rimos da situação, porque lembramos da cena em que ela estava mostrando o brinquedo dela para nós. Ela nos reconheceu e pouco tempo depois, ela veio conversar e pediu para a gente ter descrição do que ela fazia para viver. Fomos discretos, mesmo porque, não íamos ganhar nada com isso. Nesse dia ficamos conversando com ela e foi bem legal. Depois de um bom tempo, tivemos que se despedir de todos porque precisávamos ir embora. Quando estávamos saindo, ela perguntou se a gente podia dar uma carona para ela e deixar ela próximo de onde ela trabalhava, nós dissemos que sim, até porque, era nosso caminho. Ela foi no banco de trás e durante o trajeto, ela começou a trocar de roupa, tirando a roupa comportada da festa e colocando as roupinhas safadas de profissional do sexo. Quando estávamos quase chegando, ela abriu a bolsa, tirou um papel e nos mostrou, era um atestado recente de que ela não tinha nenhuma doença sexualmente transmissível. Ela pegou de volta o papel e disse para nós que a gente podia confiar nela, depois disso ela se despediu com beijinho no rosto dos dois e desceu do carro para trabalhar, com a pistola de fora para nos provocar. Nós demos tchau e fomos embora.
Passado mais ou menos um mês, houve um almoço comemorativo na casa da outra irmã da Amanda (irmã do meio) e a Danielly foi no evento, quando ela chegou nos cumprimentou, já havia uma certa descontração entre nós e ela ficou conversando com a gente. Ela tornou a nos pedir descrição a respeito de como ela ganhava a vida. Continuamos conversando e em certo momento ela perguntou o porquê a gente ficava passando lá, daí contamos que era caminho e o que estava acontecendo com a mãe da Amanda, continuamos conversando e em certo momento, eu vi que estava tarde e eu disse que iríamos embora, daí ela perguntou se podíamos dar uma carona para ela novamente e deixar ela próximo ao ponto de trabalho dela, a gente não viu problemas e então demos carona a ela. No caminho ela veio fazendo um monte de perguntas sobre nós, perguntou quanto tempo estávamos casados, se já tínhamos feito algo diferente no casamente e a gente foi respondendo o que já tínhamos feito. Chegando perto do ponto dela, eu encostei o carro e ela começou a trocar de roupa no banco de trás, bem rapidamente, ela tirou toda a roupa e se vestiu para o trabalho, em certo momento, eu olhei para trás e ela estava de pernas abertas e deu para ver que ela estava pau duro, nós ficamos parados, olhando e sem saber o que fazer naquela situação, ela foi bem devagar e pegou a mão da Amanda e disse pra ela que não precisava ter medo e vagarosamente colocou a mão da Amanda no pau dela. A Amanda congelou, nem se mexia, ficou transparente. Depois de um tempo ela veio e pegou minha mão e também me colocou para segurar o pau dela, era grande o suficiente para nós dois segurarmos juntos. Vagarosamente a gente foi cedendo e começamos a relaxar, mas ambos estávamos com vergonha. Depois de uns minutos, ela nos disse que por hoje, a aula tinha acabado, ela disse que ia trabalhar, se vestiu, guardou o brinquedo e desceu do carro. De fora do carro ela disse, da próxima vez que a gente aparecesse lá, os dois iam ter que dar um beijinho na ponta do pau dela como segunda lição, a gente riu e fomos embora, mas as risadas foram de nervosismo. Indo embora a gente começou a conversar sobre o que tinha ocorrido, a Amanda me perguntou se eu tinha ficado excitado em ter feito aquilo, eu respondi que tinha sentido um monte de coisa, mas que tinha ficado um pouco excitado sim e aí eu perguntei para ela se ela tinha ficado excitada e ela disse que estava com um pouco de curiosidade. Fomos para casa e no outro dia a noite fomos conversar sobre ela e concluímos que realmente ela estava muito a fim de sair com a gente e que provavelmente ela queria sexo com os dois e ser ativa com os dois. Daí eu perguntei para a Amanda se ela queria experimentar e ela disse que estava um pouco curiosa e esse era o jeito dela dizer que sim e ela perguntou se eu queria, eu disse que tinha uma certa curiosidade também, depois disso, a gente concordou em sair com Danielly.

Uma vez que nós concordamos em sair com a Danielly, nós pegamos uma sexta feira em que sabíamos que ela estaria trabalhando e fomos até lá para conversar com ela e marcar um dia para sairmos a três. Chegando lá, começou a garoar, quando a encontramos, ela ficou feliz de nos ver. Ela pediu para entrar no carro por conta que a garoa tinha se transformado em chuva forte, ela entrou e nos disse que o movimento estava fraco e nos pediu para levar ela até um lugar para ela comer um lanche, porquê ela estava com fome. Como nós também não tínhamos jantado, fomos com ela até uma lanchonete perto. Era uma lanchonete bem simples, mas limpinha, sentamos em uma mesa mais reservada e enquanto aguardávamos os lanches, começamos a conversar. Ela tocou no assunto da gente sair a três, a Amanda começou a perguntar para ela o que acostumava acontece no lance de sair a três com uma travesti, daí a Danielly começou a explicar o que rolava. Ela disse que ela era somente ativa e que ela normalmente servia os dois. Depois ela disse que antes de começar, tinha que ter muitas preliminares e que ela costumava colocar ambos para chupar ela juntos. Também disse que ela era muito viril e que dependendo do dia, dependendo do casal e do tesão, ela conseguia gozar até seis vezes em uma noite, a transa boa costumava durar de três a quatro horas, então ela alertou que a gente teria que estar bem dispostos. Normalmente ela começava na mulher, com sexo vaginal, depois que a mulher ficava bem excitada e molhada, ela deixava o companheiro iniciava o sexo anal na mulher, fazendo dupla penetração, mas depois ela trocava depois de posições e assumia o sexo anal, ela deixou bem claro que o sexo anal que era a preferência dela. Dependendo do marido, ela também poderia ser ativa para ele e disse que muitos homens gostavam de ser passivos para ela. Alguns gostavam de só ficar olhando. Ela explicou que entre ela fazer sexo anal com a mulher e com o homem, ela preferia comer o homem. Com a explicação dela a gente ficou um pouco deslocado, mas logo teve umas risadas para descontrair. A lanchonete era próxima a rua onde ficavam as travestis e o dono e os funcionários já estavam acostumados com a presença delas. Nós ficamos em um canto mais reservado da lanchonete. Ela tinha se sentado e cada um de nós estávamos de um lado da Danielly. Sem que eu notasse, a Danielly tinha colocado a mão da Amanda sobre o pau dela por cima da roupa, embaixo da mesa. Eu não tinha percebido o movimento, mesmo porque a toalha escondia. Bem depois eu percebi que a Amanda mudou a expressão do rosto, então eu olhei e vi que a Danielly estava coma mão entre as coxas da Amanda apertando e alisando. Eu fiquei só olhando. Rolou um selinho entre as duas que partiu da Danielly. Depois de comer e da brincadeira das duas, combinamos que o melhor dia para sair nós três, seria na próxima segunda, depois a gente foi levar a Danielly no ponto dela e quando estávamos para sair, a Danielly beijou os dois, beijo de língua, após os beijos, fomos para casa. Na segunda feira marcada, durante o dia foi uma ansiedade muito grande, principalmente para se preparar para o encontro. Deu o horário, nós fomos para o encontro dela, pegamos ela no local marcado e resolvemos sair e ela nos levou para um barzinho com música que era frequentado pelas travestis, que aliás, tinha muitas no dia. Ir até lá foi mais para se conhecer, quebrar o gelo, beber algo para se soltar e iniciar as preliminares. Dançamos, hora ela ficava com a Amanda, hora ela ficava comigo e hora só o casal. As duas dançaram juntas, a Amanda na frente e ela atrás, tipo se esfregando mesmo. As vezes ela ficava dançando na minha frente como se tivesse mostrando o pau. Depois de algum tempo, saímos de lá e ela sugeriu para a gente ir em um drive-in, para esquentar as coisas. Fomos a um bem próximo do ponto dela. Chegando lá, ela pediu para a gente sair do carro e ir até o fundo da garagem. Lá, ela encostou no carro e puxou a gente para próximo dela, abraçando os dois ao mesmo tempo, rolou muitos beijos entre nós três. Enquanto a gente se beijava, ela passava a mão na gente, ela tirou minha camiseta e também abriu a blusa da Amanda, deixando os seios dela a mostra. Depois de muitos beijos a Danielly ficou excitada, ela estava usando uma mini saia, ela levantou um pouco a mini saia e exibiu a parte debaixo da calcinha que estava com um recheio enorme, o pau dela estava virado para trás, porém, estava tão duro que queria sair pela lateral da calcinha, ela afastou a calcinha para o lado e deixo o pau dela a vista. Ela continuou a nos beijar e colocou nós dois para segurar o pau dela. Ela estava usando um top e ela o tirou, deixando os seios dela a mostra, ela chupou os seios da Amanda e a gente chupou os dela, enquanto a gente estava chupando, ela pegou e fez nós dois abaixarmos na frente dela para os dois chuparmos juntos. Eu adorei chupar o pau dela e beijar a Amanda ao mesmo tempo, o pau dela era cheiros e tinha um sabor gostoso. Depois de muita esfregação e até dedadas em ambos, a gente se vestiu e fomos para um motel, bem próximo do ponto dela. No caminho, pelo banco de trás, ela pegou a Amanda e foi tirando a roupa dela, antes da gente chegar no motel, a Amanda estava somente de calcinha e soutien. Ela entrou no motel desse jeito e a recepcionista não ligou, como se fosse a coisa mais normal, quem estava no caminho podia ver ela semi nua. Ela foi para o quarto do motel só de calcinha, a roupa ficou no carro. Quando eu fui fechar a porta da garagem, a Danielly também passou por mim praticamente sem roupas, mostrando tudo aquilo que ela tinha de melhor, sem a menor preocupação de alguém ver a gente. Eu fiquei muito excitado com todo o exibicionismo que rolou. Dentro do quarto, elas tiraram a minha roupa, a Amanda deitou na cama e a Danielly foi chupar ela, começou pela frente, mas rapidamente foi chupar atrás. Era possível ver que a Danielly era mais viril do que eu. Depois foi comigo, a Amanda me chupando na frente e a Danielly atrás, eu curti muito, a ponto de dar moleza nas pernas. Ela deitou a Amanda na cama, pegou uma camisinha, colocou no pau e iniciou o sexo vaginal com ela, a Danielly dava quase duas da Amanda (a Amanda era bem baixinha). A Danielly deitou na cama e a Amanda subiu por cima de costa para a Danielly, eu aproveitei para chupar as duas enquanto elas transavam. Começava nas bolas da Danielly e termina na buceta da Amanda, foi muito gostoso também. Coisa de uns vinte minutos a Amanda gozou pela primeira vez, a Danielly pegou o lubrificante e passou no dedo e colocou o dedo no anelzinho da Amanda, ela gemeu de prazer, mesmo porque, o pau da Danielly era mais que o dobro do meu. Depois da Amanda ter relaxado, a Danielly colocou a Amanda de quatro e pediu para que eu ficasse ajoelhado ao lado, a Danielly penetrava na Amanda, bombava um pouco e depois tirava o pau para fora e fazia eu chupar, depois de algumas vezes fazendo isso e da brutalidade com que a Danielly estava metendo na Amanda, a camisinha rasgou, eu só percebi quando ela colocou o pau na minha boca e que eu senti um gosto diferente, que era a pré ejaculação da Danielly, foi aí que eu vi que camisinha rasgou e estava praticamente toda na base do pau dela. Vc acha que ela parou para colocar outra, não, agarrou a Amanda com força e meteu mais forte. Alguns minutos depois, eu escutei a Danielly gemer, ela soltou dois esguichos de porra na Amanda, o resto ela soltou na minha boca. Depois do acontecido, a Danielly continuou metendo na Amanda sem camisinha normalmente, eu não consigo gozar e continuar com o pau duro, depois de uns minutos, a Danielly parou e colocou uma camisinha e começou com o sexo anal na Amanda. Demorou para penetrar, a Amanda era apertada, aos poucos foi entrando e depois que estava tudo dentro, a Amanda sentiu muito prazer. Eu fiquei só assistindo. Era notório que a Danielly tinha tara em comer um cuzinho e também deu para perceber que ela era sem dúvida mais ativa do que eu, mais preparada fisicamente e com mais testosterona.
Durante o sexo e em meio as gozadas da Amanda que foram muitas, em um certo momento, a Danielly puxou o cabelo da Amanda fez algumas perguntas para a Amanda.
• A Danielly perguntou para a Amanda, se ela era puta, a Amanda não respondeu.
A Amanda estava de quatro na cama, Danielly começou a meter mais forte, mais violento e deu um tapa na bunda dela, puxou o cabelo dela, bem forte, a Amanda gostava disso e começou a gemer mais forte, a Danielly puchou a amanda da cama, colocou ela de pé e apertou o pescoço da Amanda quando ela fez isso, o tesão da Amanda aumentou.
• A Danielly perguntou novamente para a Amanda se ela era puta, a Amanda em meio ao prazer da dominação e durante uma gozada, a Amanda falou bem baixinho que ela era muito puta.
• A Danielly fez outra pergunta para ela enquanto metia, se ela já tinha olhado para outros homens e ela respondeu que sim.
• Perguntou se ela já tinha levado cantadas de outros homens e ela respondeu que frequentemente, inclusive de amigos meus.
• Danielly perguntou se ela já tinha tido vontade de sair com outros homens enquanto ela estava comigo, e no meio das gozadas, ela olhou para mim, abaixou os olhos e disse que sim. Eu fiquei incrédulo, só olhando para a Amanda.
• Depois ela perguntou com quem ela queria transar e a Amanda respondeu que ela tinha vontade de transar com um professor do curso dela e um rapaz que trabalhava em uma loja que me fornecia materiais de trabalho, ela perguntou o nome do rapaz e a Amanda respondeu que ele se chamava Wilson.
• Depois a Danielly perguntou se ela tinha me traído e a Amanda disse que não, perguntou se tinha vontade e ela disse que sim.
• Depois ela perguntou se eu deixasse ela transar com outro se ela iria, e ela disse que só se eu deixasse. Meu queixo caiu no chão.
• Depois a Danielly perguntou se ela já tinha ficado excitada imaginando transando com um dos dois, ela disse que com os dois.
• A Danielly perguntou se ela já tinha transado comigo pensado em um deles, ela disse que sim. Tudo isso levando uma surra de rola.
• A Danielly perguntou se ela tinha algum fetiche e a Amanda respondeu que ela tinha vontade de ficar de calcinha e soutien em uma esquina com os carros passando e olhando para ela.
• A Danielly perguntou para a Amanda, o que a gente já tinha feito de diferente e a Amanda respondeu que nós já havíamos saído a três com outra mulher, que a pouco tempo a gente tinha começado a fazer inversão e que eu já tinha transado com ela usando a calcinha dela.

A Amanda ficou cansada de transar com a Danielly, até porque ela já tinha gozado muitas vezes, então ela pediu para a Danielly parar um pouco, ela se afastou com uma cara de muito cansada e também desconfortável pelo que ela confessou, ela virou para a Danielly e disse que não aguentava mais sexo, foi até a bolsa e pegou o cinto de castidade e colocou em mim, para eu não querer comer a Danielly e também não ter ereção, depois ela foi tomar banho na banheira. De lá, ela virou para nós e disse que a gente podia ficar à vontade, que ela ia ficar um pouco na banheira e que já estava cansada e o cuzinho estava ardendo.
A Danielly veio por trás de mim, falou que era minha vez, ela estando por trás, colocou o pau dela no meio das minhas pernas, a ponta ficou aparecendo na frente, depois ela pegou e ficou balançando pra cima e pra baixo, batendo nas minhas bolas, eu achei que era para me mostrar que eu ia ser passivo para ela ou talvez submisso. Ela disse no meu ouvido que curtia ver o homem usando calcinha, que excitava ela, me chamou de maricona. Ela se afastou, foi até perto da banheira, pediu para a Amanda a calcinha dela, ela deu para a Danielly, ela veio, pediu para eu vestir, eu vesti, depois, ela me deitou na cama, veio por cima, encostou o pau na portinha sem camisinha, para provocar, mordeu meu pescoço, depois foi e chupou meu anelzinho eu achei muito gostoso, ela veio por cima novamente e disse no meu ouvido que ela sabia que eu gostava de travestis, eu fiquei quieto, ela colocou a camisinha e me penetrou, eu senti muito de prazer. Enquanto ela estava me comendo, ela perguntou para a Amanda o que mais a gente já tinha feito e a Amanda respondeu que eu já tinha saído na rua usando uma das calcinhas dela por baixo da roupa de homem e ela tinha gostado, que eu já tinha usado cinta liga, salto alto, batom e que de vez em quando, ela fazia eu usar cinto de castidade. Depois a Danielly olhou para mim e perguntou se eu ia deixar a Amanda sair com outro homem e eu respondi que não tinha pensado no assunto, então a Danielly começou a meter mais forte e me pediu para eu deixar ela sair uma vez, eu fiquei excitado com a ideia e eu disse que sim. Ela disse que eu ia gostar de dividir a Amanda com outro homem, ela disse que eu tinha jeito de quem gostava de ser corno. A conversa praticamente terminou nesse momento, o sexo continuou eu levei uma tremenda surra de pau, em um certo momento, ela percebeu que eu era limpinho, discretamente ela tirou a camisinha enquanto me comia, sem que eu percebesse, ela gozou dentro e continuou me comendo, eu só vi quando ela terminou e o pau saiu pingando. Fomos para o chuveiro, rolou uma pegação entre mim e a Danielly no chuveiro, ela me comeu mais um pouco, mas não demorou e eu também não aguentei mais ela. Depois fomos embora, deixamos ela próximo a casa dela e deixamos claro que estávamos dispostos a repetir. Fomos para casa e ambos ficamos doloridos no dia seguinte.
No final das contas, a gente curtiu muito sair com a Danielly, principalmente por causa das confissões da Amanda. Nós voltamos a sair com ela em outras ocasiões e eu e a Danielly saímos só nós dois escondidos da Amanda algumas, os encontros ocorreram até que a mudou de cidade.

Existe um conto antes desse, que eu estou preparando, que descreve como foi que surgiu a vontade dela em fazer inversão comigo.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico maurosafadinho

Nome do conto:
Mauro - 2º Conto - O dia em que eu e minha esposa saímos com a Danielly

Codigo do conto:
253549

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
30/01/2026

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