O pai do meu amigo é um mecânico dotado e muito gostoso!

Até hoje lembro da primeira vez que vi o pai do Eric ao vivo. Estávamos jogando Fifa 2016 no quarto, eu levantei pra ir no banheiro e tomei um susto, porque não sabia que tinha gente lá dentro. Dentre tantas maneiras de se encontrar uma pessoa em casa, peguei Ricardão recém chegado da borracharia, suado do trabalho, removendo o uniforme e se preparando pra tomar banho.
- “Meu Deus!” – perdi o fôlego na fresta da porta, pois não é todo dia que você se depara com um monumento em forma de macho ficando nu na sua frente.
Minha mente deu várias voltas até a ficha cair e eu entender quem era aquele quarentão parrudo, viril, másculo e com porte de paizão gostoso.
- Avisa lá que o negão mandou descer seis barril de chope nessa porra, mermão! Eu que vou bancar tudo, foda-se! E pode deixar que vou levar meu som, o meu é melhor que o teu! Paguei cinco mil na aparelhagem, agora vamo explodir o ouvido dos vizinhos! Hehehe! – sua voz grossa competiu com o barulho do chuveiro e tomou minha atenção.
Sabe aquele timbre que faz o corpo tremer? Ele falava no celular e se admirava no espelho da pia, perdido entre ostentar a aparelhagem de som e massagear o próprio ego, até que bloqueou o telefone, removeu a blusa suada, tirou a calça e danou a apertar o picão na cueca manchada de amarelo.
- “Esse só pode ser o...” – meu cérebro pegou fogo quando o coroa arriou a boxer encardida e jogou a marreta pra rolo, cheguei a dar um passo pra trás no corredor. – “PUTA QUE PARIU! ENTÃO É ISSO! TÁ EXPLICADO!”
- “Herdei do meu pai. Puxei meu coroa, pirocão é de família. Hehehe! Meu pai é o bicho. Ele esculacha, pô. Se tu me acha roludo, tem que ver ele. Bagulho doido.” – a voz do Eric falou nos meus pensamentos e eu entendi tudo.
Ricardo Bruno, também conhecido como Ricardão ou Brunão, era pai do Eric e um homão da porra. Ele era dono de uma oficina mecânica famosa em Rocha Miranda e trabalhava de lanterneiro, mas já foi preparador físico, treinador de futebol, e mantinha o shape escultural dos tempos de juventude. Negão nem parecia ter 42 anos.
- Porra, tô o dia todo na rua. Piroca tá como, só o cheiro da graxa. – sem saber que estava sendo observado, ele arregaçou o caralho e inalou o próprio perfume de suor misturado com óleo de motor.
Tudo naquele cara era grande: os bíceps, o trapézio, as pernas, abdome, peitoral, veias, orelhas, nariz... Pensa num homem que foi feito em dimensões exageradas, proporções além do comum e com o corpo em formato de ogro, verdadeiro brutamontes. Sua pele era um pouco mais escura que a do filho, ele tinha 1,89m de músculos e era imenso, do porte de um tanque de guerra.
- Trabalho tá me matando, tempo que não como uma xana. Tá na hora. – o pai do Eric resmungou sozinho, enquanto observava a cabeçona da rola endurecer entre os dedos.
Ele era meio calvo e tinha aquele brilho levemente grisalho no cabelo baixo, usava cavanhaque fininho de putão, calçava 49 e era extremamente peludo dos pés à cabeça, Ricardão tinha pelos até nas costas, nos antebraços e sobre os pés. A megalomania não parava por aí: como se não bastasse o arsenal físico, o grandão era proprietário de uma jeba que, mole, ultrapassava um palmo e meio de comprimento. SURREAL!
- Melhor guardar o fogo pras piranhas. – ele resolveu não se masturbar, em seguida esticou o corpo em frente ao espelho da pia e começou a se despreguiçar.
Aquele ali era o ápice da masculinidade, Eric realmente teve a quem puxar. O pai dele era o típico predador alfa que arrombava qualquer buceta e transformava em cratera, sem exceções. Podia ser a vagabunda mais larga do puteiro, Ricardão da Borracharia com certeza era capaz de deixar a coitada mancando depois de quatro borrachadas dentro.
- Esse tesão tá foda. Saco tá cheio. – enquanto esticava o corpo e se livrava da preguiça, a mamba negra esticou junto, empenou e apontou pra frente, envergou pro alto sozinha.
Meu queixo foi no chão do corredor, até tremi de nervoso. Quando menos esperei, Ricardo deu com a caceta na pia do banheiro e fez aquele estrondo da carne pesada batendo. Minha boca secou na hora, meu cuzinho implodiu de tesão, a pele arrepiou e eu não precisei de muito tempo pra entender de onde Eric Bruno puxou a gostosura, a marra, o ego inflado e a piroca grossa. E o cheirão de ferrugem, então? Lógico que eles eram pai e filho.
- “É... Tal pai, tal filho. Pelo visto, é de família mesmo.” – pensei comigo.
Antes de se mandar pra baixo do chuveiro, o safado fez o que todo macho gosta de fazer quando tá sozinho curtindo a própria masculinidade: ele pôs o dedo dentro do prepúcio, alisou a cabeça da pica e deu aquele confere no cheiro, pra ver como tava. Pela cara, a tromba estava temperada de suor, graxa e cheiro de óleo, e eu morri de inveja na fresta da porta, porque mal conhecia o pai do Eric e já tava sedento pra dar uma bocada gostosa da vara dele.
- “Tá na cara que esse homem precisa fuder. Ó o tamanho do saco! Fala sério!” – meu cérebro gritou comigo.
Depois que entrou no banho e começou a se ensaboar, Ricardão me hipnotizou e eu não consegui mais parar de admirá-lo. Teve uma hora que ele esfregou o sabonete na sola dos pezões, minha língua salivou e eu fiquei doido, mas o mais foda mesmo foi quando o coroa arregaçou o prepúcio, esfregou o dedão na glande e se livrou das linhas brancas de queijo. Nunca senti tanta fome, cheguei a babar.
- Eu não me separo de você, mulher. Nem se a Globeleza um dia me quiser. Se na Mega-Sena eu vencer, fico com você. Fico com vocêêêê... – ele batucou no peitoral cabeludo e cantarolou um pagode durante o banho.
Minha vontade era permanecer ali por mais tempo e observar o banho completo do Ricardão, mas bateu uma adrenalina estranha, senti medo do Eric sair do quarto e me ver, então acabou que minha sessão de espião não durou muito. Voltei pro quarto do meu amigo em menos de três minutos, ele percebeu minha cara de assustado e pausou o Fifa pra perguntar o que aconteceu.
- Qual foi, moleque? Que cara é essa? Parece que viu um monstro, pô.
- Olha... – nem soube por onde começar. – Não vi exatamente um monstro, mas... Era do tamanho de um.
- Tu viu o quê, Juliano?
- Nada não, tô zoando. Hahaha. – achei melhor ficar na minha e não revelar sobre o flagra que dei no pai dele.
O foda é que não contar pro meu amigo não fez minha tara diminuir, pelo contrário. Quanto mais convivi com o Eric Bruno, mais me acostumei a frequentar o apartamento dele e a me deparar com o Ricardão recém chegado do trabalho, suadão no uniforme imundo da oficina.
Pra completar, o coroa era o tipo de macho folgado que voltava suado do trampo, se jogava no sofá, removia as botinas e deixava a neblina do chulé espalhar no ambiente, minha respiração era tomada de assalto e logo pegava fogo no perfume intenso de ferrugem misturada com graxa.
Até hoje lembro de como Ricardo apoiava os braços pra trás do encosto do sofá, jogava os sovacões pra rolo e eu passava mal naquele cheiro delicioso de mecânico pingando de suor. Ainda chegava a cintura pra frente, abria as pernas, coçava a piroca e dava aquela cheirada marota, como se nem ele fosse imune à própria testosterona. Forte, né?
O mais difícil de ficar perto do Ricardão é que ele era um quarentão divorciado, bem vivido, experiente e tinha uma malícia que nós, jovens, nem sempre tínhamos. Por exemplo: por mais que eu escondesse a minha orientação sexual dos moleques, o jeito com que o pai do Eric me tratava deixava claro que ele sabia que eu era gay. Não que Ricardo fosse rude ou grosso comigo, é só que ele não me dava muita confiança, tampouco ficava de conversinha fiada quando estávamos a sós na sala.
- Que tu tá fazendo aqui, garoto? – ele me olhava torto e eu suava frio no sofá.
- Tô esperando o Eric sair do banheiro. Ele disse que tava apertado pra c-
- Tendi. Precisa ficar dando explicação, não.
- Foi mal, tio Ricardo.
- E outra, não sou teu tio. – o paizão usou o dedo mínimo pra puxar o short da virilha e desafogar as bolas imensas do meio das pernas.
- D-Desculpa. – tentei não manjar, mas foi impossível ver tanta mala se movendo e não dar uma olhadela sequer.
- Perdeu alguma coisa aqui? – eis que o filho da puta danou a apertar o caralho na cara de pau, sacudiu pra mim e fez vista grossa. – Tá olhando o quê, seu moleque?! Nunca viu macho, não?
- N-Nada! Não vi nada, é que eu tô sem óculos! Não enxergo sem eles. – pensei numa desculpa rápida pra dar, mas meu rosto ficou vermelho de vergonha e o lanterneiro provavelmente notou minha reação tensa.
Sendo bem sincero, que bom que ele conseguia me ler e evitava o contato direto, porque não vou mentir, eu não valia nada. Não podia ver macho, confesso. Se dependesse de mim, cairia de boca no Ricardão assim que ele desse o primeiro mole.
Pra você ter ideia da minha tara, às vezes eu esperava ele voltar do trabalho e tomar banho só pra inventar uma desculpa, sair de fininho do quarto do Eric e ir lá no banheiro farejar a cueca onde o macho suou e ficou galudo ao longo do dia. Perdi a conta de quantas vezes me masturbei lambendo o tempero salino que o saco pentelhudo do negão suava nas costuras da boxer.
Eu imaginava Ricardão agachado de cócoras na oficina, consertando carro, suando e dando várias pegadas no volumão enquanto fazia esforço pra trocar pneus, ajeitar motor, calibrar suspensão e tudo mais. O grandão certamente parava pra dar um mijão entre um carro e outro, as gotas de urina respingavam na cueca e era assim que ela terminava com aquele cheiro de feromônios vencidos, odor de testosterona batida... Pura ferrugem masculina.
Se meu amigo Eric tinha pica babona e eu achava o máximo, o pai dele não ficava pra trás: Ricardão era uma reserva, uma represa de libido. Simplesmente um espetáculo de homem, e eu nem sabia que podia gostar tanto de um macho rústico, pois confesso que só tinha olhos pros moleques de Rocha Miranda até então.
Dava pra saber que o safado mantinha a pentelhada grande só pelos fios escuros que eu encontrava na cueca dele, isso quando não dava a sorte de achar manchas de mijão e de baba ressecada. Não bastava ser babão, gostoso e peludo, o dono da borracharia esculachava qualquer um quando o assunto era tamanho e grossura da borracha.
Dava pra ver aquele amontoado de rola entulhada na calça, entre as pernas, tomando espaço na virilha e chamando atenção em qualquer roupa que o Ricardão vestia, desde os shorts finos de andar em casa, até as bermudas encardidas da oficina. Isso porque jeans é um tecido grosso, imagina se fosse mole... Seria um verdadeiro atentado ao pudor na borracharia.
Teve uma sexta-feira que o Eric chamou eu e Tadeu pra fazer campeonato de Fifa até de madrugada no prédio dele, daí a gente tomou umas Catuabas e a jogatina foi tão acirrada que ninguém se ligou no horário. Eu perdi na semifinal, fiquei de fora da final e sentei na cama pra ver a disputa entre os dois, mas senti vontade de mijar e saí do quarto pra ir no banheiro, foi aí que aconteceu.
Primeiro escutei o ronco, depois veio a visão do Ricardão largado no sofá, de pernas abertas, boquiaberto e dormindo com a mão no volume da vara. Ele tava sem blusa, com o peitoral malhado e peludo de fora, uma mão atrás da cabeça e o sovacão à mostra. O pé esquerdo apoiado no assento da poltrona, a sola massuda virada na minha direção, seu saco quase vazando no rasgo da samba-canção e a pele grossa me tentando de longe. Que tesão!
- “Preciso sair daqui!” – tentei me mover.
Mas meus olhos não desgrudaram da linguiça pesada dando seta no short de dormir, principalmente depois que o quarentão coçou as bolas e bocejou. Ele abriu os olhos, me olhou e eu soube que estava mais do que na hora de correr dali, mas meu corpo não se moveu, eu não saí do lugar e a pele arrepiou com a encarada braba que recebi.
- Tá olhando o quê, garoto? – ele resmungou.
- Eu... Eu tô... – hesitei demais.
O tom bravo e as latas de cerveja caídas no chão indicaram que o macho tomou umas no sofá, pegou no sono e ficou galudão enquanto cochilava. Dei meia volta pra sair em direção ao banheiro, mas o pai do Eric chamou minha atenção e não me deixou escapar tão fácil.
- Falei contigo, seu moleque. Tá surdo ou é sonso?
- Eu só... Tava indo no banheiro, tio Ricardo, só isso. – engoli a tensão a seco.
- Tio é o caralho. Tio porra nenhuma, sou da tua laia não.
- Eu sei, é forma de falar. Licença, viu?
- Mmmm... – o filho da puta esticou o corpo, começou a se despreguiçar e eu pirei de vez, não tive escapatória.
Mais uma vez fui atravessado pela visão maciça das plantas dos pés dele, fiquei frente a frente com as solas de um borracheiro ogrão e o cu piscou à beça, quase acendeu e iluminou a sala escura. Ricardo rugiu feito leão, suspendeu os braços, suas axilas choraram suor bruto e a piroca despertou junto com ele, ela deu um pinote violento que fez o pano do pijama repuxar todo pra esquerda.
- Cansaço do caralho... Hmmm... – ele bocejou e encheu a mão pra coçar a saca.
No fim do despreguiçar, o safado me encarou e só então percebeu que as bolas estavam de fora, daí me olhou, olhou pra elas e me observou mais uma vez. Foi demais pra mim, caí na armadilha. Manjei os culhões obesos de onde o Eric saiu, em seguida olhei nos cornos do borracheiro e ele não esboçou qualquer sorrisinho pra mim.
- Nunca viu ovo de macho, não? Moleque olhão. – Ricardão falou curto e grosso, sem cerimônias e sem necessidade de ficar me enrolando.
- S-S-Seu Ricardo! Juro que foi sem querer!
- Vai ficar aí olhando?
- Não, eu vou no banheiro. Já era pra eu ter ido, desculpa incomodar. Com licença. – virei e saí da sala.
- Ô, ô! Tá pensando que vai aonde? Pode voltando.
Meu corpo paralisou com a ordem dada. Parei onde estava, virei pra trás e encarei o macho folgado de pernas abertas no sofá. Ele não falou nada, apenas apontou o dedo indicador e me puxou, como se me laçasse de longe. Andei devagar até a poltrona, parei na frente do pai do meu amigo e o ele me olhou com aquela cara de poucas ideias.
- Ajoelha, garoto.
- Seu Ricardo, não brinca com uma coisa dessa. Eric e Tadeu tão no quarto jogando, se eles-
- AJOELHA, CARALHO! Vou ter que repetir?
Os joelhos sucumbiram ao chão, senti o tapete da sala atritar na pele e fechei os olhos. A mão calejada do lanterneiro plantou atrás da minha cabeça, fez pressão na minha nuca e forçou meu rosto de encontro ao pacote entre as coxas. Assim que senti a quentura da virilha do Ricardão e inalei o cheiro quente do saco dele, minha respiração pegou fogo, os pulmões inflaram de testosterona e eu automaticamente saquei a língua pra lamber o malote.
- Isso, bichona. SSSS! Tá sentindo o cheiro do meu caralho?
- Eu tô é cheio de fome nele, isso sim! Mmmm! – enchi a boca no volumão, degustei a saca por cima da roupa e o macho gemeu sincero no meu paladar macio.
- Sei que tu quer. Acha que eu não vi tu bisbilhotando na porta do banheiro, seu merdinha? Era pra ter te colocado de joelho na minha frente naquele dia mesmo, foda-se! Gosta de pirocão?
- Gosto muito!
- Então abre a boca e engole minha pica, quero ver se tu é bom. – maldoso, ele passou a trave pela saída da perna da samba-canção, deu com ela na minha boca e mergulhou metade goela adentro, não perdeu tempo. – SSSSS! Abre a porra da boca, não vou mandar de novo!
Deu tapa na minha cara, brincou de macetar minha garganta e fez a tromba terminar de endurecer em contato com a minha língua, só que a cabeça me engasgou, metade da caralha afundou na faringe e ainda sobrou mais de um palmo pra fora da minha boca, a ponto da pica do Eric Bruno parecer uma minhoquinha ao lado da piroca do pai dele.
- FFFF! Bora, putinho, engole tudo! Tu não é viado?! Viado tem que engolir no talo, é sem frescura!
- Tô tentando, mas é impossível! Quem mandou ser pirocudo, cara?! – fiquei indignado com a dimensão da tora.
- Não quero que tente, quero que consiga! Anda, abre bem. Isso! Lambuza minha vara, fica com pena não. Gasta a boca, cospe nela! SSSS! – e tornou a forçar a mão atrás do meu pescoço, no intuito de ditar a profundidade.
- GHHMM! MMM! – enchi a boca, babei e fiz saliva pingar no tapete da sala, foi bom demais me esgoelar naquela marreta.
Com ele não teve mamada ou bola gato simples, foi garganta profunda já de cara e sem mimimi. Me esforcei pra satisfazê-lo e suei pra caralho no início do sexo oral, mas nem quando arreganhei os beiços consegui espaço suficiente pra engolir o piruzão inteiro, porque eram quase 28cm de arrogância e prepotência. Tortão, largo do começo ao fim, com a uretra parecendo uma manilha e o prepúcio em formato de tromba.
- Delícia de rola! Como pode a cabeça ser rosinha e o couro tão escuro? A glande lembra um morangão.
- Tem que ser muito bicha pra gostar de rola grossa.
- E como eu gosto! Dá vontade de mamar a noite toda. O senhor não imagina quantas vezes eu cheirei suas cuecas depois do trabalho, seu Ricardo. – confessei.
- Tu acha que eu não sei quando mexem nas minhas roupas?
- Você sabia?! – não acreditei.
- Até joguei leitinho na cueca pra tu cheirar, viadinho. Sei que tu gosta. Eu escuto até o que o Eric apronta contigo naquele quarto, não pense você que não.
- MENTIRA!? – foi eu abrir a boca e ele atolar meio metro de pilastra na minha garganta de novo.
- Cala boca, porra! Quer que eles escutem?! Chupa, engole! Na goela, quero ver! – e jogou no fundo das amídalas, seu saco chegou a estufar no meu queixo.
Nada que eu escrever aqui fará jus à satisfação de deixar um quarentão parrudo e peludo feito o Ricardão arregaçar minha boca. Lacrimejei de nervoso e de tesão conforme ele varetou minha cara, dei aquela massagem quente nos bagos durante a chupada, usei a outra mão pra alisar o peitoral cabeludo do pai do Eric e aproveitei pra apertar seus mamilos durinhos.
- ISSO, BOIOLA! AÍ SIM, MAMA! SSSS! – ele contorceu os dedos dos pés e se esticou na poltrona.
Nesse meio tempo, meu nariz mergulhou nos pentelhos do púbis dele, o brutamontes prendeu minha cabeça de encontro à cintura e eu sustentei mais de vinte segundos com a piroca cravada e latejando na garganta, nem eu sei de onde tirei tanta bravura. A cada pinote da mamba negra, Ricardo grunhia de prazer, revirava os olhos, mordia o beiço e me olhava com cara de piedade, como se fosse meu dono, meu adestrador.
- Não importa a época, viado é sempre viado. Não podem ver piroca que já querem mamar.
- Do jeito que o senhor fala, parece até que já botou outros caras pra mamar antes. Cê deve ter sido o terror nos tempos de garotão, não? – fiquei curioso.
- A gente se vira como pode, garoto. Macho que é macho aprende a comer o que tem. Quando eu tinha tua idade, não passava fome. – ele admitiu que era comedor alfa.
- Agora entendi por que o Eric é safado desse jeito. Puxou o pai. Hahaha!
- Não me compara, seu bicha. Não tenho tua idade, comigo o papo é outro. Engole, abre a boca! SSSS! – e me fez engasgar de novo, de novo e de novo.
Tragar a verdura do coroa e tomar sacadas na mandíbula foi o suprassumo. Tentei engolir um dos culhões, mas era anatomicamente impossível, dado o tamanho acima do normal e o volume do saco. Às vezes Ricardo ficava impaciente com as minhas tentativas de abocanhar tudo, forçava mais da metade da trolha na minha garganta e eu derramava as lágrimas mais safadas que já derramei na pica de um macho.
- Gargareja no meu pau, garoto, isso! FFFF!
Bom demais ter aquele borracheiro peludo de pernas abertas só pra mim. Deixei fuder minha boca, depois desci devagar e fui lambendo cada parte do corpo dele, começando pelo púbis, virilha, coxas, canelas e finalmente os pés. Apesar do Ricardo ter tomado banho antes de dormir no sofá, ainda deu pra sentir um pouco da ambrosia de ferrugem e óleo, típica de macho que trabalha em oficina mecânica. Uma testosterona diferenciada, sabe?
- Gosta de cheiro de homem? Toma, então, cheira essa porra. – ele fechou o braço na minha cara e me asfixiou na axila suada, eu saí zonzo.
- O senhor não goza nunca? – minha mandíbula cansou de tanto mamar.
- Já viu macho gozar só na chupada? – resmungou.
- Tá querendo dizer que...?
- Não tô querendo dizer nada. – ele me virou de costas com muita facilidade, arriou meu short e apertou minha bunda. – Só cuzinho pra matar a fome que eu tô. Tá limpo, moleque?
- Olha, tio Ricardo, melhor não. Sua piroca é enorme, mal coube na minha boca. Se eu der o cu, vou sair daqui na cadeira de rodas. Cê vai acabar comigo. – me resguardei.
- Foi isso que tu respondeu pro Eric quando ele te enrabou? – o desgraçado fez pouco caso, arreganhou minhas nádegas e cuspiu dentro. – Deita aqui no sofá, não banca o sonso pra cima de mim. Viado raiz aguenta no cu sem chorar.
- Mas sua pica é muito grossa! Tem certeza? O senhor vai me rasgar no meio! – que tentação.
- Nada, deixa de onda. Tu vai gostar de sentir meu pau, só vem. Abre as perna, vambora. – o pai do Eric me virou de franguinho assado na beira da poltrona, pincelou a ponta da chibata na porta do meu cu e...
Foto 1 do Conto erotico: O pai do meu amigo é um mecânico dotado e muito gostoso!


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O pai do meu amigo é um mecânico dotado e muito gostoso!

Codigo do conto:
253563

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
30/01/2026

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