Ela meteu em todo mundo- parte I

Olá, meu nome é Tony, tenho 49 anos, casado com uma linda mulher, Maria de 43, ambos com uma razoavelmente boa a saúde financeira. Estávamos a caminho de São Paulo, numa noite chuvosa, pouco trânsito naquele dia. Maria, não sei por que motivos, lembrou-se da indecente proposta que sempre lhe faço: visitarmos uma casa de swing longe de nossa casa no interior. Maria trouxe aquilo como se estivesse apenas lembrando-se de nossas conversas, mas eu sabia que talvez houvesse alguma abertura naquela fala. Meio que na cara de pau logo disse — por que não procuramos um lugar seguro mas que eu possa oferecer essa experiência pra nós? Como sempre conversamos, iríamos somente para observar e nos excitarmos. Jamais imaginei que eu viria um OK como resposta. Naquela hora meu coração já se acelerou, fiquei até um pouco frio mas disse: vou parar o carro e vamos pesquisar na internet. Assim fizemos até que encontramos um determinado lugar (que não vou citar o nome ), com um preço relativamente alto pois achamos que seria mais seguro assim. GPS na telinha, seguindo adiante e já muito excitados com a ideia. Coloquei a mão entre as coxas dela e já senti aquele clitóris um pouco mais inchado e uma certa melequinha babando mais abaixo e escorrendo pelo cuzinho. ela também começou a mexer no meu pau por cima da calça, no entanto devido ao nervosismo daquele momento, estava sentindo muito prazer e tesão, mas estava com uma certa dificuldade de ficar ereto embora com o pau também já bem babadinho. Ela se excitou com aquela baba, e passou nos próprios lábios como se fosse um brilho labial, olhos brilhantes e pupilas dilatadas antevendo o prazer, beijando-me logo em seguida sem se atentar que estávamos no meio do trânsito. Pude sentir o gosto salgadinho que saiu do meu pau nos lábios dela. Não aguentei de tesão e, apesar dos perigos de São Paulo à noite, por estarmos num bairro nobre me arrisquei a parar sobre uma árvore para receber um delicioso boquete. Ali sim, fiquei duro como uma rocha na boca dela. Ela chupava levemente, me provocando, fazendo eu precisar de uma chupada mais profunda e forte. Mas ela não deu essa chupada, ao invés disso ao perceber meu pau pulsando já prestes a gozar segurou a base do mesmo e disse naninanão. Vai ter que me fazer gozar muitas vezes nessa casa de swing antes de poder soltar esse leitinho. Por volta de 40 minutos depois desse momento chegamos no endereço mencionado, extremamente discreto, Porém com manobrista. O lugar jamais seria identificado se não soubessemos o endereço. Achei prudente estacionar no local, pois tudo pra nós ali ainda era um pouco assustador. Entrando no local com uma porta de madeira alta lembrando algo que precisava ser discreto chegamos a uma recepcionista lindíssima e, ao contrário do que se pensa com um vestido longo sem decotes e um olhar extremamente profissional mas também acolhedor. Me disse a moça - aqui ela não paga mas infelizmente você sim sorrindo mansamente. Perguntou —São casal? Respondi que sim, sorri de volta, paguei o valor solicitado e entramos com nossas pulseiras de consumo nos braços. Para nossa surpresa, embora extremamente excitados esperando uma suruba, nos deparamos apenas com 1 bar com meia luz, várias mesas e pessoas conversando. Sentamos ali um pouco para nos ambientarmos com o local, pedimos uma tequila para acalmar o coração e ficamos procurando aonde é que rolava a putaria desenfreada. Até que Maria avistou uma cortina que, pela cor vermelha já denunciava onde era a diversão. Terminamos a bebida relativamente com pressa, pois estávamos ansiosos para ver o que viemos ver. Até aquele momento ninguém havia nos abordado, puxado conversa ou oferecido qualquer coisa, exceto o garçom com as bebidas e extremamente gentil e discreto. Computou o valor na nossa ficha e saímos em direção à cortina vermelha que, tinha por trás uma porta com excelente isolamento acústico. Não precisamos tocar na porta, pois abriu automaticamente. Maria tendo ido sem calcinha a meu pedido, pegou na minha mão e quis me mostrar que havia se tocado e estava com sua mão melada, com líquido da xoxota perfeita que tem, de tamanha excitação. Só essa experiência já teria valido à noite mas Maria me surpreendeu muito mais. Como sempre conversamos, ela sabia que eu ficaria enciumado se fizéssemos qualquer coisa além de olhar e ela por sua vez, também ficaria bastante. Mas ela sabia que eu me vangloriava de não ter ciúme de ela com outra mulher, embora esse pensamento fosse quase incogitavel para ela. Entramos e logo nos deparamos com um Glory role. Confesso que fiquei muito doido pra colocar meu pau ali só pra ver o que rolava, mas não estava sozinho e tive que me conter. Logo depois daquela inusitada entrada, vimos casais se pegando e várias cabines com vidro e cortinas para você poder decidir se quer se exibir ou quem um pouco de privacidade, mas nenhuma delas tinha porta denotando que alguma coisa, ali, você teria que compartilhar. Percebi que as mulheres ali eram mais desinibidas e talvez que, estivessem ali por causa dos maridos. Fato era que se adaptavam ao local muito melhor do que eles. Subitamente, Maria recebeu duas mãos quentes em sua cintura, de uma linda morena de seios grandes, cintura fina e um hálito doce que pude sentir mesmo tendo ela, se dirigido apenas à Maria. — Oi, disse ela. Posso me juntar a vocês? Maria sem saber o que dizer, muito sem graça com a situação porém, como sempre, muito bem educada e discreta disse — mas é claro, assim pode nos explicar como é que funciona esse negócio aqui. Quando aproximou sua boca da orelha da Maria para agradecer e, percebendo que a energia fluía puxou o lóbulo da orelha da Maria com a boca num rápido movimento para evitar uma improvável mas possivel rejeição. Pude perceber o pescoço da Maria se arrepiando inteiro com aqueles cabelinhos loiros safados. Imaginei que já estava molhada antes daquilo, agora então devia ter aquele suco escorrendo pelas pernas. na sequência, nos dirigimos para uma mesa que estava vaga e nos sentamos os três. Tânia nos contou que estava ali com seu marido, bem como nos contou da sua primeira vez no local. Era Psicóloga e, devido a todo o estresse de seu trabalho acabou vendo na ideia do marido, uma válvula de escape para si mesma. Contou-nos que para tentar dissuadir o marido daquela ideia maluca, inicialmente só aceitou frequentar aquele ambiente se fosse pra ele ser comido e não ela. Nesse momento rachamos o bico, mas nem imaginávamos o que estava por vir. Nos disse também que gostava de abordar casais recém-chegados pois gostava da ideia de acolher como tinha sido acolhida em sua primeira vez, além de achar extremamente excitante reações como a da Maria quando teve sua orelha chupada. Após a nossa longa risada, Tânia colocou sua mão no braço de Maria e enquanto conversávamos percebi, aquele dedinho do meio acariciando, já com segundas intenções o antebraço de Maria. Aqueles estímulo para Maria estava sendo mais excitante, talvez, do que uma penetração. Já tendo bebido algumas doses de tequila e, extremamente excitada, Maria ainda mais ousada do que Tânia, pousou a mão sobre sua coxa. Tânia também sob efeito de suas Tequilas e, já com segundas intenções segurou a mão de Maria e a colocou no meio de suas coxas(obviamente sem calcinha). Aquilo que parecia impossível estava finalmente acontecendo. Maria não conseguiu disfarçar a cara de prazer e, como tinha facilidade para gozar, incrivelmente começou a se contorcer naquele momento, surpreendendo Tânia que ficou abismada com aquele orgasmo gerado pela excitação de simplesmente colocar a na vagina de Tânia, sem nem ao menos estar sendo tocada. Tânia por sua vez, vendo aquilo molhou os dedos de Maria que já, como se houvesse virado uma chave, estava com olhar extremamente à vontade e começando a masturbar Tânia. Naquele momento entendi, que só faltava um beijo das duas, o qual Maria olhou nos meus olhos e eu, já entendi o que estava pedindo. Assenti com a cabeça e Maria, com uma mão na xoxota de Tânia, puxou a pelo pescoço suavemente como uma mulher delicada faria e deu-lhe um beijo extremamente sensual, não fazendo questão de esconder sua língua e, ao mesmo tempo lambendo os lábios de Tânia que a essas alturas já colocou também sua mãozinha delicada na xoxota de Maria. Essa também sem calcinha já sugou o dedinho de Tânia para dentro de sua vagina já contraída pelo primeiro orgasmo. Eu, já desesperado de tesão vendo aquela cena não sabia se pedia uma pipoca pra ficar assistindo ou, se tentava me enturmar ali. Resolvi ficar na minha para não ser invasivo e aguardar que elas me notassem e me chamassem. Afinal de contas, estava curtindo demais aquela situação. Evitei novas doses de tequila pra não comprometer o meu possível desempenho sexual naquela noite. Maria então, sussurrou alguma coisa no ouvido de Tânia, e a recíproca foi verdadeira. Maria deu uma longa risada e disse: — tenho quase certeza que ele topa sim. Já me imaginei no meio das duas chupando, sendo chupado e gozando nos peitos de ambas com uma punheta deliciosa, meu saco acariciado por uma e a outra pondo o dedinho no meu cu. Alisando meu pau por cima da calça, aguardei a proposta.
Continua na parte 2
Foto 1 do Conto erotico: Ela meteu em todo mundo- parte I

Foto 2 do Conto erotico: Ela meteu em todo mundo- parte I


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Comentários


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lozo Comentou em 31/01/2026

Conto gostoso demais, delicioso, maravilhoso. Deixar a esposa, a mulher livre leve e bem soltinha é bom demais e se poder participar ou incentivar, apoiar pra ela fazer o que quiser e bem entender pra lhe dar e sentir prazer tudo fica bem mais gostoso. votado e aprovado




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Ela meteu em todo mundo- parte I

Codigo do conto:
253565

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
31/01/2026

Quant.de Votos:
3

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