Aquela sensação de liberdade, de proibido me enche de tesão.
Sempre vou pra rede com uma Bermuda sem cueca, levo uma mesinha, óleo e o celular e ali passo horas brincando com meu pau cheio de óleo, escorregadio puxando a porra até a cabeça dele em ponto de explodir, aí diminuo o ritmo e controlo, vejo outro vídeo e outros e assim vai até o momento que me concentro na gozada.
A varanda é meio encoberta com algumas árvores e fica o local perfeito pra essa prática relaxante.
O que eu não sabia e nem imaginava era que algumas vezes a minha vizinha ao lado escutava meu gemido na hora que eu gozava dispertando nela a curiosidade de saber o que acontecia na minha varanda.
Ela, mulher casada, morena Jambo, cabelos longos, lisos e negros lembra bem uma Índia, tipo 1,65 de altura, uns 65 kg e uma voz rouca, que trabalha em home office, começou a ficar mais perto da divisa do muro onde é a área gourmet da casa dela.
Sempre a tarde, por volta das 15 horas, após chegar do trabalho eu ia pra rede e ali ficava, as vezes levava uma bebidinha, um Drink pra acompanhar e sempre acabava em uma explosão de gozo com respiração bem ofegante e alguns gemidos que escapavam.
Certa vez, estava na rede bem concentrado na minha punheta e percebi um vulto por cima do muro onde é mais baixo e parei... fiquei olhando mas depois achei que era só sisma mesmo.
No dia seguinte ao sair pra trabalhar me encontrei com a Silvia, a tal vizinha, ela estava varrendo próximo ao seu portão e eu a cumprimentei como sempre fazia, um bom dia meio seco, sem muita conversa até pq apesar de sermos vizinhos a anos não tenho muito contato com o casal, só mesmo eventual.
Percebi que ela ficou me olhando meio estranho mas tmb não dei muita confiança.
Os dias passaram e percebi que ela ficava mais ali no portão no horário que eu saía pro serviço e eu a cumprimetava com aquele bom dia meio seco e ela tentava estender algum assunto aleatório e assim ia a vida.
Um dia, eu estava na varanda no meu momento quando de repente o interfone tocou, escutei, fiquei quieto e continuei ali vendo meus vídeos, segundos depois tocou de novo aí pensei... atender essa porra logo pq senão não teria sossego.
Para minha surpresa era Sílvia.
Ela me falou com aquela voz rouca... Renato, desculpe incomodar... aí pensei... que será? Eles nunca bateram aqui pra nada.
Bom... respondi ela pelo interfone... oi Sílvia, tudo bem.
Ela logo falou, sim, tudo bem.
É que eu estava aqui na minha área e percebi uma trinca no muro de divisa e queira lhe falar sobre isso.
Pensei comigo... trinca? Olhei pela janela na reta do muro e não vi nada.
Falei com ela, a tá vou te atender aí, vesti minha Bermuda com uma cueca, uma camisa e fui ao portão.
Ela falou sobre a trinca aí falei com ela que depois olhava isso com o marido dela, ela perguntou se eu não tinha visto eu disse que não, ela falou que achava estranho pq a trinca do lado dela tava grande e aumentando, e eu sem saber o que fazer, querendo dispensar a vizinha, até que ela perguntou se poderia entrar pra dar uma olhada pq tava muito preocupada.
Pensei... deixar entrar logo e ela vê que não tem trinca vai embora e me libera.
E assim foi, entramos ela foi andando pela varanda pro lado da rede e estava a mesinha, com o óleo corporal em cima, um copo com um drink, e meu Cel.
Vi que ela olhou aquele cenário meio que estática como se admirasse algo que já havia visto, então falei com ela... tá vendo, desse lado não tem trinca, ela falou tem sim e me mostrou uma pequena fresta a baixo de uma bancada que fica na varanda
que eu não tinha visto, me abaixei e olhei pela fresta e vi a área da casa da visinha.
Levantei pensando... Puta que pariu, de lá ela vê aqui.
Olhei pra ela sem falar nada, meio assustado, me sentindo invadido na minha privacidade, no meu momento e pensando e agora?
Foram alguns segundos em silêncio e não sabia o que falar.
De repente me veio na ideia o seguinte...
Estou na minha casa, no meu momento, nunca fui na casa deles então não preciso me sentir mal com isso não, se tem alguém errada nessa história é ela e aí olhei bem nos olhos dela e fiquei esperando que ela falasse algo.
Ela começou a respirar um pouco mais ofegante como se soubesse o que eu pensava, não conseguiu mais me olhar fixamente, olhou pra mesinha, pegou meu Drink e tomou um gole e olhando sobre o copo tomou outro gole maior, deitou se na rede olhando pra mim, colocou as mãos nas coxas morenas e foi lentamente subindo seu vestido branco de florzinhas rosas e vermelhas até começar a parecer a Fenda da bucetinha dela, na hora meu coração acelerou e o pau deu aquela fisgada e pensei... vou comer essa Índia casada agora.
Segurei meu pau por cima da Bermuda e cheguei perto do rosto dela com a esperança dela fazer aquele boquete que a muito ninguém fazia em mim, ela colocou a mão no elástico da Bermuda forçou um pouco pra baixo sem abaixa-lo insinuando pra que eu tirasse.
Tirei a Bermuda e cueca juntos e minha pistola já tava trincando, cabeça brilhando por causa do óleo, ela colocou a mão na minha cintura a cima da minha bunda e puxou me em direção ao rosto dela, nesse momento fechei os olhos e esperei aquela boquinha agasalhar a cabeça do meu pau e parecia uma eternidade pra isso acontecer, ela passou o rosto no meu pau, esfregou no meu abdômen, voltou passando o queixo por cima do meu pau até a cabeça rosada e inchada, esfregou o outro lado do rosto na lateral do meu pau que estava latejando de tanto tesão e depois disse... muito cheiroso... cheiro de óleo trifásico de Maracujá, cheiro de longas horas de punheta, cheiro de longas horas de Siririca te assitindo do outro lado.
Aí fui conectando as ideias, aquela filha da puta me viu sobre o muro e deu jeito de ficar me espiando e se acabando na Siririca pelo muro enquanto eu batia minhas longas horas de punheta.
Ela pediu que eu sentasse na rede de frente pra ela e assim o fiz.
Ela me disse, não vou dar pra vc, não vou chupar seu pau e nem vou pegar na cabeça dele, vamos apenas brincar juntos,
vc faz oq vc sabe fazer e eu tmb.
Ela tomou mas um gole grande do meu Drink e acabou de levantar o vestido mostrando aquela bucetinha lisinha com aquele grelo cheio de sangue que parecia mais um mico pau, pegou o óleo na mesinha e pingou algumas gotas na bucetinha dela outras no meu pau e começou a bater uma Siririca bem devagar fazendo movimentos circulares em cima do grelo e de vai e vem em cima daquele grelo grande.
Eu fiquei olhando com o pau torando de tão duro.
Pensei se ela por a mão no meu pau eu esporro nela toda, não vou conseguir segurar.
Ela se acomodou recostada na rede de frente pra mim com as pernas bem abertas e sobre minhas coxas, tomou mais um gole do Drink e continuou na Siririca segurando o grelo com o polegar e indicador da mão direito como se batesse uma punheta.
Naquele momento o cheiro da buceta dela com óleo de Maracujá vinha no meu nariz como se ela esfregasse aquele grelo na minha cara.
Coloquei minhas mãos nas coxas dela e fui descendo levemente em direção de sua virilha e quando cheguei bem perto ela segurou minhas mãos, me olhou de disse. Hã Hã... não pode... é do meu marido.
Ali entendi que era só brincar mesmo.
Respeitei o limite imposto e concentrei no meu próprio prazer.
Segurei a cabeça do meu pau com a mão direita e fui lentamente batendo aquela punheta que sempre batia ali mesmo, na rede, na varanda, só que naquele dia acompanhado e tava muito gostoso.
Fomos nos masturbando e as respirações foram aumentando, ela começou a precionar as coxas contra as minhas a emitir um sussurrar rouco e intenso, olhou pra mim e gozou como se fosse a puta mais pervertida do bairro, ficou trêmula, respirando em falcetes, tremendo queixo como se estivesse com muito frio, e me olhando com lágrimas nos olhos como se chorasse de tesão.
Vendo aquilo tudo acontecer, não me contive e jorrei um gozo intenso que foi no abdômen dela e dei uns 4 jatos de porra nela que veio escorrendo ate a buceta e indo pro rego da bunda.
Fiquei ali uns instantes trêmulo tmb, extasiado com a experiência, ambos em silêncio e eu querendo lamber aquela porra toda da buceta dela que ia pro cuzim tmb.
Bom, nos limpamos ela pediu mais um Drink, preparei e ficamos conversando um pouco onde ela me contou que algumas vezes ouviu alguns gemidos e respirações ofegantes, pensou que poderia ser algumas outras coisas, mas que depois começou a imaginar que poderia ser gozo de macho, subiu no muro e me viu na punheta e daí pra lá ficou louca de tesão.
Começou a sempre me esperar no meu momento e ficava me ouvindo, queria me ver mas pelo muro eu a veria tmb, então teve a brilhante ideia de pedir o marido dela pra pegar um quadro na área gourmet deles, estrategicamente na direção de onde ficava minha rede.
Depois começou a fazer com uma chave de fenda um furo atrás do quadro quando nem eu nem o marido estava em casa até que ela conseguiu ter acesso pra me olhar.
Depois desse dia tivemos mais dois encontros pra realizar a mesma prática e foi muito gostoso e intenso, mas nunca colocou a mão ou boca no meu pau nem deixou eu tocar nela, sem beijos, abraços e sem sexo.
Só coxas sobre coxas e jorro de porra no abdômen dela.
Atualmente, não temos nada e pouco a vejo e quando encontramos me cumprimento como se mal me conhecesse.
renatocontosreais