O Encontro no Corredor

Tudo começou em uma festa de amigos, um encontro que daria início a um relato real e carregado de desejo. Meu nome é Rodrigo e, na época, aos 27 anos, eu já exibia o que muitos chamam de "corpo de marido": robusto, com barba e pelos que sempre atraíram olhares. Bissexual assumido desde cedo, eu nunca segui os padrões de academia, mas sabia exatamente o impacto que causava.
Conheci o Matheus durante um projeto de trabalho. Ele era o retrato do homem "para casar": alto, com cerca de 1,80m, forte e com uma barba bem cuidada. Tinha aquele físico de quem se exercita, mas mantinha uma barriguinha irresistível. Embora minha primeira impressão fosse de que ele era heterossexual, descobri por amigos em comum que ele também era bi. No entanto, havia um aviso: Matheus era estritamente ativo e, segundo os boatos, extremamente dotado. Como eu também sempre assumi o papel de ativo e nunca me senti confortável com a ideia de ser penetrado, o desafio estava lançado. Pensei que, se não houvesse sexo, ao menos um beijo daquele homem eu teria que arrancar.
A aproximação foi magnética. Naquela mesma noite, percebi que ele me devorava com os olhos. Minha libido, sempre alta, disparou. Fiz questão de ajustar meu volume — um pau de 18cm, grosso e já pulsante — por cima da bermuda. Ele tentou disfarçar, mas o brilho no olhar entregava que sua atenção estava totalmente voltada para minha bunda.
No dia seguinte, as redes sociais confirmaram o interesse. Ele já me seguia no Instagram e, assim que retribuí, a primeira mensagem surgiu. O papo fluiu sem pressa até que ele tomou a iniciativa de me convidar para um café. Marcamos o encontro dois dias depois, embora a expectativa estivesse morna devido à frieza das últimas mensagens. Eu não fazia ideia do que estava por vir.
O café transcorreu normalmente até que decidimos caminhar até o meu apartamento, já que morava perto. Durante o trajeto, eu não conseguia parar de observar o corpo dele: a bermuda marcava um volume pesado e a barba parecia ainda mais atraente de perto. Ao chegarmos na entrada do prédio, convidei-o para subir.
O clima mudou assim que entramos no corredor deserto que levava ao elevador. Em tom de ironia, comentei: "Poxa, achei que ia ganhar pelo menos um beijo hoje". Antes mesmo de eu terminar a frase, ele me prensou contra a parede. O beijo foi bruto, urgente, carregado com todo o peso daquele homem sobre mim. Nossos paus se chocaram imediatamente.
Sem perder tempo, enfiei a mão em sua bermuda e encontrei uma rola pesada, ainda mais robusta que a minha. O cheiro de sexo e o contato com os pelos da barriga dele me deixaram em transe. Colocamos nossos membros para fora e, com uma mão firme e grande, ele uniu os dois paus e começou a punhetá-los simultaneamente.
Ali, no corredor do prédio, o mundo desapareceu. A fricção era frenética, acompanhada por beijos vorazes. O ápice veio rápido: gozei direto em seu pau e nos seus pelos em oito rajadas intensas. Logo em seguida, ele segurou meu pau com ainda mais força e descarregou uma porra grossa e quente, sujando minha virilha. Ele soltou um gemido grave, de quem estava acumulado há muito tempo.
Mesmo após o gozo, a tensão não se dissipou. Nossos paus continuavam rígidos, lambuzados, esfregando-se um no outro enquanto ele me empurrava novamente contra a parede. O corredor estava impregnado com o cheiro do prazer. Ele guardou o pau, deu-me um último beijo ardente e, antes de se retirar, sussurrou no meu ouvido:
— Na próxima, eu quero gozar grosso dentro do seu cuzinho.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico gorp95

Nome do conto:
O Encontro no Corredor

Codigo do conto:
253582

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
31/01/2026

Quant.de Votos:
9

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