Reencontro com minha ex-colega de trabalho qual era apaixonado

Este conto é totalmente real, cada detalhe aconteceu - é a primeira vez que escrevo e posto, espero que os leitores gostem para que eu possa melhorar e escrever mais.

Tem essa minha ex-colega de trabalho, se chama Patricia
Em 2017, quando trabalhávamos juntos, eu era super gamado nela. Ela só ia de calça jeans apertada e salto alto pro escritório, valorizando sempre aquela bunda deliciosa que ela tinha. Passava do meu lado e me deixava maluco.
Ela era mão solteira, mas nunca mexi com ela, afinal, eu era casado.
Até que ultimamente, quase 10 anos depois que fui embora daquela cidade, começamos a bater uns papos e ela disse que se eu aparecesse por lá, iríamos sair.
Então semana passada, lá, chamei ela. Fomos apenas num espetinho, comemos pouco e ficamos conversando sobre o passado. Ela estava com um vestidinho solto e curto, mostrando um pouco de suas lindas pernas, braços livres, valorizando suas tatuagens e sem muita maquiagem, sempre bem natural. Linda.
Ela tem a minha idade e hoje, duas filhas, a mais nova de uns 7 anos.
Deixando ela em casa, ela falou que não iria ficar comigo, mas nossa química estava forte e explícita, então nos beijamos, dentro do carro. Foi um beijo longo, lento, gostoso. Foi acendendo uma chama em nós. Eu passei minha mão pelo seu corpo e ela retribuiu, mas já com tesão, aliciou meu pau, por cima da calça. Eu estava super duro.
Também comecei a passar a mão nela, pegar em suas pernas, sua bunda e de leve, em sua virilha, por cima de sua calcinha, mas sentindo os lábios de sua buceta.
Parece que ela tentou subir no meu colo, mas a caminhonete não é muito confortável, ela ela meio que só deu uma deitada em cima de mim e conseguimos ficar mais grudados, sempre nos acariciando muito, parecíamos dois namorados que iniciaram recentemente.
Ficamos assim por uns 10 minutos apenas. E foi só isso. Nos despedimos, ela desceu do carro e fui pro meu hotel.
Mais tarde, ela me manda mensagem, dizendo que adorou e perguntou se eu estaria mais uma noite na cidade, para que pudéssemos nos ver novamente. Disse que ficou doida para transar comigo, mas nesta noite acabou que não deu muito certo.
Eu tive que ir pra outra cidade viajar, mas voltaria pra lá, apenas para nos vermos novamente.

O segundo encontro:

Me planejei e consegui voltar dois dias depois para dormir na mesma cidade.

Patricia disse que sairíamos no seu carro, que era mais confortável (já estava demonstrando seu interesse).

Eu me preparei bem, sabia que a noite seria boa, até fui na farmácia e comprei camisinhas. Ela me ligou e fui até sua casa. Trocamos de carro e ela fez eu dirigir (ainda bem), até o restaurante japonês, onde comemos sushis.

No restaurante, chegamos como casal, até de mãos dadas. Eu estava de calça jeans, tênis e camiseta, bem normal. Ela de vestido longo, que escondia bem suas curvas, que eram de chamar a atenção. Apenas o decote mostrava mais. Seus peitos são de bom tamanho, nem pequenos e nem muito grande. Chegamos de mãos dadas, como dois namorados mesmo. Eu adorei ela mostrar que estávamos juntos mesmo.

A janta foi leve, sabíamos que não podíamos estar com estômago cheio para o que viria depois. Paguei a conta e saímos em seu carro, um SUV realmente bem espaçoso por dentro.

Passeamos pela cidade e ela já foi sincera comigo dizendo que não me levaria para sua casa e pra ajudar, a cidade é tão pequena, que nem motel tinha. Para meu quarto de hotel ela também não quis ir, pois tinha receio de encontrar clientes do seu trabalho ou alguém conhecido próximo.

Dessa forma, nos sobrou uma aventura. A cidade possui um lago, onde podemos ir com o carro, e parar bem aos fundos, em um bosque, totalmente escuro e deserto. Foi o que fizemos.

Chegando lá, ainda bem que não tinha ninguém, estacionei num canto próximo as árvores e desliguei o carro deixando tudo bem escuro, mas conseguíamos nos ver bem, devido luar. Afastei meu banco mais para trás possível e deitei o encosto. Ela já pulou em meu colo e começamos beijos e pegação que parecia que estávamos pegando fogo.

Mãos bobas pra lá e pra cá, ela puxou minha mão e levou para sua bucetinha que já estava toda melecada. Eu apenas acariciei de leve e disse que estava doido para sentir seu gostinho, queria chupá-la muito, me lambuzar todo com seu mel. Maravilhada, pediu se podia me chupar também, e já foi abrindo minha calça.

Baixei um pouco, botei meu pau pra fora que já estava bem animado, ela então, sentou em seu banco e começou, sem cerimonias, a chupá-lo como se já soubesse que ele era gostoso. Ela chupava com vontade, simples, no vai e vem, mas me deixava delirando de tesão. As vezes beijava minha boca, ainda quente de se deliciar em minha pica, que é bem grossa, branquinha e cheirosinha.

Logo ela tirou sua calcinha, mas não o vestido, baixou um pouco a parte de cima e pude chupar gostoso seus peitos após ela vir por cima de mim, arrumando meu pau para encaixar em sua buceta. Foi rápido, meu pau entrou todinho, pois ela estava com muito tesão e já bem lubrificada.

Eu contei pra ela que eu era vasectomizado e essas palavras foram um alívio, pois poderíamos transar sem preocupação de usar camisinha. Ambos, super limpos é claro.

Então ela começou, cavalgava com força, demonstrava que realmente, há muito tempo, também tinha vontade de me ter como seu macho, possuindo-a como se fosse apenas minha. E era, naquela noite.

Eu falava pra ela, que era minha mulher e eu seu dono, estava lhe comendo do jeito que ela imaginava. Toda fantasia que já tivemos um com o outro um dia, estava sendo realizada alí. Ela gemia alto, quase gozando, me chamando de gostoso e que estava adorando minha pegada, que sim, era uma pegada forte em suas curvilíneas que eu sempre sentia tesão só de olhar.

Continuou cavalgando e se masturbando ao mesmo tempo, até que gozou a primeira vez, soltando apenas um pequeno gemido de “uau”. Mas antes de se entregar ao cansaço, ela se virou e sentou agora no meu membro, de costas para mim e continuou o mesmo movimento, só que dessa vez, eu levei minha mão à sua frente, por cima de suas pernas e, comecei a siriricar seu clitóris. Meu dedo estava todo cheio do gostinho dela, que pude sentir ao lambê-lo, Fiz isso algumas vezes.

Ela gozou assim novamente, sentando em mim, nós dois no banco do motorista do carro, sem conforto algum, mas não importava naquele momento, apenas o quanto nossos corpos estavam em sintonia, interligados e colados um ao outro, bastava. Nem o calor da região mais quente do Brasil estava nos atrapalhando.

Eu continuei empurrando minha pica dentro dela e poucos segundos depois, seu terceiro orgasmo veio. Ela sem acreditar que aquilo tinha acontecido, não sabia explicar, mas sabia que foi verdadeiro, devido à chama que tínhamos acendido alí.

Ela voltou para seu banco, e ficamos um pouco nos acariciando e beijando na boca, com movimentos leves, apaixonados inclusive.

Eu a fiz deitar seu banco e disse que agora ia por cima. Consumi ela como se fosse uma indefesa embaixo de seu homem. Assim, eu montei nela, com suas pernas abertas e empurrei meu pau lá no fundo, e fui fazendo assim, dominando-a, como se a segurasse para não ter como fugir, mas lógico, ela não queria sair dalí nunca.

Ainda conseguia ir mais longe, mas ela pediu que eu gozasse dentro dela, pois queria sentir meu leitinho quente dentro do seu corpo, então com força, estoquei até gozar muito e soltei um urro, não tão alto, mas daqueles que fez ela sentir o quanto eu tinha chegado ao meu ápice junto dela. Devo ter enchido ela de porra, pois fazia alguns dias já que eu não gozava. Patricia tbm há muito tempo não transava com ninguém. Falou para mim que era muito bom sentir aquilo, um homem gozando dentro dela e agora de papel invertido, eu dominado e vulnerável por aquela leoa.

Ficamos naquela posição ainda por um tempinho. Ela fez uma coisa que ainda sinto até hoje: pompoarismo. Eu a sentia contrair sua vagina que estava com meu pau lá dentro ainda, apertando-o com força, como se não quisesse deixar que ele escapasse. Quase fiquei totalmente duro novamente, pronto para outra.

Mas precisávamos ir, chegou outro carro próximo, provavelmente algum outro casal que ia aproveitar aquele escurinho no bosque.

Ela se limpou, eu levantei ao lado do carro, só de calça e sem camisa. Ela continuou me fazendo elogios, que estou bem e o quanto aquilo foi bom. Depois disso ficamos um bom tempo alí conversando e comentamos que agora temos uma amizade colorida rss, que preciso me programar para voltar pra ver ela. Não ficamos trocando mensagens, nos falamos pouco, não temos compromisso nenhum com o outro, então não vamos nos envolver um na vida do outro, mas sabemos que temos essa química e que fome, juntos não passaremos.

Apenas de vez em quando nos mandamos alguma mensagem, sem nada demais, mas com toda vontade de relembrar essa noite e pedir por mais.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico johnny23

Nome do conto:
Reencontro com minha ex-colega de trabalho qual era apaixonado

Codigo do conto:
253586

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
31/01/2026

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