Olá, aqui é o Salis. Já vai fazer 5 anos deis de que publiquei meu primeiro e único conto aqui. À época estávamos namorando havia também 5 anos, e quis escrever e mostrá-la, para aguçar sua safadeza! Não por necessidade ou para resgatar nada, pois nosso tesão um pelo outro está sempre em voga. Apenas porque podia e queria. Sempre adorei safadezas. Ela por sua vez é uma putinha inata, e estou sempre estimulando essa faceta da sua personalidade. Adoro ela bem puta, sem vergonha, sem pudores. Uma completa vadia safada. E, a quero sempre puta, cada dia mais puta! Uma puta completa! Minha garota de programa particular! Recentemente ela também começou a escrever aqui, e, ver, ler, testemunhar a safadeza e obscenidade da minha mulher deliciosa me encheu de tesão e energia sexual como poucas coisas fazem. Resolvi, então dar publicidade às nossas obscenidades, pois vazão, damos sempre! Da minha parte, tento dar a ela toda a putaria e safadeza, e prazer que ela merece de um homem. Sem deixar, jamais, de ser o cavalheiro que ela merece. Afinal, por velha que seja, ainda vale a máxima, puta na cama, no carro, na praia, na varanda do nosso quarto...onde a gente quiser. E, uma mulher de respeito, onde a gente quiser também. Até porque uma coisa não tem nada a ver com a outra. Recentemente fizemos uma viagem maravilhosa, 5 países, 10 cidades, mais de um mês. Foi maravilhosa, e, claro que aproveitamos para praticar nossa safadeza, e aprimorar nossa obscenidade. Havíamos acabado de chegar a Roma, onde alugamos um apartamento inteiro na parte antiga, exatamente de frente para um dos monumentos mais famosos e visitados da cidade. O prédio é enorme, e nosso apartamento ficava do outro lado, não voltado para o monumento, para conseguirmos ter mais sossego, sem o barulho interminável dos turistas, vendedores ambulantes, músicos de rua etc. Nos instalamos no apartamento e fomos tomar banho. Cada um em um banheiro, pois havíamos acabado de chegar de Veneza, e realmente precisávamos nos banhar após a viagem. Ao sair do banheiro a encontro no nosso quarto, já vestida com uma blusinha branca regata, e uma sainha rodada, curtinha, preta, e com bolinhas brancas. Para me excitar ela só basta existir. Corri em sua direção, soltei minha toalha, a abracei por trás, e fui direcionando seu corpo até a janela do quarto que eu já tinha deixado aberta. Já contra a janela, deixei que ela se virasse e nos beijamos gostosamente. Ali mesmo a virei de costas para mim novamente, a lua estava alta no céu, bem acima de nós. Afastei suas pernas, afastei sua calcinha e meti muito gostoso. Para minha surpresa, minha putinha recatada não manifestou absolutamente nenhuma resistência, ao contrário, abriu mais as pernas, empinou, e me deixou entrar na sua xota que já estava enxarcada. SAFADA! Pensei, e meti com ainda mais vontade. Com o tronco para fora da janela ela gemeu e gritou com tesão, até gozarmos juntos, sem dar qualquer importância ao fato de que alguém no prédio da frente poderia nos ver, ou ouvir nossa foda quem passasse na rua lá embaixo, e era Roma, tem sempre muita gente passando! Mas, não notamos ninguém. Já inaugurado o apartamento. Ela reposicionou a calcinha no lugar e, recheadinha com a minha gala, saímos para jantar. No dia seguinte, um Domingo, saímos para passear. Acontece que, a cópia da chave do apartamento que nós tínhamos estava com um problema, a chave se soltava do chaveiro, e ao sair não notei que quando puxei a chave da fechadura pelo chaveiro, a parte de metal ficou na fechadura, trancando a porta por dentro. Ao voltar, percebi que havíamos ficado trancados. Prontamente o administrador chegou para nos salvar e trouxe um chaveiro “profissional” para abrir. Falo entre aspas porque, a técnica que ele usou eu mesmo poderia ter usado. Mas, isso não vem ao caso. Era uma porta enorme, de madeira maciça, e não foi fácil de abrir. Enquanto isso, o administrador do prédio nos direcionou ao apartamento que ele utilizava como escritório, e quem nos levou até lá foi seu assistente, um rapaz que nos mostrou o local, esse apartamento sim, dava direto para o monumento e também era incrível, com afrescos no teto, muitas obras de arte e móveis clássicos de ArtDecor. Ele nos conduziu até essa enorme sala, com janelas que davam para o monumento, nos acomodou lá e voltou para o escritório que ficava exatamente ao lado dessa sala, subindo alguns degraus. Nós tomamos água e ficamos um pouco na janela, admirando a cidade, até cansarmos e procurarmos um sofá. Ela escolheu primeiro e sentou-se em um sofá grande, encostado à parede. Eu tinha passado o dia todo, até aquele momento morrendo de tesão, secando as pernas dela, o rabo dela, desejando aquela xota, ela estava vestida com a mesma roupa que já descrevi, e fico louco de tesão quando ela veste roupas curtas, ou decotadas, ou sem nada por baixo, e, mais ainda quando junta todas essas opções. Não tenho absolutamente nenhum interesse em que os outros as vejam, simplesmente sou louco de tesão por minha putinha que amo absolutamente, e não tenho pudores quando se trata de nosso sexo, nosso prazer, nosso tesão. Quando ela sentou, pensei exatamente na mesma hora, e sentei em uma poltrona que ficava exatamente de frente para ela e de lado para a escada do escritório, de maneira que eu tinha a mais perfeita visão da fenda da sua sainha, e uma visão segura do escritório ao lado. Então comecei a fazer sinais para ela, para abrir as pernas para mim, ao que ela obedeceu imediatamente, embora com bastante timidez, e um pouco de receio, afinal ela é uma putinha particular, e isso é segredo nosso. Nessa hora, quase que simultaneamente, começamos a procurar por câmeras pela sala, com os olhos, procurei em todos os cantos, e, também objetos que pudessem ser câmeras mimetizadas. Não encontramos nada além de móveis clássicos. Ela, então se encorajou a ousar, afastou bem as pernas me deixando ver sua xota por dentro da lingerie, a putinha só usa lingerie, e fio dental. Nesse momento tive a ideia de pegar o celular e comecei a filmá-la, e ela foi ficando mais safada, abrindo bem as pernas para mim. Aproveitei sua disposição exibicionista para pedir que tirasse sua calcinha, o que ela fez prontamente, como uma boa acompanhante obediente. Tirou a calcinha, bem na minha frente, e a estendeu para mim, que a peguei e guardei comigo, extremamente excitado, incrédulo e exultante. Pedi, finalmente que tocasse uma siririca pra mim, e eu sei o quanto a minha putinha gosta de tocar uma siririca exibindo sua xota! Chega fico com água nas bocas, só de pensar, e lembrar! Minha mulher gostosa e vadia se ajeitou no sofá e levou a mão à buceta, esticou o dedo e começou a tocar no seu grelinho. Puta que pariu! Que tesão do caralho! Que delícia! Que vontade de atravessar aquela sala, puxá-la para a beirada do sofá e atravessá-la na pica!!! Mal conseguia me conter sentado! Mas, fiquei apenas filmando e apreciando o espetáculo, enquanto apertava meu pau por cima do calção. Filha da puta, safada! Que vadia, piranha, exibicionista, eu pensava, e nem podia dizer em voz alta, pois o rapaz estava no escritório, bem ali, ao lado. Mas, que tesão pela minha mulher sem vergonha. Com os toques no grelinho sua xota ficou molhadinha, e o tesão dela aumentou. A putinha já não olhava mais ao redor, já não procurava por câmeras nem se importava em evitar que alguém viesse em nossa direção. Deixou tudo isso a meu cargo. Só queria morrer na siririca, bem ali, na casa dos outros, no sofá dos outros, sem calcinha, de mini saia, com as pernas bem abertas, aquela buceta gostosa à mostra, e o dedinho trabalhando como nunca naquele grelinho, chega fechava os olhos em alguns momentos. Quando não gemia baixinho e sorria um sorriso de mulher vadia, de mulher safada, sentindo prazer, fazendo o que gosta, se exibindo pra um macho safado, tarado, pervertido, que é louco de tesão por ela e filmava tudo, enquanto apertava freneticamente a pica por cima do calção. Quando percebi que já não havia mais nenhum pudor na sala, fiz o gesto e movi meus lábios, pedido que enfiasse o dedo na xota, ao que ela prontamente atendeu, dando dedadas na sua bucetinha, e tirando cheio de mel de puta safada. Que tesão, minha nossa. Meu saco queria explodir numa gozada, ali mesmo. Mas, continuei pegando na pica por cima do calção, o que, aparentemente, deixava a putinha com ainda mais tesão, alternando entre dedilhar o grelinho e dar dedadinhas na xota, sorrindo um sorriso maravilhoso! Até que num momento, no auge do tesão, ela se curvou discretamente para a frente, intensificou a siririca, e prendendo o gemido gozou com os olhinhos fechados, embora tentasse abri-los para olhar pra mim, que estava maravilhado, extasiado, com a pica mais dura que o Granito nas ruas de Roma, louco para fodê-la, arrombá-la, comê-la como se come uma boa puta. E, assim, assistindo e filmando a esse espetáculo e pegando na pica eu tive um orgasmo mesmo sem ejacular. Tive um gozo interno. E, instantaneamente apaixonei-me ainda mais pela minha própria mulher. E, eu amo ser apaixonado e louco de tesão pela minha própria mulher, minha puta safada particular! Ao finalmente, voltarmos ao apartamento, fodemos como um cão vagabundo e uma Onça Pintada. E, aproveitamos os carinhos pós gozo para conversar sobre as outras safadezas que queríamos fazer ao longo da viagem. Mas, isso, vou pedir a ela própria para escrever! E, só para não perder a oportunidade: - Eu te amo puta, bem puta. - Amo-te, putinha minha!
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