MINHA EMPREGADA ME INICIOU

Eu tinha 15 anos e ela 25. Maria Eduarda era o nome dela. Começou a trabalhar em casa como empregada doméstica quando tinha seus 18 anos, tinha vindo de Alagoas para tentar a vida em São Paulo, conseguindo este serviço em casa por indicação de um amigo de meu pai que era parente do pai de Maria. Ela me viu crescer e sempre cuidou muito bem de mim.
Quase sempre era eu e ela em casa uma vez que minha mãe e meu pai trabalhavam em tempo integral, vindo somente à tarde para casa. Maria tinha um quarto em casa e era como se fosse da família.
Com o passar do tempo, nós meninos começamos a se transformar, e mesmo sem sabermos, nossos hormônios começam a aflorar e fazer coisas estranhas acontecerem com nosso corpo, se é que vocês me entendem. No tempo de minha juventude não tinham tantas tecnologias de hoje, celular era luxo, e mesmo os existentes eram limitados. Nossa válvula de escape eram as famosas revistas de mulheres nuas que eram contrabandeadas nos intervalos de escola e escondidas debaixo dos colchões de nossas camas, para posteriormente serem divididas com outros colegas e assim por diante.
Um belo dia, Maria resolve faxinar meu quarto sem anunciar isso pra mim, prepara meu café e sai. Estou tomando meu café e de repente escuto ela chamar meu nome pedindo para eu subir até meu quarto depressa. Sem entender nada subo e ao chegar lá vejo meu colchão fora da cama e ela com uma playboy na mão. Ela descobriu meu contrabando... A playboy era da Isis de Oliveira, e Maria estava com a página aberta numa das fotos dela. Com os olhos arregalados me pediu explicações, me chamou se safado e continuou foleando a revista. Sem jeito e com uma baita vergonha, disse que não era minha e que estava apenas guardando para um amigo. Ela riu e disse que não precisava mentir, que isso era normal entre meninos, e que não iria contar para meus pais, me devolvendo a revista.
E a vida continuou da mesma forma, eu apenas mais tranquilo em saber que ela iria guardar meu segredo, mas os contrabandos continuaram. Numa dessas leituras educativas, numa outra revista que não lembro o nome, estava vendo tipo uma revista de foto novela, onde o cara estava cheirando a calcinha da mulher. Ele cheirava de olhos fechados e na legenda ele dizia que tinha cheiro de flores. Aquilo mexeu com minha imaginação na hora, e na mente veio a imagem de Maria Eduarda.
Passaram-se alguns dias, e eu ainda estava pensando na vontade de cheirar a calcinha dela. Comecei a criar cenários de um possível sequestro de varal. Mas não queria pegar uma calcinha lavada, e sim uma que tivesse saído do corpo dela, queria sentir o cheiro real dela para saber como era. Até que veio na mente uma ideia infalível, iria entrar no banheiro dela, e pegar uma calcinha do cesto de roupas. Eu pegava, cheirava rapidinho e devolvia no cesto e ninguém ficaria sabendo.
No dia seguinte dei início no plano. Todo dia cedo antes de começar o serviço, ela tomava banho e suas roupas eram lavadas somente depois que as nossas eram lavadas. Acordei mais cedo, e como o quarto dela era no mesmo corredor que o meu, eu fiquei atento ao barulho do chuveiro, que ficava no banheiro ao lado do quarto dela.
Ela terminou o banho e foi para o quarto se arrumar. Quando ela passou pelo meu quarto e foi lá para baixo começar a fazer o café, eu fui para o banheiro dela ver se tinha alguma coisa no cesto, e pááááá... tinha a calcinha dela lá sim. Quando eu peguei e fui cheirar, escuto ela subindo as escadas, me assustei tanto que sai correndo e a calcinha dela veio em minha mão. Só depois de entrar no quarto eu percebi a cagada que tinha feito. Eu deveria ter deixado lá mas...
Eu peguei e escondi debaixo do meu colchão junto com uma revista que lá estava. Foi a conta de esconder e ela bateu na porta já abrindo. Eu fiquei perplexo e com a cara de quem não consegue esconder alguma merda que estava fazendo. Ela me olha com os olhos meio fechados e pergunta: Que cara é essa? O que você estava fazendo? Eu disse nada ué, acabei de acordar. Ela diz, ahhh ta bom então, com cara de quem não acreditou.
Vim te acordar para você se preparar para tomar o café, daqui uns 15 minutos está pronto. Fechou a porta e saiu lá pra baixo novamente. Nossa que alívio...
Na hora decidi terminar meu plano de cheirador e devolver o novo sequestro no cesto de roupas sujas. Peguei a calcinha dela, deitei na cama e bem devagar fui levando de encontro ao meu nariz. Encostei a parte interna da calcinha, na cara e cheirei fundo sem medo de ser feliz. Que delícia de perfume. Um misto daquilo que hoje sei que é cheiro de mulher com perfume de alguma coisa que ela passava na vagina para ficar cheirosa, algum sabonete intimo eu acho. O cara da revista tinha razão, tem cheiro de flores...
Instintivamente e sem saber ou controlar meus instintos, eu começo a massagear meu pau que já estava duro e esticando meu short. Com uma das mãos eu desço o short e a cueca deixando meu pau livre e empinado. Começo me masturbar enquanto cheiro Maria Eduarda à distância. Agora eu decido ir além, e penso, se o cheiro é bom imagina o gosto. Começo a passar a língua na parte que cobre a vagina molhando a calcinha dela com minha saliva. Sinto seu gosto meio salgado mas delicioso. Tudo ia bem e perdi a noção do tempo. Tudo isso havia consumido os 15 minutos de prazo para o café e Maria Eduarda veio me chamar sem eu ouvir seus passos subindo as escadas. E novamente ela bate na porta já abrindo e se depara comigo de pau duro pra fora do short e com a calcinha dela na boca.
Ela dá um grito e sem saber o que fazer de imediato, olha fixamente pro meu pau, que tento esconder. Ela se aproxima e pega o seu pertence de minhas mãos sem dizer nada e sai do quarto as pressas. O cheiro dela ainda estava em minhas narinas e seu gosto em minha boca. Meu pau mesmo depois deste susto, não ficava mole, pois o cheiro dela o instigava a ficar de pé.
Ela volta para meu quarto com cara de raiva e pergunta por que eu tinha feito aquilo. Eu de barriga pra cima e com as pernas dobradas, tento esconder o volume no short. Tento responder alguma coisa mas não acho uma resposta que possa consertar aquela situação.
Decido dizer a verdade. Respondo que tinha curiosidade em sentir o cheiro de uma mulher, e decidi fazer aquilo para acabar com meu tormento. Ela então se senta na beirada da cama e começa a conversar comigo. Ela me pergunta se eu era virgem, e respondo que sim. E naquele momento tudo mudou em minha vida. Ela diz que teríamos um segredo a partir daquele momento, pois iria me iniciar na vida adulta caso eu aceitasse. Eu sem pensar muito respondo que sim.
Ela joga a sua calcinha em minha cara, e então começa a passar a mão em minha perna, subindo do tornozelo até o joelho e depois do joelho começa a descer até a coxa, virilha, entrando com a mão pela beirada do short até encontrar meu pau duro e pulsante. Ela então pega ele por cima da cueca e começa a apertar e soltar. Diz que eu já era um homem e que meu pau era grossinho e bem duro. Eu não me mexo e não consigo dizer nada, apenas curto o momento de tesão que estou tendo. Ela puxa de uma só vez meu short junto com a cueca fazendo meu pau descer na direção do short e depois que escapou dele, meu pau volta com violência pra cima batendo na barriga.
Ela fica me olhando e mordendo os lábios. Pega meu pau bem devagar e começar a me masturbar lentamente. Aquilo era muito bom.
Ela então me pergunta se eu estava gostando e eu respondo que estava adorando. Maria pergunta se eu gostaria de sentir algo mais, eu respondo que sim. Então ela começa aproximar seu rosto do meu pau. Expõe totalmente a cabeça e com seus lábios abocanha ela inteira. Começa a chupar a cabeça da minha rola com carinho. Que delícia que era aquilo. Começa a descer e engole tudo, até o talo. Começa a subir e descer freneticamente onde a cada subida ela parava na cabeça e passava a língua na parte de baixo dela, me dando arrepios de prazer. Fez isso por algum tempo, e disse que agora eu iria sentir o cheiro e o gosto dela diretamente da fonte.
Ela se levanta da cama e tira sua blusa, ficando apenas de sutiã e saia. Ela então retira o sutiã e deixa aparecer os seios mais empinados que eu já vira, nem as gatas da playboy tinham uns peitos daquele. Ela se vira de costas pra mim, e retira a saia. Começa a puxar a calcinha descendo ela pelas pernas sem dobrar os joelhos.   
Quando a calcinha desencostou de sua vagina, pude ver aquele pacotinho aparecer junto com aquele cuzinho lindo. Nunca em minha vida poderia imaginar algo assim. Ela então se vira de frente para mim, e vejo aqueles pelinhos aparados deixando sua vagina aparecer parcialmente.
Ela sobe na cama e se senta em meu peito deixando sua vagina próximo da minha cara. Olha pra mim e diz, vai, me cheira e me chupa. Eu abraço a bunda dela e inclino a cabeça encostando minha boca e nariz da buceta dela. Sinto primeiramente seu cheiro delicioso de mulher. Sem experiência alguma começo a passar a língua e a chupar com força, onde ela me pede pra parar e me ensina como se deve ser feito. Vai com carinho diz ela, sem chupar com muita força, passe a língua de leve aqui, apontando para seu clitóris. Abra minha buceta com as mãos e passe a língua por toda ela, terminando no clitóris, depois coloque um dedo dentro dela bem aqui, pegando minha mão e me guiando naquilo que deveria fazer. Fui pegando o jeito e me lambuzei naquele mel delicioso que saia daquela fonte de prazer. Ela mudou de posição e se deitou de barriga pra cima. Abriu as pernas o máximo que deu e pediu pra eu continuar chupando ela. Eu passei minhas mãos por baixo das pernas dela e abri seus lábios, metendo a língua do jeito que ela me ensinou. Ela gemia gostoso cada vez que minha língua brincava com seu clitóris agora enrijecido. Meu pau estava doendo de tão duro. Ela então pede pra eu meter nela sem dó. Eu me alinho com ela, ela pega meu pau e coloca naquela caverninha peludinha e pede para eu empurrar. Meio sem jeito eu obedeço e sinto o calor dela no meu pau. Ela cruza as pernas ao meu redor e me puxa fazendo eu entrar por inteiro dentro dela sentindo mais ainda o seu calor. Instintivamente começo a bombar. Ela geme de tesão. O seu mel começa a se espalhar em mim.
Ela pede para eu não gozar dentro de forma alguma, e que quando eu percebesse que iria gozar, era para eu tirar de dentro e gozar na boca dela. Ficamos nesse vai e vem gostoso, e o corpo dela começa a tremer e ouço ela dizer que seu orgasmo estava fluindo.
Continuo bombando e o prazer começa a se intensificar cada vez mais e mais. Ela percebe e pede para eu tirar e colocar na boca dela. Eu faço, retiro e subo próximo ao seu rosto. Ela abocanha meu pau com vontade e chupa com força.
Eu não resisto e sem avisar, pego ela de surpresa gozando abundantemente em sua boca enchendo de porra quente que chega a escorrer pelos cantos.
Ela engole uma parte, e com a outra que ainda estava em sua boca, me beija e transfere a porra da boca dela para a minha dizendo:
-Este é o seu gosto seu safado.
Caio ao lado dela esfalecido, mas feliz com tudo aquilo.
Depois de algum tempo ela se levanta e se veste. Diz que aquilo era nosso segredo, que ela me ajudou e eu a ajudei, pois fazia muito tempo que não transava com alguém.
Depois daquele dia, outros segredos entre nós dois aconteceram, mas este conto fica para outro dia...


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Foto 1 do Conto erotico: MINHA EMPREGADA ME INICIOU

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Ficha do conto

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Nome do conto:
MINHA EMPREGADA ME INICIOU

Codigo do conto:
253606

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
01/02/2026

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