A submissão de Daniel - capítulo 3

Capítulo 3 — A Primeira Rendição

Aquela imagem da piroca de Pedro não saía da minha cabeça. Tentei esquecer, mas tudo me lembrava aquela foto. Pedro tinha dominado minha mente e, pior, eu tava virando mesmo o “viadinho” dele. Até gravar um vídeo mostrando o cu eu já tinha mandado pra ele. Meu pau tava doendo pra caralho na gaiola. Ele tentava ficar duro, mas não conseguia. Tava todo babado, soltando fio de porra o tempo todo.

Eu já não tava aguentando mais. Eu precisava muito gozar. Mas eu não queria dar esse gostinho pra Pedro, dele saber que eu tava usando meu cu pra gozar. Isso faria com que eu realmente virasse o viado dele. Mas não tinha jeito. Eu precisava disso. Então peguei o notebook e coloquei um pornôzão que eu sempre assisto. Era de uma novinha loirinha dando pra um negão de favela, sabe? A mina era gostosa pra caralho, tinha um peitão, rabuda, branquinha, e o cara podia abrir a boca e falar que era macho. Ele era musculoso, negão, cheio de tatuagem, fora a lapa de piroca que o cara tinha.

O vídeo começa com o cara botando a loirinha pra mamar. Ela se engasgava várias vezes, e ele forçava a cabeça dela contra o pau dele.

— Vai, cachorra. Engole essa piroca toda. Não deixa nada pra fora da boca.

A mina tentava engolir tudo, mas não conseguia. Continuava se engasgando. Tirou o pau da boca.

— Não consigo, é muito grande.

Ele ria e batia com a rola na cara dela. Quando colocou ela de quatro, batia na raba dela pra deixar marca, e botou a rola toda de uma vez na buceta dela. Ela gemia de dor e prazer.

— Ainn, vai, mete essa piroca em mim, ainn.

— Arromba essa buceta, vai, aaa.

No começo eu focava nela, na buceta dela, nos gemidos dela. Mas depois o tesão me fez focar no cara, com aquele corpo musculoso brilhando de suor, metendo aquela piroca na mina. Aquilo tava me dando um tesão do caralho. Aquela piroca me fez lembrar da pica de Pedro. Eu nem olhava mais pra loirinha gostosa. Só tinha olhos pro negão. Eu me imaginava no lugar dela. Pensava como devia ser uma piroca daquele tamanho entrando e saindo de você.

Quando, de repente, eu soltei um:

— Aii, enfia logo, vai.

Eu não acreditava no que tinha acabado de falar, mas aquele tesão que eu tava sentindo ali era surreal. Eu olhava pro vídeo e me imaginava no lugar dela, levando pirocada daquele negão. Enquanto eu assistia, meus dedos foram descendo, indo em direção ao meu cu. Fui abrindo as pernas, jogando elas pra cima, e meu dedo foi conhecendo um lugar que eu nunca tinha tocado. Comecei a tocar ao redor. Eu olhava pro vídeo e me dava mais vontade de enfiar o dedo no meu cu.

Não aguentava mais. Lambi meu dedo pra lubrificar um pouco e comecei a forçar a entrada. Tava difícil, mas com o cuspe meu dedo deslizou pra dentro. Dei um:

— AINNN.

Tava doendo um pouco, mas o tesão falava mais alto. Comecei a prestar atenção no vídeo e a dedar meu cu. Eu olhava em direção à rola do cara do vídeo entrando e saindo da buceta da mina, mas eu queria mesmo era aquela rola entrando e saindo do meu cu. Quanto mais eu dedava, mais tesão eu sentia. Olhei pro meu pau trancado. Tava todo babado de pré-gozo.

Eu tive coragem e coloquei mais um dedo.

— Caralho.

Pensei. Dois dedos no meu cu. Eu enfiava lá fundo e falava:

— Vai, mete essa piroca toda, vai.

— Mete essa rola no meu cu, ainn.

Nessa hora, parei de prestar atenção no vídeo e me imaginei dando o cu pro Pedro, ele com aquela piroca, enfiando tudo no meu cuzinho.

— Vai, Pedro, me come. Vai, mete essa piroca no meu cuzinho, vai.

— Mete a piroca no seu viadinho, vai, ainn.

Eu não acreditava no que eu tinha falado, me chamando de viadinho e mandando Pedro me comer. Quanto mais eu dedava meu cu e me imaginava naquela situação, mais rápido minha masculinidade ia embora. Mas eu não parei. Acelerei o ritmo das dedadas e fui ao ápice.

— Vai, goza no meu cuzinho, Pedro.

Quando, de repente, eu gozei. Sim. Eu tinha acabado de gozar com o dedo no cu. Que sensação. Finalmente tinha gozado. Mas logo em seguida a culpa veio. Tirei rapidamente o dedo do cu e me vi ali naquela situação, gozando como um viado, com o dedo no cu, imaginando um macho me comendo.

————————————————————————

No outro dia, acordei com a mesma sensação de culpa que eu sentia na noite anterior. Me levantei e fui mijar. Sentado. Como Pedro tinha falado, pra não sujar a privada com mijo. Terminei e fui tomar banho. Quando saí do chuveiro, tinha um espelho logo de frente. A curiosidade falou mais alto. Me virei, abri a bunda pra ver como tava a situação do meu cu. Tava normal. Dois dedos não iam fazer tanta diferença. Mas tava diferente, sei lá.

Me vesti e fui pra facul. Enquanto assistia à primeira aula, meu celular tocou. Era Pedro me mandando mensagem.

— E aí, como anda meu viadinho?

— O que é que você quer? Fala logo.

— Nada demais. Só que você ainda não me mandou a foto do grelinho hoje. Não era só ontem. É todo dia, até o final da semana.

— Agora não dá. Eu tô na aula.

— Relaxa. Pede pra ir no banheiro. Tô te esperando aqui. Quero ver pessoalmente como anda teu grelo.

Eu ainda não tinha me acostumado com meu pau sendo chamado de grelo. O que antes era o símbolo da minha masculinidade agora era chamado assim.

— Beleza. Me espera, tô indo.

Quando cheguei no banheiro, Pedro já tava lá.

— E aí, princesa, como anda teu grelinho?

— Normal, né. Não tem como tirar.

— Kkkkk. E não vai tirar tão cedo.

Pedro falou isso e foi se aproximando de mim, pegando no meu pau por cima da calça. Logo ele me empurrou pra uma das cabines e trancou a porta.

— Vai, viadinho, tira essa porra logo pra eu ver como tá.

Ele falou isso com uma autoridade. Eu fui tirando a calça e a cueca às pressas.

— Ainda usando cueca? Já pensava que tu tava de calcinha. Tem que ver isso aí, hein.

— O quê? Calcinha? Isso já era demais.

— Eu não. Isso aí é muita viadagem.

Falei sem pensar.

PAFF.

Nessa hora, ele me deu um tapão na cara que ficou vermelho.

— Cala a boca, seu viado de merda. Tu vai fazer o que eu mandar.

Nessa hora, eu não falei nada.

— Tem que ver esses pelos aí também. Tá pensando que é macho pra ter pelo aí?

Nessa hora, eu não falei nada, com medo de levar outro tapa.

Ele pegou na gaiola e ficou olhando.

— Hahaha. Que grelinho, hein. Parece que tá ficando menor a cada dia.

Realmente parecia muito menor que antes.

— Vira essa raba aí.

Apenas me virei. Ele pegou na minha bunda e abriu bem ela. Pensei: que tesão esse homem com a mão na minha bunda. Ele abriu bem até ver meu cu.

— Porra, tem que raspar essa porra aqui. Já viu vagabunda com a bunda peluda?

Ele falou isso e ficou em silêncio.

— Responde, porra. Eu te fiz uma pergunta.

— N-não.

Gaguejei.

— Então por que tá com essa porra toda cheia de pelo?

— Eu não sei.

Falei bem submisso.

PAFF.

Nessa hora, ele me deu mais um tapa, dessa vez na bunda.

— Quero ver tu falar assim com teus parceiros do futebol. Mas comigo tu fala bem mansinho.

Eu não conseguia responder nada.

— Faz o seguinte. Mais tarde passa lá em casa pra gente dar um jeito nessa coisa aí. E vou ver se consigo arranjar uma calcinha pra tu.

Porra. Eu não acreditava que Pedro realmente ia me fazer usar calcinha. E pior, eu não podia fazer nada, porque ele tinha a foto.

— Se veste antes que alguém veja a gente aqui.

Nisso, ele saiu, me deixando lá sozinho. Voltei pra sala e fiquei pensando no que tinha acabado de acontecer. Será que Pedro realmente ia me fazer usar calcinha e raspar minha bunda?

Continua…
                                


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico noiralfa

Nome do conto:
A submissão de Daniel - capítulo 3

Codigo do conto:
253647

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
01/02/2026

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