Foi na água que ela conheceu ele. Renato. Eu vi de longe. Ela deu uma risada, aquele riso solto que ela tem, e encostou a mão no braço dele. Um toque rápido, mas que pra mim, sabendo do que viria, foi como um choque. Uma mistura doida de ansiedade, tesão e um frio na barriga. Ciúme? Acho que um pouco. Mas era mais medo de dar errado, dela se arrepender.
Ela voltou pra toalha, pingando, os mamilos durinhos marcando o tecido molhado. “amor, aquele é o Renato. Ele é super gente boa… a gente conversou. Ele topou vir em casa depois.” Ela falou “em casa” como se fosse a coisa mais normal do mundo. Minha voz sumiu. Só consegui acenar. Combinamos dele ir ate o ap e pra la fomos, com nosso novo amigo da minha esposa.
No apartamento, a tensão era gostosa. Estranha, mas gostosa. Tomamos uma cerveja, conversamos bobagem. Eu me sentei na poltrona, me afastei. Me fiz de espectador. Era o meu papel. Ver. A Rosinha tava nervosa também, dava pra perceber no jeito que ela rodava o gargalo da Heineken. O Renato era tranquilo. Confiante. Olhava pra ela com uma fome que não disfarçava, já comia ela com os olhos, e eu com tesao a mil.
Do nada, a música baixa ficou ainda mais baixa. O Renato colocou a garrafa no chão, virou pra Rosinha no sofá e disse, direto: “Não aguento mais só olhar, (com um ar de safadeza)”
Ela olhou pra mim. Eu fechei os olhos e abri de novo, confirmando. Tava tudo bem. Era o que a gente queria.
Ela se ajoelhou no chão. Meu deus. Ver minha mulher, minha Rosinha, de joelhos na frente de outro homem… foi um soco no estômago. Meus dedos cavaram o braço da poltrona. Ela abriu o shorts dele, puxou a cueca. E lá estava ele. Grande, grosso, pulsante. Diferente de mim. Rosinha ficou um instante só olhando, impressionada. Depois, ela se inclinou e começou.
A boca dela… conheço cada movimento. Já recebi mil vezes. Mas ver de fora é outra coisa. É hipnótico. Ela lambia, chupava, engolia com uma entrega que me deixou sem ar. Os olhos dela se fechavam, ela gemeu com o pau dele na boca, um som que era meu e agora era dele também. O Renato pegou os cabelos dela, guiou a cabeça pra cima e pra baixo. Eu vi a bochecha dela estufar. Meu coração parecia que ia sair pela boca. Era lindo. Era proibido. Era nosso.
Depois, ele levantou ela e deitou-a no sofá. Desfez os laços do biquíni com os dentes, devagar. Quando os seios dela apareceram, redondos e livres, ele mamou os peitos dela com tanta vontade que ela fechava os olhos de tesao, um tesao louco dela em ser chupada nos peitos, e depois o resto, eu engoli seco. Ele beijou ela toda, devagar, como se estivesse saboreando. E quando ele baixou a cabeça entre as pernas dela… Nossa Senhora, ele chupou gostoso aquela buceta peludinha, já toda melada de tesão de ter mamado ele.
Rosinha arqueou todo o corpo. “Renato!” O nome dele ecoou na sala. Meu pau latejou dentro da bermuda. Ele chupava ela com uma vontade de quem tava com fome. A língua dele entrava e saía, passava pelo cuzinho dela, os dedos abriam ela, apertava a bundona dela (que por sinal deixa ela louca de tesao), ela arrepiava de tanto tesão que estava, sendo devorada por ele. Ela ficou louca. Gemia, gritava, os quadris subindo pra encontrar a boca dele. Quando ela gozou, foi um tremor longo eu nunca tinha visto ela daquele jeito. Tão… perdida, tão louca de tesão pelo Renato
Ele não esperou. Subiu por cima, encaixou. Olhou pra mim. “Ela tá pronta pra mim?” Ele perguntou. E eu de pau durasso melado, louco para ver aquela cena, da minha deliciosa sendo possuída, e assim ele fez, enfiou bem gostoso aquela rola dentro da minha esposa.
Rosinha gritou, mas agarrou ele com as pernas. O som era de carne, suor e sexo puro. Ele fodia ela com uma força bruta, profunda. Os peitos dela balançavam violentamente. Ele mordia um, depois outro. E ela… ela olhava pra mim, com aquela cara de que estava adorando levar rola e ver seu corninho de espectador. E no olhar dela eu vi tudo: o prazer imenso, um pouco de surpresa, amor, e um pedido de desculpas que não precisava. Eu balancei a cabeça, tentando passar com os olhos que tava tudo bem, que era lindo, que eu adorava, e eu me punhetava so aproveitando e curtindo aquela cena deliciosa.
Ele mudou ela de posição, de quatro no sofá. Pegou o lubrificante. Eu sabia o que vinha. A gente tinha falado, mas ver é outra história.
“Vai devagar”, ela pediu, a voz rouca.
Ele foi. Foi devagar, mas foi firme. Vi o rosto dela se contorcer de dor e prazer quando ele entrou no cuzinho dela. Meu deus. Aquela parte que nem eu tinha explorado, agora recebendo outro homem, e posso falar que o tesão de ver ela dando o cuzinho a primeira vez para outro macho, foi sensacional, já quase gozei ali. A possessão que senti foi doida. Não era raiva. Era tesão puro, cru. Ele possuía uma parte dela, mas eu tinha dado. Eu tava vendo.
O ritmo dele no cuzinho dela era mais lento, mas parecia mais profundo. Rosinha gemia abafado no braço do sofá, até que o gemido virou um uivo contínuo e ela gozou de novo, se contorcendo toda, e ele segurando firme naquela bundona de 4.
Eu vi os músculos das costas do Renato ficarem rijos. “Toma, gostosa. Toma tudo.” A voz dele saiu rouca. Ele enterrou até o fundo e gemeu. Gozou dentro dela. Dentro do cuzinho da minha mulher. Ai não teve como, eu gozei como nunca gozei na vida antes, é um tesão inexplicável de ver sua esposa sendo possuída e gozando na rola de outro.
Eles ficaram parados um instante, ele por cima dela, ofegantes. O cheiro de sexo enchia o ar.
Ele se retirou, se levantou. Rosinha ficou deitada por um minuto, exausta. Depois, ela se levantou. Caminhou até mim, nua, o cabelo despenteado, o corpo marcado, a bucetinha inchada e o cu ainda vermelhos e usados. Ela cheirava a ela, a sal, a sexo… e a ele.
Ela se ajoelhou na minha frente, colocou minhas mãos nas coxas dela, molhadas. Olhou nos meus olhos.
“Foi por você, Amor. Tudo. Sempre sou sua.”
Aí eu finalmente consegui falar. “Eu sei, amor. Eu vi. Foi perfeito.”
E foi. O Renato se vestiu, deu um aceno de cabeça pra mim, um beijo na boca dela, e foi embora. A gente ficou sentado, ouvindo o mar lá fora.
Ela veio pro meu colo, ainda nua escorrendo a porra dele. E eu só segurei ela forte, dei um beijo nela tão gostoso, um beijo que fazia tempo que não dava-mos, ai tranzamos feitos loucos. Estava uma delicia foder ela toda melada com a porra dele, isso me deixava com mais prazer ainda.
A realização. A confiança. A visão dela, livre, sendo ela mesma, explorando o prazer, e voltando pra mim. Sempre voltando pra mim.
Acho que a partir de hoje, nada vai ser como antes. E, de um jeito doido, tô muito, muito feliz com isso.
Você, amigão, está certíssimo em dizer que agora está muito mais feliz do que antes. Uma cumplicidade dessa, um entendimento desse que nem precisa falar, basta olhar pra se entender não tem preço. A liberdade dela é sua paixão e ela ter você por perto, lhe incentivando, apoiando e dando seguranção, faz dela uma mulher/esposa perfeita e completa. Um casamento assim, jamais vai se romper, vai acabar, a cumplicidade não deixa. Parabéns ao casal. votado e aprovado