Depois de passar o mês de maio até início de dezembro do ano passado sendo maltratada por um nóia, baixinho, magrelo e feio. Que me batia muito enquanto me fodia no casarão, e diga-se de passagem eu adorava a forma como ele me tratava, porém recebi uma triste notícia.
Da varanda do meu apartamento vi que tinha uma movimentação no casarão abandonado, de ambulância e polícia. Fiquei com o coração apertado e com uma sensação ruim. Depois recebi a triste notícia de que o nóia tinha falecido e parece que foi um ataque cardíaco.
Chorei muito no meu apartamento, e imaginando que eu nunca mais iria ser humilhada, fodida, e ter minha bunda espancada por ele. Comecei a sentir um aperto no coração e uma saudade que não cabia no meu peito. Creio que fiquei um mês de luto e chorando muito e me lembrando dos episódios de sexo violento. Como eu sofria nas mãos dele e como eu adorava tudo aquilo.
A saudade bateu tanto que eu ia no casarão à noite com a falsa esperança de encontra-lo. Eu sabia que era impossível de isso acontecer, mas eu precisa ir até lá. Por várias noites eu acabava dormindo naquele colchão velho abraçada com os pertences dele.
Numa dessas noites que eu estava no casarão, eu acordei assustada com um cara em pé ao meu lado, totalmente nu, com o pênis bem duro.
- Faz tempo que eu te vejo vindo aqui e fico imaginando o que uma princesinha que nem você faiz aqui.
Me levantei rápido e muito assustada e tentei correr, mas ele era alto e forte. Me agarrou e me jogou de volta no chão. Comecei a chorar temendo o pior:
- Calma moço, me deixe ir.
- Nem pensar, eu sei que você dava pro pedrinha e agora que ele morreu é minha veiz.
- Não faz nada comigo moço – pedia em plantos – me deixe ir.
Nisso, ele já veio me agarrando e arrancou minhas roupas com muita violência. Lá estava eu, totalmente nua diante de outro nóia.
Ele já começou a tentar me beijar eu tentava me esquivar. Começou a me chupar e desceu na minha bucetinha e começou a me sugar com ferocidade.
Eu chorava e gemia ao mesmo tempo até que não aguentei e gozei com muita intensidade. Nisso ele já se deitou em cima e enfiou aquele pinto bem no fundo e começou a estocar bem forte. Pude sentir na pele que o pinto desse nóia era maior e mais grosso que o do outro. E esse era muito forte, pois eu não conseguia me mexer direito, ele me segurava com muita forte enquanto me fodia. Eu parecia que estava com a força de uma criança diante daquele nóia.
Acabei indo a loucura e gozei novamente e foi muito intenso. Ele me pegou pelos cabelos e me levou para a janela que dá pra rua dos barzinhos.
- Aqui não, vão me ver!! – retruquei
- Se foda, eu quero mesmo é que ti vejam de quatro dando pros nóias da quebrada, sua puta.
Tentei sair correndo, mas em vão. Ele me pôs de quatro e começou a me foder e arrebentar a minha bunda de tanto tapa que ele dava. Ele batia mais forte que o outro nóia.
Eu estava indo à loucura, o prazer que eu estava tendo era imenso. Nunca tinha sentido dessa forma. Minhas pernas começaram a enfraquecer e eu só ficava me pé porque ele estava me segurando. Acabei tendo o melhor orgasmo da minha vida, minhas pernas bambearam, perdi o equilibro e cai da janela do segundo andar.
Mas o nóia conseguiu me segurar pelos cabelos e me puxou de volta.
- Onde você ia, princesinha. Quase que você se esburracha lá embaixo. Já pensou, todo mundo ia ti ver.
Cai na gargalhada imaginando a situação. O noia ainda não tinha gozado. Ele me pegou pro debaixo das pernas de frente pra ele e começou a meter com bastante força e velocidade. E eu só ficava ali o beijando e gemendo. Fui a loucura:
- Mete mais, me fode, nóia filho da puta. Me arromba desgraçado.
Meteu até socar lá no fundo para despejar seu leitinho. Fui completamente inundada de porra que saia daquele pau escomunal. Se eu tivesse chupando eu tinha me afogado rrrsss.
E claro, depois eu chupei até ele gozar na minha garganta, no meu rosto e no meu seio. Voltamos para o colchão e metemos até não aguentar mais. Lógico que eu fui a primeira a não aguentar e ele continuou me fodendo, mesmo eu quase desfalecida. Depois que tudo terminou acabei dormindo em cima dela, com a cabeça em seu peito.
Ao amanhecer fui acordada por ele, levando tapa na bunda e na cara.
- Vai embora vagabunda, some daqui, vadia. Vai piranha e não olha pra traz não, biscate.
Parece que é coisa de nóia mesmo, usar e depois dispensar como se eu fosse descartável.
Isso aconteceu agora em janeiro e já faz duas semanas que estou dando pra ele. Acabei de crer que eu sou o que falam aqui no site e no Xvideos:
- Eu afirmo que todos tem toda razão, eu realmente sou putinha de nóia, depósito de porra de nóia, marmita de nóia e qualquer outra coisa que me chamam. Eu fico lisonjeada, pois pra mim, isto é elogio.
Que putinha mais gostosa!!! Tbm quero!!!