Minha namorada foi conhecer minha mãe (contém SCAT)

Minha namorada foi conhecer minha mãe e acabou contaminando ela com seu fetiche.

A tarde estava calma quando Lucas levou Eduarda para conhecer sua mãe, Helena. O ar na sala de visitas era leve, preenchido pelo cheiro do café recentemente passado. Eduarda, vestida de maneira discreta e com um sorriso tímido, parecia a personificação da doçura. Helena, uma mulher na casa dos quarenta, de pele alva, cabelos negros como ébano e traços que resistiam elegantemente ao tempo, recebeu a jovem com uma cortesia polida, mas distante. Nos seus olhos, um leve ceticismo. Lucas observava, ansioso, ignorando o turbilhão de intimidades que ele e a namorada compartilhavam.
Nos dois dias seguintes, uma transformação silenciosa ocorreu. As saídas de Helena e Eduarda, supostamente para compras ou passeios, tornaram-se mais frequentes e demoradas. Uma cumplicidade nova, carregada de segredos sussurrados, florescia entre elas. No quarto de hóspedes, à noite, Eduarda sussurrava para Lucas sobre quão incrível Helena era, com um brilho peculiar nos olhos que ele conhecia bem.
Na última noite da visita, após um jantar caseiro onde Helena serviu um macarrão à bolonhesa que era um afago para a alma, o clima mudou. As duas mulheres trocaram um olhar longo e carregado. Sem uma palavra, levantaram-se e, de mãos dadas, conduziram Lucas, perplexo, até o quarto de Helena.
A porta se fechou. O ar, antes imbuído do perfume suave de Helena, pareceu eletrizar-se. Antes que Lucas pudesse articular qualquer pergunta, Eduarda envolveu Helena em um abraço que rapidamente se transformou em um beijo profundo e lascivo. Não era o beijo tímido de quem se apresenta; era o beijo confiante de quem já conhece todos os segredos do outro corpo. Helena correspondeu com uma urgência surpreendente, seus dedos finos enterrando-se nos cabelos castanhos de Eduarda.
Lucas paralisou, a cena processando-se em sua mente mais lenta que a realidade. Eduarda quebrou o beijo e, com um sorriso de vampira, anunciou:

- “Mostrei para ela nossas fotos, querido” - sua voz era um mel sedutor – “Convenci ela a se juntar a nós. Ela está... ansiosa para experimentar nossa bagunça particular”

Helena afastou-se de Eduarda, seus olhos escuros, sempre tão sérios, agora ardiam com um desejo nu e cru. Ela se aproximou do filho, e sua voz, um pouco rouca, suplicou:

- “Estou tão desesperada por um pau, filho. Por favor”

A barreira final desmoronou. Lucas, dominado por uma excitação brutal que anulava qualquer resquício de racionalidade, concordou com um gemido abafado.

- “Só dessa vez” - murmurou, mais para si mesmo.

Helena o puxou para outro beijo, mais feroz. Enquanto se deixava levar para a cama, arrancava a própria blusa. Seus seios, cheios e firmes, com mamilos eretos da cor de rosas antigas, foram ofertados. Lucas os tomou nas mãos, depois na boca, enquanto ela arqueava as costas com um grito abafado. A pele dela era sedosa, o cheiro, um misto de seu perfume habitual e do suor do desejo. Eduarda observava de pé, ao lado da cama, acariciando os próprios seios por cima do vestido, os olhos faiscando de prazer voyeur.
A transa com Helena foi uma tempestade de pura carnalidade. Ela guiava os quadris nele com força, exigindo mais, mais fundo, como se quisesse apagar décadas de contenção em minutos. O som dos corpos se encontrando, os gemidos guturais de Helena, o cheiro acre do sexo (tudo se fundia em uma experiência avassaladora). Lucas entregou-se, e quando a explosão final veio, foi dentro dela, marcando-a com uma possessão que queimava qualquer lembrança do vínculo anterior.
Antes que a respiração voltasse ao normal, Eduarda agiu. Com a agilidade de uma felina, posicionou-se sobre Lucas, seus pés descalços encontrando seu rosto.

- “Deixa eu endurecer ele um pouco” - sussurrou, esfregando a planta dos pés suaves contra seus lábios.

Ele obedeceu, chupando, mordiscando, enquanto ela, com movimentos lentos e sensuais, fazia seu corpo reagir. Quando ele estava pronto novamente, ela o conduziu para dentro de si, cavalgando-o com uma fúria contida que contrastava com a submissão ardente de Helena momentos antes. A sogra, agora, era a espectadora, masturbando-se com dedos ágeis enquanto observava o filho possuir a namorada, um sorriso de triunfo nos lábios.
A segunda vez que Lucas chegou ao clímax, dentro de Eduarda, ele julgou-se esgotado. Mas era apenas o interlúdio.
Eduarda deslizou da cama e, com autoridade, sentou-se sobre o rosto de Helena, que estava deitada de costas, ofegante. Sem hesitar, Helena abriu a boca, uma fome nova e perversa brilhando em seu olhar. Foi então que Eduarda relaxou. Um som úmido e profundo rompeu o silêncio pesado do quarto, seguido pelo odor terroso, orgânico e inconfundível de fezes frescas. Helena não se debateu. Pelo contrário, suas mãos agarraram os quadris de Eduarda, puxando-a para mais perto, enquanto sua garganta trabalhava, engolindo, consumindo.
Lucas assistiu, hipnotizado. A visão da mulher que o criara, devorando os excrementos da mulher que ele amava, enquanto se masturbava freneticamente, era ao mesmo vez repulsiva e incrivelmente erótica. Seu corpo, traindo qualquer noção de saciedade, respondeu com uma ereção dolorosa e urgente.
Ele se aproximou. Eduarda, sorrindo com a boca suja, desceu para beijar Helena, compartilhando o sabor proibido. Lucas, sem cerimônia, posicionou-se atrás de sua mãe. O ânus dela, relaxado e manchado, estava oferecido. Ele penetrou com um único movimento, o calor interno um contraste com o ar gelado do quarto. O cheiro intensificou-se, misturando-se ao suor e ao sexo. Ele fodia com força, cada investida um ato de posse total, enquanto as duas mulheres se beijavam e lambiam, perdidas em seu ritual coprofílico.
Quando ele gozou pela terceira vez, dentro do corpo que o gerara, um último tremor percorreu Helena. Ela soltou um longo gemido, e mais excrementos escaparam, misturando-se à sua própria sujeira e ao sêmen do filho na cama desfeita. O fedor era denso, complexo, marcando o ar como um selo daquela transgressão absoluta.

Eduarda deitou-se ao lado deles, exausta e radiante.
- “Quero repetir” - murmurou, acariciando o rosto suado de Helena – “Sempre”

Lucas não respondeu. Apenas respirou fundo, embebendo-se naquele novo mundo que cheirava a pecado, família e pura, inquestionável perversão.
Os finais de semana seguintes confirmaram a nova rotina. A casa de Helena tornou-se o palco para seus encontros triádicos, onde o scat era o sacramento que unia amante e sogra em uma ligação mais profunda e suja do que qualquer relação familiar convencional. E Lucas, sempre no centro, observava às vezes, maravilhado e um pouco atordoado, como aquilo era diferente (tão terrivelmente, viciantemente diferente) dos desentendimentos banais entre sua mãe e sua ex-namorada. Aqui, o entendimento era total, visceral, e escrito na linguagem mais primal e obscena possível.

Foto 1 do Conto erotico: Minha namorada foi conhecer minha mãe (contém SCAT)

Foto 2 do Conto erotico: Minha namorada foi conhecer minha mãe (contém SCAT)


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Ficha do conto

Foto Perfil clara-lille
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Nome do conto:
Minha namorada foi conhecer minha mãe (contém SCAT)

Codigo do conto:
253758

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
02/02/2026

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