Meu sogro resolveu oferecer um churrasco para comemorar seu aniversário de 40 anos. Ele e minha sogra moravam em uma casa simples, mas que tinha uma área externa bem grande, com piscina e churrasqueira. Eu e meu marido fomos cedo para ajudar. Eu ajudei minha sogra a preparar a comida e meu marido foi ajudar o pai com as carnes. Fomos trabalhando e bebendo uma cervejinha. Quando os primeiros convidados começaram a chegar, nós quatro já estávamos meio que pilequinho. Risos. Eu e minha sogra, o nome dela é Francine, eu a chão de Fran, subimos para colocar nossos biquínis. Ela colocou um biquíni razoavelmente pequeno, que ficou lindo nela, o vermelho do tecido contrastou muito bem com a pele morena dela. Fran era um uma mulher ainda bem jovem, com seus 35 anos. Com 15 anos teve o primeiro e único filho, Ricardo, meu marido. Meu sogro era 5 anos mais velho que ela, um pouco descuidado, mas ainda dava um caldo. Minha sogra se trocou na minha frente, virou-se de costas para mim deixando eu ver apenas suas costas nua e sua bunda. Um corpo de fazer inveja para muita mulher. Foi a primeira vez que vi minha sogra daquele jeito, acho que ficou mais desinibida por causa da cerveja. Depois de assistir minha sogra se trocar, Não pode deixar de fazer um comentário. – Nossa, sogra, você tem um corpão. Os homens na academia devem brigar para ver quem malha ao lado da senhora. Dá de lavada em muita menina novinha. – Eu me cuido. Toda mulher tem que se cuidar. E você também tem um corpão. Ei! Por ainda está vestida? Vamos, tira essa roupa e coloca seu biquíni. Anda logo que vou ficar aqui te esperando. Eu baixei meus shortinho juntamente com a calcinha deixando minha sogra ver, Não fiz como ela que se virou de costas. Tirei minha blusa deixando meus seios à mostra. Dei dois passos em direção à cama, onde estava minha bolsa com meu biquíni. Enquanto pegava aquela pequena peça de roupa olhei para minha sogra e dei um leve sorriso. Vesti um biquíni preto, fio dental, daqueles que é só um triangulo pequeno na parte de trás. O diminuto tamanho da peça fez a Fran fazer um comentário. – Eita! Que coisa mais pequena é essa?! Nunca vi você com um biquíni minúsculo desse. O Rico sabe que você usa isso? –Claro que sabe, Fran. Ele foi comigo comprar e me ajudou a escolher. Lógico que tive que fazer a cabeça dele antes. –Não sabia que meu filho era liberal desse jeito. Pois. Bem. Terminou? Vamos descer. Chegamos na varanda e já tinha alguns convidados. Sentamo-nos, eu, minha sogra, a irmã dela e o Rico. Sempre um levantava, outro chegava. Já no meio da tarde chegou uma mulher, regulando a idade com minha sogra, e uma rapaz novo, devia ter a idade do Rico. Eles vieram até nossa mesa. A Fran se levantou e deu um longo abraço na mulher. Eu me levantei junto. Fui apresentada. – Sol, essa aqui é minha prima Marluce e esse é o filho dela, o Breno. Marluce, Breno, essa a Sol, minha nora. Eu abracei os dois e nos sentamos. Começamos a conversar e a beber. Logo Marluce se levantou e foi conversar com os outros convidados, ficando só nos três na mesa. – Tia, faz tempo que não lhe vejo, mas a senhora continua muito bonita. O tio é um homem de sorte. Percebi um discreto sorriso de canto de boca da Fram. No mesmo instante, foi a vez de eu ser elogiada. – E você, Sol, também é muito bonita. O primo deu muita sorte. Você deve dar trabalho a ele. Olhei para minha sogra que pareceu esperar a minha resposta. – Olha Breno, não posso negar. Dou sim um pouco de trabalho para seu primo. Nessa hora, vi os olhas da Fran se arregalarem discretamente. Ela não deve ter acreditado que estava fazendo aquele comentário para uma pessoa que tinha acabado de conhecer e, ainda por cima, na frente dela. Mas isso era uma coisa que já queria fazer já há bastante tempo. Depois dessa minha resposta, Breno chegou sua cadeira mais para perto de mim e a conversa deslanchou. Minha sogra ficou até meio sem jeito e saiu para conversar com outras pessoas. Não demorou muito tempo para o Breno pousar sua mão nas minhas coxas. A bebida foi me soltando mais. Breno foi se atrevendo mais. Até que passado um tempo, minha sogra vem até a mesa e me chamou. Fomos até perto da churrasqueira, onde não tinha quase ninguém, e comecei a levar um esporro. – Sol, que história é essa de você dar certo trabalho para meu filho? Você não tem vergonha de falar uma coisa dessa na minha frente? – Sogra, você que a verdade? – Quero. – A verdade é que estou pingando de vontade de ficar com o Breno. Você que corpo o dele. Reparou no volume na bermuda? Desculpe, mas seu filhinho não tem metade daquele volume. E eu sei que até a senhora ficou atiçada com os elogios deles. – Isso é coisa que se fale para mim?! – Puxei a Fran para trás da churrasqueira e disse: – Eu sei que você também não tira os olhos deles. Garanto que está com a buceta molhada. Eu estou. Dizendo isso, levei rapidamente a mão na buceta dela. O que a bebida não faz com a gente. Santo Deus. Ela bateu na minha mão, mas sua cara não conseguiu negar. Eu continuei. – Você podia me dar cobertura para dar uns amassos nela. Vai sogrinha, ajuda sua norinha. – Não sabia que você era vadia nesse nível. Fui saindo indo em direção ao Breno. Falei para ele ir até onde a Fran estava que eu já ia lá. Fui até meu marido, que estava conversando com uns amigos de trabalho do pai. Vi como estava o terreno e fui me encontrar com os dois. – Sogra, fica de olho. Puxei o Breno pela mão e fomos bem atrás da churrasqueira. Ninguém podia nos ver, só a Fran. Já nos atracamos. Enquanto nos beijávamos, Breno não teve pudor em soltar meus seios do biquíni. Levei minha mão dentro de sua bermuda e senti aquela pau rígido. Enorme. Des abotoei e livrei o bicho da prisão. Que coisa linda! Olhe para minha sogra que assistia com cara de desejo. Ajoelhei e comecei um delicioso boquete. Era bem grande aquele pau. Fazia tempo que não sentia um daquele tamanho. Enquanto chupava, olhava para a Fran, que não aguentou e levou a mão até sua buceta. Breno segurar minha cabeça, empurrando para ir cada vez mais fundo com seu pau na minha boca. Foi questão de três ou quatro minutos para sentir o pau estufar e os jatos de porra invadirem minha boca. Sorvi cada gota daquele leite olhando nos olho do macho. Deixei limpinho e mandei ele sair discretamente para ninguém perceber. Levantei-me e com dois passos cheguei ao lado da sogrinha, que apesar do tesão aparentava estar furiosa. Ainda estava com os seios à mostra. Arrumei o biquíni. Olhei para ela com cara de vadia. Ri. Ela resmungou. – Quer experimentar ele também, sogra? Levei um tapa na cara. Ela saiu me deixando sozinha. Fui atrás. Entramos em casa. Na sala demos de cara com o Breno no sofá. As duas ficaram sem saber o que fazer. Eu, louca de desejo, peguei a mão dele e disse: – Sobe comigo. Quero você. Sogra, vigia, por favor. Subimos. Levei o macho direto para o quarto da Fran. Fechei a porta. Deitei na cama e me arreganhei para ele. – Vem logo. Fode essa puta. Vem. Breno partiu para cima de mim enfiando seu pau na minha buceta. Entrou fácil. Estava molhada que chegava até a pingar. Que pau gostoso. Que homem gostoso. Eu pensava na Fran lá embaixo na sala e me dava mais tesão ainda. Enquanto estava sendo estocada como um puta de rua, pensava na humilhação que estava fazendo meu marido passar perante a própria mãe. Fran, já bem alterada pela bebida também, não devia estar acreditando naquilo tudo que estava acontecendo. Tenho certeza de que ela não faz um estardalhaço para não constranger o filho na frente de vários familiares e amigos do pai. Eu falava: – Fode essa puta. Soca esse pau no fundo da minha buceta. Soca! Soca! Soca! – Você é uma delícia, sua puta, O primo, tenho certeza, já tem uma galhada na cabeça. Vadia! Puta! Rampeira! – Vai, mas rápido. Anda. Goza logo. Enche essa buceta de porra. Eu já suava. Meu corpo fervia de tesão. Breno anunciou o gozo. Quis tirar o pau para gozar fora, mas eu entrelacei minhas pernas nele não deixando ele escapar. Sentir o pau pulsar e despejar porra no funda da minha buceta. Ele foi se acalmando. Saiu de dentro de mim. Vestiu sua bermuda e saiu. Eu ali na cama. Suada. Feliz! Vesti meu biquíni. Peguei uma toalha e sequei meu corpo. Quando desci as escadas dei com a Fran, que me olhava raivosa, mas com curiosidade. – Transamos na sua cama, Fran. Perdão! Estou melada. – Não usaram camisinha, sua vadia?! Deixou ele gozar dentro de você?! – Não se preocupe, ainda não será avó. Meu chico acabou ontem. Posso dar mais uma semana ainda sem me preocupar. Saí indo de encontro ao Rico, que estava dentro da piscina com alguns de seus familiares. Também entrei. Foi bom para lavar a porra que escorria da buceta. Abracei meu marido. Beijei sua boca e disse que o amava.
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