Meu pai tinha um segredo, que durante muito tempo ele guardou de mim. Na verdade, ele e o meu tio guardavam o mesmo segredo. E, no caso do tio Beto, ele guardava na garagem. Era uma barraca de acampar que ficava em cima de um armário. Aquilo mostrava que no passado deles, havia muito mais em comum do que os laços de sangue; havia laços mais comprometedores.
Na mesa da cozinha, depois do almoço, o tio Beto ainda esperava a nossa resposta, se queríamos passar o fim de semana acampando. E é claro que era tudo o que nós queríamos, depois do que experimentamos na garagem pela manhã.
— Certo, peguem suas coisas, garotos! — ele disse finalmente, trocando olhares com nós dois.
Depois de arrumar as coisas no bagageiro do carro, nos despedimos da tia Glória e pegamos a estrada. Mas aquele era um acampamento de fim de semana especial, porque era só pra homens, e eu e o Fabinho estávamos excitados por isso.
— Uma coisa, antes de mais nada — ele disse ao volante. — O que acontece no acampamento fica lá, entenderam?
— Tá bem! — concordamos.
O lugar pra onde estávamos indo tinha apenas 12 pontos para acampar, um dos motivos pelos quais o tio Beto escolheu, e nós fomos pro mais distante e mais próximo do rio, que tinha uma vista incrível.
Uma área densamente arborizada separa os acampamentos do rio, com apenas uma pequena trilha ligando os dois. Felizmente, assim que chegamos, tínhamos praticamente o acampamento só pra nós.
Escolhemos uma clareira pra acampar, bem perto da margem mais afastada dos outros acampamentos, o que nos proporcionava mais privacidade. Era como se fossemos os únicos ali. E a nossa barraca era uma de tamanho familiar, que acomodaria cinco pessoas com algum conforto. Então, nós três teríamos bastante espaço.
Enquanto carregávamos a barraca pela trilha, o sol se punha atrás dos morros, do outro lado do rio, com tons de laranja e amarelo cruzando o céu, que se intensificavam num vermelho profundo.
Na estrada, paramos pra comer apenas sanduíches. Duas horas de estrada abre bem o apetite, e eu estava faminto. Mas, enquanto montávamos a barraca, antes que pudéssemos pegar o resto das coisas no carro, um vento forte começou a soprar.
Então, aquele estrondo alto quebrou o silêncio. Assustados, nos viramos e vimos o céu escuro. Foi um trovão, seguido de mais outros ainda mais fortes.
Algumas nuvens de tempestade se aproximaram por trás, vindo de um morro. Acho que as árvores nos impediram de ver as nuvens negras. Nos entreolhamos em meio ao vento, e em poucos instantes um aguaceiro torrencial desabou, antes mesmo de termos tempo de arrumar tudo.
Voltamos correndo pela trilha, de volta ao carro.
— Peguem o que puderem e deixem o resto no carro! — o tio Beto nos entregou os sacos de dormir.
Peguei o meu e corri pela trilha, seguido do meu primo e do tio Beto. Mas nem mesmo a densa cobertura de árvores impediu de ficarmos encharcados.
— Vamos entrar logo! — gritei por cima da chuva forte e dos trovões.
O tio Beto abriu o zíper da barraca, jogando lá dentro as nossas coisas.
— Esperem! — ele nos deteve. — Estamos encharcados; não podemos ficar assim molhados ou vamos congelar! Tirem toda a roupa e deixem aqui fora!
Começamos a nos despir freneticamente. Camisetas, sapatos enlameados, meias, calças. E, por fim, as cuecas, que tiramos e deixamos em uma pilha do lado de fora, na grama. E então entramos rastejando na barraca, enquanto o temporal se intensificava.
Estava escuro e a lanterna deve ter ficado com as outras coisas, junto com a comida e nossas roupas. Só conseguia distinguir a silhueta enorme do tio Beto. Tremendo e batendo os dentes, ficamos sentados em silêncio, completamente nus.
— Ok, garotos, precisamos nos aquecer uns nos outros. Temos que entrar no saco de dormir.
O Fabinho não disse nada. Eu nem tinha certeza se ele ouviu, por causa do barulho da chuva na barraca. Então fui ajudar o tio Beto a desenrolar os sacos de dormir.
Diferente dos nossos, de tamanho individual, o dele era um feito pra casal, e ele abriu o zíper e me fez entrar nele. Depois foi a vez do Fabinho. Segurei seu braço para puxá-lo pra perto. E logo em seguida o tio Beto entrou, colando seu corpo no meu, por trás. Senti sua pele fria e molhada tremendo na minha.
Me reposicionando de modo que ficássemos de frente um pro outro, eu o abracei, e ele fez o mesmo. Ele então começou a friccionar com as mãos nas minhas costas, pra tentar me aquecer um pouco, e eu fiz o mesmo nele. Enquanto isso, atrás de min, eu sentia o pau do Fabinho me roçar entre as pernas.
Depois, me virei pra ele e fiz o mesmo, me agarrando ao seu corpo. Acho que isso durou alguns minutos, enquanto o temporal diminuía, depois acabamos cochilando. Talvez tenha sido o frio, ou algo assim, porque de repente ficou bem confortável dentro do saco de dormir.
Mas não consegui pegar no sono assim tão profundamente. O movimento da respiração do tio Beto nas minhas costas me mantinha como que embalado; até que de repente algo me despertou. Meus braços ainda estavam em volta do Fabinho, e os dele em volta de mim. Sua pele nua estava bem mais quente agora, e ele não estava mais tão molhado. Sua respiração havia mudado também, como se um bebê dormindo.
E ele não era o único. Atrás de mim, o movimento do peito do tio Beto, colado no meu corpo, estava muito mais acelerado. Senti sua respiração quente no meu pescoço, e sua mão na minha cintura. Também notei outra coisa. Senti algo roçando na minha bunda. Meu Deus! Ele estava de pau duro, e a sua ereção estava pressionando bem no meio das minhas pernas.
Fiquei ali deitado com a mente a mil, até que ele se aproximou do meu pescoço e me deu um beijo ali, roçando a sua barba espessa no meu ombro. E foi então que eu percebi que ele também estava acordado.
— Você tem um cheiro bom! — ele sussurrou.
— Vai, tio, eu sei que tá morrendo de vontade. Também tô! — eu sussurrei de volta.
Novamente, o silêncio. Ficamos ali deitados, abraçados, nus, em silêncio. Senti o sangue correr para o meu pênis. Também comecei a ficar excitado. O que estava acontecendo? Eu nunca tinha pensado em deixar o meu tio me foder, nunca tinha me sentido atraído por ele. Mas depois do que aconteceu na garagem, era a única coisa que eu queria. E eu sabia que ele tinha nos levado pra acampar justamente pra isso.
Ainda me abraçando, senti a sua respiração mudar na minha nuca, quando ele sentiu a minha ereção se acentuando. E como tinha feito na garagem, ele começou a me masturbar.
— Tá de piroquinha dura pro tio, é? Hum...! — e ele voltava a beijar o meu pescoço. — Diz que quer tomar no cuzinho, vai!
— Mete logo de uma vez, tio! — eu puxava ele pela cintura.
Então, senti suas mãos deslizarem pelas minhas costas em direção à minha bunda. Quando chegaram lá, ele apertou com firmeza e puxou contra a sua ereção. Nós dois arfamos quando nossos corpos se encontraram numa forte penetração. Ele inclinou a cabeça e eu abri a boca, lhe oferecendo meus lábios. A princípio, ele parecia curioso com o sobrinho querendo beijá-lo, mas não se negou, colando a boca na minha.
O seu beijo tinha um gosto bom, de quem fazia isso há mais tempo. E ficou ainda melhor, à medida que me penetrava e eu sentia mais do seu pau dentro de mim. Na hora pensei que não ia aguentar, mas ter a rola do meu tio me fodendo era melhor que o pauzinho do meu primo.
Enquanto me fodia, o contato da sua barba por fazer no meu ombro fazia o meu pau ficar ainda mais duro.
Ele então me virou de costas, abrindo um pouco as minhas pernas. Depois molhou o dedo com saliva e esfregou no meu ânus. Nossa, que sensação boa! Nunca tinha experimentado esse tipo de estimulação antes.
Depois ele voltou a uma nova sessão, mas dessa vez enfiou um dedo. Eu me encolhi. Ele parou, mas depois recomeçou, lentamente, me excitando. Em seguida, foram dois dedos, quase me deixando sem fôlego. Então ele se reposicionou e senti a glande molhada dele roçando no meu cu, até que ele começou a me penetrar devagar.
Ele estava por cima de mim, com seu peso me esmagando e seu pau todinho enfiado no meu cu. E quando ele esfregou os quadris em mim a sensação foi incrível.
— Arrgh! — eu gemia baixinho pra não acordar o meu primo.
— Quer que eu pare? — ele sussurrou.
— Não, continua!
Ele então penetrou mais fundo. Mais fundo, e mais fundo. Senti os pêlos pubianos dele fazendo cócegas na minha bunda. Eu sabia que ele tinha entrado até o fundo. Então, ele começou a bombear devagar. Depois, cada vez mais rápido. Eu estava me acostumando com a sensação dele dentro de mim quando um choque elétrico percorreu meu corpo inteiro. De novo, e de novo.
A cada estocada, eu sentia puro êxtase. Meu Deus, foi incrível. Senti o seu corpo ficar tenso e ele começou a ofegar na minha nuca, mostrando que estava prestes a gozar. Ele penetrou cada vez mais rápido, e então aquela sensação quente me invadiu. Ele estava ejaculando fundo em mim. Isso foi o suficiente pra me levar ao clímax. Gozei como nunca, e assim que as estocadas pararam, eu ainda queria mais.
Ele então desabou sobre mim, suspirando e com seu pau ainda dentro de mim. Passei a mão pela sua bunda enquanto recuperávamos o fôlego. Novamente, houve apenas silêncio. Finalmente, depois de recuperar as forças, ele inclinou a cabeça e me beijou. E ficamos assim grudados.
— Agora é a minha vez!
A voz no escuro nos fez perceber que tínhamos companhia no nosso prazer incestuoso. Era o Fabinho que tinha acordado, e olhava o pai ainda montado sobre mim. Por um instante, o tio Beto parecia sem reação, olhando pro filho e com seu pau de novo pulsando dentro de mim.
Mas acho que uma coisa era meter no cuzinho apertado do sobrinho assanhado, e outra bem diferente era meter no próprio filho. Pra isso ele precisaria de um pouco mais de coragem.
Aparentemente, a noite ainda reservava uma última surpresa, e eu não sabia se o tio Beto estava preparado. Mesmo assim eu me levantei e troquei de lugar com o Fabinho, que foi logo montando em cima do pai.
— Tem certeza, filho?
E antes que respondesse qualquer coisa, ele foi logo se sentando sobre o seu colo, guiando o seu pau entre as pernas.
No começo, o tio Beto parecia pouco à vontade, sem qualquer jeito de fazer com o filho o mesmo que tinha acabado de fazer comigo. Mas, afinal, era pra isso que estávamos ali. E pela sua ereção, acho que ele ainda podia foder mais um cuzinho.
Não sei o quanto a nossa noite juntos foi capaz de abrir o cuzinho dele, mas o meu primo não reclamava enquanto o pai metia nele por baixo. E quando o tio Beto finalmente conseguiu meter tudo, o Fabinho soltou um gemido e a sua bundinha se retesou toda. Ele mordia os lábios, de olhos fechados, numa expressão de dor e de prazer.
— Relaxa, filho — ele tentava ajudá-lo. — Relaxa o cuzinho e deixa entrar devagar!
Aos poucos, o seu pau foi abrindo caminho nele, entrando devagar, e já metade dele enterrado no seu cuzinho apertado. Enquanto isso, eu me levantei, chegando perto do seu rosto e beijando o meu primo, como se dizendo com um sorriso: “Não é bom?” E ele então me abraça e começa a me beijar intensamente, ao mesmo tempo em que se deixa penetrar.
Eu olhava o seu corpo sobre o seu pai, cavalgando o seu pau com uma desenvoltura que me surpreendia. E enquanto o penetrava, o tio Beto o masturbava, fazendo o filho suspirar. Ele gemia cada vez mais e mais, quase ficando para trás em seu fôlego, num gemido e outro. Até que se deixou cair sobre o seu peito, meio ofegante.
Era como ver um sonho que eu tinha se tornar muito real, bem na minha frente, aquela fantasia de ter o meu pai todo dentro de mim e me beijando ao mesmo tempo. E se aquele sonho ainda não estava se realizando pra mim, eu me contentava de vê-lo realizar-se pro meu primo.
De joelhos ao lado dos dois, eu acariciava a sua bundinha retesada, ainda com seu pai metendo nele, e fiquei ali curtindo aquele singelo momento entre pai e filho, numa intimidade que eu imaginava um dia compartilhar com o meu.
Até que no escuro da barraca eu sinto mãos alcançarem o meu pau. E me admirava que enquanto era fodido por baixo, o Fabinho ainda quisesse me chupar. Mas estava adorando descobrir como ele era parecido comigo.
Enquanto o tio Beto comia o cuzinho dele, eu metia na sua boca, deixando ele meio ofegante. Seu pai dava umas estocadas mais e mais fortes, fazendo ele subir e descer, ainda com meu pau na boca. “Nossa, como ele aguenta?”, eu me surpreendia. Era uma nova e deliciosa cumplicidade que de repente se estabelecia entre o meu tio e eu, enquanto nós fodíamos o Fabinho, ele por baixo e eu por cima.
Então, comecei a sentir outra mão pelo meu corpo, primeiro deslizando na minha bunda, depois nas minhas pernas e no meu saco. E eu só percebi que era o tio Beto quando ele começou a disputar o meu pau com o Fabinho. Por um instante fiquei meio sem reação. Já tive umas fantasias com meu pai me chupando, mas não passavam disso. Não imaginava que um adulto tivesse prazer em chupar um garoto.
Mas estava adorando a novidade. Cada um de um lado, eles lambiam a cabeça do meu pau, por vezes com as bocas coladas num beijo incestuoso. E me surpreendia que o tio Beto me chupasse como se já tivesse chupado um pau antes. Eu o segurava pela cabeça e ele respondia a cada estocada, me chupando como o Fabinho fazia.
Meu pau deslizava gostoso pela sua boca, chegando na sua garganta, me enchendo de tesão, especialmente quando o Fabinho começava a lamber o meu saco.
Até que não resisti mais e comecei a gozar. Na verdade, não era minha intenção; não sabia qual seria a reação dele, mas na hora simplesmente não consegui evitar de gozar na boca do tio Beto. Ele continuava a me chupar, enquanto bebia a minha porra, pra surpresa do Fabinho.
E não demorou, no meio daquela experiência incrível, e, com a minha porra escorrendo pelo seu queixo, ele também começou a gozar no cuzinho do meu primo. O Fabinho lambia o seu rosto, querendo também participar do que restava do meu gozo. E os dois se beijavam, naquele ritmo das estocadas do tio Beto, enchendo o filho de esperma quentinho naquela noite fria.
No final, eu me juntei aos dois, agora num beijo a três. Eu puxei o tio Beto pra mim e o beijei, reconhecendo nos seus lábios o gosto do meu pau. Enquanto enfiava minha língua na sua boca, deixando ele brincar com ela, o meu único desejo era fazer o mesmo com meu pai. E nos agarramos no saco de dormir, onde acabamos dormindo, encolhidos e mais íntimos que nunca.
Depois eu conto o que rolou no dia seguinte, quando acordamos de manhã ali, meio agarrados, depois de uma noite incestuosa... e, nossa, rolou de tudo!



Que delicia de acampamento
Que tesão de conto, meu desejo é um acampamento desse,