Meu nome é Alex, sou moreno, alto, tenho 1,83 e sou bem forte por causa da academia. Como contei nos contos anteriores, gosto de dominação, de colocar o viado no lugar dele, que é servir o macho. Já contei alguns relatos aqui, mas esse que vou contar agora me marcou muito. Só de lembrar, minha rola começa a ficar dura.
Isso aconteceu na faculdade. Eu faço T.I. e normalmente só tem homens. Eu tinha meu grupo de amigos, entre eles tinha o Felipe. Ele namorava uma gostosa de Odonto. Ela era ruivinha, rabuda e tinha mó peitão. Felipe vivia se amostrando por namorar a Amanda, até que um dia a casa caiu pra ele.
Vazou um vídeo da Amanda pagando um boquete pro Gabriel, um cara que vendia droga pro pessoal da faculdade. Ele era branco, magrelo, tinha tatuagens pelo corpo e uma lapa de piroca. No vídeo, enquanto ela mamava o Gabriel, tentava colocar tudo na boca, mas não conseguia, era muito grande e grosso.
— A rola do teu namoradinho é assim, vagabunda?
— Que nada, a piroquinha dele não chega nem à metade da sua.
Nisso, o vídeo continua com a Amanda tentando colocar tudo na boca e o Gabriel rindo.
No outro dia pela manhã, todo mundo já tinha visto o vídeo. Felipe nem apareceu na faculdade, ao contrário de Gabriel. Quando passei por ele, estava todo rodeado de mina. Mas também, depois de verem aquele pirocão, qual mina não ia querer dar pra ele?
Alguns dias depois, Felipe resolveu aparecer. Ele estava estranho, afastado do grupo. Até entendo, enquanto Gabriel estava comendo buceta todo dia, Felipe tinha fama de piroquinha e corno.
Quando a aula terminou, fui atrás do Felipe pra conversar com ele.
— Pô, mano, vai ficar assim pelo resto da vida?
— Mano, como você acha que eu deveria estar? Enquanto o outro tá lá se acabando de buceta, eu tô aqui com fama de piroquinha e de corno.
Por mais que a situação fosse difícil pra ele, eu tava morrendo de tesão vendo aquele macho que vivia se amostrando pelo físico definido e pela namorada gostosa sendo humilhado.
— Porra, brother, vai deixar isso te abalar? Por que a gente não vai lá pra casa jogar no PC pra você relaxar um pouco e tirar isso da cabeça?
Ele ficou pensando, mas no final aceitou. Quando chegamos na minha casa, fomos pro meu quarto. Ele sentou na cama e eu fui pra mesa do PC. Enquanto jogávamos, conversamos.
— Pô, mano, é verdade o que a Amanda fala no vídeo?
— Na real, parceiro, não conta pra ninguém não, mas é verdade. Meu pau tá bem abaixo da média.
— Nem fudendo, pô. Tu tem mó corpão, bonito pra porra, e tem mó piroquinha?
— Pois é, mano. O que adianta ter um corpo desses e ter um pintinho? Não sei como a Amanda ficou comigo esse tempo todo. Ela nunca gozava.
Quando ele falou isso, me deu mó tesão vendo aquele macho se humilhando. Nisso, fui chegando perto dele e peguei na bunda.
— Mas tem outros jeitos de sentir prazer.
Quando falei isso, ele me empurrou.
— Qual é, mano? Sou viado não. Vou embora nessa porra.
— Não é viado, mas com esse grelinho que tu tem entre as pernas vai ter que ser.
Quando falei isso, ele ficou pensativo e perguntou:
— Será mesmo que eu não vou comer mais ninguém?
— Com esse grelinho aí, acho difícil.
Fui me aproximando dele, apertei a bunda pra ele não fugir e falei no ouvido:
— Com essa coisa aí na frente dá pra fazer porra nenhuma. Agora, com o que tu tem aqui atrás, tu vai ser bem disputado entre os machos da faculdade.
Quando falei isso, senti o tesão dele. Eu tava doido pra transformar aquele machão em viadinho.
— Agora tira a roupa e vira a bunda pro teu macho, mostra bem o cuzinho.
Ele não falou nada, apenas tirou a roupa. CARALHO, que piroquinha mesmo. Mole já dava pra perceber que era bem pequena.
— Que grelinho, hein, viado. Agora se vira, abre bem a bunda e mostra o cuzinho pro teu macho.
Ele foi se virando bem devagar, abrindo a bunda até o cuzinho ficar todo à mostra. PORRA, que cuzinho delicioso. Era rosinha, bem apertado. Não resisti ao tesão e comecei a chupar. Nisso, ele começou a gemer.
PAFF
— Geme que nem viado, vagabunda. Só tem um macho aqui nessa porra.
— Ainn… ainnn…
Depois de lamber todo o cuzinho dele, puxei pelos cabelos e botei pra mamar.
— Agora tu vai chupar essa piroca do mesmo jeito que tua namoradinha chupou o macho dela.
PAFF, dei um tapão na cara da cadela.
— Escutou?
— Sim, meu macho.
Peguei a cabeça dele e comecei a forçar contra a pica. Que tesão, a putinha fazia um boquete babão.
— HFF… HFF…
Tentava colocar tudo na boca, mas só engasgava.
Tirei a piroca da boca dele e comecei a bater na cara dele.
— Tu prefere a pica do teu macho ou a buceta da tua ex-namoradinha?
— Prefiro a pica do meu macho.
— Mais alto, viado!
— PREFIRO A PICA DO MEU MACHO!
— Muito bem. Quer levar no cuzinho agora?
— Sim, meu macho.
— Fala com mais vontade, porra!
— Quero dar meu cuzinho pro meu macho até não restar mais nenhuma prega no meu cu.
— Vou deixar teu cuzinho parecido com uma buceta, você quer?
— Quero muito.
— Então fala pra mim quem é o viado aqui.
— Sou eu, meu macho. Eu sou um viadinho.
— Tu ficou com ciúme da Amanda chupando aquela piroca, não foi?
— Muito. Queria muito chupar a pica do Gabriel.
— Tá vendo como você é um viadinho? Então vou comer teu cu e deixar bem largo pra tu aguentar a piroca do Gabriel todinha.
— Por favor, meu macho, arromba meu cu.
Continua…
Se quiser um macho, chama no PV
Que tesão. Coloca umas fotos lá no seu perfil pra alimentar a nossa imaginação hahaha
Maravilha adorei
alex19cm