O dia que fui revistado e fiquei de KCT duro!

Eai galera, mais uma história que aconteceu num rolê aleatório, essas paradas nobsusto sem combinar são as melhores, né? Pra quem não leu nenhum conto meu, meu nome é Rennan, tenho 35 anos, do interior de São Paulo, moreno claro, 170m, 80kg, corpo normal e ativo.
Certa noite eu estava indo pra uma festa de moto, quando dois policiais me pararam. Ríspido, um deles me fez várias perguntas e pediu meus documentos.
- Levanta os braços aí e vai pro muro (enquanto entregava meu documento pro outro policial) eu obedeci, meio me tremendo, por mais que eu soubesse que eu estava com a documentação da moto em dia e não tinha bebido, sempre dá aquele medo de ser abordado e "acharem" alguma coisa, né.. o coração fica meio acelerado. Ao olhar pro chão, vi os coturnos do policial, cercando meu corpo pelos lados, mesmo tenso com a rispidez do cara e do risco de sofrer algum tipo de truculência dos policiais, fiquei arrepiado ao sentir a respiração ofegante dele e uma mão grossa apalpar o meu corpo, a partir do tênis que eu usava. Mesmo sob a meia luz do poste, deu pra ver o quanto ele era gostosinho fardado, de rosto bem mais o menos... mas o visual que me fazia gozar cada vez que via em fotos pela Internet a fora.
Mas pra minha surpresa, naquele momento tenso, que era pra eu ser revistado, meu pau começou a endurecer.. puta que pariu mano, isso era horas de endurecer? ali eu vi que ia dar merda e passei a ter mais medo ainda, tava crente que o cara ia querer me avacalhar, zoar, ou até me bater.. afinal estávamos num ponto "escondido", em que eles param propositadamente, pra pegar pra teste de bafometro, pois quem tá vindo não tem visão, mas de lá da pra ver quem vem. E por mais que eu quisesse muito, meu pau não abaixou e encheu ainda mais a minha cueca.. e tenho uma pika digamos que bem generosa, a natureza foi boa comigo nesse quesito, então é bem impossível de esconder quando esta duro.. e nisso foi criando ainda mais volume. O policial foi subindo as mãos nas minhas pernas, enfiou a mão no meu bolso esquerdo, passando pelo meu saco rapidamente, enfiou a mão no meu bolso direito, e voltou pro meu saco, apertando minha mala para ter certeza do que havia acabado de descobrir. "Puta mano, ele percebeu? Agora eu tô fudido", pensei. Até que senti a voz do policial sussurrando no meu ouvido, dizendo de forma ameaçadora "que porra é isso aqui?"
- Desculpa senhor, desculpa por isso.
O policial me soltou e mandou que eu continuasse no lugar encostado no muro, sem olhar pros lados.. percebi que ele se afastou, mas não dava pra notar o que ele tava fazendo, e era isso o que me preocupava. Aí de repente senti a mão grossa do fardado prensando meu corpo contra o muro, enquanto a outra revistava todos os bolsos que eu tinha. Em seguida o policial desceu a mão novamente sobre a minha mala que ainda estava bem dura e apertou com mais força, dessa vez ele chegou apertar meu pau também com força. Voltou a falar sussurrando no meu ouvido, "Para de tremer aí, dessa vez passa, mas, na próxima eu quero ver até a onde esse pau aguenta duro". Daí ouvi um "Ta tudo certo, ta liberado, pega seu capacete e vaza". Ainda tremendo, enquanto eu dava partida na minha moto, percebi que o policial estava cochichando e dando risada com o outro policial que ria e balançava a cabeça. O cara que me revistou, entregou meus documentos olhando firme nos meus olhos, com um olhar meio intimidador.. constrangido, eu acelerei a moto e voltei pra vida, né. Mas ainda tava mexido, né? Com aquele misto de medo e excitação que aquele homem tinha me provocado.
Fui pra festa que eu tava indo antes de ser parado, e na hora de pagar a conta, vi um papel pequeno cair do meu bolso ao tirar a minha carteira, e tava escrito "volta nesse muro as 4 da manhã".. eu fiquei surpreso porque tinha certeza absoluta que não tinha papel nenhum no meu bolso, o único que tinha mexido no meu bolso foi o tal do policial. Puta merda mano, fiquei mais tenso ainda.. fiquei pensando se valia a pena ou não ir, as vezes pudia ser uma armadilha, né.. nunca se sabe o que se passa na cabeça dos outros, ainda mais que o policial foi grosso comigo desde o primeiro contato. Aí lembrei daquela última pegada que ele deu na minha pika e apertou, aquela mão segurando firme.. Ah meus manos, aquilo não era uma revista mais, era um abuso mesmo, era vontade de pegar na minha jeba.. e só fui me ligar nesse momento. Olhei no celular e faltava 20 minutos pras 4h, decidi ir, mas ia ter que correr, porque não era tão perto de onde eu estava.
Cheguei lá eram 4:08, carro nenhum, viatura nenhuma, e eu não sabia se esperava, se o cara foi e como atrasei resolveu ir embora... fiquei pensativo se esperava mais uns 10 minutos, porque era uma área escura, de madrugada, não me sinto confortável sozinho num canto desses, mas resolvi desligar a moto e ficar um pouco. Onde eu tava era tipo um muro de um terreno baldio, e do lado uma "chácara", murada que parecia não ser visitada a tempos. Nesse momento, ouvi uma pedrinha bater no tanque da minha moto, olhei pra direção de onde veio e não tinha ninguém, tava escuro, peguei a moto, virei pra direção de onde veio e dei luz alta pra ver se via alguma coisa, até que ouvi um "psiu", olhei pro lado e era o policial escondido la dentro do terreno baldio, ele não estava fardado, estava de bermudinha de jogar bola vermelha e camiseta preta.. parecia até outra pessoa, sem farda ficou bem comum. Ele mandou eu guardar a moto rápido la dentro pra não chamar atenção caso alguém passasse por ali. Coloquei a moto la dentro, e assim que desci, ja senti as mãos do cara laçando meu corpo, e senti a mala dele encostando na minha barriga. Tirou ela pela lateral da perna do short e começou bater uma enquanto beijava meu pescoço e com a outra mão apertava a minha bunda.. até que ele se ajoelhou, tirou meu pau pra fora, colocou minhas mãos na cabeça dele e violentamente empurrou a cabeça dele contra meu meu pau, meio que forçando minha mão a empurrá-lo, começou cheirar meu pau, e disse que meu pau tava suado e com cheiro de porra seca, que eu devia ter fudido alguém aquela noite e que eu ia ter que dar conta de mais (nem fudi não, acho que era mais baba seca grudada no meu pau e na cueca pelo tesão que eu tava antes e urina de tanto beber na festa) ficou cheirando meu kct igual quem cheira pó, dando aquelas tragadas nervosas mesmo, e nisso ele enfiou a mão dentro da cueca dele e começou bater punheta enquanto cheirava meu pau suado de festa.. derepente ele abriu a boca e colocou meu pau inteiro na boca tudo de uma vez, aquilo eu fui a loucura.. ele só colocou na boca, mas não movimentou.. só senti a cabeça da minha pika encostar na garganta dele, e ele me olhando nos olhos com cara de "fode minha boca", ai comecei um vai e vem meio desajeitado, como o cara era bruto, fiquei com medo de ser bruto com ele e fui pegando leve.. ate que ele tirou meu pau boca e disse "eu nao sou frágil, fode caralho. E vc vai ter que aguentar porque foi vc quem provocou isso ficando com o pau duro na minha mão", aí foi a deixa pra eu começar a bombar freneticamente dentro da garganta daquele puto. Dei uma prensa na cabeça dele, meio que sufocando ele contra meu pau, pra ele engolir, ele tinha um fôlego fdp, ele não tirava meu pau da boca nem pra respirar, ficou uns 15 minutos só com meu pau na boca sem tirar pra nada, o cara manjava em respirar pelo nariz pra nao tirar minha pika da garganta.. slk, que delícia. Ele mamava, engolia, simulava uma punheta com a boca dele enquanto segurava a minha bunda, chegava a cravar as unhas na minha bunda de tanta ferocidade me empurrando pra mais perto dele.
Eu tava quase pra gozar com tamanha intensidade da chupeta daquele macho, e ele percebeu meu pau engrossando mais na boca dele, pronta pra soltar o mingau, até me disse "nao é pra gozar não seu filho de uma puta, eu falei que você ia ter que aguentar". E nisso ele se levantou, abaixou o short dele e vi seu pau, meia bomba apontado pro chão e pingando baba. Até que ele foi numa bolsinha dele que tava no chão e pegou uma camisinha e gel, lambuzou a mão de gel e passou na bunda dele, entregou a camisinha na minha mão e falou "agora dá teu nome". Enfiei a camisinha no pau, ele arrebitou aquela bunda peluda pra mim, e encaixei de uma só vez, entrou numa facilidade e de primeira, achei fácil demais.. deu nem graça, cuzinho largo e peludo, comecei a bombar forte, aquele barulho de saco batendo na bunda dele e das fungadas que ele dava tentando não gemer alto. Agarrei no pescoço dele e comecei a meter cada vez mais forte, nisso eu já não media mais a minha força, estava segurando forte o pescoço dele, quase enforcando, e metendo a pika pra valer também.. Notei que o pau dele não estava duro, sempre meia bomba e escorrendo baba, até que ele falou que eu tava estourando o rabo dele, pra eu ir mais devagar, e pediu pra eu tirar a pau de dentro dele, no que tirei, a camisinha estava com bastante sangue, ele viu e falou que tava bom já, que logo o dia começaria a clarear, pra vazar dali. Falei que eu não tinha nem gozado e ele também não, ele respondeu "te chamei aqui pra vc me satisfazer, não eu te satisfazer, rala daqui".
Puta que pariu, o cara me usou pra fuder o cuzão e nem me deixou gozar.. e o pior? Nem valia tanto a pena assim.. só um cara de beleza mediana no auge dos seus 40 anos com cara de pai. Tirei a moto de lá esperei um pouco, não o vi sair, e fui embora. Outro dia trombei com ele na entrada do meu trabalho, nem olhou na minha cara e fingiu não me conhecer, mas ta tranquilo assim.. até prefiro.

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Comentários


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altobelly Comentou em 05/02/2026

show esse conto. Me deu tesão, fiquei imaginando a cena,




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O dia que fui revistado e fiquei de KCT duro!

Codigo do conto:
254006

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
05/02/2026

Quant.de Votos:
7

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