O conto aqui, ocorreu quando tinha 18 anos, era a primeira vez que iria viajar sozinha. Meus pais pagaram minha passagem e lá estava eu, nas praias de Búzios...hahaha..vamos ao conto!
Bem, tinha acabado de completar 18 anos e, para comemorar, meus pais me deixaram ir sozinha para outra cidade. Me hospedei em um hotel e tinha tudo preparado para o próximo dia: Um biquini preto, protetor solar e a buceta raspadinha.
No sábado de manhã, o calor já era intenso. Fui para a praia, antes, tinha passado protetor. Para minha sorte, a praia ficava alguns metros de onde eu estava. Logo, estava diante do mar.
Turistas por todos os lados e, claro, alguns coroas me secavam e eu dava um sorrisinho. Vi um grupo de pessoas perto de uma das rochas, me aproximei e entrei na água. Logo, notei alguns olhares em minha direção.
As senhoras pareciam querer me pegar pelos cabelos e me afogar no mar. Os coroas..rsrsr.. pelo visto também queriam me pegar pelos cabelos e me afogar em outro lugar.
— Olá... tudo bom?!?
Um coroa simpático se aproximou.
— Oieee. Tudo ótimo!
Notei que ele era branco, porém o corpo bronzeado. A barriga saliente por cima de uma pequena sunga preta que formava um pequeno volume.
— Escuta...pode parecer estranho... Sou Fábio. — ele me estendeu a mão e me cumprimentou. — Vim aqui para te dizer que você é muito parecida com minha filha, Raquel.
Comecei a rir.
— Sério?!?
— Sim. Vim com meus amigos. — apontou para o grupo. — Eu queria com a sua permissão, obviamente, tirar uma foto e mandar pra minha esposa. Ela vai ficar surpresa!
Algumas pessoas do tal grupo me olhavam. Eram dois casais, todos já com uma certa idade. O que mais me chamou atenção é que os coroas eram exatamente do tipo que me atraiam.
— Sem problemas. Eu sou Rebeca. Está com celular ai?
Ele riu.
— Não, Rebeca. Estamos em uma pousada aqui perto. Mas... pensando melhor. — Olhou para os meus seios volumosos. — Você é bem mais encorpada que a Raquel, com certeza. Aliás, você está acompanhada?
Balancei a cabeça negativamente.
— Quantos anos tem?
— 18 e vocês?
— Nós?!? Ah, sim... tenho 51. Vem comigo. Vou te apresentar o pessoal.
Eu o segui.
— Aqui está minha filha. HAHAHA.
Os homens riram e as mulheres viraram o rosto.
— Pessoal, está é a Rebeca.
— Eu sou Gilberto. — disse o coroa moreno. — Essa é minha esposa, Claudia.
— Eu sou o Léo. — afirmou o coroa branquinho de bochechas rosadas. — Essa é a Odete.
Logo, conversávamos e descobri que Gilberto tinha 47 anos e Léo 55 anos. Saímos da água, os coroas eram bem barrigudinhos. Gilberto era peludinho e Léo tinha a barriga lisinha. Todos tinham o cabelo curtinho e sorriam alegremente.
— Você vai gostar, Rebeca. Alugamos uma pousada só pra nós cinco. — disse Seu Fábio.
As mulheres apenas me olhavam e resmungavam. Até que Seu Fábio me pegou pelo braço.
— Escuta. Sério...preciso mostrar você pra minha esposa..hahaha... vem comigo para a pousada? É rapidinho?
Eu aceitei. Afinal, já estava louca pra ver o que iria acontecer. Nos despedimos dos casais e partimos para a tal pousada. Na verdade, era uma pequena casa aonde estavam aquele grupo.
— Fica aqui na sala. Vou lá no quarto pegar meu celular.
O coroa me deixou e mil coisas passavam na minha cabeça.
“Se eu tivesse oportunidade daria para os três. Será que aguento levar três picas ao mesmo tempo?”
“Ele disse que pareço com a filha dele. Será mesmo?”
Comecei a andar em direção ao quarto. A porta estava um pouco aberta e entrei na ponta dos pés. Seu Fábio estava ao lado da cama mexendo em uma mochila.
— Aonde será que deixei? Que loirinha sensacional... puta que pariu! Se eu tivesse chance... faria com ela o mesmo que faço com a Raquel.
Vi ele pegando o celular e dei alguns passos para trás.
— Rebeca... com certeza é mais gostosa que minha filha. Que tetonas ela tem e aquele rabo?!? Nossa! Quase gozei só de olhar.
Aquelas palavras me deixaram com tesão. O coroa era bem mais alto do que eu. Mas sei muito bem como dominar um urso daqueles. Voltei até a sala.
— Achou, Seu Fábio?!?
Ele me mostrou a câmera.
— Faz uma pose.
Coloquei as mãos para trás e ele tirou uma foto.
— Pronto! Agora...deixa eu ver... enviando...
Me coloquei de lado, entrelacei os dedos, empinei a bunda me encurvando um pouco para frente.
— Assim não é melhor?
Seu Fábio me comeu com os olhos dos pés à cabeça. Posicionou o celular e riu.
— Rebeca, você é um tesãozinho de mulher.
Pronto, era tudo que eu precisava ouvir. A sunga dele parecia maior.rsrsr... Porém, queria deixar o coroa ainda mais excitado.
— Vamos tirar umas fotos lá na areia. — Peguei no braço dele e saímos andando.
O levei até um ponto aonde não tinha gente por perto. Me posicionei de 4 virada para o mar.
— Que brisa gostosa..Não acha, Seu Fábio?!?
O gordinho babava me olhando.
— Puta que pariu, loirinha! Que bunda é essa?!?
Ele tirou algumas fotos e eu sorria, toda dengosa, falei:
— Pra me aguentar, o cara tem que ser forte.
Rimos, ele veio até mim, parou na minha frente e passou a mão na sunga.
— 16cm tá bom pra você?
Ergui a cabeça, o coroa estava com uma puta cara de safado.
— Pensei que me visse como sua filha?!?
Seu Fábio passou a mão em meus cabelos.
— Sim, filhinha. Papai tem uma mamadeira cheia de leite. Quer?!?
Dei um sorrisinho e acenei com a cabeça. Ele abaixou a sunga e uma pica branquinha apontava para cima.
— Mama, sua safadinha!
Ele bateu a cabecinha vermelha nos meus lábios e um melzinho transparente brotou. Enfiou a rola na minha boca e percebeu minha careta ao sentir o gosto.
— Desculpa, querida. Minha pica não sabe a diferença entre as bocas. OHHHHH
GLUB, GLUB, GLUB
Eu parecia uma cachorra na praia. De 4 e chupando o coroa. Seu saci batia no meu queixo e meu rosto escondia debaixo da barriga.
— Muito bom! Mulher que sabe fazer boquete está em outro nível! OHHHHH!
Seu Fábio se encurvou sobre mim passando as mãos em minhas costas até chegar na minha bunda.
— Isso é uma escultura. Que tesão! AINNN...ASSSIMMM!
Eu caprichei no boquete. De vez em quando, engolia tudo e ainda massageava as bolas com a língua.
— ASSIMMM!! Assim o papai goza, amor!
Foi quando ele afastou minha cabeça com a mão.
— Tem gente vindo.
Me levantei enquanto o coroa subia a sunga. Ao longe, os dois casais se aproximavam.
— Ai estão vocês. — Seu Gilberto estava com uma cara de safado. — O calor está demais. Resolvemos voltar para a pousada.
Logo, seguimos todos juntos. O dia passou, almoçamos juntos, as esposas Léo e Gilberto até pegaram uma certa amizade comigo. Me perguntando o que precisei fazer para ter um corpão.rsrsr. Enfim, fiquei na casa com eles e percebi que algumas redes de dormir estavam dispersas pelo local. À tarde, os casais se deitaram nas redes.
— Que vista maravilhosa. — Seu Fábio porque sua família não veio?
O coroa me olhou. Estávamos sentados na varanda enquanto o vento suave invadia o local.
— Na verdade... estamos passando pelo processo de divórcio, sabe?!? É uma coisa chata. E também... aonde você vai?
Eu já estava de pé. Andei até a rede mais afastada e me deitei. O coroa veio em seguida e, maliciosamente, falei:
— Será que a rede aguenta nós dois?
Ele se ajeitou ao meu lado. Colocou a mão no meu queixo e riu.
— Você é mesmo uma loirinha sacana.
Nos beijamos. O coroa alisou meus seios, beijou meu pescoço e precisei me conter para não gemer.
— Que tesão, Rebeca. Isso que é bom. Seios durinhos e deliciosos.
Seu Fábio falava baixinho e me chupou bem lentamente. Passando a língua nos mamilos e, descendo a mão pela minha barriga, chegou até minha bucetinha. Ficou alisando minha xota por cima do biquini enquanto chupava meus seios. Eu mordia os lábios com aquela safadeza.
— Uinnn! Que gostosuuuu! — Gemi baixinho e me virei de lado esfregando a bunda no coroa que lambeu minha orelha direita.
— Assim de ladinho eu coloco até o talo.
Seu Fábio puxou meu biquini, senti ele abaixando a sunga e, depois, levantou um pouco minha perna direita e posicionou a pica na entrada.
— Nem acredito que estou prestes a fuder com um mulherão desses na redeeee. OHHHH!
Seu cacete foi entrando e abrindo minha bucetinha aos poucos. Logo, o coroa fazia movimentos de leves de vai e vem. Eu seguia o ritmo rebolando bem devagar. Ali, não estava fazendo sexo, mas sim, dando prazer ao coroa e fazendo amor.
— Nossa, Rebequinhaaa! Queria que o tempo parasse agora. Que bucetinha, hein! Você sabe como agradar um velho como eu! OHHH!
— Sim, amor. Vou chamar Odete pra ir então.
Ficamos parados. Rapidinho, nos recompomos, Seu Fábio se levantou e saiu da rede.
Em instantes, Claudia e Odete se preparavam para ir pra praia. Seu Léo parecia irritado já que foi obrigado a segui-las e Seu Gilberto ficou parado me olhando.
— Você vai ficar aqui, Rebeca?!?
Apenas balancei a cabeça que sim. Logo, fiquei com Seu Fábio e Seu Gilberto na varanda. O coroa moreno persistia em me encarar.
— Fábio, ela lembra muito sua filha. — Seu Gilberto se aproximou colocando a mão no meu cabelo. — Mas tem algo a mais.
O coroa estava de pé na minha frente, sua sunga com um baita volume e, sentada na rede, não resisti. Coloquei as mãos na coxa dele.
— HUMMM! Fábio, quando tu iria dividir esta belezinha com a gente?...OHHHH!
Como uma leoa faminta, botei a sunga dele pra baixo e cai de boca na glande. O pau grossinho tinha uma cabeçona, porém seus 13cm não ne intimidaram.
GLUB, GLUB, GLUB
Seu Fábio ficou boquiaberto, parado ao lado do amigo.
— Minha filha é muito piranha. Caralho!
Fiquei punhetando Seu Gilberto e agarrei a sunga do “papai”.
— Vem aqui... me dá piroca também!
Eu revezava o boquete nos dois coroas. Então, juntei as duas cabeças e mamei.
— OHHH! CARALHOOO! QUE VAGABUNDAAA! — Gemeu Seu Gilberto.
Após mamar gostoso. Me levantei e sorri.
— Melhor irmos para dentro. Faço melhor ainda na cama.
Em poucos minutos, nossa sacanagem continuou em um dos quartos. Seu Gilberto, deitado na cama, segurava minha cabeça enquanto Seu Fábio chupava meu cuzinho já que me colocaram de 4 em cima da cama.
— Que putonaa! Gostosaaa! Safada!!
PLAFT, PLAFT, PLAFT
Seu Fábio me deu vários tapas na bunda.
— Piranha! Sua biscatinha do caralho! — O coroa colocou a perna direita na cama e encaixou a pica no meu cuzinho. — Esse cu guloso merece muita vara!
PLAU, PLAU, PLAU
Seu Gilberto botou as duas mãos na minha cabeça e afundou a pica na minha garganta.
— Toma sua puta. Bem que Claudia comentou que devia ser uma vagabundinha.
Seu Fábio riu enquanto metia ritmadamente.
— Essa piranha vai passar a tarde toda tomando no cu.
PLAU, PLAFT, PLAU, PLAFT
O coroa metia e batia na minha bunda com a mão espalmada.
— AINN! Assim dói! — falei saltando da cama.
Seu Gilberto sentou na beirada da cama e me puxou pela cintura.
— Calma, loirinha. Ele tá bruto assim porque faz dias que não mete gostoso. Vem sentar gostoso. VEM!
Me posicionei sobre o coroa e desci com a minha bucetinha melando o pau.
— OHHH! QUE TESÃAAOOO! — Gemi gostoso sentando de costas e já cai de boca na rola de Seu Fábio que parou na minha frente.
Fiquei toda encurvada sentando na rola de Seu Gilberto e mamando Seu Fábio.
— Essa é mesmo uma das putas mais brabas que já pegamos, compadre. — Afirmou Seu Fábio. — Você tinha que ver a cachorra implorando na praia pelo meu cacete.
Fui resmungar, mas Seu Fábio me conteve segurando minha cabeça.
— Ela disse que estava doidinha pra me fazer uma chupetinha na areia.
Seu Gilberto apertava minha cintura.
— Nós vimos mesmo. Pensa que não reparamos?!? De longe, notei que algo estava esquisito.
Ficamos naquela putaria por alguns minutos. Os coroas conversavam enquanto se aproveitavam de mim.
— Essa putona. — Seu Fábio me soltou e bateu com a pica no meu rosto. — Vamos botar ela pra cavalgar.
Seu Fábio se jogou na cama e se sentou atrás do amigo que me deu um tapa na bunda.
— Levanta, cadela!
Fiquei de pé. Os dois coroas se sentaram na cama, um de frente para o outro, abriram as pernas e se aproximaram como se tivessem tentando se encaixar.
— Caralho, Fábio. Faz tempo que a gente não faz isso. Vem puta! Sobe logo aqui.
Os cacetes deles praticamente se tocavam, subi na cama, fiquei de pé entre os dois coroas, de frente para Seu Gilberto.
— O que querem que eu faça?!?
Seu Fábio deu um tapa na minha bunda.
— O que acha, Rebequinha?!? Dá uma sentada nervosa em nós.
Meio sem jeito, fui me agachando, segurei as duas picas.
— Uma você bota no cuzinho e a outra... você..OHHH!
Antes que Seu Fábio falasse encaixei a xota nas duas rolas e sentei. Foi uma sensação indescritível, principalmente, quando os coroas começaram a gemer enquanto eu cavalgava.
— OHHH! PUTAAA! SAFADAAA!! — Gritava Seu Gilberto.
— PIRANHAAA! ORDINÁRIAAA! ISSSUUUU! — Berrava Seu Fábio.
Os coroas me abraçaram. Me senti totalmente desejada e entregue.
— UINNN! Que putaria gostosaaaaa! UINNN! AAHNN! AHNNN!
Ficamos grudados fudendo até nossos corpos suarem.
— Puta que pariuuu! Quero gozar na sua cara! — Seu Fábio saiu juntamente com Seu Gilberto.
Me deitei na cama batendo uma siririca. Os coroas ficaram ajoelhados um de cada lado.
— Gozaaaa pra mimmm..VAIII!! Seus velhos safadooosss! OHJHHH
— Vamos, compadre. Deixar a cara dela cheia de gala quente. CARALHOOOO! OHHH! ARGGGHHH! — Seu Gilberto urrava.
— Minha filha é mesmo umaaa OHHH! PIRAANHAAAA! AHHHHNNNN! — Seu Fábio não se aguentava mais.
Precisei até fechar os olhos, cada esporrada deixava meu rosto todo melado. Senti o cheiro da porra que escorria pelas minhas bochechas enquanto os dois paus dançavam na minha cara.
— Essa puta jamais vai esquecer disso! HAHAHA — Seu Gilberto gargalhava.
— Olha como ela se mata na siririca. — Seu Fábio meteu a rola na minha boca. — Novinha assim só goza quando tem rola na goela.
A rola meia bomba me deu um baita tesão. Seu Gilberto apertou meus seios e eu permaneci de olhos fechados.
— GOZAAAA VADIAAAA! ANDAAAA! — Seu Gilberto apertava meus seios e não aguentei mais.
— AHNNNN! AINNNN!
Me tremi toda, minha buceta explodiu num gozo frenético e fiquei toda mole na cama.
— Boa garota! Assim que papai gosta!
Eles começaram a rir.
— Léo não vai acreditar quando contarmos o trato que demos na biscatinha. — afirmou Seu Gilberto.
— Ele vai querer fuder essa puta de uma maneira ou de outra. — disse Seu Fábio. — Vamos, Rebeca... Levanta dai e vai tomar um banho.
Levantei e fui pro banheiro. Estava toda acabada. Depois de alguns minutos escutei vozes femininas. Coloquei meu biquini e sai como se nada tivesse acontecido. Parei na porta da sala e escutei a conversa.
— Nem pensar! Ela precisa ir embora. — Disse Odete, puta da vida.
— Eles acham mesmo que vamos querer aquela vagabundinha dormindo aqui?!? — Claudia riu. — Vamos mandar ela embora, imediatamente.
Olhei para a porta e sai na ponta dos pés. Escutei que os coroas se falavam na varanda e espreitei sem que eles me vissem.
— Até agora não estou acreditando?!? Vocês comendo aquela delicia e eu carregando compras?!? Que merda!!HAHAHA
— Léo, ela implorou pra gente fuder com ela. Foi sensacional! — Mentiu Seu Fábio. — A vadiazinha quase chorou sentando na pica.
Seu Gilberto cruzou os braços.
— Vamos ter que dar um jeito de tirar as mulheres daqui hoje a noite. Vou meter na loirinha até meu pau esfolar.
Seu Léo riu.
— Bem que suspeitei do jeito que ela nos olhava. Cachorra! A putinha tá demorando, hein!
— Também... o tanto de gala que voou na cara dela. — Disse Seu Fábio.
Me virei e sai dali me sentindo humilhada. Mas, no hotel, dei risada.
— Eles vão passar os dias na punheta me querendo. Otários!
Daquele dia em diante, frequentei a praia, mas em uma parte bem afastada deles. Até hoje me pergunto se realmente Seu Fábio mandou minha foto para a esposa dele.rsrsrs
Se curtiram, comentem... Alguém ai gostaria de se encontrar comigo na praia?..
Bjinhoss!!




Não tem jeito papai vai ter que castiga vc né rebeca