Parte 1 - Um desejo

Olá pessoal, como vocês vão? Vou contar aqui uma história, que ainda hoje me dá muito tesão, tanto por lembrança, quanto por ver ainda hoje os efeitos disso tudo na minha vida, vou me chamar de R, tenho 28 anos, quando o conto aconteceu eu tinha 26, tenho 1,87m, pele morena, cabelo no ombro, particularmente peludo no peito, não sou gordo, mas grande, na época namoro quem hoje é minha esposa, N, 1,,65, na época tinha 22, uma gordinha muito bem estruturada, com peitos grandes e uma cinturinha gostosa, nunca fui fã de mulher mais nova, mas N é e sempre foi minha alma gêmea, ela gosta de tudo que eu gosto, especialmente na cama, sempre gostei de viver amorosamente como duas personas, um príncipe de dia, tratava ela muito bem, um amigo, confidente, protetor, de noite, sempre gostei de todo tipo de sadismo, desde amarrar até tapa na cara, o meu lado diurno sempre foi mais fácil de lidar e aceitar, mas meu lado noturno já me deu muitos problemas amorosos, até que encontrei N, ela não só aceitava, ela tinha uma vida muito parecida, de dia, era carinhosa, dengosa, tímida, falava alto e ria de todas as minhas piadas, por mais idiotas que fossem, de noite, gostava de ser tratada com todo o tipo de tortura, segundo ela, por ser tão doce desde sempre, ela gostava de pelomenos nesse ambiente não ser tratada com cuidado, é o único ambiente onde ela pode sentir alguma coisa que faça o coração acelerar, nosso relacionamento sempre foi muito estável, na época do evento inclusive, não havia problema algum, mas N veio com umas idéias na cama.
Tudo começou com uma brincadeira, como de costume, eu chegava do trabalho por volta das 18:00, N trabalhava em casa nessa época, design, e ao chegar, eu já encontrava o jantar pronto, meu papel era só lavar os pratos, depois do jantar, não era estranho eu reparar um olhar dela mais picante para mim, eu lavava os pratos, e reparava ela me fitando na sala, eu então secava as mãos ao fim do serviço, e ali mesmo no sofá eu comia ela, N não era discreta, a voz alta quando ela perdia a timidez dava um gemido gostoso, já morávamos juntos a 1 ano, e sempre fui do tipo “homem da casa”, então fiz o isolamento acústico completo do apartamento, foi bem caro, mas quando eu estrava um tapa na cara dela, compensava cada centavo, era estranho explicar as placas acústicas na sala para amigos e familiares em visitas, aprendi a tocar baixo para dar uma desculpa viável, mas o corpo que mais passava as mãos era o de N, naquele dia, não sei por que motivo, ela estava especialmente safada, enquanto eu metia nela no sofá-cama (não era um sofá normal pois raramente aguentávamos de tesão para ir ao quarto, como não tinha filhos ainda, foi um investimento), ela olhou para trás, e olhando pros meus olhos, falou entre os gemidos quase gritando:

- Tá com pena, meu dono? Alguma outra cadelinha já tirou a energia hoje?

        Aquilo era novo para mim, eu amava N, e estava plenamente satisfeito com uma só na cama, mas não era estranho eu humilhar N na cama, ela adorava, eu adorava, a gente assumia que “enquanto a gente tá com tesão, aquilo é verdade, quando acabar, vira história”, então segui a brincadeira:

- E tu acha que uma buceta vagabunda dessa é o suficiente para mim?

Estralei um tapa na bunda dela, e puxei o cabelo com a mesma mão sem largar a cintura dela, N ficou louca, parecia que gemia mais alto, de fato naquela noite eu reparei que ela ficou rouca, então segui a brincadeira.

- A cadela tá latindo alto demais hoje, tá querendo marcar o dono? Mijar nesse poste? Pode gozar, sua buceta suja é muito pouco, essa buceta folgada… Eu preciso de uma buceta de verdade pra fuder!

Ao dar a pausa, eu reparei a contração na buceta de N, ela gozou, não era estranho ela gozar enquanto eu humilhava ela, e eu humilhava particularmente a buceta dela, eu sei que uma buceta estar folgada não é ruim, é dilatação de tesão, ela também sempre foi muito bem lubrificada, só precisava de lubrificante para comer o cu dela, mas nesse dia foi diferente, não era a humilhação, era a idéia, ia verificar isso mais tarde, mas com tesão na mente eu só pensava em meter mais forte, não me importava se ela tinha gozado, naquele ambiente meu prazer é mais importante que o dela, meti mais uns minutos exclamando o quanto ela era suja, safada, o quanto ela era minha e precisava pagar por ser tão safada, até gozar no fundo da buceta dela, sentindo aquela pressão familiar de quando ela goza, tirei a pica, completamente melada, e a puxei para chupar até ficar limpa, enquanto ela chupava, eu alcancei no painel da TV uma caixa de lenços, e ela enxugou o que escorria da buceta, então ela alisava a buceta dela e enquanto ela me limpava, a gente começou a conversar:

- O leitinho tá bom hoje?
- Uhum - ela assentiu com a cabeça, sem tirar minha pica da boca.
- Tem algo que você quer me explicar?
- O que? - Ela tirou a pica da boca, e passou a dar beijinhos, com o olhar sapeca de sempre.
- Eu nunca soube que você queria outra cadelinha, eu sei que tu curte uma bucetinha, mas achei que minha pica era suficiente.
- Ela é! - Falou voltando a chupar, meu pau voltou a enrijecer, e ela voltou a falar - Eu não quero outro macho, o meu dono é o suficiente pra mim, é só que…

Eu levantei a cabeça dela pelo queixo, enfiei o dedão na boca para ela chupar, e puxei a cabeça dela para cima do sofá cama, enquanto falava pausadamente, deitando e colocando ela deitada ao meu lado.

- Eu já falei que não gosto quando você começa as coisas e não quer terminar - mudei para o modo “namorado” - me conta amor, o que foi isso hoje?
- Eu te amo, meu amor, e sou muito satisfeita com o que a gente tem, mas hoje, uma ideia me veio à cabeça quando tirava uma pausa do trabalho, eu só preciso do seu pau, mas… uma parte minha quer muito te ver com outra, não precisa nem participar, só queria ver meu macho em terceira pessoa!
- Você sabe que a gente pode gravar outro vídeo né? - Já fizemos isso, normalmente em motel - Mas acho que o tesão não tá direito na terceira pessoa, eu conheço esse olhar!
- Não quero me ver em terceira pessoa! É isso que você quer que eu fale? Tá bom! Eu quero ver você! Eu quero ser uma corna! Eu quero que você me force! Mas se você não quiser, é tudo escolha sua, eu já fico bem felizinha em fazer tudo o que você quer, a gente pode continuar só com as historinhas na cama, tá?

Naquela noite, conversamos bastante na sala, com o som de fundo da TV, ela me explicava os limites, que eram quase inexistentes, ela só não queria não estar excluída, ela queria estar presente sempre, senão o ciúme ia deixar ela mal, nem que fosse só vendo e se tocando, ela tinha que estar lá, de resto, tudo o que eu quisesse fazer, ela topava, o estranho era eu, sempre fui monogâmico, e N supria todas as minhas necessidades, a ideia parecia boa, é o sonho de todo homem, mas não sentia vontade alguma de ter outra mulher, então me lembrei de um detalhe, como havia dito, novinhas nunca foram minha preferência, perdi a virgindade com uma namorada 10 anos mais velha, isso imprimiu na minha cabeça essa preferência, então fiz uma proposta.
A gente abriria um perfil, meu e dela no Famoso aplicativo de paqueras, um perfil conjunto, e eu ia conseguir uma MILF para mim, não podia garantir que iríamos achar alguém, tampouco que poderia ser MILF como a ideia principal, mas o papel dela seria administrar esse perfil, arranjar uma cadelinha gostosa para eu comer, a cada passo que eu descrevia, eu via os olhinhos da N brilhar, sentia também a minha perna se molhar, era leve, mas como estávamos nus, dava para reparar, ela estava ficando com tesão, mandei ela buscar o celular dela, iríamos fazer isso agora, ela pulou do sofá-cama, nunca vi ela tão animada, criamos o perfil, fotos de nós 2, ela passou no aplicativo de edição de imagem no celular, colocando um emoji de cachorrinho na cara dela, e de um diabinho na minha, o raio no máximo, preferência por mulheres, e uma regra simples, ela sabia minhas preferências, nunca escondi histórias sobre minhas ex dela, ela então iria escolher cadelinhas para mim, quando achasse uma pretendente, ia me mostrar, e eu avaliaria se ela escolheu bem, por fim, adicionei mais um detalhe, ela tinha 1 mês, eu não iria comer ela até ela encontrar essa cadelinha, e se ela não encontrasse, ia pagar um pernoite no motel, para pagar pela incompetência dela, ela assentiu, reparei na pele dela corando, a respiração ofegante, ela estava morrendo de tesão, mas ser mandada era melhor que sexo para ela em certas circunstâncias, aquilo me excitou.
Concluí a conta, joguei o celular dela no sofá cama, e a beijei, levantei segurando ela pelo cabelo, mantendo na altura da minha barriga, especialmente desconfortável para ela, n dava para ajoelhar nem para andar, era para andar agachada, ela respirava ofegante, com a língua para fora, olhando fixamente para meu pau, fui em direção ao quarto, e a joguei na cama, ela olhou para trás enquanto eu ligava a luz, ela gostava de ver, então já com a pica dura, puxei ela pelo tornozelo, enfiando minha cara na bunda dela, N não tinha um rabo fenomenal, seus peitos eram a maior qualidade junto da cintura, mas eu curto enfiar a cara por trás mesmo, os peitões ficam pendurados, posso passar a mão e principalmente puxar, foi o que eu fiz, enfiei as mãos por fora das coxas e puxei com força o bico do peito direito, ela gemia e deu um grito grave, senti a buceta ficar mais húmida na minha língua e enfiei mais fundo, cheirava aquele rabo e enfiava minha cara cada vez mais fundo naquela bunda, até ver que o grelinho estava duro feito pedra, dei uma última puxada no peito direito até escapar dos meus dedos, o grito foi mais alto e ela desabou na cama, só o rabo ficou para cima, puxei com força a cintura dela para a beirada da cama, e pincelei meu pau na buceta já demonstrando o tanto de tesão que ela estava, vi claramente uma gota solitária escorrer pela coxa, ela gemia baixinho, meu tesão falou mais alto, e comecei a trabalhar nela:
- Que cadela, ia gozar na minha boca, né?
- Uhummmm - disse suspirando.
- E quem disse que você pode gozar?
- Pode não? - Disse com os olhinhos de coitada olhando para trás.
- Quem é o dono dessa buceta aqui? - Falei enfiando o pau fundo na buceta dela.
- O meu dono! - Ela disso enquanto gemia.
- E se eu sou o seu dono, quem diz quando essa buceta pode gozar?
- Você! - Disse suspirando com aqueles olhinhos, percebi ela começar a rebolar na minha pica.
- E por que você acha que merece gozar na minha pica? - E estralei um tapa forte na bunda dela.
- Por favor, meu amor, me faz gozar! - Ela falou, suplicando e rebolando.
- Quem é “meu amor”? Perdeu a noção, vagabunda?!? - Falei enfiando o pau mais fundo, sentindo ela apertar a buceta, ela tinha gozado de leve.
- Meu dono! Me desculpa, eu não mereço, mas por favor, me faz gozar… - Ela rebolava mais na minha pica - Por favor, eu preciso gozar, só você me faz gozar gostoso!
- Então eu preciso de uma cadela para gozar - falei tirando a pica do fundo, quase tirando a pica, ela sabia a senha.
- Au au! - Eu via que ela olhava nos meus olhos latindo.

        Eu meti fundo naquela buceta, e passei a macetar forte, de 4 eu enfiava mais fundo na buceta dela, sentia o útero dela no final, ela me contou em outra oportunidade que adora isso, segundo ela, as vezes dá cólica, mas ela sente que eu não tenho pena dela, e isso só dá mais tesão, quando sentia que ela ia gozar, eu metia mais devagar, quase tirando a pica e enfiando devagar até o fundo, ela gemia quase chorando, pedindo pra o dono dela comer ela forte, dizendo que essa buceta precisa de rola, eu batia na bunda dela e voltava a meter, e ela por sua vez voltava a gemer alto, até sentir que ela estava perto de gozar, a tortura continuava até perto da meia noite, quando virei ela de frente, dei um tapa na cara dela, botei as pernas dela nos meus ombros, enchi a mão no peito esquerdo, e falei olhando nos olhos daquela mulher, mole, entregue, desesperada para gozar:

- Você já gozou? ca-de-li-nha! - Cada sílaba era uma metida devagarinho, ela estava no limite.
- Não! Por favor, eu faço qualquer coisa, eu não aguento mais, me faz gozar! - Manhosa e quase chorando, ela falou baixinho.
- Fala pra mim - me reclinei, as pernas dela nos meus ombros esticavam, minha pica entrava mais fundo - A cadelinha vai ver o dono dela comendo outra cadela?
- Vai! - olhos arregalados olhando nos meus olhos - O que você quiser!
- Vou fazer você assistir tudo - Enforquei ela com a mão esquerda - E você vai servir a cadela que fuder seu dono!
- Vou sim! - A buceta dela me apertava, dessa vez curto, um espasmo, ela não gozou, ela queria, ela conscientemente queria apertar meu pau - Eu sou só sua cadelinha!
- Repete! - Falei enquanto metia a pica na buceta dela.
- Eu - sou - só - a - ca - de - li!!! - ela falava a cada metida, até gozar!

Um gozo forte, eu não aguentei e gozei denovo, fundo, menos porra que na primeira vez, o gozo dela molhou a cama, eu caí beijando ela, estranhamente ainda parecia que ela estava gozando, deslizei para beijar o pescoço dela, e ela balbuciava algumas coisas baixinho:

- Fode uma cadelinha… fode ela… eu… sou só… uma corninha… meu amor…

        Era a primeira vez que aquilo me acontecia, ela costumava desmaiar quando gozava forte, era rotineiro, uma vez no mês, acontecia, mas ela falar desacordada era a primeira vez, eu não desgostei, achei fofo, deitei ao lado dela, e puxei ela para cima de mim, parecia uma neném dormindo, cobri ela no cobertor (vocês não sabem como foi difícil pegar o cobertor com o pé para cobrir, não queria tirar ela de cima de mim, medo dela acordar), e ninei ela até cair no sono, de manhã, acordei cedo para trabalhar, e a encontrei mexendo no celular já vestida, o Famoso aplicativo estava operando, ela estava feliz, eu estava plenamente feliz, levantei, dei um beijo nela, fui tomar banho, era outro dia.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico ocanil

Nome do conto:
Parte 1 - Um desejo

Codigo do conto:
254029

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
06/02/2026

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