Olá a todos. Eu me chamo Mathias, moro atualmente numa cidade do interior do Pernambuco, tenho 30 anos, sou torneado, servidor público efetivo e faço uma graduação em História. Esse será meu primeiro conto, espero que leiam, gostem e votem bastante. Este conto é totalmente verídico e aconteceu nesses últimos dias. De uns meses pra cá, estou passando por um momento delicado na minha vida, tanto que tô ficando com o cabelo branco antes do tempo, rs. Estou tentando dar a volta por cima e ter um controle de minhas emoções, pois eu sou muito intenso e sinto tudo com extrema profundidade. Como já faz bastante tempo, estive parado em relação a sexo, devido a alguns empecilhos. Minha libido chegou a diminuir, e minha autoestima estava já praticamente inexistente. Pra sair um pouco dessa zona, resolvi baixar um aplicativo pra ver se encontrava alguém aqui na minha cidade, e a princípio minha intenção era apenas ver quem pudesse estar por lá, e no máximo bater um papo, pois sou extremamente reservado, além de criterioso, qualquer pessoa que eu me relacione, seja amizade, namoro ou uma simples ficada, é escolhida a dedo. Chegando lá, nada demais, a maioria dos perfis sem foto, outros que não faziam exatamente meu tipo, enfim. Primeiro dia por lá foi sem nada demais. Segundo dia, aparece uma pessoa extremamente parecida com alguém que conheço. Não chega a ser bem um amigo, porém é alguém que tive uma certa proximidade há alguns anos. Chamarei ele de "David", pra que não exista nenhum risco de que ambas as partes sejam prejudicadas. David é o típico rapazelho de cidade do interior, meio matuto, sem muita noção do que está acontecendo no mundo contemporâneo, barbudo, baixinho, e extremamente reservado, tão reservado que não há quem diga que este seja gay. Como ele estava muito próximo de mim, resolveu mandar uma mensagem pra ver no que ia dar. Depois de um tempo respondi, cumprimentando-o formalmente, e conversa vai, conversa vem, chega o impasse de mandar foto (a que ele usava era de alguém similar a ele, um homem jogando bola, trajado com uniforme e sem mostrar o rosto) e o meu perfil sem quase nada. A princípio, mando uma foto minha com um emoji cobrindo o rosto, pois como já falei sou demasiadamente reservado e não ia jogar uma foto na mão de um desconhecido tão facilmente, e eu não tinha certeza se aquele perfil era mesmo quem eu tava pensando. Prometemos um ao outro que mandaríamos cada um a sua foto, porém apenas eu mandei esta citada anteriormente. Pensei que ele conseguiria deduzir que era eu, mas não. Como eu tava muito curioso pra saber quem era aquela pessoa, mandei uma foto mostrando o meu rosto, com receio, mas o fiz. A curiosidade falou mais alto. Em seguida — BINGO! — era realmente quem eu tava pensando, David, o barbudinho "hétero", que eu estava suspeitando estar por lá. Começamos a conversar sobre diversos assuntos, até que tocamos no ponto dos problemas que estive passando. Eu sabia o que ele queria por lá, e eu como passei por uma série de dores de cabeça, não larguei a oportunidade e marquei com ele, que prontamente aceitou. Como ele também me conhece um pouco, certamente também não ia deixar passar essa chance. Como ele estava sozinho na casa dos falecidos avós, a casa estava sem ninguém, apenas ele, o que facilitou um pouco o processo. Combinei o horário, tomei banho e na hora marcada saí pra encontrá-lo ele me orientou onde era a casa e cheguei lá sem erros. Como um homem elegante e sofisticado que eu sou, tomei um banho bem tomado, usei uma calça de moletom azul escuro que comprei recentemente pro tempo do frio (e marcar o pau na academia, rs) uma camisa preta juntinha valorizando meu corpo moldado pela dor da academia, uma jaqueta de couro sem muito detalhe, e um chinelinho branquinho. Usei bastante creme hidratante no peitoral, abdômen, ombros e antebraços, nas mãos, usei um bom desodorante, escovei os dentes, coloquei um perfume bem quente e amadeirado (já que estamos chegando no tempo da chuva, e estava um dia frio e bastante fechado, oportunidade perfeita pra usar minhas "bombas", rsrs), uma bala bem refrescante, penteei bem meus cabelos e fui. Pelo trajeto, aproveitei o clima melancólico pra refletir na vida, nos problemas, no quão insignificante é o ser humano diante de tudo.......... Eu sou o típico cara que está o tempo todo questionando sobre tudo, se aquilo seria proveitoso, se meus problemas vão acabar, enfim, foi um momento comigo mesmo. Ao chegar lá, David estava usando uniformes do tipo que ele joga, uma camisa tradicional e um shortinho fino. Por sorte, a rua é um pouco escura e tinham poucas pessoas por ali. Entrei, e começamos a conversar. Eu sou tímido e muito introvertido. E ele também, mas não tanto quanto eu. Percebi que ele estava com medo de tomar uma iniciativa e ele deve ter percebido que eu também tava relutando. Depois de algumas conversas, e após questioná-lo sobre quem tomaria uma atitude, ele me beija. Por sorte, o beijo encaixou, pois eu simplesmente detesto quando vou beijar alguém e sinto que aquilo não valeu a pena. Foi um beijo aconchegante, quente e com um bom encaixe. Eu e ele estávamos no sofá, então eu me deito e ele continua a me beijar incessantemente, passando a mão pelo meu corpo, pelo meu peitoral fibrado dos treinos, até que por último ele pega no meu pau. Como o clima tava esquentando, tirei a jaqueta. David, bem fogoso, tirou a sua camisa e por último o short. Pra minha surpresa, o meu pau é maior que o dele, pois como ele tem a pele mais escura, eu de certa forma acreditava no estereótipo de que os negros tem um pau maior, rs. Ele tira a minha calça, minha cueca e por fim começa a me chupar. Aparentemente ele estava com bastante tempo que queria fazer isso, pois ele chupava como se fosse um picolé, tanto que ficou bastante molhado com a saliva dele. Eu como também sou bem intenso, comecei a empurrar a cabeça dele enquanto ele chupava em direção à minha rola, empurrei tanto que ele chegou a se engasgar um pouco, mas claro sem machucar e sem passar dos limites. Depois de tudo isso, ele tira minha camisa e começa a chupar meus mamilos, e a roçar a barba no meu pescoço (extremamente sensível) e enquanto eu começo a me encolher e gemer, ele sorri enquanto me beija e fala: — a parte do pescoço é a mais sensível, né?rs"... O safado tava com uma cara de muito tesão, de quem tava totalmente entregue e de quem tava saboreando cada detalhe, cada sentido. A carne tinha caído no prato do carnívoro. O sorriso dele enquanto me beijava também tava me deixando hipnotizado, e enquanto tudo isso acontecia, eu o apalpava nas costas, pegava no pau dele, nas coxas, e na bunda, bem durinha devido aos jogos e treinos de futebol. A gente tava soando muito, muito mesmo, só faltou a gente pegar fogo de tão intenso e quente que aquilo tava. A gente se beijando de língua, eu chupando a dele, e ele chupando a minha, os beijos estavam totalmente sincronizados, macios, cheios de vontade. Fazia muito tempo que eu não sentia isso. E com isso ele intercalava me olhando com aquela cara de safado, de quem tava disposto a fazer qualquer coisa pra se satisfazer naquele momento. Depois dessa profunda troca de beijos, ele sem roupa e eu já despido também, sobe em cima de mim, e posiciona meu pau na entrada do cozinho dele. Como estávamos sem lubrificante, ele não forçou pra que eu não me machucasse e nem sentisse dores. Enquanto isso, ele se punhetava e eu punhetava ele, ele gemendo feito uma vagabunda, e eu olhando pra cara dele, pedindo pra ele gozar bem em cima do meu peito. Dessa forma, não demorou muito e ele jorra em cima de mim, exatamente como eu queria, leite grosso e quentinho, na forma de jatos contínuos. Só de lembrar dessa cena meu pau vai de 0 a 100 instantaneamente. A ejaculação foi tão braba que ele chegou a ficar fraco e com sono, acredito que isso altere um pouco a pressão, ou algo do tipo. Depois disso, ele agora quer me ver jorrar também. A gente se levanta e começa a se beijar e a se pegar em pé. Ele começa a falar o quanto eu sou gostoso, e a me beijar no pescoço. Eu viro de costas, ele posiciona o pau dele na minha bunda (sem penetrar) e começa a me masturbar. Ao mesmo tempo, ele pega no meu peitoral, aperta com força, passa a mão pelo corpo, mãos de homem que trabalha na roça, com enxada, com calos, parecendo uma lixa na minha pele. Aquilo me deu muito tesão, aquelas mãos robustas, ásperas, do homem do mato acariciando o corpo de um homem refinado, intelectual e de pele macia. Como eu tava demorando pra atingir o ápice, peço a ele pra gente mudar de posição. Ele deita no sofá e eu sento em cima dele. Simultâneamente ele me masturba, trocando as mãos de tempos em tempos. Enquanto ele fazia aquilo, aquela cara de safado não mudava, e eu aproveitei pra olhar pra ele, passar o dedo naquela boquinha molhada, alisar aquela barba aparadinha....... Depois de algum tempo me punhetando, aviso a ele que tô prestes a gozar e finalmente sai, ainda mais que a dele, jatos e mais jatos de porra, que caem em cima do peito dele e por pouco não atingem seu rosto. Depois de bastante tempo tentando eu atinjo o orgasmo e a gente se limpa, e se solta um pouco, pois estávamos muito suados, acho que é a primeira vez que suo tanto durante um ato sexual. Ele me olhava como se tivesse apaixonado por mim, pelo olhar dele eu percebia que era como se ele tivesse realizado uma grande conquista. Depois que nossos corpos esfriaram, voltamos a nos pegar novamente, começo a bater pra ele, em pé, acariciando o corpinho peludo dele, aquela barba, beijando aquele pescoço, mordendo suas orelhas, roçando a minha barba pela nuca dele...... Perguntei se tava gostoso e ele respondeu que sim, enquanto ele suspirava e gemia, de olhos fechados. Como fazia pouco tempo que ele tinha gozado, era pouco provável que ele iria soltar mais leite em tão pouco tempo, então parei e respeitei o limite dele. Vestimos nossas vestimentas e trocamos umas últimas palavras antes de eu sair pra casa. Também tivemos alguns beijos antes disso. Pra ser sincero, estava com medo de alguém chegar lá e abrir a porta, ou querer entrar na casa e ficar uma torta de climão, mas ainda bem que nada disso aconteceu. Despeço-me dele e vou pra casa, com um certo medo de gerar boatos e fofocas, pois perto haviam vizinhas na calçada e provavelmente viram eu saindo daquela casa, uma pessoa estranha que nunca tinha entrado lá. De certa forma foi uma adrenalina, fazia tempo que não tinha uma aventura dessas, e como eu tinha falado, ajudou a melhorar e a subir minha autoestima que andava subterrânea. Namorar é sempre um santo remédio, por isso que costumo dizer que: "sexo é vida", rs. Não sei se vocês já tiveram essa impressão, mas após um bom sexo sempre me olho no espelho e percebo que minha aparência melhora um pouco mais, meus lábios ficam mais brilhantes, a pele com aspecto melhor. Pode ser apenas um efeito placebo, mas.... Enfim, ao chegar em casa trocamos algumas mensagens pelo aplicativo, foi um momento gostoso pra ambas as partes, tanto ele gostou como eu também, tanto que ele já quer um segundo round, rs. Eu também preciso de mais momentos assim, então que venham. Me sinto melhor, desejado, bonito, e até gostoso. Esse sentimento pós-sexo é maravilhoso, traz uma sensação de prazer que é coisa de outro mundo. Então, meus amigos é isso, nesta história eu conto como aconteceu de um "hétero", ter ficado comigo. Hétero entre aspas, já que ninguém desconfia dele, pois ele não tem um único trejeito. Reforço que foi um conto totalmente VERÍDICO, da primeira até à última palavra. Nunca fui de ter muitas aventuras, já que precisamos ter cuidado, pois o mundo de hoje tá cheio de gente perversa. Essa não é a primeira e espero que não seja a última, mas se quiserem, posso trazer mais algumas pra vocês, mas para isso, peço que leiam, votem bastante e comentem pra que isso me incentive a continuar escrevendo pra vocês. Eu me esforcei bastante pra entregar um texto bem digitado, sem erros gramaticais ou de ortografia, então me deem essa força, rs. Espero que gostem, um abraço a todos e até à próxima.
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