Eu tinha ido pra Sampa com meu padrasto e o sócio dele. Eles iam resolver umas coisas e eu ia curtir a cidade por uma semana, tudo 0800! No segundo dia eu fiquei muito entediado… Eu tava com muita fome de rola, queria transar com qualquer um… na verdade, queria transar com vários.
Depois de rodar a cidade e nada, apelei pro Grindr. Coloquei meu nick “buraco faminto” e a foto da minha bunda de cueca branca. Quando menos espero, um cara falou comigo. Perguntou se eu era faminto mesmo, e eu falei que sim, que tava com muita vontade de dar e que daria pra vários, inclusive. Então ele perguntou se eu usava PrEP e doxyPEP (medicação que protege contra DSTs), porque tinha uma proposta muito boa pra mim.
Fiquei muito curioso, parei tudo que tava fazendo e fui pro banheiro responder. Perguntei qual era a proposta. Falei que usava proteção e tinha medicação, porque às vezes gosto de levar leite dentro.
Então ele me contou a história… e fez a proposta: ele organizava um encontro no hotel com um passivo, que sempre era o mesmo cara. Só que o rapaz tinha se mudado pra Itália e ele precisava de alguém safado o suficiente. Disse que organizava tudo: o passivo só ia lá, entrava no quarto num determinado horário, e vários ativos iam passando, fundiam ele, gozavam dentro. Depois ele ia por último e aproveitava o passivo todo leitado por vários machos e gozava por último. O fetiche dele era esse.
Fiquei cheio de tesão e falei que topava. Ele explicou que era um hotel no centro, que não tinha problema pra visitante subir, não precisava do cartão do quarto, porque os caras só subiam na discrição. Eu deveria chegar lá por volta das 13h, me preparar no próprio quarto e deixar a porta aberta pros ativos irem entrando.
Ele iria fazer a seleção dois dias antes pelo Grindr e pelo Bate-Papo UOL, explicar tudo. Disse que sentia muito tesão em convocar os caras, mas que podia respeitar meu gosto. Eu disse que preferia mais dotados, mas tava com tanto fogo no rabo que não ligava — queria levar leite do máximo possível. Já que era pra ser puta, eu ia aloprar e inundar meu cu de leite.
Ele disse que ficou ainda mais excitado e que ia se esforçar pra chamar o máximo de caras, escolhendo os mais gostosos e safados. Ele iria por último.
Eu ficaria lá com a porta aberta das 15h às 19h. Depois ele ficaria comigo até umas 21h ou até se satisfazer. Pedi pra ver o rosto dele, mas ele disse que não, e também não queria ver o meu. Disse que já tinha visto as fotos do meu perfil, só do corpo, e era suficiente. Se eu tivesse como esconder o rosto, poderia usar máscara — até aquelas de motoqueiro.
Ele disse: “Perfeito. O que importa ali não é seu rosto, e sim os dois buracos.”
Fiquei cheio de tesão e topei. Ele marcou comigo pro sábado. A gente tava se falando numa segunda-feira. Me passou o endereço do hotel.
No mesmo dia vi o anúncio no Grindr e fiquei cheio de tesão. Ele colocou a foto do meu corpo pra baixo e ficou administrando os caras.
No dia marcado, fui lá. A porta estava aberta, não tinha ninguém no quarto. Tomei banho, fiz outra chuca pra reforçar e deixar tudo pronto. Quando foi 14h50, fui pra cama, coloquei dois travesseiros e fiquei apoiado, esperando.
Às 15h em ponto chegou um cara barbudo. Viu minha bunda, não falou nada, apertou, começou a chupar meu cu, meter o dedo. Depois me fodeu e gozou rápido. Foi embora.
Depois veio outro, mais novo. Ficou super animado. Sentiu meu cu já leitado e meteu de uma vez. Tinha uns 20 cm, era um pouco grosso. Enquanto ele me comia, entrou outro cara — baixinho, mas com uma rola enorme e grossa. Colocou o pau pra eu mamar. Que sensação boa: duas rolas em mim, dois machos se divertindo comigo.
Eles trocaram. Senti o gosto da pica do novinho cheia da porra do outro. O baixinho gozou rápido e foi embora.
Entraram mais dois, revezando no meu cu. A luz estava apagada. Só via quem viesse me colocar pra mamar. Gozaram e foram.
O novinho voltou, meteu e gozou rápido também. Eu já sentia tudo molhado, misturado.
Depois entraram dois ao mesmo tempo e, em três minutos, mais três. Cinco machos me fodendo e revezando entre meu cu e minha boca. Teve um que gozou na minha boca. Bebi uma parte e coloquei o resto com a mão no meu rabo. Eles entenderam e falaram: “Esse puto só quer porra no cu.” E começaram a gozar um atrás do outro. Um gozou no pau do outro que tava atolado em mim.
Foi o pico.
Depois chegou um negão de pau enorme, uns 25 cm. Parecia angolano pelo sotaque. Meteu gostoso. Depois deitou e pediu pra eu encaixar com ele deitado. Cavalguei bastante. Outro cara entrou e tentou fazer DP, mas a rola era grossa demais e não conseguiu. Me deu de mamar.
Aí entrou outro e tentou a DP também — como era mais fina, conseguiu. Eu tava em puro êxtase. Duas rolas no cu e uma grossa na boca. Me segurava pra não gozar.
Os dois da DP gozaram quase ao mesmo tempo. O de baixo deixou a rola dentro até o outro terminar.
Eu já tava exausto. Adormeci. Acordei com um pau me penetrando. Tinha mais dois caras e estavam filmando. Fiquei apreensivo, mas não tinha como me identificar. Dei pros três.
Depois entraram dois e trancaram a porta. Senti uma rola me penetrar e outra na minha boca. Entendi que era o organizador com um amigo.
Ele meteu por uns sete minutos. Não era grande, mas gozou muito. O outro cheirou meu cu, enfiou quatro dedos, brincou e levou porra na mão pra minha boca. Depois me penetrou e começou a bombar.
Foi quando ele disse: “Que putinha perfeita. Vou querer todo mês.”
Nessa hora eu congelei. Reconheci a voz do meu padrasto.
Sem pensar, falei: “Augusto?”
Ele arrancou minha máscara: “Felipe? Caralho, moleque… você foi o depósito desses caras todos? Nem sabia que você curtia rola.”
Ele ainda tava com o pau dentro de mim. Perguntou: “Quer que eu saia?”
Eu não sabia o que dizer. Ele disse: “Agora já era. Vou terminar aqui e depois a gente conversa.”
Baixei a cabeça e cobri com o travesseiro. Ele gozou e ainda ficou brincando com os dedos. Pediu pro sócio gozar também. Eu acabei gozando ali, no meio daquilo tudo.
Depois ele disse que agora a gente precisava conversar… mas isso é assunto pro próximo conto.

Que maravilha! Tô aqui na punheta.