Perdi a virgindade com o cu do aviãozinho da bocada - Parte 1

[Escrevi pelo celular no bloco de notas, peço perdão se houver muitos erros.]

Isso foi em 2023, eu tinha 22 anos na época. Meu nome é Thiago (nome fictício), branco, magro mas cheinho, o famoso falso magro, corpo e aparência comuns, nem muito feio e nem muito bonito, 17cm de rola grossinha, sempre fui quieto e na minha, um nerdola com cara de nerdola, virgem e abaixo de qualquer suspeita.

Trabalhava numa lan house de bairro perto de uma bocada no bairro tal aqui de Manaus tinha mais de 8 meses e o convívio com a galera que fazia a receptação era bastante tranquilo.

A maioria deles era composta de rapazes da mesma faixa etária que a minha, no geral presumia que estavam cumprindo aquele "serviço" para poder consumir também a posteriori. Havia um em especial que sempre notei um certo "açúcar" no olhar por assim dizer, vou chamá-lo de Henrique: lembrava muito de aparência o Pedro Scooby sem barba, até mesmo de estilo e personalidade, com um jeito meio largadão, de olhar meio disperso e bem lerdo das ideias. Achava ele uma delícia, mas mantinha uma distância segura.

Num dia qualquer o Henrique colou lá e me perguntou se eu tinha uma sacola pra arrumar pra ele, acho que pra embalar a pedra, e que depois me pagaria "um real" pra compensar, e sem maldade nenhuma (juro) falei que não precisava e só entreguei qualquer uma que tinha achado perto, nisso ele me agradeceu com um sorriso - como era bonito o sorriso daquele sacana -, que ficava me devendo uma.

Passou outro dia, e mais uma vez ele apareceu me perguntando se eu tinha 20 reais pra emprestar, alegando que precisava interceptar um pagamento pro "chefe" dele, e eu disse que apenas no Pix, e assim fiz, mas já admoestando que aquilo não iria virar um hábito, e que já era arriscado ele ficar indo ali com frequência. Ele deu uma risada leve e só soltou, "esquenta não 'pai', você é gente boa, parceiro nosso, quero te prejudicar não" e que logo me devolveria antes de eu fechar o expediente, que terminava às 19h.

Nisso, já eram 15 pro meio dia. Pior que o safado tava sem camisa, o corpinho magro e levemente torneado quase me fez trair o olhar mas acredito que consegui sustentar aquela interação sem me entregar (ou não...). Outra coisa que eu sempre reparava era na bunda dele, redondinha, marcava demais nas bermudas de tectel que esses tipos adoram desfilar com, e me deixava pirado de tesão.

Sempre soube de rumores que alguns viciados daquelas bandas que "comiam viado", como vulgarmente essas experiências são passadas de boca a boca pelo senso comum, e imaginei que, somadas às circunstâncias, essa susceptibilidade por conta do ambiente e manutenção do vício, eram uma possibilidade; isso, claro, riscou pela minha cabeça no decorrer do meu tempo ali, mas nem mesmo as fantasias podiam me preparar pro que iria rolar. Estamos falando de um cara que o máximo de referência carnal era a pornografia, e que de vivido só algumas beijocas roubadas por garotas quando muito mais novo. Eu era 'lançamento', como falam.

Tardando um pouco mais, lá pras 18 e pouco, e assumindo que o maloca não voltaria mais com o meu dinheiro, comecei a me preparar pra fechar tudo, estando praticamente sozinho. Pra piorar, uma garoinha se formava. Eu ia a pé, já que ficava em relativa proximidade da onde eu morava, mas não queria ficar gripado outra vez, e me conhecendo, sabia que o meu sistema imunológico não seria camarada. Ia desligando as máquinas, quando escuto uma batida na porta. Era o Henrique.

"Porra mano, me quebra mais essa", entrou afobado, que quase nem tive tempo de reagir. Já sabia o que era.

"Cara, tu vai complicar pro meu lado", tentei argumentar, mas ouvindo o relampejo do lado de fora, e não tendo câmeras ali, achei que podia admitir mais um ato de filantropia. "E os meus 20, conseguiu arrumar?"

"Maninho, a-amanhã eu te dou, ma-mano sem falta", gaguejou um pouco creio que do nervosismo e da adrenalina de ter corrido da polícia. "Os 'cara' vieram de surpresa e só tava eu hoje mano, quase que me davam um baile", continuou enquanto se sentava numa cadeira na minha frente. Só então atentei a como ele estava: com a camisa pendurada no ombro, bermuda caída e com a cueca vermelha a mostra, todo vermelho e suadinho. O meu pau já ameaçou endurecer no mesmo instante.

"Tá... quando puder cê me paga", soltei quando consegui me libertar do transe. "Mas a gente não pode demorar muito aqui, a minha mãe vai estranhar se eu não aparecer em casa e ligar pra dona Jandira (dona da Lan House, nome fictício)"

Daí vieram as palavras que começaram tudo.

"Deixa eu ficar só mais um pouquinho mano", a voz saiu entrecortada, quase num único suspiro de sofreguidão: "qualquer coisa que eu puder fazer eu faço"

"Qualquer coisa?" pensei alto e claro a ponto de falar sem querer, e ele só me lançou o mesmo olhar de cachorro assustado, se levantou e balançou a cabeça. Alguma coisa me dizia que aquele não era o primeiro rodeio dele.

"Mano, eu não curto essas paradas não" num tom pouco convincente, "mas, tipo, se tiver afim mesmo, fixa né", e intentou abaixar o resto da bermuda na parte da frente. "Nem percebi que tu era..."

O interrompi, e quase que como tomado de algum tipo de entidade completei: "não, eu curto de outro jeito", e dei uma pegada firme naquela bunda por dentro da bermuda. Pela ousadia achei que ia era apanhar na hora, mas ele só me olhou com aqueles olhos vermelhos (descobri depois que ele havia fumado um prensado antes de ir pra lá, o que talvez explicava o porque de estar tão sugestionável naquele dia, mas só em parte), deu um risinho gostoso e disse: "Fecha aquela porta seu jack", e naquela hora, sim, eu me sentia como um.

Não conseguia acreditar que aquilo realmente estava prestes a acontecer; eu não só ia perder a virgindade naquele dia, mas também ia traçar um cara que até então era hétero e totalmente inalcançável pra mim, tudo parecia tão surreal, como num sonho febril - o pensamento perdurou até trancar a porta e voltar pra minha sala, onde o Henrique, depois de usar o chuveiro precário do banheiro pra tomar uma ducha, e se secado com a camisa que trazia consigo, me esperava de costas apoiado ao lado de um sofázinho perto da mesa onde eu trabalhava, pelado, aquele rabo moreno perfeito descoberto. É uma visão que desde aquele momento não consegui mais apagar da memória: as duas maçãs cobertas por pelos finos pretos e que paravam até às beiradas de um cu que enquanto fechado, não parecia "lacrado" (apesar de cabaço eu via muito pornô, e pelas amostras que eu tinha de referência na minha cabeça adolescente eu entendia que havia uma diferença)... por alguns segundos ali eu não fazia ideia do que fazer com tudo aquilo, e decidido a agir, tomei o meu primeiro instinto: me ajoelhei e botei a cara naquele rabo.

Abri, cheirei (não cheirava mal, por incrível que pareça ele tinha limpado bem), e por fim dei um banho de língua, desajeitado e afoito igual um cachorro faminho. Esvaziei a mente e só fiquei naquele momento, naquele cuzinho.

"Caaaaralho..." soltou o zé droguinha entre semiassobios entrecortados, aqueles "ssss" suspirados que fazemos entre dentes quando não queremos gemer. Senti uma mão empurrando e projetando a minha cabeça pra mais fundo, e levei aquilo como um elogio. Parecia que eu estava indo bem? E pra ser sincero, eu nem ligava mais. Eu só queria saber de saciar a minha fome.

Continua...

(Tomei a decisão de dividir em duas partes pra não ficar muito extenso, mas não se preocupem que logo mais continuarei a escrever a segunda parte do relato, pra quem sabe publicar ainda hoje ou amanhã.)


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Perdi a virgindade com o cu do aviãozinho da bocada - Parte 1

Codigo do conto:
254085

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
06/02/2026

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