Eu ainda tava sentada no colo daquele macho, sentindo aquele pauzão duro latejando contra o tecido fininho do meu shortinho, quando ele apertou minha cintura com mais força e falou bem baixinho no meu ouvido, com aquela voz grossa que faz a gente tremer inteira:
– Relaxa, princesinha… hoje a gente não vai te arrombar o cuzinho nem te obrigar a mamar ainda não. A gente tem tempo. Um mês inteiro, né? Teus pais só voltam daqui trinta dias… a gente já leu tudinho no papelzinho da mamãe.
Eu engoli seco, o coração disparado. Outro deles, o mais alto, que tava com o copo de uísque na mão, se aproximou e colocou o copo na minha boca.
– Bebe, delícia. Um golinho só. Vai te deixar mais boazinha.
Eu tentei virar o rosto, mas o que tava me segurando no colo segurou meu queixo e me obrigou a abrir a boquinha. O líquido queimou a garganta, fez meus olhos lacrimejarem, mas desceu gostoso, esquentando tudo por dentro. Eles riram.
– Boa menina. Mais um.
E assim foi. De golinho em golinho, sem pressa, me deixando cada vez mais molinha, mais tontinha, mais boba. Minha cabecinha girando, o corpinho ficando pesado e leve ao mesmo tempo, as pernas moles, a bundinha se remexendo sozinha no colo dele de tanto calor que eu tava sentindo.
Enquanto eu ia ficando bêbada, eles começaram o interrogatório de verdade, mas de um jeito calmo, quase carinhoso, como se estivessem conversando com uma criança.
– Fala pra gente, bonequinha… pra onde exatamente teus pais foram? Hotel? Nome do navio? Algum parente que pode ligar pra checar se tá tudo bem?
Eu, já com a voz meio pastosa, fui respondendo tudo. Que eles tinham ido pra um cruzeiro no Caribe, que ninguém da família morava perto, que não tinha tia, avó, nada. Que ninguém aparecia de surpresa nunca.
– E o condomínio, delícia? Tem funcionários? Câmera? Vem segurança algum dia?
– N-não… é um condomínio pequeno… pouca gente… a gente nem tranca o portão direito…
Eles se entreolharam, sorrindo. Um deles deu um tapa leve na minha coxa.
– Perfeito. Então é só tu e a gente, putinha. Um mês inteiro. Trinta dias pra transformar essa bunda numa buceta viciada em rola.
Eu já tava rindo sem motivo, a bebida subindo rápido demais pro meu corpinho leve. Eles continuaram:
– Ninguém vai te procurar, né? Nenhuma amiguinha? Nenhum namoradinho ciumento?
– N-não… eu… eu não conto pra ninguém que eu… que eu gosto de ser menininha…
– Boa vadia. Então tá decidido. Tu agora é nossa. Nosso brinquedinho particular. Nosso bichinho de estimação sexual.
E aí começou a putaria verbal de verdade. Eles se revezavam falando as maiores safadezas no meu ouvido, enquanto me apertando, me alisando, me dando tapinhas na bunda, nas coxas, nos peitinhos.
– A gente vai te transformar numa cadelinha obediente, ouviu? Tu vai aprender a andar rebolando essa bundona que nem puta de luxo, falando com voz fininha de menininha mimada, gemendo que nem atriz porno quando a gente meter. Vai aprender a abrir as perninhas só de ouvir “abre, vadia”. Vai virar viciada nessa rola grossa aqui, ó…
E o que tava me segurando no colo esfregou o pauzão duro contra minha bundinha, me fazendo soltar um gemidinho sem querer.
– Isso, geme gostoso, delícia. Tu vai ser nosso brinquedo sexual 24 horas por dia. Vamos te usar, te abusar, te foder até tu não aguentar mais ficar em pé. Vamos te encher de porra todo dia, te deixar cheirando a macho, com a carinha toda melada, o cuzinho arrombado, as perninhas tremendo…
Eu já tava quase babando, a cabeça pendendo pro lado, rindo que nem idiota enquanto eles continuavam:
– Tu vai aprender a desfilar de salto alto pela casa, de calcinha fio dental, rebolando essa bunda empinada pra gente bater. Vai dançar peladinha no meio da sala, rebolar no pau da gente, sentar de costas e quicar que nem vadia profissional. Vamos te ensinar a falar “por favor, mete mais forte, papai” com essa vozinha doce…
Um deles me levantou do colo, me colocou de pé no meio da sala, cambaleando. Me mandou tirar o shortinho e ficar só de calcinha rosa bebê que eu tava usando por baixo. Eu obedeci, sem nem pensar, a cabeça girando.
– Agora desfila, putinha. Anda que nem modelo, rebola essa bunda pra gente ver o que a gente ganhou.
Eu tentei andar, mas tava tão bêbada que quase caí. Eles riram alto, me seguraram, me colocaram de volta no colo de outro, que já tava com o pau marcando na calça.
– Senta aqui, delícia. Sente o tamanho do presente que tu ganhou.
Ele me posicionou bem em cima do volume, me segurou minha cintura e começou a me fazer esfregar pra frente e pra trás, devagarinho.
– Isso… sente o pauzão do papai… vai ficando viciada, vai… daqui a pouco tu vai implorar pra sentar…
Eu gemi alto, sem nem querer, a calcinha já molhadinha, o corpinho todo mole. Eles continuavam falando sujeira:
– Tu vai dormir com a gente te usando, vai acordar com rola na boca, vai tomar banho com a gente te fodendo contra a parede, vai cozinhar de quatro com o plug no cuzinho… vai virar nossa putinha doméstica oficial…
Trocaram minha roupa umas quatro vezes aquela noite. Me fizeram colocar vestidinho rodado, depois um baby doll transparente, depois um conjuntinho de meia arrastão com cinta-liga… cada vez que eu trocava, tinha que desfilar, rebolar, me mandar sentar no colo de outro, esfregar, gemer, repetir “sou a putinha de vocês” com a voz mais fina que eu conseguia.
Eu já nem sabia mais quem eu era. Só sentia mãos grandes me apertando, bocas me mordendo o pescoço, tapas na bunda, dedos entrando por baixo da calcinha só pra me deixar louquinha… e mais bebida, sempre mais bebida, até que minha visão começou a embaçar de vez.
A última coisa que lembro é de estar sentada no colo do mais bruto deles, com ele segurando meu queixo e me fazendo olhar nos olhos dele enquanto falava:
– Dorme, putinha… amanhã começa o treinamento de verdade. Tu vai acordar com a boca cheia de rola e o cuzinho já lubrificado pra gente estrear…
E aí apagou tudo.
Quando abri os olhos de novo, já era tarde da manhã seguinte, eu tava na minha cama, só de calcinha, coberta até o pescoço, com um copo d’água e um bilhetinho do lado:
“Bom dia, brinquedinho.
Toma banho, se maquia bem vadia, coloca a roupinha que deixamos em cima da cadeira e vai pra cozinha.
Teus donos estão com fome… e com muita vontade de começar a te transformar na nossa cadelinha particular.”
Eu tremi inteirinha só de ler.
Mas, no fundo, no fundo… minha bundinha já tava latejando de curiosidade.
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continua...