Eu sou daqueles caras que está sempre em movimento, eu faço bico de personal na academia de bairro e faço faculdade de fisioterapia. Eu namoro tem dois anos e minha vida está uma correria enorme, mas faz parte. Estava na faculdade quando minha namorada disse que a minha sogra havia caído da escada e machucou o quadril, dei todo apoio e suporte a elas. Alguns dias depois a médica disse que minha sogra precisava de fisioterapia, eu sabia que era uma coisa cara já que ela não tem convênio. Ofereci minha ajuda, para fazer as sessões dela antes de eu ir trabalhar. Todos concordam e ficou marcado para começarmos segunda-feira pela manhã. Segunda minha sogra estava sozinha quando eu cheguei lá, ela estava na sala me esperando. Fizemos alguns exercícios e ocorreu tudo bem, eu tocava no quadril dela, nas pernas, era um toque delicado, mas era sem segundas intenções. Na terça, minha sogra estava me esperando de shorts legging, sua buceta estava marcando, não tinha como não olhar. Ela estava cheirosa, o meu pau começou a endurecer a cada toque que eu dava nela, ela percebeu que eu estava eufórico. Disse que precisava ir embora, terminamos com 10 minutos de exercícios, ela e uma coroa gostosa, conservada, mas é minha sogra. Na quarta feira eu não fui, inventei uma desculpa, mas eu não podia fugir. Eu tinha que ser profissional, principalmente com minha sogra. Na quinta pela manhã, eu cheguei a casa dela abri o portão e bati na porta. Ela abre a porta e para minha surpresa, ela está de baby-doll branco que eu conseguia ver tudo. — Bom dia Paulinho. Pensei que não vinha, por isso estou assim. — Bom dia sogra. Eu avisei a Brenda que vinha hoje. — Ela não me avisou, deve ter esquecido. Quer que eu me troque ou posso fazer assim? Eu suei frio quando ela me perguntou isso, será que era um teste ou algo assim. — A senhora quem sabe, eu tô aqui para te ajudar. Preparei a sala com colchonete, bola de fisioterapia, ela se deita no colchonete e começa a fazer os exercícios. — Isso, levanta o quadril. Abre as pernas. — Assim? Quando eu abro as pernas meu quadril dói aqui. Ela puxou minha mão até região da pélvis, eu a toquei e meu pau começou a pular, endurecer. Eu sentia o calor da pele dela através do tecido fino do baby-doll. Meus dedos tocaram a lateral da virilha, e eu podia jurar que senti a umidade começando a brotar ali. Ela deu um suspiro baixo, daqueles que não são de dor, mas de quem está sentindo um prazer proibido. — É aqui, Genro... bem aqui que tá puxando — ela disse, me olhando de baixo com olhar maliciosa. Eu vou fazer uma massagem que vai ajudar, ela abriu as pernas e comecei a massagear, eu estava com o pau duro, pensando em várias coisas. Meu dedão escorregou e acertou em cheio o grelo dela. — Ssshm.. Ai genro — soltou um gemido. Minha mão subiu mais um pouco, roçando na borda da calcinha que mal escondia os pelos bem aparados dela. Eu senti ela tremer por inteiro e abrir mais as pernas no colchonete. O movimento fez o baby-doll subir até o umbigo. — Caralho... — o palavrão escapou da minha boca sem eu perceber. Eu me levantei, tentando entender o que estava acontecendo. — Isso era errado — eu murmurei. Ela ficou de joelhos tirando meu pau preto, totalmente duro pra fora. — Eita, que pauzão. Grande e grosso. — Para com isso sogra. Ela colocou na boca a cabeçona preta e chupou com vontade, dando um estalo. — Puta que pariu, que boca gostosa. — Ainda quer que eu pare? — Não, continua chupando. Eu olhava de cima e não acreditava no que meus olhos viam. Minha sogra, a mãe da minha mina, estava ali, com o rosto colado na minha pica preta. Ela começou um movimento de sobe e desce frenético. O meu pau, grosso pra caralho, mal cabia na boca dela. — Puta que pariu, que pau grosso. Quantos centímetros tem? — Não sei, mais de vinte. — Nossa, vou me acabar nessa pica preta. Ela começou a sugar a cabeça, engolindo o máximo que conseguia, o som de engasgo e a baba pingando no chão era gostoso demais. Ela era experiente, sabia o que fazer. Ela tirou o pau da boca para respirar e disse com a boca escorrendo baba: — Minha filha fica falando que você é dotado, eu precisava chupar ele pra ter certeza. — Então chupa. — Vamos para o meu quarto! Eu entendi que a coroa não queria só uma rapidinha; ela queria o pacote completo, com conforto e sem pressa. Fui seguindo ela pelo corredor. O jeito que ela rebolava, com aquele baby-doll branco balançando e deixando a bunda bem à mostra, me deixava possesso. Quando me virei, ela já estava puxando as alcinhas do baby-doll, deixando o tecido escorregar pelos ombros. Os peitos dela saltaram pra fora; eram grandes, com os mamilos escuros e bem rígidos. Ela era uma coroa muito gostosa, toda firme, com aquela pele de quem se cuida. Quando ela começou a esfregar a cabeça da minha pica naquela buceta ensopada, eu senti o melado dela escorrendo pelo meu pau, lubrificando tudo. Ela olhava no meu olho, com uma cara de quem estava possuída, e começou a soltar as pérolas: — Sente o calor da sua sogra, Paulinho... A Brenda não tem esse fogo que eu tenho, tem? Ela não sabe o que fazer com um homem desse tamanho — ela sussurrou rebolando em cima da minha tora. — Ela é só uma menina, eu sou mulher de verdade. Eu sei o que você gosta. Ela segurou meu pau firme e guiou a cabeça pra dentro. No que ela sentou, o mundo parou. Eu senti a buceta dela se esticando toda, abrindo espaço para aquele monstro preto entrar. Ela jogou a cabeça pra trás e soltou um grito abafado, os olhos virando enquanto a pica ia entrando centímetro por centímetro, rasgando o caminho. — Puta que pariu... é grande demais! — ela gemia, tentando recuperar o fôlego enquanto meu pau sumia todo dentro dela. Eu não dei descanso. Assim que ela encaixou tudo, eu comecei a dar estocadas de baixo pra cima, sentindo o útero dela bater no topo da minha pica. O som da nossa pele batendo uma na outra, aquele estalo de suor e prazer, preenchia o quarto. Aquela cavalgada dela estava gostosa, mas eu precisava sentir a pressão de outro jeito, precisava dominar a situação. Segurei firme nos quadris dela, interrompendo o movimento. Ela me olhou com os olhos vidrados, o rosto suado e a boca entreaberta, tentando recuperar o fôlego. — Calma, sogra... desse jeito você vai acabar rápido demais. Eu ainda não comecei — eu disse, com a voz rouca. Em um movimento só, eu a levantei e a joguei de lado na cama. Ela tentou se recompor, mas eu já estava em cima. Segurei as duas pernas dela e as joguei por cima dos meus ombros, deixando aquela buceta de coroa totalmente exposta, escancarada pra mim. Eu comecei a empurrar fundo, bombando com toda força que eu tinha, ela gemia muito alto, ela estava completamente fora de si. — Meu Deus.. Você está me arrombando. AGHH. Caralho. Tá indo tão fundo. Eu estava louco de tesão, eu estava comendo minha sogra, que por sinal é uma tremenda gostosa. Meu pau ia fundo, a buceta dela sugava meu pau pra dentro, deixando ele todo molhado. — Fica de quatro. Ela se posiciona e eu dou um tapa na bunda dela, eu montei nela e enfiei fundo de uma vez, sem dó. Segurei na cintura dela e olho aquele cuzinho, cuspi no meu dedão e enfiei o dedo. O cuzinho recebeu meu dedo enquanto fodia a buceta sem pena e sem dó. — Caralho, que gostoso — ela disse. — Quero comer esse cuzinho. — Não, hoje é só na buceta. Seu pau é grosso demais. Continuei fodendo a buceta dela, até não aguentar mais, eu ia gozar. Virei ela e mirei o pau na cara dela, a primeira jatada foi no olho e o resto na boca. Escorreu sujando o peito. — Quanta porra! Meu Deus. — Haha da próxima eu vou fazer você engolir tudo. Eu me vesti e ia saindo quarto, quando ela diz: — Segredinho nosso, já estou ansiosa pra acontecer de novo. Eu nem imagino que realizei o sonho de foder a minha sogra.
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