Título: Viagem para o Brasil, ciúmes e masturbação.
Olá, sou a Thayssa, tenho 22 anos ( NOME FICTÍCIO).
Vou começar com os contos da nossa segunda temporada.
No conto de hoje, vou vos apresentar minha querida irmã Cecília Thamires( NOME FICTÍCIO).
Também minha querida prima Rebecca (NOME FICTÍCIO).
Vou contar uma das vezes que espreitei ela transando com meu pai.
A primeira vez fiquei com uma raiva dos dois, e com ciúmes do meu pai.
No sábado pela tarde, minha mãe fez nossas malas de viagem.
Meus pensamentos ainda ligados nos acontecimentos da manhã, por ter fodido com o tio da Raquel.
O bom foi que minha irmã não acordou na hora do sexo, e nem minha mãe tinha desconfiado de mim.
No dia seguinte meu pai veio nos buscar. Fomos com ele para Lisboa no domingo.
Ainda íamos ficar em Lisboa uns dez dias antes de ia para o Brasil.
Por está de férias a gente saia para passear, visitamos vários lugares.
Durante a noite, quando a gente estava a banhar, não conseguia parar de olhar para o pau do meu pai.
Ele não notou que o estava a olhar, olhava disfarçadamente, achei o pau dele muito lindo.
Apesar de estar mole, era bem grande do jeito que eu já gostava. E eu o desejei, queria ter aquela rola me comendo.
Mas nada ia se passar entre nós os dois, não ainda.
Mais tarde já na cama para dormir, eu queria poder estar fazendo sexo com alguém, e meus pensamentos se viraram para meu pai.
Eu e meu pai poderíamos foder, a Laura Ruivo fode com o pai dela. Eu também posso foder com o meu.
Em meio a esses pensamentos me masturbei pensando em meu pai, pensando naquela rola linda.
Dois ou três dias depois, minha prima Rebecca de 19 anos apareceu no apartamento do meu pai.
Ela estava a fazer faculdade em Lisboa, já quase um ano. Ficando com a gente o resto da semana.
Que foi muito legal, visitamos vários lugares em Lisboa, fomos também no oceanário.
Em uma das manhãs dessa mesma semana, assisti uma cena muito familiar.
Eu estava a sair da casa de banho, encontrei minha prima no corredor indo para casa de banho também.
Com uma das suas mãos por cima de seu ventre, reclamando de dores.
Aquilo já me era familiar, já tinha visto aquela cena em minha casa.
Minha mãe de vez enquanto amanhecia desse jeito. Não ligues nenhum ponto entre as duas situações.
Vendo minha prima Rebecca de 19 anos naquela situação. Sem imaginar que um dia eu ia ser a protagonista desta cena, vivendo várias vezes esse tipo de situação.
Passando os dias que ficamos em Lisboa viajamos para o Brasil, com minha prima Rebecca indo para a casa de seu pai, meu tio.
No dia seguinte da nossa chegada ao Brasil, passamos na casa da mãe de minha irmã mais velha.
Nos atendeu uma mulher bonita, alta, bem branquinha, olhos azuis e cabelos ruivos.
Essa mulher era a prima do meu pai, a tal com quem ele teve uma filha.
Ela virou o rosto para dentro da casa e falou em voz alta: "Cecília Thamires teu pai chegou".
Então saiu de dentro da casa a pessoa com a voz mais doce e fofa que conheço, Cecília, minha irmã mais velha.
Ela correu para os braços de nosso pai, o abraçou bem forte. A coitada chegou a chorar de saudades deles.
Ela abraçou nossa irmãzinha, e depois a mim.
Mais uma vez estavam juntas, aquela duas irmãs que no futuro iam ser mulheres do seu próprio pai.
Em meio aquele momento de felicidade, no rosto do meu pai se colocou uma expressão de não estar a gostar de alguma coisa.
Antes de irmos embora, meu pai falou para a prima dele, que eles precisavam conversar, ela disse: Fala agora.
Meu pai respondeu: agora não, passa na casa do meu tio, a gente conversa lá, no caso, a casa do pai dela, avô da minha irmã.
Então nós os quatro fomos curtir nossas férias, passeando pela cidade. Fizemos compras, e fomos para a praia algumas vezes.
Nos dias que se seguiram meu pai fez várias perguntas para minha irmã.
Fomos passar dois dias na casa do meu tio avô. Aí que as perguntas que meu pai fazia para minha irmã fizeram sentido.
Eles mandaram a gente ir brincar, mas de onde gente estava, ouvia se a discussão.
Vou resumir.
Meu pai estava a brigar, porque minha irmã parecia uma mendiga, usando roupas velhas.
Ele dizia que todos os meses ele mandava dinheiro para a Cecília, que o marido da mãe dela era um vagabundo que não trabalhava, e usava o dinheiro da filha dele em outras coisas.
Resumindo ainda mais, ele queria trazer a Cecília para Portugal, o óbvio aconteceu.
A mãe dela não concordou, então meu pai falou tudo bem, vamos resolver isso nos tribunais.
Horas mais tarde fomos embora, curti o resto das nossas férias.
Viajamos nós os quatro para uma terra chamada Barreirinhas, para os lençóis Maranhenses.
Um local maravilhoso, paisagens maravilhosas.
Para quem ainda não sabe, a Cecília é só quatro meses mais velha que eu, nós as duas temos a mesma idade.
Em uns dos dias nós as três fomos tomar banho, vir a bucetinha rosinha da Cecília.
Uma coisinha lindinha rosinha e sem nenhum pelinho.
Bem feita e linda igual a minha, diferentemente da minha, a bucetinhas rosa da Cecília nunca tinha sido fodida.
Enquanto a minha já tinha sido fodida por cinco paus diferentes em menos oito meses.
Minha querida irmã ainda era pura, ela e nossa maninha mais nova.
No total ficamos uns 25 dias no Brasil, voltamos para Portugal sem mim irmã Cecília.
Assim que chegamos em Portugal, minha prima Rebecca voltou para o apartamento do meu pai.
Em uma certa madrugada acordei com vontade de fazer xixi. Me levantei para ir na casa de banho.
A luz do quarto do meu pai estava acessa, vi a claridade por baixo da porta.
Ao me aproximar ouvi alguns ruins estranhos. Por mera curiosidade espreitei pela fechadura.
E vi uma cena que me deixou com raiva e ciúmes ao mesmo tempo.
Minha prima Rebecca de quatro na cama e papai empurrando o pau nela.
Não dava para ver a penetração em si, mas eu já sabia muito bem o que um homem e uma mulher faziam pelados em cima da cama.
Pois eu mesma já tinha feito sexo assim, peladinha de quatro.
Fiquei com ciúmes, por ela tá fodendo com meu pai, não era para ser ela, era para ser eu.
Eu que deveria estar fodendo com ele.
Por um momento, parei de assistir eles os dois fodendo. Logo voltando a espreitar.
Minha bucetinha começou a piscar, ela queria pau.
Metir a mão por baixo das minhas roupas, tocando na minha bucetinha.
Assistindo eles a foderem comecei a me masturbar.
Ele trocaram de posição, ela ficou por cima do meu pai, cavalgando gostoso na rola dele.
Eu assistindo e me tocando, coloquei cuspe na minha mao, passando em seguida na minha bucetinha.
Minha ciririca estava muito boa, mas o que eu queria mesmo era estar no lugar da minha prima Rebecca.
O sexo entre os dois estava bem intenso, regado de muitos beijos.
Mesmo não dando para ver bem todas as penetrações.
Dava para ver o pau do meu pai, duro feito pedra. Pensa num pau grande, uma coisa medonha.
Eles não estavam a usar preservativos, isso só reforçava o que eu achava ser correto. Todo sexo era mesmo feito pele na pele.
Não que eu soubesse da existência dos preservativos, eu ainda não os conhecia.
Fiquei vidrada vendo eles fodendo, minha prima estava outra vez por cima do meu pai.
A coisa estava tão boa para ela que a ouvi dizer bem baixinho: tio eu vou gozar, tio eu vou gozar, eu vou gozar, eu vou gozar.
Pondo as mãos em sua boca e gozando e tremendo em cima do meu pai.
Ela se deitou por cima dos peitos do meu pai
Eu: nossa, o que foi isso?
Eu não sabia que se tinha passado com minha prima, nem sabia que nós mulheres gozava.
Neste momento meu pai a virou de ladinho, nesta posição, dei para mim ver, o pau dele entrando e saindo de dentro da buceta da Rebecca.
Depois eles fizeram a posição papai e mamãe, papai empurrando o pau na minha prima Rebecca, com muito vigor.
Dando nela umas pirocadas com muita potência. Bufando feito um touro em cima da sobrinha dele.
Meu pai começou a gozar dentro da Rebecca.
Sei porque ela falava: goza dentro de mim não tio, dentro não tio.
Mas seu dizeres não foram atendidos por meu pai. Que encheu a bucetinha da sua sobrinha se esperma.
Falei para mim em pensamentos: se fosse eu pediria era para gozar dentro, é tão bom, será que a Rebecca não gosta?.
Não fervor entre os dois, ela também não fez muito para ele não gozar dentro dela.
Depois de um tempinho ele começaram a conversar, a Rebecca disse: "Temos que ter mais cuidado, tu gozou cinco vezes dentro de mim, só hoje.
Isso é muito perigoso e tu sabes".
Eu: porra sete vezes.
Não deu para ouvir a resposta do meu pai.
Ela se sentou na cama, e começou a se vestir.
Sair de lá nas pontas dos pés, para não ser pega.
Entrei em meu quarto e fechei a porta.
Continuei a me masturbar, não ouvi ninguém passar no corredor. Acabei pegando no sono sem ir fazer xixi.
Pela manhã tive uma surpresa, acordei toda mijada rsrsrs.
É sério isso Thayssa rsrsrs.
Espero que tenham gostado
CONTINUA.....
NOMES DE PESSOAS E LUGARES SÃO FICTÍCIOS
Cada capítulo, um tesão diferente. Parabéns!