Uma noite de sábado

Meu nome é Gustavo e tenho uma ficante fixa chamada Melissa. Não passarei as idades, mas Melissa é mais nova, uma garota de 1,56 de altura, seios redondos e uma bunda que me deixa louco, kkk. Eu e Melissa temos um “relacionamento” um tanto quanto diferente, como vocês irão perceber. Passamos os finais de semana juntos, porém não é exatamente um relacionamento.

Essa história se inicia em um sábado. Eu e Melissa estávamos deitados na cama assistindo Netflix, ela com a cabeça apoiada em meu braço, até que me olhou com um semblante meigo e disse que estava com fome. Peguei meu celular para ver as horas — já eram 21:47 — e então a encarei novamente.

— Quer sair pra jantar? — perguntei.

Consegui ver sua animação ao se levantar da cama, sorrindo e dizendo que sim.

Melissa foi até o guarda-roupa, abriu ambas as portas e ficou na ponta dos pés, procurando algo para vestir. Eu, ainda deitado na cama, a observava naquela cena tão cotidiana: o cabelo meio bagunçado por ter estado deitada até poucos instantes antes, o pijama cinza com um gatinho estampado na frente e a calcinha de renda rosa, deixando à mostra sua bunda — e que bunda era aquela, kkk.

Ela pegou suas coisas, uma toalha, e seguiu em direção ao banheiro. Momentos depois de entrar e fechar a porta, abriu novamente, deixando apenas o rosto aparecer. Com um sorriso provocante, perguntou se eu tomaria banho com ela, chamando-me de “Daddy”. Ali já ficava claro o tipo de relação que tínhamos. Ao acenar com a cabeça, vi o sorriso se alargar em seus lábios.

Peguei minha toalha e entrei no banheiro. A fumaça começava a se formar no ar, e Melissa já estava debaixo do chuveiro. Comecei a me despir antes de entrar no box. A água escorria pelo corpo dela de uma forma quase hipnotizante: descia pelos cabelos, passava pelos ombros, entre os seios, pela barriga, até alcançar o meio das coxas.

Quando me aproximei, nossos corpos se encostaram. Ela estava de costas para mim, e não pude deixar de notar sua bunda clara ficando cada vez mais rosada sob a água quente que caía do chuveiro. Aproximei-me, depositando beijos em seu ombro, subindo lentamente até o pescoço. Melissa inclinou a cabeça para o lado, jogando-a sobre meu ombro, deixando o pescoço exposto.

Minhas mãos subiram por sua barriga até alcançarem seus seios. Comecei a massageá-los com calma, arrancando dela um suspiro baixo. Ao sentir os bicos endurecerem sob meus dedos, prendi-os levemente entre eles, fechando a mão devagar e fazendo-a gemer com o gesto.

Melissa então se virou, ficando de frente para mim. Nossos lábios se encontraram, e o beijo logo se aprofundou, com nossas línguas se procurando em um ritmo lento e provocante. Suas mãos pequenas desceram pelo meu corpo, explorando com firmeza e intenção, arrancando de mim um suspiro contido enquanto ela me provocava com movimentos seguros e maliciosos.

Sinto o encontro dos nossos lábios se aprofundar, como se o beijo fosse uma conversa silenciosa entre respirações e promessas. Minhas mãos deslizam por suas costas, descendo até a curva da sua cintura, antes de segurá-la com firmeza suficiente para fazê-la prender o ar.

Faço um gesto mais ousado, um toque marcado que a faz soltar um gemido contido e morder o lábio, os olhos se fechando por um instante. Guio seu corpo até o painel de vidro do box, embaçado pelo vapor e iluminado pelo reflexo suave da água, pressionando-a contra a superfície morna e transparente. Quase instintivamente, ela arqueia as costas, oferecendo-se, enquanto apoia o rosto ali, sentindo o contraste entre o calor do banho e a frieza delicada do vidro.

Aproximo-me do seu ouvido e murmuro, em um tom baixo e seguro, chamando-a de baby, confessando o quanto aquela entrega me enlouquece. Mordo de leve o lóbulo da sua orelha e percorro seu pescoço com beijos lentos, como se marcasse cada centímetro de tempo e presença.

Minha mão desce por sua barriga, em um caminho cuidadoso, até alcançar a delicadeza da sua buceta. Melissa afasta levemente as pernas, em um gesto de permissão silenciosa. Meus dedos desenham círculos lentos e provocantes, enquanto meu pinto permanece firme entre suas pernas, como uma promessa sustentada pelo controle e pela espera.

Ali, entre vapor e suspiros, não há pressa — apenas a tensão deliciosa de duas vontades se encontrando no espaço entre a condução e a entrega.


Ela começa a gemer com a penetração dos meus dedos e inclina a cabeça para trás, repousando-a sob meu ombro enquanto beijo seu pescoço. Ouço seus gemidos quentes tão perto do meu ouvido que parecem se misturar à minha respiração. Retiro minhas mãos por um instante e passo a estimular seu clítoris, arrancando dela sons abafados e entregues.

Só paro ao ouvi-la sussurrar, quase sem fôlego:
— Por favor… quero sentir você dentro de mim, Daddy.

Ao ouvir isso, um sorriso malicioso se forma em meu rosto. Interrompo a carícia e aproximo meu pinto de sua entrada, no instante em que empurro e ela se abre em resposta, há um encontro que parece mais do que apenas físico, sinto o calor e a pressão suave que me envolvem, junto da umidade natural que brota da flor, como um orvalho instintivo do próprio corpo, preparando o caminho para o encontro entre nossos ritmos.começando a ditar um ritmo firme entre nós. Inclino-me e digo, sorrindo de canto:
— Você anda muito safada, baby… era isso que queria, não é?

Deslizo a mão pela barriga dela até alcançar seu peito, apertando-o com desejo enquanto continuo a conduzir o movimento. Subo com a outra mão pelo seu corpo até envolver seus cabelos e puxá-los para trás, fazendo seu pescoço se inclinar e deixando sua entrega ainda mais exposta sob o meu domínio.

Ao ouvir os gemidos dela se intensificarem e sentir a buceta se contrair ao redor do meu pau, deixo que o ritmo cresça, guiado pela cadência dos nossos corpos. Entrego-me ao compasso até que, por fim, alcançamos juntos o ápice daquele encontro, uma explosão silenciosa de sensações sob a água quente que continua a cair sobre nós.

Depois, reduzo os movimentos, sentindo o pulsar dela diminuir aos poucos, enquanto o meu pau perde a rigidez e o momento se acalma. Afasto-me com cuidado, me limpo e saio do chuveiro, deixando-a sob a água por mais alguns instantes, concedendo-lhe o silêncio e a privacidade para recuperar o fôlego e o próprio tempo.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico rpg8

Nome do conto:
Uma noite de sábado

Codigo do conto:
254230

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
08/02/2026

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