Oportunidade surgiu quando meus pais foram viajar para o sítio e eu fiquei sozinho no fim de semana. Mandei a mensagem: "Casa liberada. Vem?". Ela respondeu em cinco minutos: "Chego em 20".
Quando a campainha tocou, eu já estava com o pau meia-bomba só de imaginar. Abri a porta e ela estava com um vestido soltinho, sem sutiã — os biquinhos dos peitos marcando o tecido, exatamente como eu gostava. Nem deixei ela entrar direito; puxei pela nuca, do jeito que fiz na festa, e dei um beijão que parecia que a gente ia se engolir.
— Tá muito apressado, João... — ela sussurrou, rindo, mas já se esfregando em mim.
— Apressado nada, você me deixou no veneno a semana toda — respondi, subindo a mão por dentro do vestido dela e confirmando o que eu suspeitava: ela estava sem calcinha. A buceta já estava úmida.
Levei ela pro meu quarto, aquele mesmo onde eu bati uma olhando pra ela meses atrás. Só que agora, ela não ia só olhar. Joguei ela na cama e tirei minha roupa rápido. Ela ficou ali, deitada, com aquele olhar de safada que eu já conhecia.
— Lembra daquela noite de Carnaval, que você fingiu que dormiu enquanto eu me limpava? — perguntei, ficando por cima dela.
— Eu não fingi que dormi, eu fiquei molhada só de ouvir você se batendo por minha causa — ela confessou, puxando meu rosto pra um beijo.
Dessa vez não teve pressa. Comecei a descer os beijos pelo pescoço, mordendo os peitinhos pequenos que ela tem, ouvindo ela gemer alto — agora ela podia, não tinha ninguém pra mandar calar a boca, mas eu mandava mesmo assim só pra ver ela ficar louca. Desci até a buceta dela, que estava muito cheirosa, e usei a língua até ela começar a tremer as pernas de novo.
— João, coloca... agora! Eu quero sentir tudo — ela pediu, se contorcendo.
Eu não esperei. Encaixei meu pau nela e entrei de uma vez. Ela deu um grito abafado no meu ombro. Começamos num ritmo forte, o barulho dos nossos corpos batendo um no outro ecoando pelo quarto. Eu segurava as coxas grossas dela pra cima, enterrando tudo, sentindo cada aperto daquela buceta quente.
— Você é minha, Carla. De mais ninguém — eu dizia no ouvido dela, enquanto metia com força.
— Sou sua, primo... toda sua! — ela gritava, se entregando totalmente.
Dessa vez, a gente não gozou rápido. Mudamos de posição, ela ficou de quatro, e eu pude ver aquela bunda maravilhosa balançando enquanto eu dava tapas e metia por trás. O final foi explosivo: gozamos juntos de novo, largados na cama, suados e exaustos, com a certeza de que aquele segredo de família era a melhor coisa que já tinha nos acontecido.
cachorro-1425