Meu primeiro boquete, no antigo Cine São João

O ano era 2004. Eu namorava uma menina bastante liberal (pros meus padrões da época). A gente brincava e traquinava muito - e conversávamos bastante sobre tudo relacionado a sexo. Ela tinha o fetiche de fazer DP (dupla penetração), mas nunca tinha feito anal. Então começamos a trabalhar nisso.

Primeiro íamos fazer feira e escolhíamos cenouras cada vez mais calibrosas. Sim, cenouras rs. A gente punha uma camisinha nela e bora pôr atrás. Depois de um tempo, pegamos o nunchaku do meu colega de quarto que tinha ficado de herança para mim (cabo de madeira, comprido, mas não muito grosso). Esse era maior que as cenouras - e também mais firme - portanto "lasciou" um pouco mais. Até finalmente irmos num sex shop e comprarmos um consolo de borracha, ainda menos grosso que o meu pipi (que era mais grosso que todos os anteriores), mas muito similar. Junto compramos um plug anal. E passamos a usar, junto comigo ou sozinho, na estimulação anal, com muito lubrificante. Um dia ela quis por em mim para eu ver se gostava. Deixei. Foi tranquilo e foi legalzinho, mas nada que desse um prazer realmente forte. Ficamos brincando por muito tempo com esses assessórios.

Até que um certo dia conversamos sobre sexo oral. Eu amava muito ser chupado, era uma das coisas que mais me piravam na época (até hoje, na verdade, mas não com tanta intensidade como foi um dia). Aí, depois de ela me chupar, perguntei o que ela sentia, como era para ela me chupar. Porque, para mim, era excelente a sensação, a visão, tudo! Mas pra ela não tinha estímulo genital, então qual seria a motivação? Essa era a minha curiosidade.

Ela respondeu? "porque? Você tem vontade de chupar um pau?". E eu respondi que não bem vontade, mas curiosidade talvez. Ela me explicou o que gostava em chupar (os suspiros, a pulsação, a perda do controle etc) e eu ouvi atentamente.

Logo, ela bolou um plano de chamar um amigo nosso que morava perto, vendar, ela começar chupando e eu terminar sem ele ver. Eu prontamente recusei. Pense na bosta que podia dar! Ele se revoltar, nos bater ou, no mínimo, falar pra todo mundo disso. Eu não estava nem um pouco preparado pra algo assim.

Mas a ideia ficou na minha mente.

Depois de alguns meses nosso relacionamento começou a desgastar, começamos a brigar, clima tenso e, numa determinada semana, ela não quis sexo. Foram quase 15 dias sem transar. Eu estava subindo pelas paredes e ela nada. Um pouco antes de sair para a faculdade tentei de tudo pra transar com ela, desde provocação, beijos, passadas de mão e nada. Saí revoltado, triste, bravo.

E resolvi achar um pau pra chupar.

Mudei o caminho à pé que iria fazer até a faculdade, me dirigi ao centro e fui até o Cine São João novamente, mas desta vez para o de cima, onde só tinha gay. Paguei. Entrei.

Alguns homens me olhavam e eu com o coração batendo forte. Sentei um pouco nas poltronas para os olhos se acostumarem ao escuro (só a tela brilhava, o resto sempre ficava meio escuro). Uma vez que os olhos estavam mais tranquilos, comecei a olhar para as pessoas. Umas 8 no cinema. 18h40 + ou -.

Fui até a fileira da frente de um cara. Sentei bem na poltrona da frente dele. Olhei pra trás. Estava com o pau na mão, punhetando. Perguntei: "posso fazer pra você?". Eu não sabia o que dizer, como abordar, como proceder. Me sentia ridículo, mas era o que eu tinha naquele momento. O cara disse que não e saiu da poltrona. Procurei outro e fiz igual. Mesma resposta. Fui até um garoto de boné, cara de jovem (devia ter uns 19, 20 anos. Eu tinha 23). Fiz a mesma pergunta. O pau dele era grande, bonito. Ele se inclinou e falou: "ã?" porque não tinha entendido. Repeti: "posso fazer pra você?". Ele fez que não com o indicador, fechou a calça e saiu. Perguntei pra mais dois, mesma resposta.

Então fui até o fundo do cinema, meio triste, com tesão, frustrado e sentei na última fileira. Acho que já eram quase 19h30

Foi aí que o menino de boné voltou, de pé atrás da fileira, punhetando o pauzão um pouco acima da altura da minha cabeça, do lado esquerdo.

Olhei aquele pau lindo. O meu ficou duro. Perguntei novamente: "E agora, posso fazer pra você?". Os olhos dele brilharam apenas, sem dizer uma palavra. Pus a mão nele. A pele estava bem quente, o pau não estava totalmente duro, mas muito gostoso de pegar. Punhetei levemente, aproveitando cada sensação, olhando cada detalhe. "Posso por na boca?", perguntei. A resposta foi o olho brilhando.

Eu ainda estava sentado, de lado, na poltrona. Nessa hora me ajoelhei e fiquei com o pau na altura da boca. Lambi a cabeça. Gosto diferente, cheiro diferente. Mas nada ruim. Puxei bem a pele pra trás, dei mais duas lambidas. Suspirei profundo. Meu pau vibrava na calça. Pus a cabeça na boca. Que pele macia! Que sensação maravilhosa. Nunca imaginaria que chupar um pau pudesse ser tão bom, dar tanto prazer, fazer tão bem. Abocanhei o que pude. Acho que foi metade. Eu não tinha muita noção de tamanho, mas devia ter uns 18 ou 20 cm. Chupei bastante, lento, aproveitando cada detalhe, cada sensação. O pau ainda não tinha ficado totalmente duro (acho que o garoto estava excitado, mas nervoso) aí ele tirou da minha boca, punhetou e gozou no meu rosto e boca. Experimentei o esperma. Adorei o sabor, a sensação de fazer alguém gozar, tudo! Fiquei mais excitado ainda do que estava, enquanto ele guardava o pau e ia embora.

Um gordinho nos observava. Veio e me elogiou, chamou para o canto. Falei que era a primeira vez. Ele tirou o pau, bem menor que o meu primeiro. Eu ajoelhei e chupei ele, mais confiante, com mais tesão. Tirei o meu e punhetei loucamente com o pau dele na boca. Ele não demorou muito e começou a arquear o corpo, ofegar e gozou na minha boca, direto. Eu fiquei em êxtase, sentindo o pau pulsar, vibrar e soltar aquela porra quente e saborosa em cima da minha língua, atolado até o talo na minha boca. Que sensação perfeita!

Ele elogiou e eu, com o pau dele amolecendo aos poucos na boca, bati a melhor punheta da minha vida e gozei no chão um monte.

A partir desse dia, fiquei viciado em chupar pau. Foi aí que realmente iniciou minha jornada no mundo da bissexualidade.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario marckslave

marckslave Comentou em 10/02/2026

muito bom aconteceu comigo coisa semmelhante adorava ir aos cinemas chupar quem estava assistindo e se masturbando. gozavam sempre muita porra eu adorava

foto perfil usuario amarelo022

amarelo022 Comentou em 10/02/2026

😋 delícia




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


Ficha do conto

Foto Perfil roberto-pawen
roberto-pawen

Nome do conto:
Meu primeiro boquete, no antigo Cine São João

Codigo do conto:
254325

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
10/02/2026

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
0